1. Innledning
6.1 Relasjon som forebyggende funksjon
Com relação aos jovens, o critério utilizado para escolha dos atores sociais, durante projeto de dissertação, foram os seguintes: jovens do 1º ano do ensino médio que tivessem pesquisa voltado ao macro campo esporte e lazer. No entanto, ao participar de algumas bancas de avaliação, assistir a aula de DPS/P e ouvir alguns professores em suas entrevistas, optamos por fazer uma entrevista-teste para perceber aqueles que poderiam contribuir qualitativamente para reflexão sobre o objeto de estudo.
Para isso, foi feito um roteiro de entrevista-teste (APÊNDICE G) para seleção dos jovens participantes da pesquisa. Foram convidados três jovens de cada escola, sendo um de cada ano letivo, sem preocupação com o macro campo de pesquisa e sem distinção por sexo ou idade. Conforme chegávamos à escola, solicitávamos de cada professor de DPS/P, a entrada em sala de aula para falar da pesquisa e assim conseguir um jovem de sua turma que se mostrasse interessado em ajudar respondendo a algumas perguntas.
As perguntas envolviam cinco eixos, parecidas com as que foram feitas com as educadoras e o educador: aspectos positivos e negativos do NTPPS; a escolha do tema de pesquisa; relação professor e estudante; relação NTPPS e Educação Física (e com outras áreas) e sobre o trabalho em grupo. Com isso, observamos que a melhor consistência nas respostas vinha daqueles estudantes que se encontravam no meio do processo, os do 2º ano, que já tinham passado pela experiência no 1º ano e que ainda não estavam imersos na correria do vestibular do 3º ano.
Posteriormente, foi feito o levantamento referente a quantidade de grupos de projeto de pesquisa voltados ao macrocampos (eixos) Esporte e Lazer dentro do 2º ano, nas duas escolas, totalizando 11 trabalhos com a participação de 51 jovens. Vale ressaltar, que não fizemos um mapeamento geral por eixo, pela dificuldade de conseguir estes dados com os professores.
Na escola W.S.C haviam 22 jovens, subdivididos em 6 grupos de pesquisa, voltados estritamente a temática do lazer. Na escola J.M. haviam 29 jovens, subdivididos em cinco grupos de pesquisa: um voltado a temática do lazer e quatro voltados ao Esporte.
Com isso, foi feito um convite e entrega do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) para participação voluntária na entrevista em grupo. O convite foi feito dentro das aulas de NTPPS, com autorização do professor regente, buscando conseguir o maior número de jovens pedimos a contribuição dos líderes das equipes para entrar em contato com seus companheiros. Fizemos adequação de horários conforme a realidade dos mesmos.
Assim, sensibilizamos quinze (15) participantes da JM, que foram subdivididos em G01 (8 jovens); G04 (4 jovens) e G05 (3 jovens). Seus temas de pesquisa:
• A influência do esporte no bairro Parangaba;
• Limitações e possibilidades do lazer para os jovens no bairro Montese; • O esporte na comunidade da Serrinha benefícios físicos e sociais; • As modalidades esportivas no bairro do Montese a partir das
Paraolimpíadas de 2016.
Na WSC sensibilizamos doze (12) participantes, sendo que foram subdivididos em G02 (8 jovens) e G03 (4 jovens). Seus temas de pesquisa:
• A importância das atividades de lazer nas comunidades Barroso/Castelão; • Zumba no Passaré;
• O lazer na Cidade dos Funcionários;
• Conhecendo o movimento de arte urbana na Cidade dos Funcionários; • Projetos Sociais: ritmos e movimentos.
Em síntese, trabalhamos com 5 grupos formados para entrevista e os a(u)tores participantes da pesquisa foram 27 jovens do 2º ano do ensino médio que desenvolveram projetos de pesquisa, em 2016, voltados ao macro campo Esporte ou Lazer nas duas escolas- piloto, totalizando nove (9) trabalhos (TABELA 1).
Tabela 1 - Descrição dos grupos de jovens participantes da pesquisa LÓCUS DA PESQUISA PARTICIPAÇÃO DOS GRUPOS DE PESQUISA PARTICIPAÇÃO DE JOVENS
LAZER ESPORTE TOTAL FEM MASC TOTAL
E.E.F.M.W.S.C. 5 0 5 8 4 12
E.E.F.M.J.M. 1 3 4 7 8 15
TOTAL 6 3 9 14 12 27
Fonte: autoria da pesquisadora.
