• No results found

QHRfiDE Fcl ~~~ILE HeiJ 6VPJAJteOS«IIPER

In document RAPPORTER nr. (sider 41-61)

O início das pesquisas de impacto do consumo infantil no rádio data das décadas de 1930 e 194012, período em que o rádio era o grande meio de comunicação de massa.

12 Dentre eles, o artigo de Weston R. Clark de 1940 no Journal of Social Psychology intitulado “Radio

Como será demonstrado adiante, a preocupação dessas pesquisas é com o desenvolvimentos de metodologias eficazes no levantamento de dados a respeito da exposição de crianças ao Rádio e à Televisão. Para tanto, foram selecionados três estudos de épocas e pesquisadores distintos que serão analisados aqui como um pequeno mapeamento das questões, hipóteses e metodologias que vem pautando o estudo da criança em contato com as mídias terciárias. Vale ressaltar que essas pesquisas não compõem necessariamente o corpo teórico e metodológico da presente tese, embora muitos dos problemas levantados devam ser levados em conta nas argumentações dos próximos capítulos. Também não está sendo considerado o intervalo de tempo entre as pesquisas e o tempo atual, relevando eventuais questionamentos que surgem ao se pensar essas pesquisas no cenário tecnológico atual.

O primeiro estudo apresentado é o do pesquisador americano Mark Runco, com o auxílio de Kathy Pezdek. Em artigo publicado no periódico Human Communication Research (1984), Runco propõe, após criticar um excesso nos estudos de recepção de programas televisivos, uma comparação entre o impacto da TV e do Rádio no desenvolvimento criativo das crianças. Para tanto, parte do conceito de criatividade como a habilidade de ter desenvolver ideias em certa medida uteis: “Por exemplo, dada uma questão aberta, indivíduos criativos produzirão mais ideias (‘fluência ideacional’), e mais ideias que são estatisticamente não frequentes (‘originalidade ideacional’)13

(Runco e Pezdek, 1984, p. 110).

As crianças eram expostas a conteúdos televisivos e radiofônicos e, em seguida, três diferentes padrões de pensamentos divergentes eram analisados: fluência de ideias, flexibilidade e originalidade (Runco e Pezdek, 1984, p.112), que eram comparados entre os grupos de crianças estudadas. O resultado da pesquisa apontou que não há diferenças entre os meios Televisão e Rádio na avaliação dos três padrões de pensamento.

O trabalho de Patricia Greenfield e Jessica Beagles-Ross (1988) parte dos conceitos de McLuhan em Understanding Media para comparar os impactos cognitivos em crianças expostas a conteúdos de Rádio e Televisão. As autoras já apontavam controvérsias nos métodos de pesquisa empírica dos efeitos da exposição de crianças aos meios eletrônicos de comunicação. Como forma de buscar saídas metodológicas que trouxessem resultados diferenciados, Greenfield e Beagles-Ross optaram por pesquisar crianças de grupos étnicos diferentes.

13For example, given an open-ended question, creative individuals will produce more ideas (‘ideational fluency’), and more ideas that are statistically infrequent (‘ideational originality’).

Embora televisão e rádio sejam meios de massa (e quase universais), nenhum estudo comparou seus impactos em diferentes classes sociais e grupos étnicos. Vários grupos são conhecidos por diferirem em seus hábitos e atitudes ao assistir televisão. Pessoas negras têm mais atitudes positivas e assistem mais televisão do que pessoas brancas; trabalhadores têm mais atitudes favoráveis e assistem mais televisão do que pessoas de classe média. Esses são os grupos que escolhemos para nosso subgrupo de comparação14 (Greenfield e Beagles-Ross,

1988, p. 72).

