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Prosesser og rutiner som inkluderer bruk av personopplysninger

In document Kan man reise anonymt i Norge? (sider 31-34)

3 Intervju om personopplysninger i transportsektoren

3.2 Behandling av personopplysninger

3.2.1 Prosesser og rutiner som inkluderer bruk av personopplysninger

Com o intuito de verificar se há a influência do tamanho da partícula em seu desprendimento do substrato e, conseqüentemente, na força de adesão, foram obtidas figuras que relacionam a porcentagem de partículas dos materiais particulados fuligem e carvão ativado aderidas ao substrato membrana de éster-celulose com o aumento da velocidade angular de descompressão aplicada pela centrífuga. Este desprendimento foi analisado para três velocidades de compressão: 1000, 2000 e 5000rpm.

Os experimentos foram feitos em triplicatas, sendo que, para cada sistema analisado representa a média dos três sistemas.

4.1.1. Análise do desprendimento das partículas para os sistemas fuligem e carvão ativado e substrato membrana de éster-celulose nas porosidades: 0,2 m, 0,4 m e 0,8 m

Nos itens 4.1.1.1. e 4.1.1.2. serão apresentadas as análises dos sistemas fuligem/membrana de éster-celulose e carvão ativado/membrana de éster-celulose, respectivamente e na seqüência a discussão referente aos dados e figuras obtidos.

4.1.1.1. Desprendimento das partículas do sistema fuligem/membrana de éster- celulose nas porosidades: 0,2 m, 0,4 m e 0,8 m, variando a velocidade de compressão em 1000, 2000 e 5000rpm.

Análise do sistema fuligem/membrana de éster-celulose nas porosidades: 0,2 m, 0,4 m e 0,8 m, variando a velocidade de compressão em 1000, 2000 e 5000rpm, conforme Figuras 4.1 a 4.3.

Figura 4.1.: Porcentagem de partículas aderidas em função da velocidade angular de descompressão da fuligem para o substrato membrana de éster-celulose 0,2 m após a aplicação das velocidades angulares de compressão: (a) 1000, (b) 2000 e (c) 5000rpm.

(a) 1000rpm (b) 2000rpm

Figura 4.2.: Porcentagem de partículas aderidas em função da velocidade angular de descompressão da fuligem para o substrato membrana de éster-celulose 0,4 m após a aplicação

das velocidades angulares de compressão: (a)1000,(b)2000 e (c)5000rpm. (a) 1000rpm (b) 2000rpm

(c) 5000rpm

Figura 4.3.: Porcentagem de partículas aderidas em função da velocidade angular de descompressão da fuligem para o substrato membrana de éster-celulose 0,8 m após a aplicação das velocidades angulares de compressão: (a)1000,(b)2000 e (b)5000rpm.

(a) 1000rpm (b) 2000rpm

4.1.1.2. Desprendimento das partículas do sistema carvão ativado/ membrana de éster- celulose nas porosidades: 0,2 m, 0,4 m e 0,8 m, variando a velocidade de compressão em 1000, 2000 e 5000rpm.

Análise do sistema carvão ativado/membrana de éster-celulose nas porosidades: 0,2 m, 0,4 m e 0,8 m, variando a velocidade de compressão em 1000, 2000 e 5000rpm, conforme Figuras 4.4 a 4.6.

Figura 4.4.: Porcentagem de partículas de carvão ativado aderidas em função da velocidade angular de descompressão para o substrato membrana de éster-celulose

0,2 m após a aplicação das velocidades angulares de compressão: (a) 1000, (b) 2000 e (c) 5000 rpm.

(a)1000rpm (b) 2000rpm

Figura 4.5.: Porcentagem de partículas de carvão ativado aderidas em função da velocidade angular de descompressão para o substrato membrana de éster-celulose 0,4 m após a aplicação

das velocidades angulares de compressão: (a) 1000, (b) 2000 e (c) 5000rpm. (a)1000rpm (b)2000rpm

(c) 5000rpm

Figura 4.6.: Porcentagem de partículas de carvão ativado aderidas em função da velocidade angular de descompressão para o substrato membrana de éster-celulose 0,8 m após a aplicação

das velocidades angulares de compressão: (a)1000, (b) 2000 e (c) 5000rpm.

