8 Vedlegg 1: Klimatiske forutsetninger og endring av palsmyrer i tid og rom
8.3 Palsmyrdynamik
Na Tabela 17 e no Gráfico 10 são apresentados os resultados obtidos para a temperatura de amolecimento Vicat dos compostos.
Tabela 17 – Resultados obtidos para os ensaios da Temperatura de Amolecimento Vicat.
COMPOSTO TEMPERATURA DE AMOLECIMENTO VICAT (oC) Composto 1 – C1 (PET/10% NF) 221,8±0,9 Composto 2 – C2 (PET/11% NF) 226,1±3,2 Composto 3 – C3 (PET/12% NF) 231,8±0,3 Composto 4 – C4 (PET/15% NF) 229,3±1,4 Composto 4 – C5 (PREMIX PP) 100,6±1,9 Composto 5 – C6 (PREMIX PS) 99,8±0,4
Gráfico 10 – Temperatura de Amolecimento Vicat (°C) dos compostos PREMIX PP e PREMIX PS e dos compostos de PET contendo NF.
Por meio dos resultados obtidos pode-se observar que:
Quanto maior a concentração de NF maior a temperatura de amolecimento Vicat apresentada pelos compostos de PET/NF, exceto no composto PET/15%NF onde o valor obtido (229,3°C) é 1,09% menor do que o maior valor encontrado no PET/12% NF (231,8°C). A presença do NF aumenta a estabilidade térmica dos compostos de PET quando carregados na faixa de 10 a 12% NF. Provavelmente, para concentrações maiores que 12% o NF diminui a interação entre as cadeias poliméricas;
Comparando a temperatura de amolecimento Vicat apresentado pelo PET/12% NF com a HDT dos demais compostos a base de PET, este apresenta uma HDT 4,5% maior que a apresentada pelo composto PET/10% NF; 2,5% maior do que a apresentada pelo composto PET/11% NF e apenas 1,08% maior do que a apresentada pelo composto PET/15% NF.
Comparando a temperatura de amolecimento Vicat do PET/12% NF com a HDT apresentada pelos compostos PREMIX PP e PREMIX PS, este apresenta uma HDT 30,42% maior que a apresentada pelo PREMIX PP e 32,26% maior que a apresentada pelo PREMIX PS. 100,6 99,8 221,8 226,1 231,8 229,3 0 50 100 150 200 250 PREMIX PP PREMIX PS PET 10% NF PET 11% NF PET 12% NF PET 15% NF T e mpe ra tu ra ( °C ) PREMIX PP PREMIX PS PET 10% NF PET 11% NF PET 12% NF PET 15% NF
4.4.3 Análise dos Ensaios Dinâmico Mecânico - DMA
Os termogramas 1 a 6 e na Tabela 18 são apresentados os resultados para os ensaios de DMA dos compostos obtidos.
Termograma 1 – Termograma obtido para o ensaio de DMA do composto PET/10%NF.
Termograma 3 – Termograma obtido para o ensaio de DMA do composto PET/12%NF.
Termograma 5 – Termograma obtido para o ensaio de DMA do composto PREMIX PP.
Tabela 18 – Temperatura de transição vítrea (Tg) e tan δ dos compostos obtidos. COMPOSTO TEMPERATURA DE TRANSIÇÃO VÍTREA (Tg) (oC) tan δ Composto 1 – C1 (PET/10% NF) 63,0 0,87 Composto 2 – C2 (PET/11% NF) 63,9 1,14 Composto 3 – C3 (PET/12% NF) 64,5 1,15 Composto 4 – C4 (PET/15%NF) 60,8 0,73 Composto 5 – C5 (PREMIX PP) -71,3 0,59 Composto 6 – C6 (PREMIX PS) 82,5 1,44
Por meio dos resultados obtidos pode-se observar que:
Quanto maior a concentração de NF maior a temperatura de transição vítrea (Tg) e a tan δ apresentada pelos compostos de PET/NF, exceto no composto PET/15% NF, onde o resultado encontrado (60,8°C) é menor do que o maior valor encontrado (64,5°C) no PET/12%NF. A presença do NF aumenta a interação entre as cadeias de PET e diminui suas propriedades elásticas. Provavelmente, para concentrações maiores que 12% o NF diminui a interação entre as cadeias poliméricas;
Comparando a temperatura de transição vítrea (Tg) e a tan δ apresentada pelos compostos de PET/NF com o PREMIX PS, estes apresentam temperatura de transição vítrea (Tg) menor e maior elasticidade;
Comparando a temperatura de transição vítrea (Tg) e a tan δ apresentada pelos compostos de PET/NF com o PREMIX PP, estes apresentam temperatura de transição vítrea (Tg) maior e menor elasticidade.