A ideia é que, pelo fato da Televisão ser um meio audiovisual e o Rádio puramente auditivo, a comparação com o mesmo grupo de espectadores daria uma noção precisa dos efeitos específicos das imagens (Televisão) na cognição das crianças. Outro diferencial metodológico seria apresentar um mesmo conto do folclore africano em Rádio (áudio-tape) e na Televisão; a mesma coisa seria feita com um conto folclórico italiano. Desta forma, a representação étnica se daria, teoricamente, apenas nas imagens televisivas, já que os personagens eram caracterizados pela cor da pele e pelas vestimentas.

A primeira pergunta-problema da pesquisa era descobrir se o Rádio era, de fato, mais estimulante à criatividade infantil do que a Televisão. A hipótese é de que o Rádio, por não possuir um suporte imagético, seria mais libertário para o desenvolvimento imaginativo da criança.

Este efeito pode ser atribuído ao fato de que o rádio, na falta de imagens visuais, deixa mais espaço para a imaginação: isso permite ao ouvinte construir os seus ou as suas próprias imagens mentais, que podem ser expressas verbalmente ou visualmente. Contudo, os resultados não foram completamente esclarecedores. Runco e Pezdek não encontraram uma diferença entre televisão e rádio no estímulo à “criatividade” infantil (operacionalizado da forma que definimos em geral a imaginação)15 (Greenfield e Beagles-Ross, 1988, p. 73).

Outra questão elaborada pelas pesquisadoras procurava saber se a televisão transmitia mais informação do que o Rádio entre classes sociais e étnicas diferentes. Nesse caso, está em jogo a capacidade dos conteúdos de Televisão se fixarem mais

14 Although television and radio are mass (and almost universal) media, no study has compared their

impact in different social class and ethnic groups. Various groups are known to differ in their television- viewing habits and attitudes. Black people have more positive attitudes toward and watch more television than white people; working-class people have more favorable attitudes toward and watch more television than middle-class people (9, 12). These are the groups that we chose for our subgroup comparisons 15 This effect may be attributable to the fact that radio, lacking visual imagery, leaves more to the imagination: it allows the listener to construct his or her own mental images, which can then be expressed verbally or visually. However, results have not been entirely clear-cut. Runco and Pezdek did not find a difference between television and radio in stimulating children’s “creativity” (operationalized in a way that falls within our general definition of imagination)

rapidamente nas mentes das crianças. As autoras argumentam que estudos anteriores já demonstravam que, ao contrário dos adultos, as crianças tinham um recall mais eficiente nas imagens pictóricas do que nas imagens sonoras.

Assim, as crianças foram expostas às duas histórias, que apresentavam exatamente o mesmo conteúdo em áudio e em vídeo (incluindo as trilhas sonoras). Os grupos foram divididos em dois: metade das crianças foi exposta à história italiana em audiovisual e à história africana em áudio, enquanto a outra metade assistiu à história africana pela TV e ouviu a história italiana pelo Rádio. Ambas histórias eram interrompidas antes do final, assim era sugerido à criança que ela mesma criasse um final para a história.

Contrariando a hipótese das pesquisadoras, a história africana não gerou mais recall verbal entre as crianças, embora seja uma narrativa com origem em uma cultura oral majoritariamente.

Mais especificamente, havia evidências em ambos estudos, sobre imaginação e a interferência de resultados, que o rádio ou o áudio seriam mais eficazes como estímulo à imaginação, enquanto materiais apresentados em formato audiovisual ou televisivo seriam mais memoráveis. A presença de imagens de dinâmicas visuais parecia ser um prejuízo à imaginação, mas um benefício à memória. Foi sugerido que crianças criam mais finais imaginativos simplesmente porque eles se lembram da história no rádio ou em condições de áudio16

(Greenfield e Beagles-Ross, 1988, p. 86).

Portanto, os resultados apontam para uma maior eficiência da Televisão para a memória das ações. O suporte imagético auxilia a criança a fixar ações, mas não é eficiente como o Rádio no estímulo à elaboração do final da história. Outra curiosidade sobre os resultados é um aprimoramento dos valores cognitivos (imaginação e memória) obtidos quando as crianças ouviam primeiro a história pelo Rádio e na semana seguinte assistiam pela TV, do que quando acontecia na ordem inversa. As pesquisadoras acreditam que “quando a primeira exposição da criança no estudo era para o rádio, isso gerava expectativa de maiores esforços mentais, uma expectativa que perdurava na segunda seção uma semana depois17” (Greenfield e Beagles-Ross, 1988, p. 88).

