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Policy assessment

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2. Literature Review

8.3 Policy assessment

No que respeita ao apuramento de lições apreendidas nas organizações em estudo, a primeira questão pretendeu apurar se existe uma análise posterior a um evento operacional marcante, no seio da organização em estudo. Pela análise das respostas dos entrevistados, é possível apurar que tendencialmente essa análise não é feita e que apenas uma minoria dos entrevistados, E1 (BRASFEMES) e E6(PENELA), se pronunciam no sentido de que nas suas organizações, essa análise se realiza. Entre eles, importa referir o contributo de E1 (BRASFEMES):

“Em cada ocorrência, nós fazemos o briefing dessa ocorrência. As coisas que correram bem, as coisas que correram menos bem. … passamos essa análise ao pessoal, temos imensas ocorrências no dia a dia e, para este efeito, só valorizamos aquelas que fogem à nossa rotina.”. E1 (BRASFEMES)

Contudo, a maior parte dos entrevistados reconhece que não é isso que se verifica nos seus CBs. A principal razão apontada centra-se na falta de tempo que os voluntários apresentam para estarem presentes nestes momentos de análise, sendo que destacamos o testemunho de E3 (ANADIA) e de E7 (GUARDA):

“Quando são ocorrências vividas pela maior parte dos elementos, isso depois há um tempo em que se anda a falar dessa situação. (…) Por vezes, marco reuniões a meio da semana e, lá está, não convoco, convido, para não obrigar. Como é para ter conversas e para analisar casos, convido-os, sem a obrigação de virem e, obviamente, apenas conto com cerca de metade, aqueles que mais se interessam e que querem evoluir. Quem vem, gosta que se faça essa análise. A meu ver, e o que eu defendo, é que no final, a malta volte a falar naquilo, a fazer o tal briefing, para perceber o que correu bem e menos bem, porque, para muitos, aquilo decorreu da melhor forma possível, para outros aquilo foi uma coisa muito banal. É importante que, no final, é preciso dizer não o que é que podia ter sido de maneira diferente, mas dar-lhes a entender quais poderiam ter sido as vantagens de se fazer de outra maneira, o que podia ter sido evitado, onde é que se podia ter atacado em primeiro lugar, como se podiam minimizar os danos.”. E3(ANADIA)

“Nós tentamos, e a palavra certa é tentamos, porque nos baseamos no voluntariado, mas o ideal seria que após um evento gastássemos um pouco do nosso tempo com a análise aos eventos, mas reconheço que nem sempre é possível. Falta tempo, porque os bombeiros têm de ir buscar a esposa, o filho, e torna-se difícil que isso aconteça.”. E7 (GUARDA)

De seguida, pretendeu-se apurar se existe a partilha das conclusões com todos os elementos do corpo ativo do CB, resultantes da análise de um evento operacional marcante. No seguimento dos testemunhos recolhidos, é possível apurar que a maioria dos CBs não partilha as conclusões desta análise, sendo que 3 entrevistados referem que essa é a sua prática. Como exemplo, destacamos o testemunho de E3 (ANADIA):

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“Normalmente até se decide no momento do briefing, se o assunto for consensual, alterações a procedimentos e forma de atuação e comunicam- se ao restante corpo de bombeiros. Coisas como propostas para que os veículos possam transportar algumas coisas que nos possam ajudar, são coisas que ficam logo decididas pois não causam transtorno nenhum, é uma mais valia, está comprovado que fez falta e não custa nada ter lá aquilo e passamos a estra melhor equipados.”. E3 (ANADIA)

Apesar destes casos, a maior parte dos entrevistados refere não existir esta partilha de conclusões de forma a que cheguem a todos os elementos do corpo ativo. É possível perceber que quando existem estes esforços de partilha de conclusões, eles apenas chegam aos elementos que se envolveram nas operações no terreno e não à organização como um todo, ou pelo menos, ao corpo ativo, ou então é feita tardiamente, quando o foco da atenção já não é o desejável. A título de exemplo, destacamos os testemunhos de E7 (GUARDA) e E8 (MIRANDA DO CORVO):

“Às vezes isto é feito de uma forma mais solitária do que devia ser, devia ser em equipa e se possível logo na hora, pois está tudo muito fresco na memória, mas como às vezes não temos essa possibilidade, fazemo-lo à posteriori e aí já se perderam algumas informações.”. E7 (GUARDA)

“Sim, chegamos a algumas conclusões, mas que são apenas partilhadas por quem lá esteve. Não há um documento geral que ajude a passar a informação aos outros bombeiros todos.”. E8 (MIRANDA DO CORVO)