4.5 ANÁLISE DAS PROPRIEDADES ELÉTRICAS – ENSAIO DE RESISTIVIDADE Na Tabela 19 e no Gráfico 11 são apresentados os resultados obtidos para a resistividade elétrica dos compostos.
Tabela 19 – Resultados obtidos para os ensaios de resistividade elétrica. COMPOSTO RESISTIVIDADE (Ohms) Composto 1 – C1 (PET/10% NF) 1010±102 Composto 2 – C2 (PET/11% NF) 109±101 Composto 3 – C3 (PET/12% NF) 108±101 Composto 4 – C4 (PET/15% NF) 106±101 Composto 4 – C5 (PREMIX PP) 106±101 Composto 5 – C6 (PREMIX PS) 106±101
Gráfico 11 - Resistividade média (Ohms) dos compostos PREMIX PP e PREMIX PS e dos compostos PET/NF (% em massa).
Por meio dos resultados obtidos pode-se observar que:
Quanto maior a concentração de NF menor é a resistividade apresentada pelos compostos. A presença do NF aumenta a condutividade dos compostos à base de PET/NF;
Nas concentrações estudadas os compostos a base de PET/NF apresentam propriedades dissipativas;
Comparando a resistividade apresentada pelos compostos de PET/NF com o PREMIX PP e o PREMIX PS, estes apresentam maior resistividade, exceto o PET/15% NF que possui
1,00E+06 1,00E+06 1,00E+10 1,00E+09 1,00E+08 1,00E+06 1,00E+00 1,00E+01 1,00E+02 1,00E+03 1,00E+04 1,00E+05 1,00E+06 1,00E+07 1,00E+08 1,00E+09 1,00E+10 1,00E+11 PREMIX PP PREMIX PS PET 10% NF PET 11% NF PET 12% NF PET 15% NF R e si si ti v id a d e (Oh ms) PREMIX PP PREMIX PS PET 10% NF PET 11% NF PET 12% NF PET 15% NF
resistividade igual a 106 Ohms. Portanto, o PET/15% NF possui resistividade igual aos compostos PREMIX PP e o PREMIX PS.
4.6 ANÁLISE DAS PROPRIEDADES MORFOLÓGICAS
Nos subitens 4.6.1 a 4.6.2 são apresentados e discutidos os resultados das propriedades morfológicas encontradas após a microscopia eletrônica de varredura e difração de raios X.
4.6.1 Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV)
A morfologia dos compostos foi estudada a partir das superfícies obtidas por meio dos ensaios de impacto realizados a temperatura ambiente em razão dos compostos apresentarem baixa absorção ao impacto.
As micrografias de 1 a 12 apresentam as imagens obtidas para os diferentes compostos.
Micrografia 1 - Imagem obtida por microscopia eletrônica de varredura – MEV, após ensaio de impacto para a amostra PET/10% NF. Ampliação de 30X.
Micrografia 2 - Imagem obtida por microscopia eletrônica de varredura – MEV, após ensaio de impacto para a amostra PET/10% NF. Ampliação de 1000X.
Micrografia 3 - Imagem obtida por microscopia eletrônica de varredura – MEV, após ensaio de impacto para a amostra PET/11% NF. Ampliação de 30X.
Micrografia 4 - Imagem obtida por microscopia eletrônica de varredura – MEV, após ensaio de impacto para a amostra PET/11% NF. Ampliação de 1000X.
Micrografia 5 - Imagem obtida por microscopia eletrônica de varredura – MEV, após ensaio de impacto para a amostra PET/12% NF. Ampliação de 30X.
Micrografia 6 - Imagem obtida por microscopia eletrônica de varredura – MEV, após ensaio de impacto para a amostra PET/12% NF. Ampliação de 1000X.