16More specifically, there was evidence from both the imagination study and the inference results that radio or audio was more powerful as a stimulus to the imagination, while material presented in an audiovisual or television format was more memorable. The presence of dynamic visual images seemed to be a detriment to the imagination but a boon to the memory. It has been suggested that children make up more imaginative endings simply because they remember less of the story in the radio or audio condition. 17when a child’s first exposure in the study was to radio, it set up an expectation of greater mental effort, an expectation carried over to the second session a week later.

A terceira pesquisa foi conduzida pela professora e pesquisadora da Universidade de Amsterdam Patti M. Valkenburg (1997). A autora contesta as bases das pesquisas que afirmam que as crianças têm mais facilidade em criar novas ideias a partir da escuta de programas radiofônicos do que os televisivos, sob o argumento de que quando expostas a histórias no Rádio e na TV, as crianças têm dificuldades em dissociar as imagens televisivas no exercício de criar novas imagens.

Contudo, os resultados das experiências de comparação midiática também podem ser explicados de forma diferente. De acordo com uma hipótese contrária [...] apresentações de rádio suscitam mais ideias originais do que apresentações televisivas, não porque as apresentações de rádio são mais estimulantes para a imaginação criativa, mas porque elas seriam menos bem lembradas. De acordo com essa hipótese da memória-falha, ouvintes de rádio seriam menos capazes de incorporar elementos repetidos nas suas respostas criativas do que os espectadores de televisão, pois as apresentações de rádio estariam menos claras nas suas mentes. As ideias originais produzidas pelas crianças nas suas condições de rádio poderiam não ser respostas criativas, mas irrelevantes fabricações inventadas para compensar a memória falha18 (Valkengurg e Beentjes, 1997, p. 23).

Desta forma, o estímulo à criatividade infantil pelo rádio não estaria ligado ao poder criativo do som, mas à falta de clareza das imagens sonoras no cérebro do ouvinte. Temos, portanto, duas hipóteses que são cotejadas pela pesquisadora holandesa: a hipótese da visualização, que coloca o rádio como um meio mais libertário em relação à televisão, devido à dificuldade que as crianças têm em dissociar as imagens visualizadas das imagens frutos de sua imaginação; a hipótese da “memória falha”, que atribui a criatividade infantil após a audição de um programa radiofônico ao simples exercício inventivo e não ao estímulo da memória através do som.

Para tentar comprovar a hipótese da memória falha, Valkenburg seguiu metodologia semelhante aos estudos anteriores, expondo crianças de diferentes idades a histórias contadas pelo Rádio e pela TV. Após a audição, as crianças deveriam dizer o maior número possível de elementos presentes na história (memória) e criar um final

18

However, the results of the previous media comparison experiments can also be explained in a different way. According to a rival hypothesis […] radio presentations elicited more novel responses than television presentations, not because radio presentations were more stimulating for creative imagination, but because they were remembered less well. According to this faulty-memory hypothesis, radio listeners were less able to incorporate repetitive elements in their creative responses than were television viewers, because the radio presentation was less clear in their minds. The novel ideas produced by children in the radio condition might not have been creative responses but irrelevant fabrications invented to compensate for faulty memory.

para a história (criatividade). Em contato com Patricia Greenfield, Valkenburg usou de histórias produzidas nos mesmos estudos de sua predecessora; o conto folclórico africano também foi cogitado, mas em seguida descartado por apresentar uma linguagem de difícil compreensão entre as crianças. As proposições originais19 das

crianças para o final das histórias foram classificadas tanto pelo número quanto pelas suas características (qualidades); a ideia é estabelecer um método consensual de análise dos conteúdos produzidos pelas crianças.

