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that’s how things go you know now how you can’t keep messing around with people if you do that if you do that then

Nesta etapa, serão analisadas as anotações feitas durante as reuniões pedagógicas das gerências do NTE/AP sobre os professores formadores do Curso de Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo (100h), no período de março e junho de 2010, tendo como pauta a situação dos cursitas, nos módulos que já iniciaram, ou seja, tópicos relacionados ao atraso de conclusão de outras turmas, evasão dos cursos, material didático, relatório de atividades dos cursistas e problemas com os professores formadores.

Durante as reuniões que a pesquisadora tomou parte, foram coletados impressões, reflexões e ações dos componentes da reunião. Os registros foram anotados e distribuídos em categorias dentro de uma tabela com uma pequena síntese, no final, com os pontos que mais se destacaram.

Essas impressões foram retiradas das reuniões que ocorreram no NTE/AP, no primeiro semestre entre março a junho de 2010.

Tabela 15

Categorias Retiradas da Reunião Pedagógica

CATEGORIAS SUBCATEGORIAS DEPOIMENTOS OBSERVAÇÕES

DIFICULDADES

Técnicos

Comunicação com os Cursistas

Multiplicadores

Os técnicos do NTE não fazem um acompanhamento correto nas escolas. Não têm uma boa comunicação com os multiplicadores. Falta uma comunicação direta com os cursistas e com as escolas a cerca dos cursos e dos projetos que necessitam do aval do gestor.

Os multiplicadores estão cada vez mais distantes da realidade dos professores.

Não estão entregando os relatórios sobre os cursos na data estipulada.

Não conseguem terminar os módulos nas datas previstas.

A Secretaria do NTE não dá suporte para os

Foram colocados de modo sucinto trechos das falas dos participantes da reunião pedagógica, de forma que o texto não sofra grandes alterações, no formato como foram ditas.

Nessas reuniões, estavam presentes: a equipe pedagógica do NTE/AP, professores multiplicadores

Secretaria

Escolas

MEC

multiplicadores, não tem um horário definido para atendimento.

Falta entendimento entre os responsáveis. As escolas não estão cumprindo com as datas para reformular seus projetos pedagógicos. Não estão dando apoio esperado para os professores fazerem os cursos e efetivarem o que aprenderam, nas escolas.

Os professores que estão abandonando o curso não têm perfil para trabalharem com as TIC, nas escolas.

Professores formadores não têm compromisso com as turmas.

O MEC cobra datas para a entrega de relatórios e finalização das turmas, mas não compreende os problemas locais do NTE e das escolas.

(formadores), professores bolsistas e dois gerentes responsáveis pelos programas do NTE/AP e uma secretária responsável pela documentação da gerência geral do NTE/AP.

Nessa reunião, não esteve presente nenhum técnico de suporte.

METODOLOGIA

Carga horária dos cursos é muito extensa Falta de material Professores formadores não têm domínio do conteúdo Curso online é ainda uma dificuldade para os professores Aulas presencias Cursos de formação

Os cursos são muito longos e com pouco tempo para reflexão das atividades, o material é extenso e com pouco tempo para a leitura. O acesso à plataforma é complicado por conta da internet não ser veloz.

O material impresso sempre chega com o atraso, dificultando para todos (cursistas e professores). Alguns professores do curso parecem não ter a formação adequada para serem tutores, pois não têm muito compromisso com as atividades e não sabem fazer a mediação, nos fóruns.

Os cursos deveriam ter iniciado nas escolas e não no NTE/AP

Os cursos, como na sua grande maioria, são a distância e os professores se ressentem por não terem mais aulas presencias, as quais poderiam ajudá-los a terem mais motivação e a retirarem as dúvidas que são frequentes.

Os professores se queixam de muitas atividades e material para a leitura em pouco tempo para cada etapa dos módulos.

EVASÃO

Compromisso Perfil dos professores Acesso

Tempo.