Buscando mapear mais características sobre os jovens deste estudo, foi feito um roteiro de entrevista-perfil dos jovens (APÊNDICE I), com oito questionamentos por meio das redes sociais (Facebook e Whastapp). Chegou-se a um perfil para além de dados iniciais (sexo e idade). Algo percebido como de extrema relevância quando optamos pela modificação do referencial teórico pós-qualificação em outubro de 2016.
ETAPAS DA ENTREVISTA EM GRUPO
Optamos por esta técnica na busca de mapear e compreender o mundo da vida dos jovens, a relação entre os atores sociais e sua situação num período limitado (GASKELL, 2007). Tendo como inspiração a 2ª fase do Círculo de Cultura Freireano (FREIRE,1987) na organização das etapas e escolha dos recursos potencializadores para o diálogo (foto, desenho e cartas). Esse momento trouxe consigo a possibilidade de reflexão sobre temas geradores obtidos durante a observação permitindo adentar o universo da objetividade das produções construídas pelos a(u)tores participantes da pesquisa.
Para isso, criamos um roteiro de entrevista-teste em grupo (APÊNDICE G) composto por três eixos de ação subdivididos em cinco atividades, três de produção e duas de compartilhamento, para apreensão do fenômeno. Os eixos são: experiências no NTPPS; experiências voltadas ao lazer e ao esporte (as pesquisas) e, por fim, experiência da juventude.
No dia da entrevista, era solicitado autorização para uso de sala disponível, avisado aos jovens e feita a organização do espaço. A sala era organizada no formato de semicírculo que ficava praticamente no meio da sala, próximo a mesa do computador, para assim colocar somente o número exato de cadeiras conforme o número de participantes. No centro deste círculo se encontrava uma mesa com folhas A4 coloridas, lápis de escrever e de
cor, giz de cera e dois gravadores de voz, sendo que um deles transitava entre os estudantes nos momentos de fala e o outro ficava fixo na mesa.
Utilizou-se um computador para reproduzir as músicas, com o auxílio de pequenas caixas de som, como para a apresentação das fotos que eram projetadas com a utilização do Datashow, além de, duas máquinas fotográficas, uma básica e outra semiprofissional para criação das fotografias.
Com a entrada dos jovens na sala, pedia-os que sentassem nas cadeiras para as primeiras explicações sobre a pesquisa, seus objetivos, o processo de entrevista e suas etapas como o esclarecimento referente ao uso do gravador e a necessidade de escolherem um pseudônimo para si, para serem suas identificações no decorrer da escrita do trabalho resguardando sua identidade real (conforme Resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde). Vale ressaltar, que muitos esqueceram de colocar ou não quiseram colocar seus pseudônimos nos desenhos, dessa forma foi escolhido conforme características percebidas pela pesquisadora durante a entrevista.
Muitas vezes, fazia-os lancharem enquanto organizava o material. Quando o tempo era mais curto eles lanchavam enquanto faziam a primeira atividade, mas sempre havia lanche bolo de chocolate, biscoitos, refrigerante e salgados de pacote.
Dessa forma, era solicitado a eles que se organizassem em subgrupos quando haviam mais de quatro jovens presentes, de no máximo quatro componentes, de diferentes grupos de pesquisas, conforme a escolha dos participantes e sem distinção por sexo. Após isso, era iniciado as atividades.
A primeira atividade, era tirar duas fotos para cada um ou para o grupo, com o antes e o depois do NTPPS, respondendo aos seguintes questionamentos: Como eu me sinto quando entro nas atividades no NTPPS? Como eu sinto quando termina as atividades do NTPPS? Em alguns casos, uns não queriam aparecer na foto, assim foi colocado como critério pelo menos a participação de dois do grupo. No entanto, eles teriam que pensar juntos o que seria melhor e quando retornassem à sala me diriam o critério utilizado. Quando retornavam à sala, entregavam-me as câmeras e falavam seu critério. Abaixo segue a tabela 2 com a composição dos grupos.
