O escaldão superficial é um acidente fisiológico que surge durante o período de prateleira em amostras analisadas com armazenamentos superiores a 156 dias. No caso das amostras armazenadas em regime de AR, a incidência de escaldão superficial foi superior nas amostras CT, após 7 dias de período de prateleira (156+7), com 11,5% dos frutos afectados. O comportamento da incidência é crescente ao longo do período de prateleira, uma vez que, aos 14 dias (156+14) a percentagem de incidência aumentou para um intervalo entre 41 e 56% nos vários tratamentos e entre 50 a 65% após os 184 dias + 14 dias de período de prateleira.
Estes valores de incidência são elevados pelo motivo de se contabilizarem as mínimas manifestações de sintomas de escaldão. Estes valores podem ser impulsionados por presença de etileno exógeno presente na sala de simulação do período de prateleira, onde não se efectuaram quaisquer medições ou controlos deste parâmetro.
As amostras tratadas com DPA apresentam valores inferiores de incidência de escaldão comparativamente às amostras CT. E nas amostras tratadas com SmartFresh a 150 nL L-1 de 1-MCP observaram-se valores muito semelhantes às com DPA. A aplicação de SmartFresh a 312 nL L-1 de 1-MCP demonstrou ser o tratamento mais eficiente no controlo do escaldão superficial por ser a modalidade de tratamento que revelou menores valores de incidências. Estas observações podem ser confirmadas no Quadro 22.
No caso das amostras armazenadas em regime de ACD e AC, os valores de incidências apresentam-se nos Quadros 23 e 24, respectivamente, e foram observados para períodos de armazenamento de 243 e de 281 dias. As amostras tratadas com DPA apresentam valores de incidência menores, e por isso o tratamento
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tem um comportamento eficiente, no entanto, a aplicação de SmartFresh a 312 nL L-1 de 1-MCP manifestou-se ainda mais eficiente, por se terem observado valores de incidência inferiores que se podem considerar insignificantes. No caso da aplicação de SmartFresh a 150 nL L-1 de 1-MCP em combinação com um regime de armazenamento em ACD, pode considerar-se ser uma modalidade bastante eficiente no controlo da incidência de escaldão superficial (Quadro 23). As amostras em regime de ACD tiveram maior incidência de escaldão que as que estavam em AC. Estas observações podem ser confirmadas nos Quadros 23 e 24.
Quadro 22 – Incidência de Escaldão Superficial em pêra ‘Rocha’ depois de 156 e 184 dias de armazenamento refrigerado em AR e durante o subsequente tempo de prateleira (+7 e 14 dias). Os valores apresentados são médias ± desvio-padrão (n=4 pomares).
Tratamento Incidência Escaldão Superficial (%)
156d 156d+7 156d+14 184d 184d+7 184d+14
CT 0,0 ± 0,0 11,5 ± 2,0 a 43,7 ± 6,1 2,0 ± 2,0 36,6 ± 4,0 61,8 ± 2,0 a DPA 0,0 ± 0,0 5,0 ± 0,6 bc 56,0 ± 2,4 0,0 ± 0,0 38,0 ± 2,0 65,0 ± 3,1 a SF 150 0,0 ± 0,0 7,0 ± 1,7 b 49,0 ± 6,6 0,5 ± 0,5 31,0 ± 5,2 53,5 ± 1,5 b SF 312 0,0 ± 0,0 1,5 ± 1,0 c 41,0 ± 1,7 0,0 ± 0,0 29,0 ± 0,6 50,5 ± 2,8 b
Os valores seguidos de uma letra diferente traduzem-se em valores significativamente
diferentes de acordo com o teste de Duncan a um =0,05 (em colunas).
Quadro 23 – Incidência de Escaldão Superficial em pêra ‘Rocha’ depois de 243 e 281 dias,
durante o armazenamento refrigerado em ACD e durante o subsequente tempo de prateleira (+7 e 14 dias). Os valores apresentados são médias ± desvio-padrão (n=4 pomares).
