3 Intervju om personopplysninger i transportsektoren
3.2 Behandling av personopplysninger
3.3.2 Krav til behandling av personopplysninger
Os modelos investigados foram: modelo da teoria da adesão de Bradley (1932); os modelos mecânicos de Derjaguin-Müller-Toporov (DMT, 1975) e Johnson-Kendall-Roberts (JKR, 1971); representados pelas respectivas equações:
2 Wd F p adesão π = (9) WR 2 Fadesão = π (20) 2 WR 3 Fadesão π = (24)
Para o cálculo da força de adesão teórica seguindo os modelos aqui citados, utilizou-se a relação de Antonow’s para o valor do trabalho de adesão na obtenção da força de adesão teórica, uma vez que mais se aproximou do valor da força de adesão experimental. Assim
calculou-se a força de adesão teórica para os sistemas fuligem e carvão ativado/membrana éster-celulose nas porosidades 0,2 m, 0,4 m e 0,8 m, variando-se as velocidades angulares de compressão em 1000, 2000 e 5000rpm.
As Tabelas 4.18 (a, b e c) e 4.19 (a, b e c) apresentam os valores obtidos da força de adesão experimental e os valores da força de adesão teóricos da literatura para os sistemas fuligem/membrana de éster-celulose e carvão ativado/membrana de éster-celulose, respectivamente, nas diferentes porosidades de 0,2 m, 0,4 m e 0,8 m. Sendo que para uma melhor comparação destes dados obtidos, na sequência destas tabelas são apresentadas as Figuras 4.26 a 4.28, para o sistema fuligem/membrana de éster-celulose, e as Figuras 4.29 a 4.31, para o sistema carvão ativado/membrana de éster-celulose.
Tabela 4.18.:Força de Adesão Teórica com variação de Modelo Teóricos da Força Adesão para sistema fuligem/membrana de éster-celulose.
(a) 0,2 m
Velocidade de Faixa de Diâmetro
Força de
Adesão Força de Adesão Teórica (N)
Compressão Diâmetro Médio Experimental
(rpm) (μm) (μm) (N) Modelos da Literatura da Adesão
Bradley DMT JKR
11,1-17 13,55 4,16E-08 1,49E-06 2,97E-06 2,23E-06
1000 17,1-23 19,6 6,05E-08 2,15E-06 4,30E-06 3,23E-06 23,1-29 25,64 8,52E-08 2,82E-06 5,63E-06 4,23E-06 11,1-17 13,77 4,25E-08 1,51E-06 3,02E-06 2,26E-06 2000 17,1-23 19,89 8,24E-08 2,19E-06 4,38E-06 3,28E-06 23,1-29 25,74 1,09E-07 2,83E-06 5,66E-06 4,24E-06 11,1-17 13,89 5,30E-08 1,53E-06 3,06E-06 2,29E-06 5000 17,1-23 20,28 1,03E-07 2,23E-06 4,46E-06 3,34E-06
23,1-29 25,27 1,47E-07 2,78E-06 5,56E-06 4,17E-06
(b) 0,4 m
Velocidade de Faixa de Diâmetro
Força de Adesão
Força de Adesão Teórica (N)
Compressão Diâmetro Médio Experimental
(rpm) (μm) (μm) (N) Modelos da Literatura da Adesão
Bradley DMT JKR
11,1-17 13,75 3,32E-08 1,51E-06 3,02E-06 2,26E-06 1000 17,1-23 19,58 5,41E-08 2,15E-06 4,30E-06 3,27E-06 23,1-29 25,64 8,10E-08 2,82E-06 5,64E-06 4,23E-06 11,1-17 13,87 4,15E-08 1,52E-06 3,04E-06 2,28E-06 2000 17,1-23 19,82 7,99E-08 2,18E-06 4,36E-06 3,27E-06 23,1-29 26,04 1,12E-07 2,86E-06 5,72E-06 4,29E-06 11,1-17 13,56 4,73E-08 1,49E-06 2,98E-06 2,23E-06 5000 17,1-23 19,57 8,64E-08 2,15E-06 4,30E-06 3,22E-06 23,1-29 26,12 1,36E-07 2,87E-06 5,74E-06 4,30E-06
(c) 0,8 m
Velocidade de Faixa de Diâmetro Força de Adesão
Força de Adesão Teórica (N)
Compressão Diâmetro Médio Experimental
(rpm) (μm) (μm) (N) Modelos da Literatura da Adesão
Bradley DMT JKR
11,1-17 13,85 2,63E-08 1,52E-06 3,04E-06 2,28E-06
1000 17,1-23 19,51 4,98E-08 2,14E-06 4,28E-06 3,21E-06 23,1-29 25,82 8,10E-08 2,84E-06 5,68E-06 4,25E-06 11,1-17 13,80 2,36E-08 1,52E-06 3,04E-06 2,27E-06 2000 17,1-23 19,68 7,83E-08 2,15E-06 4,30E-06 3,24E-06 23,1-29 25,48 1,07E-07 2,80E-06 5,60E-06 4,20E-06 11,1-17 14,09 2,15E-08 1,55E-06 3,10E-06 2,32E-06 5000 17,1-23 19,94 8,84E-08 2,19E-06 4,38E-06 3,28E-06
Figura 4.26.:Força de Adesão Teórica com variação de Modelo Teóricos e Mecânicos da Força para sistema fuligem/membrana de éster-celulose 0,2 m para as velocidades
angulares de compressão: (a) 1000, (b) 2000 e (c) 5000rpm.