Micrografia 7 - Imagem obtida por microscopia eletrônica de varredura – MEV, após ensaio de impacto para a amostra PET/15% NF. Ampliação de 30X.
Micrografia 8 - Imagem obtida por microscopia eletrônica de varredura – MEV, após ensaio de impacto para a amostra PET/15% NF. Ampliação de 1000X.
Micrografia 9 - Imagem obtida por microscopia eletrônica de varredura – MEV, após ensaio de impacto para a amostra PREMIX PP. Ampliação de 33X.
Micrografia 10 - Imagem obtida por microscopia eletrônica de varredura – MEV, após ensaio de impacto para a amostra PREMIX PP. Ampliação de 1000X.
Micrografia 11 - Imagem obtida por microscopia eletrônica de varredura – MEV, após ensaio de impacto para a amostra PREMIX PS. Ampliação de 30X.
Micrografia 12 - Imagem obtida por microscopia eletrônica de varredura – MEV, após ensaio de impacto para a amostra PREMIX PS. Ampliação de 1000X.
Por meio das micrografias obtidas pode-se observar que: Houve uma boa dispersão do NF nos compostos obtidos;
Na micrografia 2 observam-se pontos mais escuros de tamanho e distribuição uniformes. Estes pontos mais escuros são os espaços vazios deixados pelas partículas de NF destacadas durante o ensaio de impacto;
Quanto maior a concentração de NF maior o tamanho dos espaços vazios deixados pelas partículas de NF destacadas durante o ensaio de impacto, mostrando que quanto maior a concentração de NF maior a dificuldade da dispersão das partículas de NF na matriz polimérica;
Os compostos à base de PET carregados com NF e o composto PREMIX PS, apresentam superfícies mais uniformes que as apresentadas pelo PREMIX PP.
O Quadro 4 mostra um comparativo entre as microestruturas dos compostos obtidos por meio das micrografias com aumentos de 500, 5000 e 10000 vezes.
Quadro 4 – Comparativo entre as microestruturas dos compostos obtidos por meio das micrografias com aumentos de 500, 5000 e 10000 vezes. As micrografias com índice A correspondem ao composto PET/10%NF, as micrografias com índice B correspondem ao composto PET/11%NF, as micrografias com índice C correspondem ao composto PET/12%NF, as micrografias com índice D correspondem ao composto PET/15% NF, as micrografias com índice E correspondem ao composto PREMIX PP e as micrografias com índice F correspondem ao composto PREMIX PS. As micrografias com índice 1 correspondem ao aumento de 500 vezes, as micrografias com índice 2 correspondem ao aumento de 5000 vezes e as micrografias com índice 3 correspondem ao aumento de 10000 vezes.
Conforme pode ser observado no Quadro 4 a distribuição do NF em todos os compostos se mostra uniforme, sendo que o composto PET/12% NEF é o que apresenta microestrutura mais semelhante a do PREMIX PP e a do PREMIX PS.
4.6.2 Difração de Raios X
O Difratograma 1 apresenta os resultados obtidos na difração de raios X para os compostos obtidos.
Difratograma 1 – Espectros de raios X contínuo e característico para os compostos à base de PET carregados com NF e para os compostos PREMIX PP e PREMIX PS.
Por meio dos espectros obtidos pode-se observar que: Os compostos à base de PET carregados com NF são amorfos;
Para os compostos à base de PET carregado com NF, não houve variação no difratograma em razão do aumento da concentração de NF, porém, há variação no índice de fluidez para estes compostos que pode ser relacionado a sua cristalinidade;
O único composto que apresenta certa cristalinidade é o PREMIX PP, onde o pico apresentado no difratograma é característico para substâncias cristalinas;
De acordo com o banco de dados do International Center for Diffraction Data (ICDD) que contém informações cristalográficas básicas e algumas propriedades físicas de vários compostos, a substância encontrada no composto PREMIX PP que caracteriza o pico encontrado no difratograma, trata-se do composto orgânico 2-oxo-1-pirrolidina acetamida (C6H10N2O2).
O difratograma 2 apresenta os resultados obtidos na consulta ao banco de dados do ICDD.