Tratamento Incidência Escaldão Superficial (%)
243d 243d+7 243d+14 281d 281d+7 281d+14
CT 0,0 ± 0,0 19,7 ± 6,1a 29,2 ± 6,2a 0,0 ± 0,0 34,3 ± 8,9a 41,2 ± 9,6a DPA 0,0 ± 0,0 13,5 ± 3,0a 17,5 ± 2,5b 0,0 ± 0,0 20,0 ± 1,3b 19,5 ± 0,0b SF 150 0,0 ± 0,0 1,5 ± 0,5b 5,0 ± 0,6c 0,0 ± 0,0 3,0 ± 1,3c 0,0 ± 0,0c SF 312 0,0 ± 0,0 1,5 ± 1,5b 2,5 ± 1,3d 0,0 ± 0,0 0,5 ± 0,5d 0,0 ± 0,0c
Os valores seguidos de uma letra diferente traduzem-se em valores significativamente
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Quadro 24 – Incidência de Escaldão Superficial em pêra ‘Rocha’ depois de 243 e 281 dias,
durante o armazenamento refrigerado em AC e durante o subsequente tempo de prateleira (+7 e 14 dias). Os valores apresentados são médias ± desvio-padrão (n=4 pomares).
Tratamento Incidência Escaldão Superficial (%)
243d 243d+7 243d+14 281d 281d+7 281d+14
CT 0,0 ± 0,0 21,5 ± 6,1a 27,6 ± 6,8a 6,0 ± 6,0a 37,0 ± 14,2a 36,0 ± 13,1a DPA 0,0 ± 0,0 4,0 ± 0,8b 10,0 ± 4,7b 0,0 ± 0,0b 3,5 ± 1,5b 12,5 ± 7,8b SF 312 0,0 ± 0,0 2,5 ± 1,5c 2,0 ± 1,2c 0,0 ± 0,0b 1,0 ± 0,6b 2,0 ± 2,0b
Os valores seguidos de uma letra diferente traduzem-se em valores significativamente
diferentes de acordo com o teste de Duncan a um =0,05 (em colunas).
A eficiência de aplicação de SmartFresh para a redução ou prevenção de escaldão superficial em pêra ‘Rocha’ já foi anteriormente apresentada em outros estudos. A pêra ‘Rocha’ tratada a uma concentração de 500 nL L-1 de 1-MCP não apresentou
manifestações de escaldão ao fim de 8 meses de armazenamento em AR, onde 100% das amostras não tratadas foram afectadas e as tratadas com DPA apresentaram incidências de 5 a 10% (Silva et al., 2010). A pêra ‘Rocha’ armazenada sob AR a 0ºC por um período de 4 meses foi escalonada num índice (calculado combinando a incidência com a severidade) de 40% e 60% para frutos colhidos em níveis de maturação óptimos e precoces, respectivamente (Isidoro & Almeida, 2006). O tratamento com DPA reduz eficazmente a incidência de escaldão superficial, sendo que o tratamento com 100 nL L-1 de 1-MCP, já demonstrou ser tão eficaz como o DPA em pêra ‘Rocha’ (Isidoro & Almeida, 2006). Foram observadas outras reduções de incidência de escaldão em aplicações às concentrações de 500 ou 1000 nL L-1 de 1- MCP (Isidoro & Almeida, 2006).
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Quadro 25 – Incidência e Severidade de Escaldão Superficial em pêra ‘Rocha’ depois de 156 e 184 dias, durante o armazenamento refrigerado em atmosfera normal (AR) e durante o subsequente tempo de prateleira (+7 e 14 dias). As classes de caracterização de severidade estão de acordo com a escala: (0) não há presença; (1) 0–25% da superfície do fruto afectada; (2) 25–50% da superfície do fruto afectada; (3) 50-75% da superfície do fruto afectada; ou (4) >75% da superfície do fruto afectada. Os valores apresentados são médias ± desvio-padrão (n=4 pomares).
