og det hippeste er svart kaffe
6 Personalet er virksomhetenes ansikt
6.5 Serveringsnæringen er en viktig syssel- syssel-setter av unge og ufaglærte
No que se segue discrimina-se a forma como foram quantificados os diferentes efeitos da doença atrás descritos.
Perda de leite (% da produção mensal) — ou seja, perda de leite em função da gravidade do caso clínico. Neste ponto, Bennett usa sempre valores de bibliografia, os quais atribuem 5% de perda de leite numa lactação (305 dias) para os casos clínicos moderados (subagudos), 9% para os casos agudos, 30% para os casos hiperagudos e 4,5% para os casos subclínicos (Bennett, 2003).
No presente trabalho, dada a ausência de registos de sinais clínicos, a impossibilidade de categorizar os casos clínicos observados em casos agudos, subagudos ou moderados, e a
ausência de registos sobre os dias em lactação das vacas na altura da afeção, todos os casos clínicos identificados foram considerados como moderados, atribuindo-lhes, teórica e homogeneamente, uma perda de 5% de leite por lactação (Hortet & Seegers, 1998a; (Seegers et al., 2003). Esta percentagem, correspondendo às perdas em produção de leite diluídas pelos 305 dias de duração média de uma lactação, representa um valor estimado das perdas para uma lactação completa, sendo que as respetivas perdas mensais serão bastante variáveis devido ao facto da produção de leite não ser constante e variar conforme a altura da ocorrência da doença na lactação do animal. No entanto, na impossibilidade de cálculo das perdas exatas devido a mastite naqueles animais específicos, no presente trabalho foi aplicada uma regra de proporcionalidade para aferir o valor da perda de leite mensal, a qual não descreve a perda de leite real, principalmente porque o mês analisado corresponde à altura do episódio de doença (reconhecido como a altura onde as maiores perdas se concentram) mas que, dada a representatividade dos dados obtidos ser de um terço do ano, se aceita como um valor estimado. Desta forma, considerou-se uma perda de 0,49% da produção leiteira total do animal, por mês, por episódio de mastite clínica.
Relativamente à média de perda de leite devido a MSC considerou-se, de igual forma, o valor bibliográfico utilizado por Bennett e proporcional às perdas num mês, o qual corresponde a uma perda de 0,44% da lactação por mês.
Para o cálculo das referidas perdas utilizaram-se as seguintes equações:
p × im (MC) × ie (perda de leite por MC) × em(perda de leite por MC) × v (litro de leite) × l/mês
p × im (MSC) × ie (perda de leite por MSC) × em(perda de leite por MSC) × v (litro de leite) × l/mês
Onde,
p: população em risco
im (MC): incidência mensal de MC em relação à população em risco
im (MSC) : incidência mensal de MSC em relação à população em risco
ie (perda de leite por MC/MSC): incidência da perda de leite devido a MC/MSC na população em risco
em(perda de leite por MC/MSC): magnitude da perda de leite mensal devido a MC/MSC
v (litro de leite): valor do litro de leite
l/mês: produção média de leite mensal da exploração
Refugo devido a infeção — Bennett calcula o refugo precoce como a diferença entre o custo da vaca de substituição e o valor da vaca de refugo devido a doença, pelo que também no presente trabalho foi calculado segundo a seguinte equação:
p × im (MC) × ie (taxa de refugo) × (v (vaca de substituição) – v (vaca de refugo))
Onde,
p: população em risco
im: incidência mensal da doença em relação à população em risco
v (vaca de substituição): valor da vaca de substituição
v (vaca de refugo): valor da vaca de refugo
Leite Descartado — o leite deitado fora do sistema de venda comum, por vaca afetada, foi obtido diretamente dos registos diários da sala de ordenha efetuados pelos funcionários. Como referido, este parâmetro não é considerado como um efeito da doença no modelo original, estando englobado nos cálculos das despesas, mais precisamente nos custos de tratamento, juntamente com o custo médio da terapêutica administrada e com o custo dos honorários extra de trabalho pelos funcionário de ordenha. Porém, no decorrer do desenvolvimento do trabalho prático, através da observação in loco de uma grande quantidade de leite desperdiçado diariamente devido à doença, colocou-se a questão do quão determinante seria este efeito no total dos rendimentos do produtor e, por esse motivo, procedeu-se à sua quantificação na sala de ordenha (com auxílio de um balde medidor), obtendo-se 4 meses de registos das quantidades (em litros) desperdiçadas em cada uma das explorações, por vaca e episódio de doença. O Quadro 18 resume as quantidades de leite descartadas por mês nas duas explorações relativamente à produção mensal de cada exploração, bem como a média mensal de cada exploração.
Quadro 18: Percentagem (%) do leite descartado por mês devido a MC
nas duas explorações em estudo, relativamente à média de produção mensal respetiva.
Deste modo, no modelo proposto, o parâmetro leite descartado é considerado como um efeito direto da doença no custo da produção, tendo sido calculado como uma percentagem da produção média mensal de leite, através da seguinte equação:
p × im (MC) × ie (descarte de leite) × em(descarte de leite) × v (litro de leite) × l/mês
Onde,
p: população em risco
im: incidência mensal de MC em relação à população em risco
ie (descarte de leite): incidência do descarte de leite na população em risco
em(descarte de leite): magnitude do descarte de leite mensal
v (litro de leite): valor do litro de leite
l/mês: produção média de leite mensal da exploração
Posteriormente, porque todo o leite mastítico foi aproveitado para alimentação dos vitelos em ambas as explorações, foi necessário subtrair o “ganho obtido” em leite de alimentação ao seu valor de venda numa situação sem mastite. Este cálculo foi feito aplicando a mesma
Nov-11 DEZ-2011 Jan-12 FEV 2012 MÉDIA
Expl. A 5,06% 11,12% 13,32% 9,69% 9,80%
Expl. B 16,26% 13,73% 20,38% 23,66% 18,51%
forma de determinação do valor do leite descartado com a particularidade de, em vez de se utilizar o preço do litro de leite, se ter utilizado o valor do leite em pó. Este último foi calculado através da premissa de cerca de 110g de leite em pó comporem um litro de leite de substituição (o qual tem um valor médio de 1,4€/kg), pelo que um litro de leite em pó terá um valor monetário de cerca de 0,15€, valor atribuído ao leite descartado (Anexo IV).
A média de produção de leite/vaca/mês de cada exploração foi obtida dividindo a média de produção leiteira vaca/ano (365d) por 30,5 dias. Este valor foi consultado no livro do contraste leiteiro ANABLE 2012, na coluna da produção total.