Difratograma 2 – Espectros de raios X contínuos e característicos obtidos na consulta ao banco de
5 CONCLUSÕES
Este trabalho permitiu uma melhor compreensão a respeito dos compostos à base de PET carregado com NF e dos compostos PREMIX PP e PREMIX PS nas propriedades mecânicas, térmicas, reológicas, elétricas e morfológicas. Sendo assim, após os ensaios realizados e análise dos dados, foi possível concluir que:
É viável a utilização do composto PET/15% NF para o transporte e armazenagem de embalagens para componentes eletrônicos, visto que a adição de NF tornou o polímero menos resistivo, enquadrando-o como dissipativo e alcançando os mesmos valores que os compostos PREMIX PP e PREMIX PS. Esta característica o torna hábil para confecção de embalagens e utilização em áreas protegidas ESD a fim de evitar descargas elétricas e danificar componentes eletrônicos.
Analisando-se o índice de fluidez, nota-se que com o aumento da concentração de NF para os compostos à base de PET, diminuiu-se a resistência ao escoamento e consequentemente sua cristalinidade. Fica evidente tal fato, quando se verificou que o único composto cristalino (PREMIX PP), possui a maior resistência ao escoamento que os demais compostos.
Com relação aos ensaios mecânicos, os compostos à base de PET carregados com NF apresentaram maior resistência à tração e à flexão, maior alongamento na ruptura e maior dureza do que os apresentados pelos compostos PREMIX PP e PREMIX PS, porém, a resistência ao impacto dos compostos à base de PET foi menor do que os apresentados pelos compostos PREMIX PP e PREMIX PS. O aumento da concentração de NF aumentou à resistência a tração dos compostos a base de PET, onde os valores obtidos de resistência à tração são muito superiores aos valores obtidos para os compostos PREMIX PP e PREMIX PS. O aumento da concentração de NF aumentou a deformação máxima na ruptura dos compostos à base de PET, onde os valores obtidos de deformação são muito superiores aos valores obtidos para os compostos PREMIX PP e PREMX PS. Em razão deste fato, constatou-se que o aumento da concentração de NF diminuiu a cristalinidade dos compostos à base de PET. O aumento da concentração de NF diminuiu o módulo de elasticidade dos compostos à base de PET, onde os valores obtidos do módulo de elasticidade são muito superiores aos valores obtidos para os compostos PREMIX PP e PREMX PS. Por causa deste resultado, constatou-se que o aumento da concentração de NF diminuiu a rigidez do composto e consequentemente sua cristalinidade. O aumento da concentração de NF aumentou a resistência ao impacto dos compostos à base de PET, onde os valores obtidos são muito
inferiores aos valores obtidos para os compostos PREMIX PP e PREMIX PS. O aumento da concentração de NF aumentou a dureza dos compostos à base de PET, onde os valores obtidos são superiores aos valores obtidos para os compostos PREMIX PP e PREMIX PS.
A análise das propriedades térmicas mostrou resultados coerentes com os demais ensaios realizados. A temperatura de amolecimento VICAT mostrou que a taxa de aquecimento do material não alterou suas propriedades de dureza. Com a análise dinâmico mecânico (DMA), notou-se que o único material cristalino (PREMIX PP) que possui maior resistência ao escoamento, além de possuir uma Tg abaixo de zero grau (-71,3ºC) que é característico do polímero PP, foi encontrado de forma única em relação aos outros compostos no termograma 5, o valor de Tm 86,4ºC. Este valor encontrado explica a fusão dos cristais do polímero nesta temperatura onde as cadeias poliméricas estão todas móveis e encontram-se no estado físico viscoso (ou fundido).
A aparência dos compostos à base de PET carregado com NF mostrou-se mais brilhante do que os compostos PREMIX PP e PREMIX PS. Não foi notada nenhuma variação nas tonalidades dos compostos a base de PET em razão do aumento da concentração de NF.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ABIPET. Associação Brasileira da Indústria do PET – Panorama do setor.
Disponível em: http://www.abipet.org.br/index.html?method=mostrarInstitucional&id=36. Acesso em: 01/05/2013.
ABIQUIM. Associação Brasileira da Indústria Química – A Indústria Química Brasileira. Disponível em: http://www.abiquim.org.br/pdf/indQuimica/AIndustriaQuimica-
SobreSetor.pdf. Acesso em: 08/07/2013.
ABRE. Associação Brasileira de Embalagem. O Setor: Dados de mercado.
