A tem ática desta pesquisa, assim com o a pergunta por que se interroga, recebeu nos capítulos anteriores um tratam ento basicam ente teórico, o que foi planej ado para que, a partir destes, tivéssem os a am plitude e o em basam ento conceitual necessário que nos possibilitasse olhar para a experiência vivida do riso. I sto é, sabem os o que é serm os capturados abruptam ente por um a gargalhada, sentirm os a ansiedade de relatar um a piada a um bom am igo, assim com o, escutarm os algum a e não acharm os a m enor graça. Entretanto, o aprofundam ento teórico tem com o perspectiva contribuir para que algum as das características fundam entais do chiste ganhem destaque, assim com o seus efeitos no contexto social e sua m ovim entação psíquica e sim bólica nos suj eitos.
Pret ende- se apresent ar conceit uações t eóricas, cenas, exem plos e especialm ent e, casos clínicos, que possam fazer aproxim ações entre o que viem os discutindo e a contextualização prática dos efeitos do hum or na vida dos indivíduos. O que sustenta a determ inação desta pesquisa em trazer ilustrações é a concepção de que a articulação entre teoria e prática se faz necessária, um a vez que, um a sem a outra, nenhum a pode progredir sozinha, isto é, a prática só encontra o seu sentido na teoria e a teoria encontra sua verdade na prática.
Alguns autores referem - se ao hum or com o um a ferram enta, vislum brando a possibilidade de que possa ser “ em pregado” em determ inada situação, outros o vêem com o um a presença inevitável e incont est ável e, em cont rapart ida, out ros não o prescrevem ou nem m esm o se referem a ele com o possibilidade. Diante desta am pla variedade de concepções, procurarem os, a partir do aprofundam ento, com preender ao m enos tais controvérsias e quando m uito, esboçar a possibilidade de entender a serviço de quais funções psíquicas coloca- se o hum or.
Perante o recém desabrochar de m inha experiência profissional e im aturo percurso na prática clínica, convoquei profissionais, m ais experientes, para ilustrar e relatar experiências que enriqueçam nossas reflexões. Com eles, poderem os discutir quais os efeitos hum orísticos que
verificam em sua prática clínica, de que form a e para quais fins se estabelece, se o recom endam na atuação e dem ais observações sobre sua incidência. A aposta é que esta conversa possa fundam entar ou refutar, ou ao m enos, enriquecer nossas perspectivas em direção à indagação desta pesquisa.
François Roustang ( 1984) em seu m odesto texto, Meu caro am igo, reconhece os efeitos da transferência com o fundam entais, ao afirm ar que apenas a partir da constituição desta, se tornará possível o estabelecim ento do processo analítico. Entretanto, am plia o circuito transferencial, propondo um novo critério de analisabilidade para pacientes e com petências para analistas. O texto é um a carta endereçada para publicação, entretanto, é destinada a um colega, ao qual Roustang relata um a grande descoberta que realizou. Solicita insistentem ente que o conteúdo desta se m antenha em segredo, m as que por sorte, chegou às nossas m ãos. Na intim idade desta relação com seu caro am igo relata qual seria o critério que define se um a pessoa é capaz de análise:
A pessoa que m e vem ver é ou não dot ada de hum or? [ A quest ão] vem a ser a de saber se a pessoa em quest ão será capaz, dent ro da m aior seriedade, de zom bar um pouco de si m esm a. Não se t rat a de zom baria aguda, venosa ou irônica, pois a seriedade se t ornaria t rágica. Trat a- se de um a zom baria doce, afet uosa e t erna. ( ...) Na curva de um a frase, o pacient e t ropeçaria num a palavra m al- colocada ou num lapso. O problem a é de saber se quem t ropeça nos próprios pés andando no t apet e de sua língua vai criar um dram a ou se vai sorrir, const at ando que m esm o a sua infelicidade pode t er para ele próprio algo de ent ernecedor. ( Roust ang, 1984, p. 30/ 31) .