Tratamento Classe de Severidade Escaldão Superficial (%)
156d 156d+7 156d+14 184d 184d+7 184d+14 CT 0 100,0 ± 0,0 88,5 ± 2,0 56,3 ± 6,1 98,0 ± 2,0 63,4 ± 4,0 38,2 ± 2,0 1 0,0 ± 0,0 10,5 ± 1,9 25,1 ± 5,7 2,0 ± 2,0 30,6 ± 4,3 45,2 ± 4,9 2 0,0 ± 0,0 1,0 ± 1,0 10,5 ± 1,2 0,0 ± 0,0 6,0 ± 1,2 13,6 ± 2,7 3 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 8,1 ± 1,5 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 3,0 ± 1,3 4 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 Incidência x 0,0 ± 0,0 11,5 ± 2,0 43,7 ± 6,1 2,0 ± 2,0 36,6 ± 4,0 61,8 ± 2,0 DPA 0 100,0 ± 0,0 95,0 ± 0,6 44,0 ± 2,4 100,0 ± 0,0 62,0 ± 2,0 35,0 ± 3,1 1 0,0 ± 0,0 5,0 ± 0,6 38,0 ± 4,2 0,0 ± 0,0 35,0 ± 4,4 44,0 ± 1,4 2 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 13,5 ± 2,2 0,0 ± 0,0 3,0 ± 2,4 19,0 ± 2,6 3 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 4,5 ± 1,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 2,0 ± 1,2 4 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 Incidência x 0,0 ± 0,0 5,0 ± 0,6 56,0 ± 2,4 0,0 ± 0,0 38,0 ± 2,0 65,0 ± 3,1 SF 150 0 100,0 ± 0,0 93,0 ± 1,7 51,0 ± 6,6 99,5 ± 0,5 69,0 ± 5,2 46,5 ± 1,5 1 0,0 ± 0,0 4,0 ± 0,8 33,0 ± 7,0 0,5 ± 0,5 27,0 ± 3,1 46,0 ± 2,2 2 0,0 ± 0,0 3,0 ± 1,9 16,0 ± 2,6 0,0 ± 0,0 4,0 ± 2,2 7,5 ± 2,6 3 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 4 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 Incidência x 0,0 ± 0,0 7,0 ± 1,7 49,0 ± 6,6 0,5 ± 0,5 31,0 ± 5,2 53,5 ± 1,5 SF 312 0 100,0 ± 0,0 98,5 ± 1,0 59,0 ± 1,7 100,0 ± 0,0 71,0 ± 0,6 49,5 ± 2,8 1 0,0 ± 0,0 1,5 ± 1,0 37,5 ± 2,5 0,0 ± 0,0 28,0 ± 0,8 44,5 ± 2,1 2 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 3,5 ± 1,5 0,0 ± 0,0 1,0 ± 0,6 6,0 ± 0,8 3 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 4 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 Incidência x 0,0 ± 0,0 1,5 ± 1,0 41,0 ± 1,7 0,0 ± 0,0 29,0 ± 0,6 50,5 ± 2,8
Pela análise do quadro anterior pode-se afirmar que as amostras tratadas com 1-MCP à concentração de 312 nL L-1 têm menor incidência de escaldão superficial e a severidade das ocorrências é também menor, quando comparadas com os outros tratamentos.
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Quadro 26 – Incidência e Severidade de Escaldão Superficial em pêra ‘Rocha’ depois de 243 e 281 dias, durante o armazenamento a 0ºC em atmosfera diferida e durante o subsequente tempo de prateleira (+7 e 14 dias). As classes de caracterização de severidade estão de acordo com a escala: (0) não há presença; (1) 0–25% da superfície do fruto afectada; (2) 25– 50% da superfície do fruto afectada; (3) 50-75% da superfície do fruto afectada; ou (4) >75% da superfície do fruto afectada. Os valores apresentados são médias ± desvio-padrão (n=4 pomares).
Tratamento Classe de Severidade Escaldão Superficial (%)
243d 243d+7 243d+14 281d 281d+7 281d+14 CT 0 100.0 ± 0.0 80.3 ± 6.1 70.8 ± 6.2 100.0 ± 0.0 65.7 ± 8.9 58.8± 9.6 1 0.0 ± 0.0 16.6 ± 3.4 20.7 ± 6.0 0.0 ± 0.0 24.6 ± 5.8 29.6 ± 9.5 2 0.0 ± 0.0 3.1 ± 3.1 6.0 ± 2.2 0.0 ± 0.0 7.1 ± 3.2 8.6 ± 2.0 3 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 2.5 ± 1.9 0.0 ± 0.0 2.6 ± 2.6 2.0 ± 1.4 4 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 1.0 ± 1.0 Incidência x 0.0 ± 0.0 19.7 ± 6.1 29.2 ± 6.2 0.0 ± 0.0 34.3 ± 8.9 41.2 ± 9.6 DPA 0 100.0 ± 0.0 86.5 ± 3.0 82.5 ± 2.5 100.0 ± 0.0 80.0 ±3.6 