Disponível em: http://www.abre.org.br/setor/dados-de-mercado/. Acesso em: 23/02/2013. ASTM. American Society for Testing and Materials. Annual book of ASTM standards. West Conshohocken: ASTM, 1997. v. 08.01 Plastics.
BNDES. Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. Polipropileno, 1995. Disponível em:
http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/export/sites/default/bndes_pt/Galerias/Arquivos/conhec imento/bnset/polipr2a.pdf. Acesso em: 07/07/2013.
BNDES. Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. Comparação do desempenho ambiental da produção do negro de fumo com a implementação de ações de Controle Ambiental. Complexo Químico, 1998. Informe Setorial Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES). Área de Operações Industriais, Negro de Fumo. p. 1-5. BRADY, G.S; CLAUSER, H.R; VACCARI, J.A. Materials handbook. 15ª ed. Nova York: Ed. McGraw-Hill., 2004.
BURGO, T.A.L.; DUCATI, T.R.D.; FRANCISCO, K.R.; CLINCKSPOOR, K.J.; GALEMBECK, F.; LANGMUIR, S.E. Triboelectricity: Macroscopic Charge Patterns Formed by Self-Arraying Ions on Polymer Surfaces. v.28 (19), p.7407-7416, DOI: 10.1021/la301228j.
Disponível em: http://pubs.acs.org/doi/pdfplus/10.1021/la301228j. Acesso em: 03/03/2012. CALLISTER, W.D. Ciência e engenharia de materiais: uma introdução. 5ª ed. Rio de Janeiro: Ed. LTC., 2002.
CANEVAROLO JUNIOR, S.V. Ciência dos polímeros: um texto básico para tecnólogos e engenheiros. 1ª ed. São Paulo: Ed. Artliber., 2002.
CASSU, S.N.; FELISBERTI, M.I. Comportamento dinâmico-mecânico e relaxações em polímeros e blendas poliméricas. Química Nova, v. 28, n. 2, p. 255-263, 2005.
CERVONE, A.A. Storage requirements (shelf life) for components.
Disponível em: http://www.lineagepower.com/docs/StorageRequirements.pdf . Acesso em: 17/02/2013.
CRIPPA, A.; SYDENSTRICKER, T.H.D.; AMICO, S.C. Desempenho de Filmes
Multicamadas em Embalagens Termoformadas. Polímeros Ciência e Tecnologia. v. 17, n.3, p. 188-193, 2007.
DAHMAN, SAM. J. All Polymeric Compounds: Conductive and Dissipative Polymers in ESD Control Materials. RTP Company, East Front St., Winona, 2003.
DALPIAZ, G. Estudo do efeito de cargas em compósitos poliméricos particulados em matriz de polipropileno. Tese de doutorado (Engenharia de Minas, metalúrgica e de materiais), Escola de Engenharia da UFRGS, Rio Grande do Sul, 2006.
DE PAOLI, M.A. Degradação e Estabilização de Polímeros - 2ª versão on-line – 2008. Disponível em: http://www.chemkeys.com/blog/wp-content/uploads/2008/09/polimeros.pdf Acesso em: 01/05/2013.
DONNET, J.B.; BANSAL, R.C.; WANG, M.J. Carbon Black: Second Edition, Revised and Expanded. Science and Technology. New York: Marcel Dekker, 1993.
ENGINEERING NEWS. How to electricity conducting plastics will change life.
Disponível em: http://www.engineeringnews.co.za/article/how-electricityconducting-plastics- will-change-life-2002-04-19.Acesso em: 01/05/2013.
ESD ASSOCIATION STANDARD - ANSI/ESD S541-2008 – For the Protection of Electrostatic Discharge Susceptible Items - Packaging Materials for ESD Sensitive Items. New York, 2008. 25p.
ESD STANDARDS. An annual Progress Report. ANSI/ESD S8.1-2012 symbols – ESD awareness.
Disponível em: http://www.esda.org/documents/StandardsUpdate2011.pdf. Acesso em: 23/02/2013.
FABRIS, S. FREIRE, M.T.A.; REYES, F.G. Embalagens Plásticas: tipos de materiais, contaminação de alimentos e aspectos de legislação. Revista Brasileira de Toxicologia, São Paulo, v. 19, n. 2, p. 59-70, 2006.
