(C1)
C1, sexo feminino, 20 anos, solteira, desempregada, tabagista. Não completou o Ensino Fundamental. Mora em casa de parente, com nove pessoas, casa de alvenaria, com eletricidade e água encanada, mas sem sistema de esgoto. A renda familiar média é de R$120,00. Abandonou o tratamento da tuberculose após o terceiro mês. Era acompanhada pela enfermeira e agente comunitária de Saúde da Unidade de Saúde da Família.
A pré-entrevista foi realizada na casa da própria paciente. A pesquisadora explicou os objetivos do estudo e forma de participação do usuário, convidando-a a colaborar com a investigação. A entrevista foi então agendada.
A entrevista foi realizada na residência do usuário. C1 demonstrou timidez e expressou-se de forma resumida. Na ocasião, esteve presente sua avó.
Fiz o tratamento durante um tempo e parei de tomar a medicação, porque é muito complicado, é muito remédio, é remédio demais. Ninguém daqui de casa me ajuda não, então eu deixei.
Eu estava tossindo muito, tinha febre e muito catarro também. Então fui ao Posto de Saúde [USF] e pedi um encaminhamento para um hospital, aí me encaminharam lá para o Clementino [Complexo Hospitalar de Doenças Infecto Contagisas Drº Clementino Fraga]. Fiquei uns dias lá, tenho até o cartãozinho de lá, mas depois me mandaram voltar pra cá e ficar pegando os remédios por aqui, no posto [USF].
As consultas do posto são boas, eles examinam a gente e perguntam umas coisas, minha avó tem o cartãozinho de lá, quando o povo aqui fica doente e precisa vai lá também. Eu não senti falta de nenhuma ajuda deles [profissionais da USF] não. Quando eu precisei do encaminhamento eles me encaminharam e depois que voltei são eles que me dão os remédios para eu trazer para casa.
A irmã de B. [ACS] vem aqui sempre, vem trazer remédio para minha avó, vem ver os meninos se estão doentes, pergunta se precisamos de alguma ajuda e se preocupa muito comigo e com minha mãe, que também tem essa doença, mas diz que não tem. Você quer conhecer ela?
Nossos quartos são lá atrás, separados da casa, nossas coisas também são separadas, copo, prato e colher.
Eu tomei os remédios por uns meses, por um tempo, depois quis mesmo parar de tomar, é muito complicado tomar esses remédios, é muito remédio, eu não sinto nada quando eu tomo, mas é remédio demais, é dois de manhã, mais quatro de tarde e mais três de noite. Ninguém daqui de casa me ajuda não, aí eu enchi o saco de tomar isso. Ah! Eu também não consigo parar fumar não. Então quando eu tomava os remédios eu fumava também. Minha avó diz sou muito irresponsável, quanto mais conselho ela dá, mais não adianta, então, ela cansou. Ela é quem sustenta sozinha todo mundo da casa, ela é aposentada e o resto não tem emprego. Dá de comer para todo mundo aqui, às vezes nem temos o que comer porque o dinheiro não dá.
COLABORADOR 2 (C2)
C2, sexo masculino, 36 anos, desempregado, solteiro, etilista e analfabeto. Ex morador de rua, reside atualmente com oito pessoas em casa de amigo. Casa de alvenaria, não dispõe de eletricidade, água encanada nem sistema de esgoto. Não tem renda e sua alimentação depende do que lhe derem na casa onde mora. Abandonou o tratamento da tuberculose após o primeiro mês. Era acompanhado pela Agente Comunitária de Saúde da Unidade de Saúde da Família.
A pré-entrevista foi realizada na casa do doente. A pesquisadora explicou os objetivos do estudo e forma de participação do usuário, convidando-o a colaborar com a investigação. A entrevista foi então agendada.
A entrevista foi realizada na residência do usuário. C2 demonstrou pouco interesse expressando-se de forma resumida. Na ocasião, esteve presente um amigo e a dona da casa em que mora, a qual o usuário chama de vó.