O autor apresenta que o fato do suj eito que procura análise portar hum or é o que perm itiria aos psicanalistas definir se a pessoa esta apta a fazer análise. Em sua exposição, apresenta a contraposição que há entre a postura hum orística e a postura séria, na qual verifica que aqueles que
são dotados de im penetrável seriedade são incapazes de análise. Esta é um a im ponente afirm ação, fundam entada diante da observação de que aqueles que se levam excessivam ent e a sério não se perm item est ar em outro lugar diferente de onde se encontram . I sto lim ita ou até m esm o im possibilita a condição de ver a tragédia com o com édia ou a angústia com o solução. Preferem aborrecer- se com explicações pedant es que, frequentem ente, aparecem com o verdades universais. O hum or ocuparia, diferente desta perspectiva, “ o m áxim o de distância dentro do m áxim o de proxim idade, um m áxim o de am or com um m ínim o de paixão em relação a si próprio” ( Roustang, 1984, p. 31) . A partir do seguinte exem plo, tem os um suj eito, que poderíam os arriscar ser a princípio, apto ao processo analítico:
“ Um j udeu entra no consultório de um analista e se queixa: “ Doutor, estou com um problem a sério. De uns tem pos para cá, com ecei a falar com igo m esm o em voz alta” . O analista: “ Bem , isso não é tão grave assim ....” . E o j udeu: “ Mas se o senhor soubesse com o sou chato!” ” .
( Mezan, 2006, p. 298) .
O que se pode perguntar frente a essa idéia é se este critério de analisabilidade é aplicável apenas ao paciente, ou igualm ente ao analista. Com o poderia o paciente zom bar com gentileza de si próprio, se o psicanalista não o faz tam bém ?
O hum or poderia subst it uir com boa vant agem a m ania do cort e que encont ram os em m uit os analist as. Falam de cort e epist em ológico, de cort e significant e, de cort e int erpret at ivo e m esm o de cort e puro. ( ...) Creio, porém , ser perigoso deixar t odas essas facas nas m ãos de psicanalist as. Correm o risco de acabarem por se m achucar e, o que é m ais grave, de m achucarem seus pacient es. O senso de hum or afast a o individuo de si m esm o e da fat alidade da qual se m ant êm . É um inst rum ent o indolor por ser t erno: e se por vent ura cort ar algo, t em a im ensa
vant agem de não deixar cicat rizes. ( Roust ang, 1984, p. 31/ 32) .
Roustang, em sua fala, faz um a explícita recom endação do uso do hum or, sej a na perspectiva do analisando com o do analista. Mannoni ( 1992) em , O Riso, traz ricas contribuições para este desdobram ento, um a vez que apresenta em qual cenário psíquico o hum or encontra um a fresta para com parecer. Para tal, retom a o processo transferencial descrito por Freud, relação através do qual o analisando encontra suporte para que um m aterial descole- se do inconsciente e habite o consciente. O autor estende esta perspectiva, rem ontando a natureza da lem brança em cada um dos cam pos psíquicos, conscient e e inconscient e e o faz, com invej ável destreza, contextualizando e potencializando suas reflexões associadas a possibilidades do paciente rir.
Desta form a, propõe retom ar a tem ática m uito banal e, segundo ele, insuficientem ente explicada do riso. Recupera a form ulação de Spencer, na qual o pai da psicanálise se apoiou, ao form ular sua obra: pensa- se que “ o riso é um a libertação de certa quantidade de energia cuj a acum ulação se revelou inútil ( ...) nós riríam os por term os feito provisões de energia psíquica que se revelaram inúteis e que são liberados no riso” ( Mannoni, 1992, p. 128) . Apesar de não defini- la com o falsa, o autor afirm a que esta teoria é vaga, um a vez que desconsidera a possibilidade de explicar o riso em seu significado e sent ido. I st o é, argum ent a que Spencer, em sua leitura, rem ete o riso exclusivam ente à sua form ulação m ecânica, levando em consideração apenas sua causalidade e não o seu sentido. Mannoni ( 1992) com plem enta ainda que, um lapso, sem atribuição de sua significação, resulta em inquietação, enquanto, revelado o sentido, traduz- se em riso.