80.5 ± 4.1 1 0.0 ± 0.0 12.5 ± 3.3 14.5 ± 2.8 0.0 ± 0.0 16.0 ± 3.4 16.5 ± 2.2 2 0.0 ± 0.0 0.0 ± 1.0 2.0 ± 1.0 0.0 ± 0.0 0.0 ± 2.4 1.0 ± 3.0 3 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 0.5 ± 0.5 0.0 ± 0.0 4 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 0.5 ± 0.5 0.0 ± 0.0 Incidência x 0.0 ± 0.0 13.5 ± 3.0 17.5 ± 2.5 0.0 ± 0.0 20.0 ± 3.6 19.5 ± 4.1 SF 150 0 100.0 ± 0.0 98.5 ± 0.5 95.0 ± 0.6 100.0 ± 0.0 97.0 ± 1.3 100.0 ± 0.0 1 0.0 ± 0.0 1.0 ± 0.6 3.5 ± 1.0 0.0 ± 0.0 2.5 ± 1.5 0.0 ± 0.0 2 0.0 ± 0.0 0.5 ± 0.5 1.5 ± 1.0 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 3 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 4 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 0.5 ± 0.5 0.0 ± 0.0 Incidência x 0.0 ± 0.0 1.5 ± 0.5 5.0 ± 0.6 0.0 ± 0.0 3.0 ± 1.3 0.0 ± 0.0 SF 312 0 100.0 ± 0.0 98.5 ± 1.5 97.5 ± 1.3 100.0 ± 0.0 99.5 ± 0.5 100.0 ± 0.0 1 0.0 ± 0.0 1.5 ± 1.5 2.0 ± 1.4 0.0 ± 0.0 0.5 ± 0.5 0.0 ± 0.0 2 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 0.5 ± 0.5 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 3 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 4 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 0.0 ± 0.0 Incidência x 0.0 ± 0.0 1.5 ± 1.5 2.5 ± 1.3 0.0 ± 0.0 0.5 ± 0.5 0.0 ± 0.0
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Quadro 27 – Incidência e Severidade de Escaldão Superficial em pêra ‘Rocha’ depois de 243 e 281 dias, durante o armazenamento a 0ºC em atmosfera controlada imediata e durante o subsequente tempo de prateleira (+7 e 14 dias). As classes de caracterização de severidade estão de acordo com a escala: (0) não há presença; (1) 0–25% da superfície do fruto afectada; (2) 25–50% da superfície do fruto afectada; (3) 50-75% da superfície do fruto afectada; ou (4) >75% da superfície do fruto afectada. Os valores apresentados são médias ± desvio-padrão (n=4 pomares).
Tratamento Classe de Severidade Escaldão Superficial (%)
243d 243d+7 243d+14 281d 281d+7 281d+14 CT 0 100,0 ± 0,0 78,5 ± 6,1 72,4 ± 6,8 94,0 ± 6,0 63,0 ± 14,2 64,0 ± 13,1 1 0,0 ± 0,0 16,5 ± 6,4 21,6 ± 6,1 3,0 ± 3,0 9,5 ± 6,9 19,5 ± 8,7 2 0,0 ± 0,0 5,0 ± 5,0 4,0 ± 1,6 3,0 ± 3,0 13,5 ± 5,1 12,5 ± 3,6 3 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 1,5 ± 1,0 0,0 ± 0,0 9,5 ± 4,9 3,5 ± 2,1 4 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,5 ± 0,5 0,0 ± 0,0 4,5 ± 3,9 0,5 ± 0,5 Incidência x 0,0 ± 0,0 21,5 ± 6,1 27,6 ± 6,8 6,0 ± 6,0 37,0 ± 14,2 36,0 ± 13,1 DPA 0 100,0 ± 0,0 96,0 ± 0,8 90,0 ± 4,7 100,0 ± 0,0 96,5 ±1,5 87,5 ± 7,8 1 0,0 ± 0,0 4,0 ± 0,0 8,0 ± 0,8 0,0 ± 0,0 3,5 ± 0,0 11,5 ± 1,0 2 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 2,0 ± 0,8 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 1,0 ± 1,0 3 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 4 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 Incidência x 0,0 ± 0,0 4,0 ± 0,8 10,0 ± 4,7 0,0 ± 0,0 3,5 ± 1,5 12,5 ± 7,8 SF 312 0 100,0 ± 0,0 97,5 ± 1,5 98,0 ± 1,2 100,0 ± 0,0 99,0 ± 0,6 98,0± 2,0 1 0,0 ± 0,0 2,5 ± 1,5 1,5 ± 1,0 0,0 ± 0,0 0,5 ± 0,5 1,0 ± 1,0 2 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,5 ± 0,5 0,0 ± 0,0 0,5 ± 0,5 0,5 ± 0,5 3 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,5 ± 0,5 4 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 0,0 ± 0,0 Incidência x 0,0 ± 0,0 1,5 ± 1,5 41,0 ± 1,2 0,0 ± 0,0 29,0 ± 0,6 2,0 ± 2,0