Deixei de me tratar porque o remédio subia pra cabeça, eu misturava com a bebida e não dava certo não, eu ficava doidinho.
Eu fui parar no Padre Zé [Hospital Padre Zé] por causa de Birita [bebida], porque eu dormia na rua mesmo, aonde eu chegava melado eu dormia, em becos e becos de casas. Foi lá nesse hospital que descobriram que eu estava com essa doença, aí me levaram logo direto pro Clementino [Complexo Hospitalar de Doenças Infecto Contagisas Drº Clementino Fraga]. Quando eu ia sair [receber alta] de lá perguntaram se tinha um posto perto de onde eu morava, para que eu pudesse pegar os remédios. Então eu disse que tinha, mas quem ia buscar é a comadre que eu estou com ela, ela é quem pegava pra mim, eu não ia lá não.
Se não fosse esse postinho nem sei o que seria de mim. Nas consultas a enfermeira é muito preocupada com tudo e quer saber como a gente tá indo. No posto é melhor que no hospital. Desde que vim pra cá não precisei de mais nada não, eles é que dão os remédios pra eu tomar aqui em casa. Só a cesta básica é que não chegou ainda, por que esse remédio é forte e se pegar a gente fraco já viu né.
C. [ACS] sempre passa aqui, ela fala comigo, eu falo com ela, sempre vem aqui, pergunta se eu tenho dor, se eu tenho outra coisa, é uma boa pessoa, ela e S. [ACS] não tem pra ninguém não. Elas vêm saber dos outros também, não é só do meu problema não, dos outros também.
Deixei de me tratar porque o remédio subia pra cabeça, eu misturava com a bebida e não dava certo não, eu ficava doidinho [risos]. Mas agora, que voltei a tomar, eu tomo na hora que eu quero os cinco de uma vez só, os dois vermelhos e os três azuis, de duas ou três horas da madrugada, quando o galo canta, eu tomo, aí deixo o efeito passar e durante o dia eu posso tomar umazinha, uma caninha [bebida]. Ainda tomo, não vou mentir. Agora eu estou aqui morando nessa casa, é de uma mulher que eu chamo de vó, ela me dá apoio deixando que eu fique aqui, se não eu estava na rua, porque eu não tenho família, não tenho ninguém, também bota uns “tira-gosto” para a gente tomar umas birita, aqui é minha família.
Eu conheci o filho dela, que é meu amigo, a muito tempo atrás, quando a gente trabalhava no curral que tinha aqui perto. Eu trabalhava no sol quente e dentro da lama, acho que foi assim que eu peguei essa doença.
COLABORADOR 3 (C3)
C3, sexo feminino, 40 anos, desempregada, casada, etilista, tabagista e usuária de drogas. Não completou o Ensino Fundamental. Mora em casa própria, de alvenaria, com quatro pessoas. A renda familiar média é de R$ 200,00. Abandonou o tratamento da tuberculose após o terceiro mês. Era acompanhada pela Agente Comunitária de Saúde da Unidade de Saúde da Família.
A pré-entrevista foi realizada na casa da paciente. A pesquisadora explicou os objetivos do estudo e forma de participação do usuário, convidando-a a colaborar com a investigação. A entrevista foi então agendada.
A entrevista foi realizada na residência do usuário. C3 não demonstrou interesse expressando-se de forma grosseira e resumida. Na ocasião não havia ninguém presente.
Abandonei o tratamento porque eu queria mesmo, acho um “saco” tomar esses remédios e às vezes eu me esquecia.
Eu estava tendo febre então fui ao posto [USF], fizeram uns exames e me disseram que eu estava com essa doença. O povo [ESF] do posto só vive querendo que eu vá lá e que eu tome remédio, eu até já fui umas vezes, mais não vou mais não, é um pé no saco ter que ficar indo lá e o povo querendo saber da sua vida.