Para nos fam iliarizar com sua teoria e fundam entar sua extensão à teoria de liberação de energia, introduz um a espécie de riso: o de cócegas. Afirm a que essas produzem um prazer am bíguo, pois, diante da significativa dose de angústia, o riso surge com o um recurso para o suj eito defender- se, dizendo através do riso: “ pára com isso, chega!” . Com as cócegas estaria com binado o ato de defender- se e o ato de rir. Afirm a que um a característica peculiar no riso de cócegas é a inibição,
pois se esta não se im pusesse, se converteria em um a gritaria. I lustra o assunto com o com portam ento do gato, que, frente às cócegas, finca suas unhas e dentes, defendendo- se. No entanto, não chega a m achucar aquele que o acaricia: nesta m anifestação, há a inibição da agressividade, j unto à m anifestação desta.
Observam os nestes exem plos que há m ais um a retenção de inibição, do que um a descarga de excitação, com o diria Spencer, equívoco devido ao fato de reconhecer o fenôm eno apenas em sua perspectiva causal. Mannoni cam inha no sentido de averiguar os significados em butidos nos afetos psíquicos para que sej a possível a reação do riso.
Enquant o o afet o é inconscient e, o suj eito não pode diferenciá- lo entre real e im aginário, neste lim iar, reconhece- o com o absolutam ente real. Quando este sentim ento se descola do inconsciente e passa a habitar a consciência, transform a- se em im aginação, fantasia consciente e, com isso, revela- se sua irrealidade, ao ponto de fazer rir.
Esta form ulação teórica, significantem ente com plexa, é ilustrada pelo autor: quando um adulto se disfarça de fantasm a com um lençol diante de um a criança, esta apresenta m edo e efetivam ente se assusta, pois a figura diante de si para ela é real. Se ela se encoraj a a retirar o lençol, e vê que atrás daquele m edo apenas há um adulto brincalhão, aquela figura passa a ocupar o plano da im aginação. O riso da criança que se m anifesta após a descoberta é conseqüência da percepção de que, aquele fantasm a vivido com o real, quando desfeito, passa a ser apenas im aginário.
A m aioria dos pacient es que subm et o a t rat am ent o psíquico t em o hábit o de confirm ar rindo os result ados da análise, quando consigo apresent ar- lhes um a im agem fiel das acepções escondidas em seu inconscient e. E riem m esm o quando o cont eúdo do que é desvendado não j ust ifica t al hilaridade. I st o é um a decorrência nat ural do fat o de que eles est ão bast ant e próxim os do m at erial inconscient e para apreendê- lo quando o m édico os conduz at é aquele. ( Freud, 1905/ 2001, p. 129) .
A fala de Freud evidencia que se conscient izar do sent im ent o é o requisito para poder rir deste, pois este deixa de estar subm etido à fatalidade do real, para ganhar a leveza da im aginação e fantasia. Esta dinâm ica pôde ser observada pelo autor, em um atendim ento clínico, no qual acom panhou um paciente que riu à gargalhadas no m om ento em que veio à sua consciência um desej o de m orte.
No t ocant e ao riso do m eu pacient e, a explicação é m ais acessível. O desej o de m ort e t orna- se inocent e ao passar a ser conscient e? Sem dúvida, inconscient e, ele era igualm ent e inofensivo. Mas m uda a nat ureza, ou de lugar, quando se t em consciência dele – ao pont o de fazer rir. ( ...) Ao se t ornar conscient e, t orna- se im aginário. ( ...) I st o quer dizer que ele é orient ado para aquele gênero de exist ência que é o da fant asia conscient e. ( ...) O saber, em relação com o conscient e, revela sua irrealidade. ( Mannoni, 1992, p. 133) .