(a) 1000rpm (b) 2000rpm
(b) 5000rpm
Figura 4.27.: Força de Adesão Teórica com variação de Modelo Teóricos e Mecânicos da Força para sistema fuligem/membrana de éster-celulose 0,4 m para as velocidades
angulares de compressão: (a) 1000, (b) 2000 e (c) 5000rpm.
(a) 1000rpm (b) 2000rpm
Figura 4.28.: Força de Adesão Teórica com variação de Modelo Teóricos e Mecânicos da Força para sistema fuligem/membrana de éster-celulose 0,8 m para as velocidades
angulares de compressão: (a) 1000, (b) 2000 e (c) 5000rpm.
(a) 1000rpm (b) 2000rpm
(c) 5000rpm
Tabela 4.19.:Força de Adesão Teórica com variação de Modelo Teóricos da Força Adesão para sistema carvão ativado/membrana de éster-celulose.
(a) 0,2 m
Velocidade
de Faixa de Diâmetro
Força de
Adesão Força de Adesão Teórica (N)
Compressão Diâmetro Médio Experimental
(rpm) (μm) (μm) (N) Modelos da Literatura da Adesão
Bradley DMT JKR
11,1-17 14,54 3,89E-08 1,60E-06 3,20E-06 2,40E-06 1000 17,1-23 19,84 5,04E-08 2,18E-06 4,36E-06 3,27E-06 23,1-29 25,16 7,36E-08 2,77E-06 5,53E-06 4,15E-06 11,1-17 13,77 5,31E-08 1,51E-06 3,02E-06 2,28E-06 2000 17,1-23 19,89 6,42E-08 2,18E-06 4,37E-06 3,28E-06 23,1-29 25,74 7,41E-08 2,83E-06 5,66E-06 4,24E-06 11,1-17 14,07 5,08E-08 1,55E-06 3,09E-06 2,32E-06 5000 17,1-23 19,20 1,03E-07 2,11E-06 4,22E-06 3,17E-06 23,1-29 25,63 1,35E-07 2,82E-06 5,63E-06 4,23E-06
(b) 0,4 m
Velocidade
de Faixa de Diâmetro
Força de Adesão
Força de Adesão Teórica (N)
Compressão Diâmetro Médio Experimental
(rpm) (μm) (μm) (N) Modelos da Literatura
Bradley DMT JKR
11,1-17 13,54 2,34E-08 1,49E-06 2,98E-06 2,23E-06 1000 17,1-23 20,14 3,95E-08 2,21E-06 4,43E-06 3,32E-06 23,1-29 25,66 5,28E-08 2,82E-06 5,64E-06 4,23E-06 11,1-17 13,70 3,54E-08 1,51E-06 3,01E-06 2,26E-06 2000 17,1-23 19,88 5,07E-08 2,18E-06 4,37E-06 3,28E-06 23,1-29 25,71 6,61E-08 2,83E-06 5,65E-06 4,24E-06 11,1-17 13,35 5,84E-08 1,47E-06 2,93E-06 2,20E-06 5000 17,1-23 19,45 1,03E-07 2,14E-06 4,28E-06 3,21E-06 23,1-29 25,42 1,60E-07 2,80E-06 5,59E-06 4,19E-06
(c) 0,8 m
Velocidade
de Faixa de Diâmetro
Força de
Adesão Força de Adesão Teórica (N)
Compressão Diâmetro Médio Experimental
(rpm) (μm) (μm) (N) Modelos da Literatura
Bradley DMT JKR
11,1-17 13,75 3,14E-08 1,51E-06 3,02E-06 2,27E-06 1000 17,1-23 19,55 5,40E-08 2,15E-06 4,30E-06 3,22E-06 23,1-29 25,50 7,63E-08 2,80E-06 5,61E-06 4,21E-06 11,1-17 13,79 3,95E-08 1,52E-06 3,03E-06 2,27E-06 2000 17,1-23 19,92 5,56E-08 2,19E-06 4,38E-06 3,29E-06 23,1-29 25,84 8,05E-08 2,84E-06 5,68E-06 4,26E-06 11,1-17 13,75 5,45E-08 1,51E-06 3,02E-06 2,27E-06 5000 17,1-23 19,60 9,23E-08 2,15E-06 4,31E-06 3,23E-06 23,1-29 26,00 1,64E-07 2,86E-06 5,72E-06 4,30E-06
Figura 4.29.: Força de Adesão Teórica com variação de Modelo Teóricos e Mecânicos da Força para sistema carvão ativado/membrana de éster-celulose 0,2 m para as