As consultas do posto são boas, mas eu não vou lá não, eles é que vem por aqui, Ana [ACS] vem aqui quer saber das crianças e dos outros também, mas às vezes eu nem abro a porta, só quando eu quero. Se tivesse uma feirinha [cesta básica] seria bom, quem sabe eu ia lá. Eu acho que eles também não vão com a minha cara, vem aqui porque é obrigado.
Abandonei o tratamento porque eu queria mesmo, acho um saco tomar esses remédios e às vezes eu me esquecia. Eu não vou no posto pegar esses remédios não, fico em casa de dia, saio mais de noite. Fico bebendo em casa, ninguém nem me vê na rua, a casa é toda trancada. Não trabalho e então fico por aqui.
COLABORADOR 4 (C4)
C4, sexo masculino, 32 anos, atualmente trabalha em uma padaria, solteiro, etilista e tabagista. Não completou o Ensino Fundamental. Mora em casa de parente, com três pessoas, casa de alvenaria, com eletricidade e água encanada, mas sem sistema de esgoto. A renda familiar média é de R$ 300,00. Abandonou o tratamento da tuberculose após o segundo mês. Era acompanhado pela enfermeira e agente comunitária de Saúde da Unidade de Saúde da Família.
A pré-entrevista foi realizada no local de trabalho do usuário. A pesquisadora explicou os objetivos do estudo e forma de participação, convidando-o a colaborar com a investigação. A entrevista foi então agendada.
A entrevista foi realizada na calçada da casa do usuário, local escolhido pelo próprio entrevistado. C4 demonstrou pouco interesse, sendo breve nas suas respostas. Na ocasião, não havia ninguém presente e o usuário estava com um copo de cerveja na mão.
Eu estava era com saudade de beber e de fumar e tinha vergonha de ir pegar os medicamentos então parei com os remédios.
Eu passava mal, não conseguia comer nada, vomitava muito e tossia. Lá no posto me encaminharam para o Clementino [Complexo Hospitalar de Doenças Infecto Contagisas Drº Clementino Fraga], fiquei internado quase um mês. O médico disse que era meu intestino que já estava “colado” por isso eu não conseguia me alimentar. Mas depois de uns quinze dias já estava conseguindo comer alguma coisinha. Estava perto do natal e eu disse que queria me tratar em casa, o pessoal de lá era muito bom, eu fui muito bem tratado, mas queria vir para casa. Quando eu cheguei aqui só peguei os remédios acho que umas duas vezes.
Eu estava era com saudade de beber e de fumar e tinha vergonha de ir pegar os medicamentos então parei com os remédios. Minha mãe me dizia, de vez em quando, para eu me cuidar para ficar curado, mas ela não fala muito disso porque se não a gente briga, eu brigo muito com ela, ninguém lá em casa fala disso comigo!
Eu gosto mesmo é de tomar minha “Jureminha” [água ardente]. Agora que arrumei um serviço só posso beber de noite, tomo só um golinho antes do serviço.
D. [ACS] vem sempre aqui em casa, às vezes vem com a médica, quando eu vejo elas vindo de longe eu já me escondo, porque sei que vão falar a mesma coisa, que é para eu me tratar. Mas não quero agora não! Prefiro ficar por aqui com meus amigos, jogando meu dominó
e tomando minha “Jureminha”. Não estou sentindo mais nada, agora estou até conseguindo comer, só quando eu bebo muito é que passo mal.
COLABORADOR 5 (C5)
C5, sexo masculino, 30 anos, atualmente trabalha recolhendo nas ruas material para reciclagem, solteiro, analfabeto, etilista, tabagista e usuário de drogas. Mora em casa de parente, com quatro pessoas, casa de alvenaria e madeira, com eletricidade e água encanada, mas sem sistema de esgoto. A renda familiar média é de R$ 300,00. Abandonou o tratamento da tuberculose durante o segundo mês de tratamento. Era acompanhado pela enfermeira e Agente Comunitária de Saúde da Unidade de Saúde da Família.