Tabela 2 - Composição dos grupos de entrevista para criação da fotografia.
GRUPO ENTREV.
GRUPOS DE PESQUISA
JOVENS CRITÉRIO PARA ESCOLHA DA QUANTIDADE DE
FOTOS
QUANT. FOTOS
(GE) NTPPS
G01 - JM 2 8 SUB-G01.1: duas fotos (início e fim para o grupo)
SUB-G01.2: três fotos (início, meio e fim para o grupo)
5
G02 - WSC 3 8 SUB-G02.1: duas fotos (início e fim para o grupo)
SUB-G02.2: duas fotos (início e fim para o grupo)
4
G03 - WSC 2 4 SEM SUBGRUPO: quatro fotos
(duas no início e duas no fim para o grupo)
4
G04 - JM 1 4 SEM SUBGRUPO: oito fotos
(quatro início e quatro fim sendo duas para cada pessoa sem distinguir início ou fim)
8
G05 - JM 1 3 SEM SUBGRUPO: sete fotos
(três no início; três no fim e uma para o grupo)
7
TOTAL 9 27 28
Fonte: autoria da pesquisadora.
Em síntese, referente ao eixo experiência NTPPS que está relacionado com o primeiro objetivo específico: desvelar os saberes que são elaborados pelos jovens com o NTPPS, proposto na busca de compreender o que esse programa tinha acrescentado nas vidas dos jovens. Teve como recurso para apreensão do fenômeno a fotografia e o compartilhamento dos motivos que levaram a sua criação. Optamos por fazer o diálogo sobre a produção em um outro momento, pela necessidade de organizar a apresentação das fotos para projeção como pela possibilidade de motivá-los ao verem a si mesmos representando uma opinião (ver atividade 4).
Posteriormente, já era explicado segunda atividade, a criação de um desenho que mostrasse o motivo que o fez escolher o macro campo de pesquisa esporte ou lazer respondendo aos seguintes questionamentos: O que fez vocês escolherem este macro campo? Que experiências na vida de vocês, fez com que escolhessem o esporte ou lazer para pesquisar? Trazendo assim a realidade atual ou de outros momentos de sua vida que poderiam justificar sua escolha.
Com isso, após o termino dos desenhos partíamos para a terceira atividade que era o compartilhamento dos desenhos. Esse momento embora quisesse que fosse mais
dialógico eles escutavam os colegas, mas não queriam perguntar nada. Muitas vezes acabei fazendo muitas perguntas na intenção de manter o diálogo respeito as individualidades, já que, demonstravam-se tímidos e observadores. Acredito que pelo pouco contato que tivemos.
Sempre os deixava livres para quem quisesse compartilhar tanto é que em um grupo uma menina não apresentou embora tenha feito o desenho e participado ativamente dos outros momentos. Geralmente, essa apresentação era muito linear, um terminava, eu fazia perguntas até conseguir o máximo de informações e, posteriormente, outro começava. Ao final, todos passávamos para etapa posterior.
Em síntese, o eixo experiências voltadas a área da Educação Física, Lazer e Esporte que está relacionado com o segundo objetivo específico: desvelar as relações estabelecidas pelos jovens com e na pesquisa NTPPS, teve como recurso para apreensão do fenômeno o desenho e o compartilhamento dos motivos que levaram a sua criação.
A quarta atividade, que era o compartilhamento em grupo das fotos tiradas. Era uma estratégia de socialização reflexiva buscando uma maior interação. Primeiro um subgrupo se voluntariava para começar mostrando as fotos enquanto que o outro subgrupo buscava interpretar a intenção por trás da criação da foto, a partir do seguinte questionamento: como vocês interpretam esta foto? E em seguida, por volta de uns dois minutos, até menos, o grupo que tinha a foto exposta apresentava o significado da sua foto, respondendo o seguinte questionamento: porque vocês tiraram esta foto? Assim, era feito com o outro grupo. Uma atividade muito instigante, pois eles riam, interagiam e falavam bastante. Com isso, partia para última etapa.