A terceira questão pretendeu apurar se existem alterações operacionais no seguimento da análise de eventos marcantes. No seguimento dos testemunhos recolhidos, é possível apurar que a maioria dos CBs adotam atitudes, procedimentos e comportamentos operacionais na sequência da análise de eventos marcantes. Uma minoria de três entrevistados refere não o fazerem, com o argumento de que é algo que de futuro pretendem implementar ou dedicar mais atenção, como é o caso do E4 (GÓIS):

“Essas alterações acabarão por acontecer quando o restante for aplicado na sua plenitude.”. E4 (GÓIS)

Contudo, a maioria dos entrevistados refere adotar alterações na atuação operacional na sequência de eventos operacionais marcantes. Como exemplo, destacamos o testemunho de E1 (BRASFEMES) e E8 (MIRANDA DO CORVO):

“Claro. Principalmente nos erros que merecem mais a nossa atenção e preocupação com vista a uma correção desses erros. Temos responsáveis pelas várias áreas de atuação, como os incêndios florestais, urbanos, socorrismo, entre outros e se os responsáveis disserem que as coisas devem mudar para que funcionem melhor, isso é incorporado e repercutido na organização.”. E1 (BRASFEMES)

“Sim, mesmo a nível do equipamento e do material que está no carro, que em vez de ficar no sítio onde estava, passa a estar no sítio onde se viu que

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daria mais jeito. Neste caso, têm de se falar nas formações a seguir que o material mudou de lugar.”. E8 (MIRANDA DO CORVO)

A quarta questão das lições apreendidas pretendeu apurar se as aprendizagens referidas nas questões anteriores, que resultem de eventos operacionais marcantes, são incorporadas e treinadas em contesto de instrução ou em outros momentos de treino específico para a tarefa. No seguimento dos testemunhos recolhidos, é possível apurar que existe um equilíbrio nas respostas dos entrevistados, uma vez que metade destes afirma aplicar estas aprendizagens em contexto de instrução e outra metade afirma o contrário. Entre as respostas negativas, podemos encontrar argumentos como a falta de tempo para estas tarefas e o receio de inovar ou de adotar novas posturas perante matérias tão sensíveis como a prestação de socorro. Importa destacar os contributos de E7 (GUARDA) e E1 (BRASFEMES):

“Não é a primeira vez que fazemos simulação de desencarceramento tentando aproximar as circunstâncias de um acidente onde tivemos dificuldade. Já tentámos fazer isso, mas nunca sai igual. Não o fazemos da melhor forma pois o tempo é inimigo destas coisas e sendo voluntários, às vezes tempos essas dificuldades.”. E7 (GUARDA)

“Portanto, vamos simular um acidente onde se coloca em prática o que aprendemos na teoria. O que é treinado é o que existe, o que está estipulado, porque no socorro não há invenções. Técnica de extração, de atuação são aquelas e aquelas mesmo. O que tentarmos inovar, pode-nos correr mal. Apenas nos meros detalhes ou em pequenas questões de pormenor é que podem ser adotadas, nunca o essencial.”. E1 (BRASFEMES)

Pelo contrário, entre os testemunhos que apontam para a adoção e treino destas aprendizagens em contexto de instrução ou de treino específico para a tarefa, devemos referir os seguintes testemunhos de E3 (ANADIA) e de E5 (LORIGA):

“Quando as alterações podem ser treinadas em contexto de instrução, sim. Há pequenos procedimentos que não se aplicam a contexto de instrução.”. E3 (ANADIA)

“Às vezes são, outras vezes são apenas chamadas de atenção que se tem de fazer. Por exemplo, o posicionamento do material nas viaturas que têm de ser ajustado e passa a ser assim treinado. Uma outra coisa que fomos percebendo ao longo dos anos é que os carros de combate a fogos tinham uma bomba para combate. Essa bomba estava ligada à caixa de velocidades do carro, ou seja, se o carro fica inoperacional durante uma intervenção, deixa de ter bomba. Numa frente de fogo, um carro que parou, que perdeu a bateria ou por qualquer coisa deixa de funcionar e também não tem água, ou melhor, tem, mas não pode ser utilizada, é muito mau. Então o que fizemos foi equipar todos os carros com uma moto bomba a gasolina, autónoma, que trabalha à ignição e por puxar de braço, porque assim, temos sempre alternativa.”. E5 (LORIGA)

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De seguida, pretendeu-se apurar se as aprendizagens referidas nas questões anteriores provenientes da análise de eventos operacionais marcantes, se são comunicadas à estrutura de comando da ANPC ou a outros organismos nacionais que se relacionem com os CBs e a quem estas aprendizagens possam também ser úteis.