Muitos professores não têm compromisso e abandonaram o curso na etapa inicial e outros no decorrer do curso agiram do mesmo modo e sem darem a menor explicação.

Falta perfil para esses professores que não se sentem atraídos pelas novas tecnologias, ou têm medo delas.

Falta tempo e acesso para os professores concluírem os módulos, afinal são sobrecarregados com muitas atividades da escola.

Nesta questão é preciso lembrar que não é um processo simples, a formação com olhar diferenciado no uso das tecnologias na escola. O NTE através da gerência pedagógica e formadores não buscaram respostas para essa questão.

PEDAGÓGICO equipe de formação A equipe pedagógica é fechada Gerência geral omissa para os problemas

chegar a um consenso sobre a forma de trabalharem em equipe, pois há muito conflito interno e vaidades.

A equipe responsável pela questão pedagógica dos cursos no NTE/AP não tem um bom relacionamento com os demais do grupo de professores formadores RELATÓRIOS DE ATIVIDADES Os professores não estão entregando relatórios das atividades Faltam estatísticas dos cursos

Os professores formadores não estão apresentando os relatórios no final de cada etapa do curso, dificultando para a gerência a inclusão de dados no CIP.

Os relatórios estão incompletos e não têm dados relevantes sobre as atividades dos cursistas.

O NTE/AP tem problemas de gestão que sempre leva a conflitos entre as equipes técnicas e pedagógicas

GESTÃO

Gestores do NTE/AP estão distantes das atividades do núcleo. Os gestores de escolas apoiam os professores.

Falta de comunicação

Os professores reclamam dos gestores do NTE/AP que não participam ativamente das atividades do núcleo e não resolvem os problemas que são ocasionados pelas questões políticas e individuas de cada um.

Não existe uma comunicação direta entre o NTE/AP e os gestores de escolas para ajudar na sensibilização com os professores e com eles mesmos, na estruturação de projetos de integração.

A gestão é algo complicado no NTE, a grande maioria dos gerentes são apenas cargos comissionados (essa situação é estendida para as escolas) ocasionado problemas recorrentes de tensão entre a comunidade escola e interesses particulares.

Nas reuniões pedagógicas do NTE/AP, para tratar de assuntos vinculados à questão essencial do trabalho dos multiplicadores, foi apresentado que a formação e o assessoramento pedagógico para os professores e escolas acabam diluindo-se em discussões que não chegam a um denominador comum. Existe uma grande preocupação da equipe pedagógica em desenvolver um trabalho consistente junto aos multiplicadores e aos professores, que estão nos cursos de formação continuada em Ambientes TIC, com destaque para as Tecnologias na Educação, na plataforma e-Proinfo, entretanto, o ponto forte das discussões sempre acaba nas diferenças de entendimento de cada grupo de multiplicadores sobre o seu trabalho e dos demais colegas.

Na tabela quinze (15) de categorias retiradas das reuniões, em que estão em destaque os pontos fortes desses eventos, percebemos que estes recaem na questão das dificuldades encontradas durante os cursos de formação. Diante disso, há a necessidade de uma atenção especial por parte dos gestores e professores, uma vez que é dessa formação que se vão extrair as mudanças para o bom desenvolvimento dos objetivos do programa Proinfo Integrado, que além de levar tecnologias para as escolas, visa desenvolver junto aos professores, através de sua formação continuada em Ambientes TIC, uma nova cultura para o incremento de atividades, que agregam novos fazeres, em um currículo articulado e integrado às TICs.

Nessa perspectiva, existem problemas de toda ordem que acabam por comprometer o andamento dos cursos, principalmente, a falta de comunicação entre os grupos que compõem a equipe do NTE/AP, ou seja, uma organização eficiente entre os técnicos de suporte e as escolas. Outro ponto destacado, principalmente, é a falta de entendimento do papel que cada um desempenha para que as atividades do núcleo possam ter um efeito positivo, na comunidade escolar.

