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SIKKERHETSPERSONELL Opplæring av sikkerhetspersonell er viktig,

Organisering av sikkerhetsfunksjon

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Desde o PDIG-1969 em especial, fica evidenciada a preocupação com a implantação dos eixos de transportes atestando pela interligação entre a estrutura viária, o zoneamento e o uso do solo. Um avanço desta época é o retorno da obrigatoriedade da infraestrutura nos novos loteamentos. Neste período também foi proposto o Sistema Integrado de Transporte de Massa, Plano de Recreação e Lei de Uso do Solo. Com a aprovação destas diretrizes por lei em 1971 e alterada em 1975 é enfatizado o transporte coletivo que coloca a Av. Anhanguera como eixo preponderante da cidade e da região.

A implantação do Corredor Anhanguera em 1976 marca a história moderna do transporte coletivo na Grande Goiânia, onde no mesmo foram introduzidos novos conceitos de organização espacial da rede de transporte, de circulação e operação, e de organização institucional. Foi nesta época em que ocorreu a concessão da gestão dos transportes municipais de Goiânia transferida ao Governo do Estado, que foi o responsável pelo projeto, construção e implementação do Corredor. Onde a Administração Municipal transmitiu ao Estado o encargo de planejar e fiscalizar a prestação dos serviços de transportes municipais por um tempo determinado em 30 anos que foi finalizado em 2006. O corredor junto aos demais eixos continua a ampliar o sistema da região metropolitana como mostra a figura 14.

Figura 14: Corredores principais da rede metropolitana de Goiânia. Fonte: CMTC, 2007.

Eixos estruturais do sistema de média capacidade Eixo Anhanguera

Posterior à criação do Eixo Anhanguera foi proposto a criação do eixo Norte- Sul na Av. Goiás tendo esta a função de ligação de terminais à Praça Cívica. Com a implantação do Sistema Integrado de Transporte de Goiânia, e as várias intervenções vêm consolidar esta estrutura como é o caso da implantação do eixo Norte-Sul na Av. Goiás e na Avenida 84/Rua 90 em 1981, e também seu prolongamento ao norte concluído em 1988 (VAZ, 2007).

No Plano Diretor atual de Goiânia, a macro rede viária básica do Município é composta, além de outras, por vias expressas e arteriais existentes ou projetadas, que representam a estrutura geral de circulação do Município e a articulação metropolitana e regional, na forma de corredores estruturadores (GOIÂNIA, 2007).

Maior detalhamento da estrutura viária e as linhas do transporte coletivo atual estão descritas no Plano Diretor – 2007, onde pontua sobre a implantação da rede viária básica que deve ser de forma a privilegiar o sistema de transporte coletivo, cicloviário e o de pedestre. Tem-se a hierarquia da rede viária de Goiânia que é composta por vias existentes e projetadas, classificada em: Vias Expressas; Vias Arteriais; Vias Coletoras; Vias Locais; Vias de Pedestre e Ciclovias. Até hoje uma das principais vias de Transporte Coletivo de Goiânia é o eixo exclusivo Leste - Oeste, ou seja, o eixo Anhanguera mostrado na figura 15, que a seguir está mais delineado.

2.5.1.1 Eixo Anhanguera

Figura 15: Mapa do Trecho Integral do Eixo Anhanguera. Fonte: Skyscrapercity website (2013)

A implantação do Corredor Anhanguera em 1976, como dito anteriormente, é o marco inicial da história moderna do transporte coletivo na Grande Goiânia, ainda relevantes, passados 37 anos de sua efetivação. Implantado em uma época onde a cidade de Goiânia contava com pouco mais de 550 mil habitantes e, ainda, com uma incipiente aglomeração urbana com outros municípios, o Corredor Anhanguera introduziu novos conceitos de organização espacial da rede de transporte, de circulação e operação, e de organização institucional CMTC (2007).

Pelo modelo estabelecido para o Corredor Anhanguera, as linhas com destino à área central foram seccionadas (integradas) em terminais dispostos no sentido leste – oeste e foi criada uma única linha troncal (ou de eixo) que interligou estes terminais entre si e à área central da cidade. Operacionalmente, o Corredor Anhanguera foi implantado com pistas segregadas no centro da avenida, que conferiu exclusividade e velocidade à circulação dos ônibus.

Juntamente com o Corredor Anhanguera, deu início os alicerces da rede de transporte coletivo unificada em Goiânia que incluiu também a região metropolitana. Originalmente estabelecido entre os terminais DERGO e Praça da Bíblia, o Corredor foi posteriormente estendido até o terminal Padre Pelágio, a oeste, e Novo Mundo, à leste, totalizando 13 km e após 22 anos de sua inauguração, a infra-estrutura do corredor é renovada, ou seja, foi reformulada no período 1996 -1998. De 2004 a 2005 acontece a unificação tarifária e a redução da tarifa neste corredor.

Conforme aponta Souza, (2012) o Corredor Estruturador Exclusivo Anhanguera é um corredor exclusivo a ser requalificado, articulado com os demais corredores metropolitanos e que deverá se integrar à rede estrutural de transporte coletivo. Que para efeito de complementação do modelo espacial e visando promover maior ordenamento das funções urbanas, integrando o uso do solo ao sistema de mobilidade urbana, foram instituídos os Eixos de Desenvolvimento, apoiados na rede estrutural de transporte coletivo. O Corredor Anhanguera é também um Eixo de Desenvolvimento Exclusivo, referente aos eixos de transporte coletivo com corredores exclusivos compostos com, o Corredor Goiás, o Corredor Mutirão, o Corredor T-9, o Corredor T-7 e o Corredor Leste – Oeste (GOIÂNIA, 2007). Está prevista a complementação de sua caixa viária, sendo que dos atuais 30,00 metros, em média, ampliará para 36,00 metros, divididos da seguinte forma: duas faixas para ônibus de 3,5 metros cada, duas faixas para estacionamento de veículos particulares com 2,00 metros cada, quatro faixas de veículos particulares

com 2,875 metros cada, duas calçadas de 5,00 metros cada e um canteiro central de 3,5 metros. A Figura 16, apresenta o modelo sugerido pelo Plano Diretor.

Figura 16: Modelo proposto pelo Plano Diretor de Goiânia para caixa viária do Corredor Anhanguera. Fonte: Elaborado por SOUZA (2012) com base em dados do Plano Diretor de Goiânia (GOIÂNIA. Lei Complementar nº171, 2007).