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6 EN DRØFTING AV PROSESSEN

6.4 Prosess med ulikt utbytte

SA = Que bom seria se a interdisciplinaridade fosse posta em prática com a Percepção Musical,

pois a idéia da música e seus aspectos técnicos seriam também abordados em outra contextualização, como já é feito no campo da Etnomusicologia. A música contextualizada só tem a oferecer uma enriquecedora perspectiva exatamente do meio no qual ela está inserida. A Percepção, propriamente dita, ampliaria o seu ângulo graças ao auxílio interdisciplinar”;

SB = “Acredito que a disciplina tem uma gama enorme de potencialidades a ser explorada. Uma não exclui a outra, mas falta interesse por parte dos alunos e professores! Além de recursos bibliográficos atualizados, tecnológicos e o desenvolvimento de pesquisas na área”;

SC = “Em relação ao texto acima, sou de acordo que se deve tirar proveito de tudo aquilo que vem somar em benefício do aluno. Deve-se acrescentar à forma tradicional, todo e qualquer aspecto referente à preferência dos alunos, fazendo com que a sua experiência facilite ainda

mais o entendimento da percepção”.

SD = “Acredito que essa é uma polêmica necessária e para mim a flexibilização é o melhor caminho. Ora, é impossível não valorizar e abordar o que a autora chama de aspectos técnicos, pois um músico que se deseja profissional irá necessitar desses aspectos e do domínio desses aspectos na sua carreira; e quanto aos „outros aspectos‟, eles estão no aluno, independente se na aula eles são requisitados. Vivência, experiência, gosto, reflexões muitas vezes podem não ser valorizados em sala, mas estão presentes em todos os músicos, em formação ou não. Bom, se os aspectos técnicos são necessários e os outros são presentes, como fazer em sala de aula? A questão não é apenas o conhecimento abordado, mas a forma com a qual o abordamos.

A autora fala de pensamento analítico e compartimentalizado e, ao meu ver, esse sim é o problema.

Às vezes nas aulas de percepção vamos à „pedaços‟ tão pequenos da música que não é mais possível se reconhecer a música.

Acredito que sejam necessárias várias abordagens. Abordagens técnicas que principiem em experiências dos alunos (como transcrever uma música que eles conhecem), abordagens técnicas que propiciem experiências criativas (como composição), abordagens da experiência musical que gerem reflexões, reflexões baseadas em aspectos técnicos, ir do geral para o específico e do específico para o geral.

Essa conversa, essa flexibilização, esses links entre a vivência do aluno e os aspectos técnicos só favorecem ao processo de aprendizagem. É difícil para o professor, pois é necessário muita dedicação para ministrar aulas assim, mas é um bom caminho.”

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