No seguimento dos testemunhos recolhidos, é possível perceber que nenhum entrevistado reconhece que isto se verifica. Todos os testemunhos recolhidos apontam o contrário, no sentido em que esta partilha de aprendizagens nunca é feita. Entre as razões para o efeito, podemos apontar a não existência de um organismo hierarquicamente superior ao comandante de cada CB, que, de alguma forma, possa promover a partilha de conhecimento e das aprendizagens em contexto operacional, de se tratarem de questões internas e, portanto, de não deverem ser partilhadas ou então, se são mencionadas com outras entidades, tratam-se de meros acasos, em encontros fortuitos entre pessoas que desempenham cargos nestas instituições, não podendo neste caso considerarmos esta uma comunicação intencional. Importa destacar os testemunhos a este respeito de E3 (ANADIA), E1 (BRASFEMES), E4 (GÓIS) e E8 (MIRANDA DO CORVO):

“Nos outros distritos existem as federações de bombeiros do distrito x ou y, mas as federações são um órgão que depois respondem à Liga de Bombeiros Portugueses. Aos corpos de bombeiros, não há nada. Ou seja, a Liga não tem nada a ver com os bombeiros de Anadia, têm a ver com a Associação Humanitária onde cada corpo de bombeiros se insere. (…) A estrutura hierárquica dos bombeiros termina no comandante e fica um vazio muito grande, porque acima dos quatrocentos e tal não há nada nem ninguém. (…) Nós respondemos mais operacionalmente à ANPC, porque esta entidade dá-nos uma verba que nos subsidia os veículos e homens e, em contrapartida, pede-nos responsabilidade. Mas, se a ANPC entrar aqui dentro e começar a mandar vir, eu posso dizer que acabou o dispositivo florestal, acabou-se a parceria e vocês vão à vossa vida que eu vou à minha, que eu não tenho nada a ver com a ANPC.”. E3 (ANADIA)

“A nível nacional, era muito importante que tivéssemos a replica desta experiência, pois mesmo em coisas como a aquisição de material, uma coisa é comprar para 440 corpos de bombeiros, outra coisa é cada corpo de bombeiros comprar para si. Por exemplo, negociar fardamento significa milhões de peças e é preferível do que cada um negociar por si às pechinchas. Outro exemplo, nós gastamos 8000 litros de gasóleo por mês, Oliveira do Bairro gasta outros 8000. Se tivéssemos um comando único, centralizava-se estas compras e ficava-se com maior poder negocial e podia-se ter o gasóleo a metade do preço. (…) Se houvessem veículos padronizados haviam sempre peças em stock. No caso de Anadia, temos uma autoescada muito antiga que cada vez que avaria tem de ir ao Carregado. Cada vez que lá vai quase que avaria só por fazer o trajeto longo de regresso, depois não há peças, têm de vir da Alemanha e as reparações rondam sempre os 5000€. É que uma autoescada serviria perfeitamente para vários corpos de bombeiros. Águeda têm equipa de mergulho, para que é que eu preciso? Albergaria a Velha tem equipa de

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busca canina, para que é que eu preciso? Não, cada um tem de se especializar numa área, hoje vou lá eu e amanhã vêm cá eles, cada um na sua área. Há má articulação operacional nos Bombeiros.”. E3 (ANADIA)

“Nós temos um bombeiro que é oficial bombeiro e que faz parte da Escola Nacional de Bombeiros e quando muito, através dele, podemos fazer passar a mensagem à Escola Nacional de Bombeiros por essa via.”. E1 (BRASFEMES)

“Não existe o cuidado da partilha com a ANPC ou com outros CBs, podendo existir conversa informal, depois de estarmos em ambiente informal, não é nada oficial ou formal.”. E4 (GÓIS)

“Não. É tudo interno.”. E8 (MIRANDA DO CORVO)

A última questão relativa às lições apreendidas pretendeu apurar se as aprendizagens referidas nas questões anteriores provenientes da análise de eventos operacionais marcantes, se são comunicadas a outros CBs. No seguimento dos testemunhos recolhidos, é possível apurar que nenhum entrevistado reconhece que isto se verifica. Todos os testemunhos recolhidos apontam o contrário, no sentido em que esta partilha de aprendizagens nunca é feita. Entre as razões para o efeito, podemos apontar o receio de que essa atitude de proatividade pudesse ser vista por outros CB como uma atitude arrogante de demonstrar que se é melhor ou que se sabe mais e que se quer ensinar os outros a fazer o seu trabalho, o fato de não ser hábito ou prática que uns comandantes conheçam por dentro a realidade organizativa de CBs que não aqueles onde efetivamente exerçam funções, ou mais uma vez, tratarem-se de questões internas que apenas ao CB em questão dizem respeito. É também referido o fato de não existir um órgão hierarquicamente superior aos comandantes que promova esses momentos de partilha de aprendizagens e se eventualmente acontece haver conversas entre comandantes, elas decorrem dentro de um espírito de informalidade, sem qualquer formalidade ou regularidade. Importa referir os testemunhos de E1 (BRASFEMES), E8 (MIRANDA DO CORVO), E2 (OLIVEIRA DO HOSPITAL) e E6 (PENELA):