velocidades angulares de compressão: (a) 1000, (b) 2000 e (c) 5000rpm.
(a) 1000rpm (b) 2000rpm
(c) 5000rpm
Figura 4.30.: Força de Adesão Teórica com variação de Modelo Teóricos e Mecânicos da Força para sistema carvão ativado/membrana de éster-celulose 0,4 m para as
velocidades angulares de compressão: (a) 1000, (b) 2000 e (c) 5000rpm.
(a) 1000rpm (b) 2000rpm
(c ) 5000rpm
Figura 4.31.: Força de Adesão Teórica com variação de Modelo Teóricos e Mecânicos da Força para sistema fuligem/membrana de éster-celulose 0,8 m para as velocidades
angulares de compressão: (a) 1000, (b) 2000 e (c) 5000rpm.
(a) 1000rpm (b) 2000rpm
(c) 5000rpm
Pelas Figuras 4.26 a 4.28 e Figuras 4.29 a 4.31, que representam as forças de adesão em função do diâmetro médio das partículas observa-se que para os sistemas analisados, o modelo de Bradley (1962), foi o que mais se aproximou dos dados experimentais, outra observação que se fez relevante é em relação aos valores da força de adesão apresentada pelos modelos da literatura que estão distantes dos valores da força de adesão experimental como um todo. Algumas hipóteses podem ser mencionadas:
a. os modelos teóricos utilizaram como material particulado, partículas esféricas e completamente lisas. Neste estudo os materiais particulados (fuligem e carvão ativado) são pós com partículas visualmente irregulares em suas superfícies, apresentando os valores de circularidades para fuligem de Φ=0,67 e para o carvão ativado de Φ=0,70, gerando assim menos pontos de contato e portanto, uma força de adesão menor que para partículas esféricas que geram mais pontos de contato com as superfícies;
b. os modelos teóricos também utilizaram em seus experimentos substratos com superfícies completamente lisas e sem porosidades. A membrana de éster-celulose, analisada neste trabalho, apresenta uma superfície porosa e rugosa, sendo difícil sua análise com o microscópio de força atômica, conforme as Figuras 3.4, 3.5 e 3.6 do item 3.2 do capitulo III, apresentando os valores de porosidade e rugosidade das membranas de éster-celulose de: 0,2 m foi equivalente a 169nm, de 0,4 m foi equivalente a 194nm e de 0,8 m foi equivalente a 334nm;
c. os modelos teóricos em seus experimentos consideraram a força de adesão como o somatório da força de capilaridade, força eletrostática e força de Van der Waals. Neste estudo não foram consideradas as forças de capilaridade e a força eletrostática, uma vez que os sistemas não foram carregados com cargas elétricas e, ainda, a força de compressão aplicada aos sistemas minimizaram o efeito da eletrostática e, também tomou-se todo o cuidado com a umidade relativa do ar, mantendo abaixo de 50%, para que a interferência da umidade relativa do ar fosse a mínima possível nos experimentos, considerando assim como predominante a força de Van der Waals para os sistemas analisados.