Assim, o mais agravante talvez seja a entrada dos professores bolsistas, que não têm formação para atuarem como formadores, na tutoria online do MEC. Os professores bolsistas foi uma opção do (SEED/MEC/2007d) para solucionar os problemas da maioria dos NTEs do país, que não tinham multiplicadores suficientes para conseguirem auxiliar, na tutoria dos cursos, no tempo curto estimado, para conseguir formar uma quantidade significativa de professores, no uso das tecnologias na Educação até o ano de 2010 tempo este em que deveria findar a etapa de formação.

Desse modo, houve a criação de uma fissura entre os dois grupos que são responsáveis pela formação nas questões de metodologia e comprometimento. Os vinte e dois (22) multiplicadores do NTE/AP contam com a ajuda de doze (12) professores bolsistas, mas existe uma lacuna no posicionamento desses grupos.

Os professores multiplicadores sentem que estão trabalhando mais que o previsto e que os professores bolsistas, além de não terem uma boa formação, acabam por ajudar a sobrecarregá-los com mais atividades, porque precisam treinar esses professores sem ganhar nada.

Outra questão que cria dificuldades no trabalho dentro do NTE/AP é a falta de comunicação entre as equipes de técnicos de suporte e o restante do grupo, pois eles não participam das reuniões pedagógicas e não têm interesse em conhecer os problemas dos professores e das escolas, uma vez que apenas as questões técnicas são consideradas relevantes para o desempenho do seu trabalho. Essa postura dos técnicos gerou muitas discussões na hora da montagem das turmas e das dificuldades do professores, quando não se tem conjunto em que as diferentes partes não se entendem.

As escolas também se queixam da falta de uma presença maior do NTE/AP, no espaço escolar, para ajudar na estruturação de projetos e apoio aos professores nas ações para o uso das tecnologias que estão chegando às escolas. O NTE/AP alega que não tem como conciliar as muitas funções para atender todas as escolas. Na tentativa de solucionar o problema, foi criado, no ano de 2009, uma estrutura que os multiplicadores ficariam responsáveis por certo número de escolas dividas pelos NAE (núcleo escolar educacional) em que são agrupadas escolas por aptidão técnica e proximidade de bairro. Entretanto, tal iniciativa não deu resultado por motivos não elucidados nesta pesquisa.

No entanto, o grande entrave dessas medidas para criar as redes escolares de projetos e ações integradas é o intenso rodízio de professores e gestores. Nas escolas públicas do Amapá, ainda não temos uma democratização total das escolas e a grande maioria dos gestores são cargos de confiança e com isso a rotativamente é grande, ocasionando a ruptura de propostas que estavam em processo de serem alicerçadas, nas escolas. Por outro lado, os professores que já fizerem a formação, ou que estão interessados em trabalhar com a integração de projetos e o uso pedagógico das tecnologias, nos ambientes de aprendizagem das escolas, muitas vezes não ficam tempo suficiente para implementarem tais ações nas escolas. Dessa maneira, cria-se um circulo vicioso de nunca terminar uma proposta por falta de alguém que dar continuidade ao projeto. Nas escolas, o que evidencia é sempre o início de projetos que nunca chegam à fase de uma real execução.

O NTE/AP juntamente com sua equipe pedagógica iniciou uma ação para diminuir esse ciclo de grande rotatividade de professores nas escolas, com documentos enviados para SEED/AP, para a sensibilização dessa questão e

pedidos e providências. A SEED/AP instituiu uma portaria sobre a remoção de professores para diminuir tal ação. Na atualidade, um professor para requerer sua remoção tem que fundamentar seu pedido, com algumas clausuras para justificar sua atitude. Antes essa remoção era automática a pedido do professor, alegando somente problemas pessoais.

Essa prática dos professores de não permanecerem, nas escolas, por um tempo suficiente, de alguma forma atrapalhava algumas ações de continuidade, principalmente, se esses professores estavam à frente de projetos, nos ambientes de aprendizagem, ou tinham passado em cursos de formação para o uso das tecnologias.