(a) 1000rpm (b) 2000rpm

As Figura 4.1, 4.2 e 4.3 (a, b e c)do item 4.1.1.1 que apresentaram as curvas da fração de partículas de fuligem aderidas aos substratos de membrana de éster-celulose 0,2 m, 0,4 m e 0,8 m, respectivamente, e as Figuras 4.4, 4.5 e 4.6 (a, b e c) do item 4.1.1.2 que apresentaram as curvas da fração de partículas de carvão ativado aderidas aos substratos de membrana de éster-celulose 0,2 m, 0,4 m e 0,8 m, respectivamente em função da velocidade angular de desprendimento, indicaram que o diâmetro das partículas tem influência direta no desprendimento das partículas do meio filtrante.

Obseva-se ainda que para as três velocidades angulares de compressão aplicadas, seguiu-se um perfil de desprendimento de partículas muito semelhante entre os diferentes sistemas, mostrando que partículas com diâmetros maiores se desprendem com maior facilidade, necessitando de velocidades angulares de descompressão menores para iniciar o desprendimento do substrato. Também constata-se que o aumento da velocidade angular de compressão torna mais difícil o desprendimento das partículas do susbtrato.

A magnitude da Fcentrífuga aplicada depende da massa das partículas (M), dada em Kg, da velocidade angular de descompressão ( ), dada em rad/s e da distância entre a superfície do substrato até o eixo de rotação ( r ), cujo valor é de 0,057m.

Para o cálculo da força de adesão, a massa média da partícula foi obtida através da equação 32 do item 2.8 do Capitulo II. Os valores da massa média, volume médio e diâmetro médio são apresentados nas Tabelas 4.1, 4.2 e 4.3 referentes ao sistema fuligem/membrana de éster-celulose e nas Tabelas 4.4, 4.5 e 4.6 referentes ao sistema carvão ativado/membrana de éster-celulose.

Tabela 4.1.: Massa média para a partícula de fuligem de acordo com o volume médio obtido para cada faixa de diâmetro para o sistema fuligem/membranéster-celulose

0,2 m após a aplicação das velocidades angulares de compressão: (a) 1000, (b) 2000 e (c) 5000rpm.

(a) 1000rpm Material

Faixa de

Diâmetro Diâmetro Médio Massa Média Volume Médio

Particulado ( m) ( m) (kg) (m3)

Fuligem 11,1-17 13,55 3,20E-12 1,47E-15

( = 2,178 g/cm3) 17,1-23 19,60 9,34E-12 4,29E-15

(b) 2000rpm Material

Faixa de

Diâmetro Diâmetro Médio Massa Média Volume Médio

Particulado ( m) ( m) (kg) (m3)

Fuligem 11,1-17 13,76 3,27E-12 1,50E-15

( = 2,178 g/cm3) 17,1-23 19,89 9,34E-12 4,29E-15 23,1-29 25,74 2,06E-11 9,47E-15 (c) 5000rpm Material Particulado Faixa de

Diâmetro Diâmetro Médio Massa Média Volume Médio

( m) ( m) (kg) (m3)

Fuligem 11,1-17 13,89 3,35E-12 1,54E-15

( = 2,178 g/cm3) 17,1-23 20,32 1,04E-11 4,78E-15

23,1-29 25,27 1,97E-11 9,06E-15

Tabela 4.2.: Massa média para a partícula de fuligem de acordo com o volume médio obtido para cada faixa de diâmetro para o sistema fuligem/membranéster-celulose

0,4 m após a aplicação das velocidades angulares de compressão: (a) 1000, (b) 2000 e (c) 5000rpm.

(a) 1000rpm Material

Faixa de

Diâmetro Diâmetro Médio Massa Média Volume Médio

Particulado ( m) ( m) (kg) (m3)

Fuligem 11,1-17 13,83 3,50E-12 1,60E-15

( = 2,178 g/cm3) 17,1-23 19,75 9,39E-12 4,31E-15

23,1-29 25,12 2,00E-11 9,10E-15

(b) 2000rpm Material

Faixa de

Diâmetro Diâmetro Médio Massa Média Volume Médio

Particulado ( m) ( m) (kg) (m3)

Fuligem 11,1-17 13,87 3,51E-12 1,61E-15

(ρ= 2,178 g/cm3) 17,1-23 19,82 9,67E-12 4,44E-15

23,1-29 26,04 2,18E-11 1,00E-14

(c) 5000rpm

Material

Faixa de

Diâmetro Diâmetro Médio Massa Média Volume Médio

Particulado ( m) ( m) (kg) (m3)

Fuligem 11,1-17 13,56 3,46E-12 1,59E-15

(ρ= 2,178 g/cm3) 17,1-23 19,57 1,02E-11 4,66E-15

Tabela 4.3.: Massa média para a partícula de fuligem de acordo com o volume médio obtido para cada faixa de diâmetro para o sistema fuligem/membranéster-celulose

0,8 m após a aplicação das velocidades angulares de compressão: (a) 1000, (b) 2000 e (c) 5000rpm.