A quinta atividade, referente ao quarto objetivo específico: propor reflexões que potencializassem pensar a escola de Ensino Médio com “a cara da juventude” a partir da contribuição dos jovens. Assim, era solicitado que escrevessem uma carta para o secretário de educação do estado do Ceará dizendo o que seria uma “escola com a cara da juventude” e o que a escola deles precisariam ter para ser uma escola com a cara da juventude. Quem ia terminando podia sair da sala, era feito um agradecimento.
Estas cartas compuseram a seção “Carta(z): orientações juvenis para escola” formando um “corpo-juvenil” ficcional personificado para cada grupo de entrevista. Para identificar cada colaborador deixamos ao final de cada frase uma numeração de referência indicando em notas o nome fictício dos jovens, alguns escolhidos por eles e outros pela pesquisadora.
5
CARTÕES-POSTAIS: EXPERIÊNCIA JUVENIL COM NTPPSCAMINHOS ANALÍTICOS: FOTOS E ÁUDIOS
Os dados apreendidos nas entrevistas referente ao eixo 1: experiência NTPPS, por meio de perguntas mobilizadoras foram subdivididos conforme suas respectivas atividades:
• Atividade 1: criação da foto.
Primeira parte: sobre a experiência inicial com e no NTPPS;
Pergunta: Como eu me sinto quando entro nas atividades do NTPPS?
Segunda parte: sobre a experiência com e no NTPPS (ao final de suas atividades). Pergunta: Como eu sinto quando termina as atividades do NTPPS?
Material para análise: inventário de análise semiológica. • Atividade 4: compartilhamento da experiência.
Primeira parte: sobre a experiência inicial com e o NTPPS;
Pergunta ao grupo externo (não criador da foto): Como vocês interpretam esta foto?
Pergunta ao grupo interno (criador da foto): Porque vocês tiraram esta foto?
Segunda parte: sobre a experiência com e no NTPPS (ao final de suas atividades). Pergunta ao grupo externo (não criador da foto): Como vocês interpretam esta foto?
Pergunta ao grupo interno (criador da foto): Porque vocês tiraram esta foto? Material para análise: áudios transcritos.
Na E.E.F.M.W.S.C. (12 participantes – G02.1/G02.2/G03):
Na atividade 1 (primeira parte), chegamos a 3 categorias: corpo-pensamento
(G02.1); corpo-interesse (G02.2); corpo-expectativa (G03).
Na atividade 1 (segunda parte), chegamos a 3 categorias: corpo-mudança
(G02.1); corpo-(des)interesse (G02.2); e corpo-êxito (G03).
Na atividade 4 (primeira parte), chegou-se as seguintes subcategorias:
incômodo (CD02.1) indiferença (CD02.2) e interesse (CD03) que reorganizados conforme o “núcleo de sentido” foram estabelecidas 2 categorias: desmobilização (G02.1/G02.2) e mobilização (G03).
Na atividade 4 (segunda parte), chegamos a 3 subcategorias: aprendizagem
(CD02.2; CD03) e interação (CD02.1) que reorganizados conforme os “núcleo de sentido” foram estabelecidas 2 categorias: mobilização (CD02.1; CD02.2; CD03).
Segue abaixo a síntese desses dados articulando categorias de análise por grupo de entrevista (QUADRO 5).
Quadro 5 - Relação entre codificação das categorias de análise E.F.M.W.S.C.
RELAÇÃO DE CATEGORIAS DE ANÁLISE (CONTEÚDO E SEMIOLÓGICA DAS FOTOS) E.E.F.M.W.S.C.
GE SUB-GE
(QT JOV.) (DES)MOBILIZAÇÃO ANTES SEM CAT (DES)MOBILIZAÇÃO
(CORPO) DURANTE (CORPO) DEPOIS (CORPO) G02 SUB-G02.1 (4) SONHO (1) ISOLAMENTO (1) AGORA (1) SEM CAT (NO)PROCESSO PRODUÇÃO INTERAÇÃO
URC: CORPO-PENSAMENTO SEM CAT CORPO-MUDANÇA
SUB-G02.2 (4)
INTERESSE (2) SEM CAT (DES)INTERESSE (2)
URC: CORPO-INTERESSE SEM CAT CORPO-
(DES)INTERESSE G03 SEM SUBGRUPO (4) EXPECTATIVA [PROF] (1) EXPECTATIVA [JOV] (1)
SEM CAT ÊXITO [PROF] (1)
ÊXITO [JOV] (1)
URC: CORPO-EXPECTATIVA SEM CAT CORPO-ÊXITO
Fonte: autoria da pesquisadora.