FISCHER, N. Polímeros versáteis.
Disponível em: http://www.piniweb.com.br/construcao/noticias/polimeros-versateis-83614- 1.asp. Acesso em: 13/05/2012.
FRIED, J.R. Polymer Science and Technology. New Jersey: Prentice hall, 1995.
GIROTTO, E. M; SANTOS, I. A. Medidas de Resistividade Elétrica DC em Sólidos: como efetuá-las corretamente. Química Nova, São Paulo, v. 25, n. 4, p.639-647, Agosto 2002. GUEDES, B; FILKAUSKAS, M.E. O Plástico. Livros Érica, São Paulo, 1986.
IC Packages Data Handbook, Chapter 3: Handling Precautions, NXP.
Disponível em: http://ics.nxp.com/packaging/handbook/pdf/pkgchapter3.pdf . Acesso em: 12/02/2013.
IWASAKI, A.N. Estudo Comparativo de propriedades mecânicas de elastômeros utilizando a quitina como carga reforçante. 2000. Dissertação (Pós Graduação Em Engenharia de
Materiais) - Universidade Presbiteriana Mackenzie. KAHN, H. Difração de raios X.
Disponível em:
http://www.angelfire.com/crazy3/qfl2308/1_multipart_xF8FF_2_DIFRACAO.pdf. Acesso em 23/10/2013.
LINEAGE POWER – Storage requirements (shelf life) for components. Dallas, 2010. 27p. MAIA, D.; DE PAOLI, M.; ALVES, O.; ZARBIN, A.; NEVES, S. Síntese de polímeros condutores em matrizes sólidas hospedeiras.
Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/qn/v23n2/2120.pdf . Acesso em: 20/05/2012.
MARK, H. F.; KROSCHWITZ, J.I. Encyclopedia of polymer science and engineering. 2ª ed. Universidade de Michigan: Ed. John Wiley & Sons., 1990.
MENDIETA-TABOADA, O.; CARVALHO, R. A. SOBRAL, P.J. Análise dinâmico- mecânica: aplicações em filmes comestíveis. Química Nova, v. 31, n. 2, p. 384-393, 2008. MITCHELL, B.S. An introduction to materials engineering and science: for chemical and materials engineers. 1ªed. on line: John Wiley & Sons, Inc. 2004.
MONTENEGRO, R.; MONTEIRO, D.; PAN, S. K. Resina PET para recipientes, AO1/GESET4- 09/1996.
Disponível em:
http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/export/sites/default/bndes_pt/Galerias/Arquivos/conhec imento/bnset/repet8.pdf. Acesso em: 02/05/2013
RODA, D. T.; Tudo sobre plásticos: Pigmentos inorgânicos – Negro de fumo. Disponível em: http://www.tudosobreplasticos.com/pigmentos/negrodefumo.html. Acesso em: 22/05/2012.
SIMPEP. Simpósio de Engenharia de Produção. Austin Setorial Plásticos, 2010.
Disponível em: http://simpep.com.br/wp/wp-content/uploads/2011/04/pesquisa-Austin-II.pdf. Acesso em: 08/07/2013.
SMRCKA, K. How electricity-conducting plastics will change life.
Disponível em: http://www.engineeringnews.co.za/article/how-electricityconducting-plastics- will-change-life-2002-04-19 . Acesso em: 16/02/2013.
ULRICH, R. K. Advanced electronic packaging. 2ª ed. Nova York: Ed. John Wiley & Sons, 2006.
UNICAMP. Universidade Estadual de Campinas. Blenda de Polímeros Condutores: Preparação e Propriedades.
WALLACE, G.G.; SPINKS, G.M.; KANE-MAGUIRE, L.A.P.; TEASDALE, P.R. Conductive electroactive polymers: intelligent materials systems. 2ª ed. Florida: Ed. CRC Press, 2003.
WEITZ, S. Electro-Tech System. Trends in ESD Test Methods.
Disponível em: http://www.electrotechsystems.com/articles/10.pdf. Acesso em: 03/03/2013. ZOPPI, R.A.; DE PAOLI, M.A. Aplicações tecnológicas de polímeros intrinsecamente condutores: perspectivas atuais. Química Nova, v. 16, n. 6, p. 560-569, 1993.