(a) 1000rpm Material

Faixa de

Diâmetro Diâmetro Médio Massa Média Volume Médio

Particulado ( m) ( m) (kg) (m3)

Fuligem 11,1-17 13,85 3,51E-12 1,61E-15

(ρ= 2,178 g/cm3) 17,1-23 19,51 9,29E-12 4,26E-15

23,1-29 25,82 2,06E-11 9,47E-15

(b) 2000rpm Material

Faixa de

Diâmetro Diâmetro Médio Massa Média Volume Médio

Particulado ( m) ( m) (kg) (m3)

Fuligem 11,1-17 13,87 3,40E-12 1,56E-15

(ρ= 2,178 g/cm3) 17,1-23 19,82 9,41E-12 4,32E-15

23,1-29 26,04 2,18E-11 1,00E-14

(c) 5000rpm Material

Faixa de

Diâmetro Diâmetro Médio Massa Média Volume Médio

Particulado ( m) ( m) (kg) (m3)

Fuligem 11,1-17 14,09 3,57E-12 1,64E-15

(ρ= 2,178 g/cm3) 17,1-23 19,94 9,43E-12 4,33E-15

23,1-29 24,91 1,90E-11 8,63E-15

Tabela 4.4.: Massa média para a partícula de carvão ativado de acordo com o volume médio obtido para cada faixa de diâmetro para o sistema carvão ativado/membrana de

éster-celulose 0,2 m após a aplicação das velocidades angulares de compressão: (a) 1000, (b) 2000 e (c) 5000rpm.

(a) 1000rpm Material

Faixa de

Diâmetro Diâmetro Médio Massa Média Volume Médio

Particulado ( m) ( m) (kg) (m3)

Carvão 11,1-17 14,54 3,59E-12 1,58E-15

(ρ= 2,282 g/cm3) 17,1-23 19,84 9,23E-12 4,04E-15

(b) 2000rpm Material

Faixa de

Diâmetro Diâmetro Médio Massa Média Volume Médio

Particulado ( m) ( m) (kg) (m3)

Carvão 11,1-17 13,88 4,90E-12 2,15E-15

(ρ= 2,282 g/cm3) 17,1-23 20,14 1,05E-11 4,63E-15 23,1-29 25,64 2,16E-11 9,47E-15 (c ) 5000rpm Material Particulado Faixa de

Diâmetro Diâmetro Médio Massa Média Volume Médio

( m) ( m) (kg) (m3)

carvão 11,1-17 13,81 3,41E-12 1,50E-15

(ρ= 2,282 g/cm3) 17,1-23 19,89 9,91E-12 4,34E-15

23,1-29 25,79 2,57E-11 1,13E-14

Tabela 4.5.: Massa média para a partícula de carvão ativado de acordo com o volume médio obtido para cada faixa de diâmetro para o sistema carvão/membrana de éster-

celulose 0,4 m após a aplicação das velocidades angulares de compressão: (a) 1000, (b) 2000 e (c) 5000rpm.

(a) 1000rpm Material

Faixa de

Diâmetro Diâmetro Médio Massa Média Volume Médio

Particulado ( m) ( m) (kg) (m3)

Carvão 11,1-17 13,54 3,32E-12 1,46E-15

(ρ= 2,282 g/cm3) 17,1-23 20,14 1,03E-11 4,54E-15

23,1-29 25,66 2,18E-11 9,53E-15

(b) 2000rpm Material

Faixa de

Diâmetro Diâmetro Médio Massa Média Volume Médio

Particulado ( m) ( m) (kg) (m3)

Carvão 11,1-17 13,70 3,44E-12 1,51E-15

(ρ= 2,282 g/cm3) 17,1-23 19,88 1,01E-11 4,43E-15 23,1-29 25,71 2,17E-11 9,48E-15 (c) 5000rpm Material Particulado Faixa de

Diâmetro Diâmetro Médio Massa Média Volume Médio

( m) ( m) (kg) (m3)

carvão 11,1-17 13,35 3,15E-12 1,38E-15

(ρ= 2,282 g/cm3) 17,1-23 19,45 9,62E-12 4,21E-15

Tabela 4.6.: Massa média para a partícula de carvão ativado de acordo com o volume médio obtido para cada faixa de diâmetro para o sistema carvão ativado/membrana de

éster-celulose 0,8 m após a aplicação das velocidades angulares de compressão: (a) 1000, (b) 2000 e (c) 5000rpm.