“Isso é um caso muito delicado e melindroso. Por várias razões. Entendemos que cada corpo de bombeiros têm o seu comando próprio e eu estar a dizer a outros como é que as coisas devem ser feitas era imiscuir-me no trabalho dos outros, que não é da minha competência, e, portanto, é melhor ficar por aqui, no nosso quintalzinho. Se nos pedirem informações, é evidente que damos, mas ter eu a veleidade da iniciativa de o fazer é estar a colocar o carro à frente dos bois. Quem podia promover isso seria a Federação Distrital a que pertencemos ou à ANPC, mas não acontece.”. E1 (BRASFEMES)

“Por vezes encontramo-nos, mas oficialmente não há troca de experiências ou partilhas de conhecimento, pois não há nenhum órgão acima de nós que promova isso.”. E8 (MIRANDA DO CORVO)

“Não. São questões internas...o que se aprendeu e se alterou, são coisas nossas.”. E2 (OLIVEIRA DO HOSPITAL)

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muitos corpos de bombeiros para ver se aprendo alguma coisa e a mim, ninguém me visita. Ainda no outro dia falava com o comandante de Ansião com o Marques e disse-lhe, “…ó pá, ao menos um dia passa por lá.”. Nós conhecemo-nos desde miúdos, ele cresceu a par comigo, andou sempre ali uma categoria à minha frente e eu, era rara a semana em que não ia lá, porque na altura era um corpo de bombeiros em expansão e que fazia ali umas coisas interessantes e eu queria aprender. Depois tinha vivido ali alguns conflitos que nós também tínhamos coisas parecidas e havia alguma passividade e que até acabou por dar lugar à entrada do atual comandante, e o que é verdade é que o comandante de Ansião nunca aqui veio uma única vez. Em vinte e tal anos que nos conhecemos.”. E6 (PENELA)

Desta forma, da análise da prevalência das lições apreendidas no seguimento de eventos operacionais marcantes, e de acordo com os testemunhos dos entrevistados, é possível perceber que tendencialmente, as mesmas não se verificam.

Tabela 7. Resultados obtidos das entrevistas aos comandantes, relativos a lições apreendidas.

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Brasfemes Anadia Oliveira Hospital

Góis Loriga Penela Guarda Miranda Corvo Lição apreendida Ve rif ic a- se Nã o s e ve rif ic a Ve rif ic a- se Nã o s e ve rif ic a Ve rif ic a- se Nã o s e ve rif ic a Ve rif ic a- se Nã o s e ve rif ic a Ve rif ic a- se Nã o s e ve rif ic a Ve rif ic a- se Nã o s e ve rif ic a Ve rif ic a- se Nã o s e ve rif ic a Ve rif ic a- se Nã o s e ve rif ic a Análise posterior a um evento marcante. X X X X X X X X Partilha das conclusões de evento marcante. X X X X X X X X Alterações na atuação por evento marcante. X X X X X X X X Aprendizagem incorporada em contexto de instrução. X X X X X X X X Aprendizagem comunicada à estrutura da ANPC. X X X X X X X X Aprendizagem comunicada a outros CBs. X X X X X X x X

Fonte: Elaboração própria do autor

Legenda:

X – Verifica-se / Não se verifica o indicador no respetivo CB __ - favorável à partilha de conhecimento tácito

__ - desfavorável à partilha de conhecimento tácito

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recolhidos juntos dos comandantes, tendencialmente, não retêm lições apreendidas, na sequência de eventos operacionais marcantes, o que se encontra em linha com a tendência de não prevalência de indicadores de partilha de conhecimento tácito. Dos 6 itens de análise, apenas as “alterações na atuação pela análise de evento marcante” é implementado pelos CBs, o que significa que os restantes 5 itens de análise das lições apreendidas não se verificam, o que contribui para as dificuldades de incremento de aprendizagem organizacional. Por último, importa destacar que existem 3 CBs (Oliveira do Hospital, Góis e Guarda), onde não se verifica nenhum dos itens de lições apreendidas em análise.

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