Neste estudo nós derivamos três pressupostos para a hipótese da memória-falha. O primeiro pressuposto, que diz que a dupla apresentação da história no rádio leva a poucas ideias originais e mais ideias redundantes no complemento das histórias do que a uma única apresentação, ainda não foi confirmada. Duas apresentações de rádio provocam tanto elementos originais ou redundantes nas histórias quanto as apresentações únicas. O segundo pressuposto, que a lembrança da história está associada a poucos elementos originais e mais elementos repetitivos no complemento das histórias, também não está fundamentado. Lembranças de histórias estavam relacionadas mais significativamente a ideias originais no complemento das histórias e não eram significativamente relacionadas ao número de ideias redundantes. O terceiro pressuposto, de que a complementação de histórias em resposta à dupla apresentação de uma história no rádio teria uma maior qualidade do que aquelas em resposta a uma única apresentação, também não foi confirmada ainda. Nossos resultados mostraram que a qualidade de complementação de histórias em resposta a uma única apresentação de uma história radiofônica não era inferior à qualidade de histórias terminadas após duas apresentações. Como nenhum dos pressupostos derivados da hipótese da memória- falha foram confirmados, não há razão para assumir que a hipótese oferece uma explicação contrária plausível em relação ao que foi encontrado previamente, de que apresentações de rádio provocam mais ideias originais do que as apresentações televisivas20

(Valkenburg e Beentjes, 1997, p. 35).

19 No original em inglês, Valkenburg se refere a novel propositions.

20 In this study, we derived three predictions from the faulty-memory hypothesis. The first prediction, that

double presentation of a radio story leads to fewer novel and more repetitive ideas in the story completions than does a single radio presentation, was not confirmed. Two radio presentations elicited as many novel and repetitive elements in the story completions as a single radio presentation. The second prediction, that superior story recall is associated with fewer novel and more repetitive elements in the story completions, also was not supported. Superior story recall was related to significantly more novel ideas in the story completions and was not significantly related to the number of repetitive ideas in the story completions. The third prediction, that the story completions in response to a double presentation of a radio story are of a higher quality than those in response to a single radio presentation (H3), was not confirmed either. Our results showed that the quality of story completions in response to a single presentation of a radio story was not inferior to the quality of story endings after two presentations. Because none of the predictions derived from the faulty-memory hypothesis was confirmed, there is no reason to assume that the hypothesis provides a plausible rival explanation for the finding in previous experiments that radio presentations elicit more novel ideas than do television presentations.

Em resumo, os três estudos apresentados apontam métodos e resultados diferenciados, cada um deles assumindo suas abordagens teóricas: a pesquisa de Runco e Pezdek buscando padrões de criatividade; a pesquisa de Greenfield e Beagle-Ross focada nas diferenças de impacto entre etnias diferentes e na capacidade de cada uma delas em produzir “novel ideas”; a pesquisa de Valkenburg contestando as metodologias e padrões métricos das pesquisas anteriores.

Mesmo entre as pesquisas de cunho psicológico e, por vezes, behaviorista, existem teóricos preocupados com uma abordagem ecológica das performances infantis. É o caso de Marianne Bloch e Anthony Pellegrini (1988) que apresentam o conceito de “environmental press” para ressaltar a preocupação com os fatores que cercam as ações criativas entre as crianças.

Imprensa ambiental [environmental press] é um termo usado pelos psicólogos ecológicos ao se referirem à influência combinada de forças que trabalham em um ambiente para moldar o comportamento e desenvolvimento das pessoas nesse cenário. A imprensa ambiental surge das circunstâncias que enfrentam e que cercam um indivíduo que geram impulso psicológico que tende a orientar o indivíduo em uma determinada direção21 (Bloch e Pellegrini,

1988, p.19).