Por est e fat o, o est ado inconscient e ou conscient e de um desej o de m orte faz grande diferença, pois o que antes era vivido com o um a sensação real de desej o da m orte, ao ocupar a consciência, foi com preendido com o um desej o im aginário. Com isso, adquire- se o controle do sentim ento, possibilitando a explosão de um riso. O fato de ser “ apenas fantasia” não desqualifica a descoberta: a gargalhada evidencia que o sent ido da fala liberou algo do inconscient e e que um obstáculo foi transposto; convenham os, não é pouco.
O m esm o paciente relata, após algum as sessões, que teve um sonho, no qual seu pai havia falecido e ele se ocupava de suas papeladas e negócios. Justifica seu riso na sessão anterior e anula a im portância do sonho, pois com preende que est e é um reflexo de um a int erpret ação de seu analista e que sem esta, nunca teria tido descabido sonho ou risada. Mannoni ( 1992) com preende que sim , sua fala teve efetivam ente um efeito e com o resultado a esta, o sonho figura- se com o um a tentativa
terapêutica de transform ar o real do inconsciente em im aginário da consciência. Porém , com o vim os, não desvaloriza o processo psíquico de seu analisando, pois ele efetivam ente deu um im portante passo. Sabem os que um sonho, um lapso, um ato- falho ou m esm o a risada j á são um a prim eira tentativa de transform ar um sentim ento angustiante em im aginação e transferi- lo ao consciente:
Qualquer sit uação que possa provocar a angúst ia, ou a cólera, ou o m edo, pode suscit ar o riso, se for reconhecida com o um a coisa diferent e daquela em que se acredit ava ant es. ( ...) O riso é sem pre a reação a algo host il, assust ador ou angust iant e – m as de t al m odo que se possa aceit ar com o um a brincadeira sem im port ância. Há sem pre um m eio de recorrer ao riso, e est e recurso desesperado se
cham a hum or. ( Mannoni, 1992, p.135) .
Para finalizar, diz que a postura séria é aquela que determ ina o analista em um a posição de controle e o paciente, ansioso, não desfruta das m esm as virtudes. Assim com o Roustang ( 1984) havia sugerido aos seus leitores, debruça tam bém aos analistas a possibilidade do uso do hum or em suas atuações. Mannoni ( 1992) recom enda enfaticam ente que evitem qualquer espécie de relação terapêutica sustentada na rigidez e profunda seriedade.
Abrão Slavutzky ( 2005) apresenta um caso bastante gracioso que sustenta a recom endação realizada por Mannoni: conta a história de um paciente artista, que há m uito realizava sessões com diversos psicanalistas para observar suas posturas, um a vez que contracenaria em um a peça teatral, sendo um deles. Diante desta circulação entre consultórios decidiu que não m ais queria atuar sendo um psicanalista, um a vez que a seu ver, estes profissionais m ais se pareciam a vacas atoladas, sem pre dizendo hum m m , hum m m .
A história coloca em descoberto que a postura m ecânica e o m ugido da vaca atolada ocupavam o cenário, assim com o a postura rígida, até na m usculatura. Slavutzky ( 2005) afirm a que este enquadre posiciona o
analista detentor do saber e da verdade, atitude que apenas vem a dim inuir o paciente e colocá- lo em um a posição de perdedor, contribuindo que sua baixo- est im a se exacerbe.
Gilbert Diatkine ( 2006) parece concordar com seus colegas quando retom a os efeitos que podem produzir- se quando, ao revés da rigidez, o analista se apropria da potência do hum or. Exem plifica sua fala, com a ocasião em que a atenção flutuante do analista depara- se com um a expressão de duplo sentido, característico da form ulação hum orística, por parte do paciente. Enfatiza apenas que, para qualquer aproveitam ento desta circunstância por parte do analista é fundam ental haver um a disponibilidade para tal. Neste caso:
Ocorre no analist a um a suspensão de repressão que lhe perm it e ver, de um só golpe, lem branças do início da sessão e do com eço do t rat am ent o, elem ent os de sua análise pessoal, fragm ent os da t eoria e ainda um a ant ecipação do que acont ecerá se ele se calar ou se ele int ervir. ( Diat kine, 2006, p. 07) .