Nas Escolas da Rede Pública Estadual do Amapá, existe a função de professor- coordenador de Ambientes de Aprendizagem, que são responsáveis pelas Telessalas, Laboratórios de Informática, Brinquedoteca e outros. Esses professores ficam à frente de todas as atividades desenvolvidas nesses ambientes, como também ficam com a responsabilidade da elaboração e execução, em conjunto com os demais professores da escola, de conceberem os projetos que serão utilizados, no semestre. Outro ponto a ser levantado é que também são responsáveis pela elaboração dos relatórios de atividades e da manutenção desses ambientes, o que possibilita criar uma ponte entre o NTE/AP com as escolas no que se referem a projetos que envolvam as questões de tecnologias, na escola.

A ideia da função de Coordenador de Ambientes TIC foi uma das formas encontradas pela SEED/AP em conjunto com NTE/AP de garantir o bom uso dos equipamentos e atividades, nos ambientes de forma diferenciada, com os professores. O NTE/AP capacita coordenadores que por sua vez são responsáveis por multiplicarem, nas escolas, essas ações como forma de aumentar a rede de formação permanente.

A gerência geral do NTE/AP queixa-se do grande volume de capacitações que precisam efetivar para cumprir as metas do Proinfo Integrado, não dando tempo para os professores terem outras atividades a não ser para a formação, deixando o assessoramento das escolas de lado. Dessa maneira, são complexos os problemas de gestão e do pedagógico do núcleo, deixando claro que não houve uma preparação para atender a grande demanda das atividades, que está mais

complicada com a integração de novos programas. A justificativa para tal situação é que devida a falta de uma proposta em longo prazo do NTE/AP, para suprir essas novas necessidades, acaba em deixar exposto alguns problemas que se arrastam desde a sua criação. Isso demonstra a falta de políticas da SEED/AP em conjunto com NTE/AP, para criar pospostas que possibilitem novas situações e funções para o núcleo, criando assim uma política eficaz, na formação de professores e no assessoramento às escolas como forma também integrada de agregar novas funções e valores.

No entanto, o que percebe nessas reuniões é a fragilidade de situações que poderiam facilmente ser contornadas se houvesse vontade do núcleo de se tornar mais independente das ações do MEC. Na atualidade, o que se percebe é um contínuo atrelamento e acompanhamento às determinações e aos cumprimentos das ações gerais do programa nacional, em detrimento das necessidades do Estado e das escolas, por falta de uma proposta concreta que atinja as necessidades escolares, no que se refere à inserção de novas tecnologias, na educação.

Contudo, apesar dos problemas, o NTE/AP está cumprindo com o cronograma dos cursos, para atingir a finalização da etapa de capacitações até o final do segundo semestre, quando vai iniciar a etapa de execução, nas escolas dos projetos integrados. Nessa nova fase, os multiplicadores vão se voltar para a assessoria nas escolas, mas que ainda não foi definindo pela equipe pedagógica até a finalização desta pesquisa como será a estratégia para apoio às escolas, nesse processo.

Outra questão preocupante que foi relatada pelos participantes das reuniões é o crescente número de evadidos dos cursos, principalmente dos últimos módulos que iniciaram com uma média de vinte cinco (25) cursistas, dentre estes há uma perda de cinco (05) por turma e em algumas turmas, esse número pode subir para dez (10) professores ou mais. Os motivos da evasão não foram detectados pela equipe. Existem especulações por parte dos professores formadores que entendem que a evasão se dá pela falta de perfil dos professores, em fazer o uso das tecnologias e dos projetos, na sua prática pedagógica. Ainda não foi feita qualquer avaliação por parte da equipe para buscar a resposta para a questão. Entretanto, esse caso chamou a atenção pelas respostas de uma boa parte dos professores

formadores, que acharam que os professores que estão abandonado os cursos não têm um perfil adequado. Um dos objetivos dos cursos de formação, no uso das TIC, é para criar justamente um perfil de acordo com as etapas de adoção das tecnologias na educação. Portanto, não se pode exigir um perfil antes mesmo de proporcionar a esses professores o reconhecimento das tecnologias como forma de ajudá-los, no processo de ensino-aprendizagem.