A pré-entrevista foi realizada na casa do paciente. A pesquisadora explicou os objetivos do estudo e forma de participação do usuário, convidando-o a colaborar com a investigação. A entrevista foi então agendada.
A entrevista foi realizada na casa do usuário. C5 não demonstrou interesse pela pesquisa e desmonstrava sinais de cansaço. Na ocasião, estava presente um amigo do usuário.
Eu não completei o tratamento porque eu passo o dia todo fora, não dá pra tomar todos esses remédios e eu já estava me sentindo bem, bom todo. Nem precisei parar de beber e fumar [...] Ninguém sabia o que eu tinha o povo não precisava saber da minha vida.
No começo eu tinha sempre febre e frio, vivia cansado, tossindo e escarrando. B. [ACS] vinha por aqui e mandava eu ir lá no posto[USF] fazer uma consulta, mas eu não ia não, de vez em quando a enfermeira também vinha, mas era difícil elas me encontrarem por aqui, porque eu vivo mais na rua, só chego tarde da noite.Uma vez tomei uma cana grande[bebida], fumei uns negócios e fui parar no hospital. Foi lá que eles disseram que eu estava tuberculoso, não podia beber e nem fumar mais.
Acho que fiquei assim porque eu ando muito por aí, o dia todo, não tem tempo ruim nem bom, sol ou chuva, vivo no mundo, quando tem o que comer paro só para isso e minha diversão é beber e fumar.
Quando saí do hospital falaram para eu ficar pegando uns remédios no posto com a enfermeira, nas consultas ela é muito legal, se preocupa com a gente nas consultas examina e conversa, B.[ACS] também, mas não tenho tempo pra ficar pegando esses remédios, as vezes que peguei não pude nem esperar a consulta por que tinha serviço me esperando, se eu não “cato” [recolho material reciclado], não ganho e aí como vou comer? Ás vezes não como mesmo. Não senti falta de nenhuma ajuda não, eu que quis deixar os remédios, não completei o tratamento
porque eu passo o dia fora, não dá pra tomar todos esses remédios e eu já estava me sentindo bem, bom todo. Nem precisei parar de beber e fumar, a doutora disse que eu precisava, mas eu não me sentia mal e continuei. Eu é que não ia andar com um “monte” de remédio pra cima e pra baixo, até me esquecia de tomar às vezes. Ninguém sabia o que eu tinha o povo não precisava saber da minha vida
O posto[USF] é bom, quando a gente precisa sabe que tem ele lá, mas pra mim não dá porque como eu já falei passo o dia fora, quando o posto abre, eu não estou mais aqui e quando eu chego, o posto já fechou. No sábado eles [profissionais da USF] não trabalham e nem B.[ACS] aparece.
COLABORADOR 6 (C6)
C6, sexo masculino, 31 anos, desempregado, divorciado, etilista e analfabeto. Reside atualmente com três pessoas em casa alugada, casa de alvenaria, dispõe de eletricidade e água encanada, porém sem sistema de esgoto. A renda familiar é de mais ou menos R$ 200,00, dependendo do trabalho que aparece. Abandonou o tratamento da tuberculose durante o terceiro mês. Era acompanhado pela enfermeira e Agente Comunitária de Saúde da Unidade de Saúde da Família.
A pré-entrevista foi realizada na casa de um amigo do paciente. A pesquisadora explicou os objetivos do estudo e forma de participação do usuário, convidando-o a colaborar com a investigação. O usuário concordou em realizar a entrevista logo após o primeiro contato, porém demonstrou pouco interesse expressando-se de forma resumida.
Parei de tomar a medicação por minha causa mesmo, não consigo parar de beber e esses remédios são muito fortes quando juntam com a bebida. Dá problema no estômago e quando a gente não tem o que comer piora.