Miriam Debieux ( 2007) , em sua prática na clínica evidencia confiar nos benefícios provenientes do uso do hum or: contextualiza sua fala em um cenário que encoraj a o analista a utilizar- se do hum or na prática psicanalítica. A realidade social é detalhadam ente descrita pela autora para que, ao fim desta descrição, possam os identificar de que form a o hum or traz contribuições. Vam os lá.
Situa o suj eito inserido em um a sociedade dem ocrática conquistada e instaurada j á há décadas, que prom ete direitos políticos e sociais para toda a população, porém que, infelizm ente, traduz isso por um alto grau de ilusão nesta prem issa. Afirm a que tal discurso igualitário provoca efeitos nocivos à população que, diferentem ente do que foi prom etido, est á excluída socialm ent e e, além de não t er acesso aos equipam ent os que a sociedade diz disponibilizar, é privada de se legitim ar de sua condição. I st o é, o desam paro discursivo e o convite a sust ent ar- se em um a prom essa igualitária que não ocorre, faz com que os suj eitos não se apropriem de sua realidade, m as calem - se diante da inj ustiça e da
m entira e, com isso, não há reivindicação, não há indignação, não há subj etividade, não há discurso. Com pressa, a autora questiona: com o darem os voz para que essas dem andas ganhem contornos e se aproxim em do suj eito? Com o dar- lhe a possibilidade de construir a dim ensão do suj eito com o alguém que sonha, desej a e existe, o que se torna possível através da escuta, da apropriação de si?
Debieux, em sua fala, volta- se para a figura do analista e identifica que o encont ro com o out ro, m uitas vezes em condições exult ant em ent e m iseráveis e im pensáveis ao estrangeiro, causa a resistência deste analista que se vê diante de um suj eito com faltas concretas e sim bólicas que j am ais pensou conhecer. A posição de total desasistido do pacient e assusta o analista, que se afasta pela dificuldade de escutar o outro com o sem elhante. I nteressante destacar que, a posição de estrangeiro na qual se localiza o analista é aquela que pode criar um distanciam ento e dificuldade de acesso, m as t am bém é o que perm ite que a quest ão t razida pelo paciente sej a vista e escutada pelo estrangeiro, j ustam ente pelo que está de fora e alheio. Possibilita que surj am perguntas e inquietações, através das quais, o que é apresentado com o pulsão de m orte, no processo da análise, cam inhe a tornar- se vida.
A construção de um a relação que vá além desta diferença não é im ediata, reforça a psicanalista, solicitam - se novas posições diante da ordem do poder. A posição fálica do analista que tudo tem e tudo pode aos olhos do paciente, caso se m antenha, apenas reafirm ará a condição de inferioridade e de vazio do paciente, reforçando a dura realidade da desigualdade. A analista abre m ão deste prestígio, de poder e do saber para que o outro possa com parecer, para que sua dor possa se transform ar e produzir algum efeito.
A disponibilidade da escuta, possível na clínica psicanalítica ou no contexto institucional, inaugura a possibilidade de que o suj eito sej a inserido no cam po sim bólico. Nest e, t orna- se possível descolar- se do cam po das necessidades básicas, para reconhecer- se com o suj eito desej ant e, usuário do recurso lingüíst ico, est e que lhe perm ite reflet ir e falar de suas angústias e faltas. Recom enda que o analista não se intim ide em funcionar com o espelho dest e pacient e, que o aj ude a const ruir os
elos, dar- se valor, espaço e palavras para que possa se apresentar. A riqueza de detalhes nos faz com preender o circuito social descrito,