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We know it is possible to break out of establisehed organizational frames. Quite a few organizations that have lived for a long time have had to relate to qualitatively different

In document Organizational change as reframing (sider 125-128)

Essas atividades têm como objetivo desenvolver o cooperativismo e a solidariedade no grupo, visto que, em um ambiente solidário, a inclusão fica facilitada.

História da serpente

“Essa é a história da serpente

que desceu do morro a procura de seu rabão ei! você também

faz parte do meu rabããão!”

Esse jogo cantado é também disposto em forma de círculo onde o professor começa caminhando pelo meio escolhendo pessoas para fazerem parte do rabo da serpente, mas, para isso, é necessário que ela passe por debaixo das pernas dos companheiros que já fazem parte do rabo.

Para a eficácia da atividade, o professor tem que ter o cuidado de priorizar a escolha dos alunos mais altos e obesos, e deixar por último as alunas que por acaso estiverem de saia.

Essa dinâmica trabalha a questão do cooperativismo, pois, para que o rabo da serpente seja grande e bonito são necessários o esforço e a presença de todos. Porém, a necessidade de se passar por debaixo das pernas dos companheiros, demonstra a necessidade de atitudes de humildade para o bem do grupo, atitude, muitas vezes, difícil de ser aceita por alguns componentes do grupo que demonstram resistência.

A falta de cooperativismo, compreensão e intolerância dificultam o processo de inclusão. Dessa forma o professor deve trabalhar no sentido de promover a amizade e a união do grupo para que a inclusão seja facilitada.

Choquinho

Os alunos posicionados em um círculo ficam com os braços entrelaçados com os companheiros dos lados e, partindo do professor, começam através de um movi - mento de balanceio, passar uma corrente para o companheiro que vai passando o movimento até alcançar todo o círculo. O importante é que o movimento seja gradativamente mais vigoroso, até que um elemento do grupo quebre a corrente.

Essa dinâmica, num primeiro momento, trabalha a questão do cooperativismo, pois transmite a idéia de que se todas as pessoas do grupo fizerem o mesmo, esse movimento vai ficando cada vez mais forte. Num segundo momento, retrata a questão da pressão social, pois, por maior que seja a pressão externa, não se deve abandonar o companheiro. Essa é a idéia, de que o professor tem que direcionar com o objetivo inclusivo, afinal, por maior que seja a pressão do estigma, rotulação e preconceito, nós não devemos de maneira alguma ceder a pressão, e abandonar nosso companheiro estigmatizado.

O galo quebrou a asa

“meu galo quebrou uma asa, meu galo não pode voar

meu galo quebrou uma asa e não pode voar meu galo quebrou um pé

meu galo não pode andar meu galo quebrou um pé

Nesse jogo cantado, os alunos ficam dispostos lateralmente de frente ao professor que vai cantando a música e realizando movimentos que correspondem com as partes quebradas do corpo do galo. Os alunos imitam os movimentos que, conforme a musica vai sendo repetida, são aumentados.

“O galo quebrou a asa” pode ser direcionado no sentido de promover uma cooperação nas atividades cotidianas para com as pessoas que estão sofrendo algum tipo de limitação, representada pelo galo que sofre fraturas múltiplas que atrapalham de realizar seus movimentos básicos. Isso é fundamental para que a inclusão do deficiente aconteça, fazendo com que os outros companheiros entendam que o deficiente necessita de adaptação para ser incluído.

Chap, chap

“Fui pra Nova York visitar a minha mãe e ela me ensinou a dançar o chap chap

dança do chap chap, dança do chap chap, dança do chap chap chap chap auê ui!”

Nessa brincadeira os alunos ficam posicionados em círculo e o professor, ao centro, vai escolhendo um dos alunos que demonstra um movimento em forma de dança, que é executado por todos os componentes. Após isso o aluno que demonstrou a dança segue atrás do professor fazendo uma fila que vai se movimentando no centro da roda.

Em “chap chap” o objetivo principal é trabalhar a dança de uma maneira cooperativa, pois todos devem realizar o movimento que o companheiro está sugerindo, porque vai chegar a hora que o seu movimento também vai ser executado por todos. Isso dentro da inclusão é muito importante, pois um dos aspectos do estigma é que a pessoa estigmatizada, por estar em descrédito, muitas vezes as suas opiniões não são levadas em conta. Cabe ao professor trabalhar com o grupo no sentido de todos respeitarem as opiniões dos companheiros para que todo o grupo seja beneficiado.

Membrana seletiva

Essa atividade se assemelha ao “jogo do pegador” ou “pega-pega”, mas com uma dinâmica diferente, o grupo forma um círculo de mãos dadas com um membro no centro, e fora do círculo tem um outro elemento que é o pegador. O grupo precisa proteger o membro que está no centro, de forma que o pegador não penetre o círculo, mas se o pegador penetrar, cabe ao grupo, mandar o seu companheiro protegido para fora e prender o pegador dentro do círculo, e nessa dinâmica segue-se a atividade, que acaba quando o pegador, conseguir tocar no elemento protegido.

“Membrana seletiva” trabalha com a questão do cooperativismo, pois o pegador representa uma ameaça externa, e cabe ao grupo proteger seus companheiros dessa ameaça, criando estratégias e priorizando a fidelidade ao colega.

Dentro dessa perspectiva, o professor pode trabalhar a promoção do cooperati- vismo, pois por maior que seja a ameaça, que no caso da inclusão é o estigma e a pressão social, os companheiros em nenhum momento devem ceder e abandonar o amigo para que ele seja pego. Por outro lado, precisam criar estratégias para proteger o amigo e integrá-lo ao grupo. Incorporação desse conceito tende a facilitar o processo de inclusão de deficientes na classe comum.

Pega-pega solidário

É um jogo de pega-pega em que se é escolhido um pegador e uma outra criança que vai ser perseguida por esse pegador, sendo que todos os outros partici- pantes, devem proteger o companheiro que está sendo perseguido, colocando o seu corpo a frente do amigo.

Essa atividade, assim como a “membrana seletiva”, também trabalha a questão do cooperativismo, mas com um componente diferente, pois na membrana seletiva todos estão juntos de mãos dadas para proteger o companheiro, já no pega-pega solidário estão todos separados, cada um indo para uma direção diferente, o que dificulta a proteção e facilita o trabalho do pegador. Dentro disso o professor deve levantar a questão da necessidade de união para que o cooperativismo seja eficaz.

2.3.5 Filmagens e fotografias sobre a integração dos alunos deficientes nas

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