Não cabe a esta pesquisa o aprofundamento no tema proposto pelos autores acima, mas é necessário apontar as diversas variáveis do pensamento behaviorista e de que forma isso afeta os resultados das pesquisas entre crianças e meios de comunicação. De qualquer forma, o aspecto ecológico será levado adiante nos apontamentos produzidos pela presente tese, mas sempre no sentido de colocar a sonoridade presente nos produtos radiofônicos como agente protagonista dos vínculos entre a criança e os conteúdos/brincadeiras.

No segundo capítulo serão mapeados programas radiofônicos voltados ao público infantil. O objetivo é apontar elementos estéticos dos programas, levando em conta o envolvimento que eles causam nas crianças. Mais do que a exposição aos conteúdos sonoros, busca-se nesta pesquisa a efetiva participação da criança no ambiente sonoro, seja em casa próximo às caixas de som, seja no auditório participando do programa ao lado dos locutores/apresentadores.

21Environmental press is a term used by ecological psychologists in referring to the combined influence of forces working in a setting to shape the behavior and development of people in that setting. Environmental press arises from the circumstances confronting and surrounding an individual that generate psychosocial momentum tending to guide that individual in a particular direction

A crítica inicial aos métodos behavioristas levantados é que ainda não se leva em conta a efetiva participação do corpo na comunicação. As crianças ainda não estudadas como mentes abertas ou não à recepção e ao entendimento dos sinais informativos transmitidos pela tela ou pelos alto-falantes. O desenvolvimento da criatividade depende, como vimos, da participação efetiva das performances do corpo, nossa mídia primária, nos rituais comunicativos. O Rádio é um instrumento, uma técnica, mas carrega em si uma história de manuseios e audições. Com efeito, um meio de comunicação que já nasceu com responsabilidades políticas e econômicas (como veremos adiante), terá em suas entranhas os vícios do savoir-faire racionalista e mecanicista. O produto final, usado pelos pesquisadores citados anteriormente, já é em si um convite ao racional, a uma amarra criativa que está presente no logocentrismo das narrativas modernas. A oralidade, citada e pesquisada por Greenfield e Beagles-Ross, tem sua característica cíclica e ritual que não pode ser ignorada ao ser transformada em produto audiovisual.

2 RÁDIO CRIANÇA: OS

PROGRAMAS INFANTIS

Neste capítulo serão apresentados exemplos de programas de rádio voltados ao público infantil, sem restrição de cronologia ou nacionalidade. O objetivo é analisar o rádio não apenas como um veículo de comunicação gerido a partir de interesses comerciais, mas como um importante meio de construção de conhecimento e ambiente de desenvolvimento da criatividade. Sem a pretensão de traçar linhas históricas, este capítulo pretende analisar e cotejar programas infantis independente da época em que foram produzidos, levando em conta principalmente a participação infantil e a contribuição para o desenvolvimento da criatividade da criança produtora e ouvinte.

Em “Rádio Racional” o jogo de palavras tem como objetivo propor uma flutuação entre o que Murray Schafer (1991) pensou sobre uma “rádio radical” em contraponto com as obrigações financeiras das emissoras de rádio públicas e comerciais, inseridas em uma economia liberal e uma cultura racionalista. Este conflito influencia diretamente na quantidade e qualidade dos produtos radiofônicos voltados para crianças.

Em seguida serão apresentados os quadros que compõem o programa “Estação Brincadeira” e “Rádio Maluca”, da Rádio MEC AM do Rio de Janeiro. A análise destes quadros levará em conta elementos da estética radiofônica que colaboram ou não com a efetiva participação da criança na criação de ambientes sonoros, despertando assim uma criatividade sonora e imaginativa nas crianças.

Os programas “Para ouvir e aprender” e “Radioweb criança” subsidiam a formação de um panorama atual de produções radiofônicas infantis em duas situações distintas: um programa veiculado em rádio tradicional (dial), de emissora católica sediada numa cidade no interior do Pará; uma emissora virtual totalmente voltada para o público infantil, contando com o suporte hipertextual da internet.

In document RAPPORTER nr. (sider 41-61)