Importante ressaltar que nesta escola o G02.2 apresentou um aspecto destoante entre a composição da foto e o compartilhamento sobre a criação gerando assim a similaridade de categoria (des)mobilização tanto para experiência inicial como final com e no NTPPS. Como pode ser observado no quadro acima. E o G03 apresentou mobilização tanto para experiência inicial como final com e no NTPPS, se diferenciando dos outros grupos.
Na E.E.F.M.J.M. (15 participantes – G01.1/G01.2/G04/G05):
Na atividade 1 (primeira parte), chegou-se a três categorias: corpo-pensamento
(G01.1); corpo-(no)mundo (G01.2); corpo-suspensão (G04; G05).
Na atividade 1 (segunda parte), chegou-se as seguintes categorias: corpo-
processo (G01.1); corpo-método e corpo-possibilidade (G01.2); corpo-relação (G04) ecorpo- possibilidade (G05).
Na atividade 4 (primeira parte), chegou-se as seguintes subcategorias: dúvida,
conforme o “núcleo de sentido” foram estabelecidas as seguintes categorias: desmobilização (CD01.1; CD01.2; CD04; CD05).
Na atividade 4 (segunda parte), chegou-se as seguintes subcategorias:
aprendizagem (CD01.1; CD01.2; CD03); envolvimento (CD04) e interesse (CD05). Reorganizando conforme o “núcleo de sentido” foram estabelecidas as seguintes categorias: mobilização (CD01.1; CD01.2; CD03; CD04; CD05).
Segue abaixo a síntese desses dados articulando categorias de análise por grupo de entrevista (QUADRO 6).
Quadro 6 - Relação entre categorias de análise E.E.F.M.J.M.
RELAÇÃO DE CATEGORIAS DE ANÁLISE (CONTEÚDO E SEMIOLÓGICA DAS FOTOS) E.E.F.M.J.M. GE SUB-GE (QT JOV) DESMOBILIZAÇÃO MOBILIZAÇÃO ANTES (CORPO) DURANTE (CORPO) DEPOIS (CORPO) G01 SUB-G01.1 (4) PREOCUPAÇÃO (1) DESCONFIANÇA (1) DÚVIDA (2)
SEM CAT ENCONTRO (2)
(EM)PROCESSO (1) (IN)TENSÃO (1)
URC: CORPO-
PENSAMENTO
SEM CAT CORPO-
PROCESSO SUB-G01.2 (4) (NO)MUNDO (1) NÃO PRESENTE (3) HORIZONTE (1) BASE(1) CONVITE(1) (AUTO)ANÁLISE (1) FLEXÍVEL (1) TRANSVERSO (2) SUBMISSÃO (1) G04 SEM SUBGRUPO (4) DESLIGAMENTO (1) (IN)TENSÃO (1) RESISTÊNCIA (1) (IN)DIFERENÇA (1) SEM CAT HARMONIA (1) ESPAÇO (2) INTERAÇÃO (1)
URC: CORPO-SUSPENSÃO SEM CAT CORPO-
RELAÇÃO G05 SEM SUBGRUPO (3) DESLIGAMENTO (1) (IN)DIFERENÇA (1)
ISOLAMENTO (1) SEM CAT
HORIZONTE (1) DOMÍNIO (1) EXPANSÃO (1) POSSIBILIDADES (1)
URC: CORPO-SUSPENSÃO SEM CAT CORPO-
POSSIBILIDADES
Fonte: autoria da pesquisadora.
Devido à grande quantidade de categorias preferiu-se compor a discussão dos dados em três seções agrupadas: primeiro, uma foto transformada em cartão-postal com uma descrição sintética do Inventário de Análise Semiológico (IAS) buscando convidar o leitor para imagem produzida; segundo, foi feita uma descrição direta das entrevistas sem uso de
referenciais bibliográficos, colocando em negrito a palavra-chave que cada grupo trazia; e terceiro, a criação de uma seção síntese “indícios da experiência juvenil com NTPPS” com auxílio do referencial teórico.