6. The Panama Canal Transit Reservation System
6.4 Transit Booking Slot Auction
De tal modo que, os Estados situados acima da curva possuem desvios positivos da renda per capita em relação ao seu valor esperado, os maiores são Tocantins, Roraima, Maranhão e Mato Grosso. Por outro lado, os Estados com o pior
0 0,5 1 1,5 2 2,5 3 0 2 4 6 8 10 12 14
Gráfico 7 - Regressão - Teste da
Convergência
Acre Alagoas Amazonas
Amapá Bahia Ceará
Distrito Federal Espírito Santo Goiás
Maranhão Minas Gerais Mato Grosso do Sul
Mato Grosso Pará Paraíba
Pernambuco Piauí Rio de Janeiro Rio Grande do Norte Rondônia Roraima Rio Grande do Sul Santa Catarina Sergipe São Paulo Tocantins Série27
38 desempenho em relação ao esperado foram Amazonas, Pernambuco e Rio Grande do Sul.
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Conclusão
Os Estados brasileiros apresentaram no período estudado, de 1997 a 2008, significativo crescimento econômico com grande incorporação de mão-de-obra em trabalho qualificado, isso se reflete no aumento do grau de mobilização do capital humano (o índice que apresenta o melhor desempenho), ou seja, mais pessoas estão envolvidas com a produção, e assim, acarretando uma melhora na distribuição da renda e, consequentemente, nos índices de desenvolvimento.
Além disso, como já foi observado no capítulo três, foram sintetizadas na tabela 9 as tendências encontradas para dois períodos, de 1997 a 2002 e 2003 a 2008, a maioria dos Estados foram classificados como convergentes (tanto para cima quanto para baixo), e a distribuição da frequência dos índices ji, na tabela 8, também mostrou
melhora na distribuição de renda.
Todavia, no terceiro capítulo, o teste de convergência – se a taxa de crescimento do PIB per capita de um Estado é relacionada negativamente com seu valor inicial – mostrou que a hipótese de que os Estados possuem uma tendência de convergência não é significativa estatisticamente, e ainda possuem um R-quadrado muito irrelevante, sendo o oposto ao encontrado nos estudo de Diniz e Ferreira, em 1995, mostrado no primeiro capítulo, onde os Estados eram convergentes em sua trajetória de crescimento para os anos entre 1970 a 1985.
Essa discrepância dos resultados mostra que essa tendência de convergência não se manteve após 1985, ficando mais próximo dos resultados encontrados no estudo realizado por Casagrande e Fernandes (2000), elaborado para as regiões de governo e administrativa do Estado de São Paulo, sendo que as reformas feitas na economia nos 90 afetaram negativamente o desempenho e a trajetória de crescimento das diferentes econômicas regionais, reformas estas que mantêm contraditoriamente desenvolvimento e exclusão econômica e social.
Em relação às regiões geográficas, o resultado foi o mesmo encontrado no estudo de 1995, de Diniz e Ferreira, devido à proximidade regional e características em comum, as disparidades regionais dentro de uma região são menores e tendem a diminuir ao longo do tempo.
40 Outro resultado importante para as regiões é a elaboração do índice agregado “L” para o país, com e sem a Região Nordeste (na tabela 10), o índice de disparidade “L” cai quase pela metade, evidenciando o abismo entre as regiões. Além do mais, como foi visto no segundo capitulo, a dispersão da renda per capita aumentou, os Estados cresceram, mas de forma desigual, ou seja, vantagens obtidas por Estados mais avançados acarretam aprofundamentos das disparidades, sem políticas públicas de compensação regional que atenuem as disparidades regionais, de transferência de renda que façam “valer” o pacto federativo, sem isso não há possibilidade alavancar a integração econômica do país.
Por fim, seguindo essa linha, existe a necessidade de maior integração das metas e planejamento das diferentes regiões do Brasil, de ativa intervenção governamental, respeitando as características singulares das mesmas, visto que a ação isolada pode acarretar diferenças substanciais entre as regiões na geração de riqueza.
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