3.2 Methods
3.2.3 Particle size analysis
nos mapeamentos cartográficos originados de imagens de satélites
que possui coordenadas amarradas a um modelo matemático que representa a a, latitude, longitude e altitude. Em algumas situações são conhecidas as coordenadas cartográficas
coordenadas geográficas
Um dado georreferenciado é aquele
conhecer as coordenadas geográficas de um ponto, é necessário também saber em qual sistema de referência e modelo matemático ele foi obtido, ou seja, é necessário conhecer em qual sistema geodésico ele se encontra (GEMAEL, 1984).
Devido à variedade de sistemas geodésicos disponíveis, é comum haver confusões por parte daqueles que fazem determinações e, ou, operações
env formações de pontos ou imagens, c
No presente trabalho foi analisado a influência de sistemas e elementos geodésicos de uso comum na comunidade técnica em transformações tipo ortorretificações de imagens de sensores orbitais.
Para ser usado como base de referência, realizou-se um levantamento topográfico digital de um trecho da região, utilizan
TOPCON, partindo-se de marcos com posiçõe
rastreio GPS. Como resultado, gerou-se uma planta digital com curvas de nível e 2 em 2 metros, com coordenadas UTM no sistema WGS 84.
or meio de superposições (overlays) foi confrontado o levantamento
pelos fornecedores) e submetidas a diferentes tratamentos, como: imagem ortorre
Situação 3: superposição do mapa digital resultante do levantamento topográfico com a imagem resultante de georreferenciamento rigoroso (ortorretificação).
olvendo trans artas, etc.
do-se estação total GTS 212 s conhecidas obtidas com d
P
topográfico digital, com as imagens Ikonos II, tipo bruta (tal como é entregue tificada sem falha nos dados; imagem ortorretificada, mas com falha no sistema geodésico dos pontos de controle terrestres; imagem ortorretificada, mas com falha no sistema geodésico do MDE e imagem ortorretificada, mas com as altitudes dos pontos de controle terrestres informada como sendo geodésica, quando deveria ser ortométrica.
A seguir são apresentadas as situações onde foram realizadas superposições do mapa digital usado como referência as diferentes imagens, bruta e ortorretificadas.
Situação 1: superposição do mapa digital resultante do levantamento topográfico com a imagem bruta.
Situação 2: superposição do mapa digital resultante do levantamento topográfico com a imagem resultante de georreferenciamento expedito (ou transformação polinomial simples).
Situação 4: superposição do mapa digital resultante do levantamento topográfico com a imagem gerada com incoerência ao informar sobre sistema geodésico. No processo de ortorretificação, o MDE utilizado encontrava-se no sistem
icação, o MDE utilizado encontrava-se no istema geodésico errado (SAD 69), já os pontos de Controle estavam no
os imóveis rurais e das classes de uso e cobertura da Terra
Para o presente trabalho foram delimitadas as linhas divisórias de 151 ropriedades rurais por meio de entrevistas com proprietários no campo e ndo em mãos a imagem IKONOS II obtida em maio de 2005 devidamente rtorretificada. A área total avaliada foi de aproximadamente 3.600 ha.
Na sequência, foi efetuado o mapeamento do uso e cobertura da terra, omo definição das seguintes classes: cafezal, área agrícola, reflorestamento, A descrição de cada ma delas se encontra na Tabela 9. Para tal foi efetuada uma classificação isual da imagem ortorretificada na tela do computador, seguida de visita a
das que tenham surgido durante a a geodésico correto (WGS 84), já os pontos de Controle terrestres estavam no sistema errado (SAD 69).
Situação 5: superposição do mapa digital resultante do levantamento topográfico com a imagem gerada com incoerência ao informar sobre sistema geodésico. No processo de ortorretif
s
sistema correto (WGS 84)
Situação 6: superposição do mapa digital resultante do levantamento topográfico com a imagem gerada com incoerência ao informar sobre sistema geodésico. No processo de ortorretificação, o MDE encontrava-se no Sistema geodésico correto (WGS 84), os pontos de controle terrestres também estavam no sistema correto (WGS 84), só que os pontos de controle estavam com altitudes geodésicas e não ortométricas como é o caso do MDE. Cabe aqui ressaltar que a ondulação do geoide média da região é 6,76 m.
3.2.8. Mapeamento d
p te o c
pasto limpo, pasto sujo, cobertura florestal e edificações. u
v
campo para sanar possíveis dúvi
classificação. Como resultado desta operação foi obtido um mapa temático no formato vetorial.
Tabela 9 – Definição das classes de cobertura e uso da terra mapeadas na imagem Ikonos II
Classe Temática Chave de Interpretação Descrição
Áreas cobertas com vegetação nativa nos diferentes estágios de
vegetação (capoeira, mata, etc.) Cobertura florestal
Pasto sujo Pequenos arbustos associados à pastagem abandonada
Pasto limpo Áreas transformadas para opastoreio
Cafezal Cultura perene
Área agrícola Culturas anuais (milho, feijão, hortaliças, etc.)
Reflorestamento Áreas com plantio de eucalipto e pinus.
Edificações
Edificações e benfeitorias (Casas de colonos, terreiros de secagens de grãos, tulhas, etc.)
3.2.9.
solução n
Delimitação das áreas de preservação permanente (APPS) e reservas legais
A delimitação das áreas de preservação permanente foi efetuada seguindo a metodologia desenvolvida por Ribeiro et al. (2002, 2005), que
atende às recomendações da Re o 303 do CONAMA, e permite a
delimit
ão; margens dos cursos d’água
olução espacial de 10 m,
studo foi gerado um mapa, no formato vetorial, contendo simplesmente as regiões que se encontra em APP ou não, independente da categoria de APP.
Não tendo informações a respeito do posicionamento das Áreas de Reservas Legais (ARLs) dos imóveis em estudo, foram considerados neste trabalho como apropriado para ARLs as áreas com cobertura florestal correspondente às áreas coberta com vegetação nativa nos diferentes estágios de vegetação (capoeira, mata, etc.).