Mas, essa questão não vai ser aprofundada na pesquisa, a objeto da pesquisa é saber se os cursos de formação em Ambientes TIC são dinâmicos para a construção de práticas integradas ao currículo, possibilitando novos modelos, no uso das tecnologias, no âmbito escolar.

Sobre o enriquecimento e a produção dos professores cursistas, que estão ainda em formação, os professores formadores são bastante categóricos em afirmar que todos têm um grau de comprometimento muito bom, com vontade de desenvolver projetos integrados que possam possibilitar mudanças na sua vida docente e nas escolas, com seus alunos. Desse modo, há uma grande motivação pelas etapas que seguem aos cursos, pelas quais vão começar a desenvolver os projetos, que ao longo da formação foram construídos com os demais professores. O curso de Tecnologias na Educação criou novas possibilidades de compreender o potencial pedagógico dos recursos tecnológicos das TIC.

Como conclusão das reuniões alguns pontos foram decididos para harmonizar melhor o trabalho de acordo com as problemáticas evidenciadas nas categorias extraídas, das reuniões que destacados, na tabela.

Melhor comunicação entre a equipe pedagógica e os professores formadores através de reuniões semanais para exposições de ideias;

Toda a comunicação para resolver problemas pedagógicos e técnicos será enviada para todos da equipe através de e-mails;

Uma coordenadora pedagógica vai ser designada para atender os professores junto às escolas;

Os técnicos de suporte precisam criar um plano de trabalho integrado às atividades dos multiplicadores;

Reuniões com todos os componentes dos NTE/AP a cada semana para diminuir os problemas de falta de diálogo e solucionar eventuais necessidades que ocorrerem;

Os professores formadores são obrigados a fazer a entrega dos relatórios de atividades logo após o término de cada módulo;

A seleção de professores bolsistas será mais criteriosa, atendendo as necessidades dos cursos de formação;

Fazer um plano para reativar os professores evadidos para as novas turmas do segundo semestre, para diminuir a questão da evasão das turmas.

Todos os professores selecionados para professores bolsistas passarão antes por um curso de formação, ministrado por uma das coordenadoras pedagógica do NTE/AP.

Com essas medidas a coordenação geral do NTE/AP tenta amenizar alguns problemas internos entre os grupos de professores e técnicos, instituindo um canal mais aberto para o desenvolvimento das atividades do núcleo. As medidas foram aprovadas pela equipe com algumas ressalvas de ordem gerencial, que também nesta pesquisa não cabem elucidar.

Em conversa informal, com os multiplicadores, percebemos que muitos ainda se ressentem pela carga horária tumultuada dos cursos e da burocracia e de alguns multiplicadores trabalharem mais que outros.

Com relação ao NTE/AP, que não tem uma gerência conveniente para lidar com os antigos e novos problemas, sejam das escolas ou mesmo das questões do próprio NTE/AP, as antigas dificuldades agora estão mais evidentes pela falta de uma proposta de logo prazo que realmente possa atender as necessidades da rede pública de ensino, na questão da inserção de novas tecnologias na educação. Desse modo, ainda continua em uma dependência das diretrizes para cumprir as metas do MEC, lembrando que a proposta do Proinfo Integrado, em conjunto com seus parceiros, permite que cada Estado faça as adaptações de acordo com suas necessidades.

Essa questão do NTE/AP, que é o órgão executor dos programas de inserção de tecnologias no Estado, de não conseguir estabelecer um plano em longo prazo

em consonância com as escolas para trabalhar as nossas diferenças e aproximar as escolas dos programas, cria uma identidade local para estabelecer novos critérios para executar os objetivos do programa. Desse modo, o NTE/AP fica na posição de impor as diretrizes do programa nacional, como uma forma mais viável para atender suas necessidades, no cumprimento de metas de formação, em larga escala.