(a) 1000rpm Material

Faixa de

Diâmetro Diâmetro Médio Massa Média Volume Médio

Particulado ( m) ( m) (kg) (m3)

Carvão 11,1-17 13,75 3,47E-12 1,52E-15

(ρ= 2,282 g/cm3) 17,1-23 19,55 9,42E-12 4,13E-15

23,1-29 25,50 2,04E-11 8,92E-15

(b) 2000rpm Material

Faixa de

Diâmetro Diâmetro Médio Massa Média Volume Médio

Particulado ( m) ( m) (kg) (m3)

Carvão 11,1-17 13,79 3,51E-12 1,54E-15

(ρ= 2,282 g/cm3) 17,1-23 19,92 1,00E-11 4,42E-15 23,1-29 25,84 2,20E-11 9,63E-15 (c ) 5000rpm Material Particulado Faixa de

Diâmetro Diâmetro Médio Massa Média Volume Médio

( m) ( m) (kg) (m3)

carvão 11,1-17 13,75 3,48E-12 1,52E-15

(ρ= 2,282 g/cm3) 17,1-23 19,60 9,76E-12 4,29E-15

23,1-29 26,00 2,25E-11 9,87E-15

Com as curvas apresentadas nas Figuras 4.1, 4.2 e 4.3 do item 4.2.1.a foram construidas as Figuras 4.7, 4.8 e 4.9 e as curvas apresentadas nas Figuras 4.4, 4.5 e 4.6 foram construidas as Figuras 4.10, 4.11 e 4.12 dos sistemas fuligem/membrana de éster-celulose e carvão ativado membrana de éster-ceulose, respectivamente. Essas figuras representam a porcentagem de partículas que ainda ficaram aderidas a superfície do substrato em função da força de adesão, para as três faixas de diâmetros do pó de fuligem (11,1-17 m, 17,1-23 m e 23,1-29 m).

Figura 4.7.: Porcentagem de partículas aderidas no substrato em função da força de adesão do sistema fuligem/membrana de éster-celulose 0,2 m após a aplicação das velocidades angulares

de compressão: (a) 1000, (b) 2000 e (c) 5000rpm. (a) 1000rpm (b) 2000rpm

(c ) 5000rpm

Figura 4.8.: Porcentagem de partículas aderidas no substrato em função da força de adesão do sistema fuligem/membrana de éster-celulose 0,4 m após a aplicação das velocidades angulares

de compressão: (a) 1000, (b) 2000 e (c) 5000rpm. (a) 1000rpm (b) 2000rpm

Figura 4.9.: Porcentagem de partículas aderidas no substrato em função da força de adesão do sistema fuligem/membrana de éster-celulose 0,8 m após a aplicação das velocidades angulares

de compressão: (a) 1000, (b) 2000 e (c) 5000rpm.

(a) 1000rpm (b) 2000rpm

(c) 5000rpm

Figura 4.10.: Porcentagem de partículas de carvão ativado aderidas na superfície do substrato em função da força de adesão do sistema carvão ativado/membrana de éster-celulose 0,2 m após

a aplicação das velocidades angulares de compressão:(a) 1000, (b) 2000 e (c) 5000rpm.

(a) 1000rpm (b) 2000rpm

Figura 4.11.: Porcentagem de partículas de carvão ativado aderidas na superfície do substrato em função da força de adesão do sistema carvão ativado/membrana de éster-celulose 0,4 m após

a aplicação das velocidades angulares de compressão: (a) 1000, (b) 2000 e (c) 5000rpm. (a) 1000rpm (b) 2000rpm

(c) 5000rpm

Figura 4.12.: Porcentagem de partículas de carvão ativado aderidas na superfície do substrato em função da força de adesão do sistema carvão ativado/membrana de éster-celulose 0,8 m após

a aplicação das velocidades angulares de compressão: (a) 1000, (b) 2000 e (c) 5000rpm. (a) 1000rpm (b) 2000rpm

Verifica-se que as curvas obtidas nas Figuras 4.7, 4.8 e 4.9 do sistema fuligem/membrana de éster-celulose e as curvas obtidas nas Figuras 4.10, 4.11 e 4.12 do sistema carvão ativado/ membrana de éster-celulose, apresentaram um comportamento linear e indicam que os resultados obedeceram uma distribuição log-normal, como observado por alguns estudiosos como Zimon (1982); Lam e Newton (1991); Podczeck e Newton (1995); Podczeck et al (1994); Podczeck (1999); Banda (2002); Felicetti (2004 e 2008); Faustino (2010) e Monutti (2011).

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