Eu tossia muito e escarrava, depois apareceu febre e eu fui lá na enfermeira do posto. Ela já achava que podia ser essa doença, aí ela mandou fazer uns exames. Bater uma chapa e escarrar num copinho. Foi aí que acusou essa doença, eu nem sabia o que era direito, mas a enfermeira me explicou umas coisas lá, eu não entendi tudo não, mas fiquei calado. Ela disse que tinha remédio, era só pegar no posto e que eu podia ficar bom se eu tomasse direito.
Todo mundo da minha casa me dizia para eu cuidar de tomar os remédios para ficar bom, mas quando a febre passou e eu parei de tossir já me sentia bom. Parei de tomar a medicação por minha causa mesmo, não consigo parar de beber e esses remédios são muito fortes quando juntam com a bebida. Dá problema no estômago e quando a gente não tem o que comer piora. A pessoa fica com fome aí que dói a barriga mesmo. Já ouvi falar que tem gente que recebe feira[cesta básica], bem que eu ia gostar. Não sinto falta de mais nada não.
As pessoas do posto são gente fina, perguntam como você vai, se preocupam demais. Mas também ficam muito no meu pé, eu não gosto disso não, uma vez até me mudei por causa disso.
COLABORADOR 7 (C7)
C7, sexo masculino, 29 anos, desempregado, solteiro, analfabeto, etilista, tabagista e usuário de drogas. Mora em casa de parente, com seis pessoas, casa de alvenaria, com eletricidade e água encanada, mas sem sistema de esgoto. A renda familiar média é de R$ 465,00. Abandonou o tratamento da tuberculose após o segundo mês. Era acompanhado pela Agente Comunitária de Saúde da Unidade de Saúde da Família.
A pré-entrevista foi realizada na casa do paciente. A pesquisadora explicou os objetivos do estudo e forma de participação do usuário, convidando-o a colaborar com a investigação. O usuário concordou em realizar a entrevista na mesma ocasião do contato inicial, demonstrando interesse. Na ocasião, estavam presentes a mãe do usuário e uma sobrinha.
Eu não agüentei fazer o tratamento porque os remédios são fortes demais, dão dor de cabeça e tontura, e eu não sabia que dava isso não.
Eu tossia demais de madrugada e escarrava muito, mas não havia ido ao médico não. Um dia eu estava caído por aí, de tanto beber e usar drogas, eu uso de tudo. Aí o pessoal me pegou e me levou para o hospital, São Vicente de Paula, fiquei por lá seis dias, fiz uns exames também, mas quando eu voltei lá, para pegar os resultados não deu nada. Me encaminharam para o Clementino [Complexo Hospitalar de Doenças Infecto Contagisas Drº Clementino Fraga], fiz outros exames lá e o resultado acusou pneumonia, eu não me tratei direito e comecei com tosse, vomitar e escarrar sangue aí virou essa doença.
Quando eu vim pra casa comecei a pegar os remédios no posto, ainda pequei dois meses, mas não aquentei fazer o tratamento porque os remédios são fortes demais, dão dor de cabeça e tontura, e eu não sabia que dava isso não. Mas eu também não parei de beber não, tomava os remédios, bebia, fumava, então passava mal.
Eu abandonei mesmo, eu que não quis me tratar, minha família ajudava muito, não foi por causa de falta de conselho, minha mãe me dizia para eu me cuidar, mas eu nem ligava. Ela separou minhas coisas, tenho tudo separado, copo e outras coisas.
Nunca senti falta de alguma outra ajuda não, porque conselho eu tinha demais.
As consultas daqui do posto e o pessoal [profissionais de saúde da USF] são boas demais, o errado fui eu mesmo que não cuidei da minha saúde. M. [ACS] passa sempre aqui em
casa, pergunta por todo mundo, ela se preocupa com todos, ela entra, senta e pergunta se a gente precisa de alguma coisa. Eu estou até pensando em voltar de novo a me tratar.