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Sør for Berg

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Kommentarer til klassifikasjon og kartlegging

99. Sør for Berg

Dá-se o nome de rede urbana a malha viária da cidade, composta por todos os elementos que são alvos de análise da metodologia Paver: as avenidas, ruas, estacionamentos, dentre outros.

Em virtude das áreas analisadas serem muito extensas, e por se tratar de pavimentos de vias urbanas de cidades de porte médio ou superior, faz-se necessário o uso de critérios de subdivisão para a malha viária com o objetivo de analisar criteriosamente os diversos locais que necessitam de M&R com o grau de detalhamento necessário que a situação exigir.

A Rede urbana é então subdividida em três (3) categorias menores, USACE (1982): os ramos; as seções; e as unidades de amostra (UA).

Cada uma dessas categorias possui características distintas para facilitar a análise do pavimento em seus detalhes e permitir posteriormente a visualização da condição geral da rede analisada com a priorização dos trechos mais comprometidos das atividades de M&R, sejam estes ramos inteiros ou apenas algumas seções isoladas.

5.2.1 Ramos

São as maiores subdivisões da malha viária urbana, consistem de quaisquer partes de uma rede que possam ser identificadas como uma entidade simples qualquer. Por exemplo, ruas, avenidas e estacionamentos.

Os ramos são identificados através de códigos de acordo com o tipo de entidade ou função que desempenham na Rede ao qual fazem parte, eles podem ser vistos na Tabela 5.1.

Tabela 5.1: Códigos dos Ramos

TIPOS DE RAMOS CÓDIGO DO RAMO

Avenidas e Ruas 1

Estacionamentos E

Armazéns A

Outros (ex: pátios) O

Fonte: Adaptado de USACE (1982)

A melhor forma de se identificar um ramo é utilizando-se as instalações existentes no local. Os ramos possuem nomes e códigos próprios chamados respectivamente de nome do ramo e código do ramo para permitirem a sua identificação no sistema PAVER. O código do ramo se inicia pela letra ou algarismo mencionados na Tabela 5.1 sendo posteriormente complementado pelo número do edifício mais próximo ao local onde se inicia este ramo.

Por exemplo, um estacionamento situado à rua Barão do Rio Branco, nº 275, consiste em um ramo cujo código será E0275, se o número da edificação for insuficiente para completar o código, este será preenchido com zeros adiante do mesmo. O código do ramo possui sempre cinco caracteres, cujos números e letras são colocados em uma ordem lógica.

No exemplo apresentado na Figura 5.1, pode-se perceber a existência de dois ramos distintos, que possuem características diferentes, a rua Barão do Rio Branco com aproximadamente 3800m de extensão e 6,60m de largura, é descrita pelo seu nome do ramo e código próprios e o Estacionamento, da mesma forma, sendo descrito pelo seu nome e pelo seu código E0275.

A Figura 5.1 demonstra o cabeçalho do formulário de registro dos ramos de acordo com o proposto em USACE (1982), sendo adaptado ao nosso estudo. Apresentado o exemplo mencionado anteriormente, referente à Rua Barão do Rio Branco, como ilustração.

Figura 5.1: Cabeçalho do Formulário de Registro de Identificação dos Ramos

5.2.2 Seções

Cada ramo da malha viária por sua vez é subdividido em elementos menores denominados seções. Uma seção deve possuir as mesmas características básicas em toda sua área para que a análise seja uniforme. Os critérios utilizados para se separar as seções de um ramo são, conforme USACE (1982) são:

a) a composição estrutural: este é um dos critérios mais importantes para a divisão das seções. Os materiais utilizados devem ser os mesmos na seção e a espessura das camadas dos pavimentos deve ser constante, para se dispor dessas informações devem ser pesquisados os registros da construção da via e utilizados programas de análise dos pavimentos para se verificar a realidade dos dados coletados e a extensão da seção;

b) o histórico da construção: as camadas do pavimento de uma seção devem ter sido executadas na mesma época. Qualquer intervenção em um trecho do pavimento deve se refletir em uma nova seção a ser analisada;

c) o tráfego no local da seção: deve possuir o mesmo volume de veículos e intensidade de carga em toda a área da seção;

d) a condição do pavimento: deve ser similar em toda a área da seção a ser estudada;

e) a hierarquia das vias: se ao longo da extensão de uma via, esta mudar de classificação. Por exemplo, de arterial para coletora, este local será um ponto de divisão para uma nova seção;

f) drenagem no local: a existência de calhas de drenagem em alguns trechos da via é um critério para a separação de seções neste ponto;

g) área de teste: qualquer local de uma via onde tenha sido testado um novo produto ou novo material é um local para se ter uma nova seção de análise.

5.2.3 Unidades de Amostra (UA)

A Unidade de Amostra é o menor componente da Rede urbana, sendo utilizada para se determinar à existência de defeitos no pavimento e sua condição.

Para pavimentos de revestimento asfáltico, cada Unidade de Amostra (UA) deve possuir uma área aproximada de 225m2 (cerca de 2.500ft2), com uma área mínima de 90m2 (cerca de 1.000ft2), segundo USACE (1982) sendo explicada posteriormente.

Para pavimentos de concreto que possuem espaçamento de 9m (30ft) entre as placas, a UA deve ter aproximadamente esta extensão e sua área é uma função da largura da via. O pavimento cujo espaçamento for superior a 9m deve ser pensado a existência de espaçamentos imaginários entre esta extensão para se facilitar à divisão das UAs a serem criadas. Por exemplo, um pavimento cujo espaçamento entre as lajes seja de 15m (50ft), devem ser consideradas a existência de espaçamentos imaginários a cada 7,50m (25ft) para se fazer à divisão das UAs.

5.3 A FORMA DE AVALIAÇÃO DOS PAVIMENTOS

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