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3  Områdedata - Goahteluoppal

3.4  Overvåkingsdata fra 2006

Após a os ensaios de resistência à compressão axial, foi realizada uma Microscopia Eletrônica de Varredura em amostras do concreto com microesferas ocas de vidro fraturadas, resultantes dos ensaios de resistência à compressão axial.

A Figura 4 mostra imagens com ampliação de 30x da face fraturada do concreto com microesferas ocas de vidro.

Figura 4: Micrografias Eletrônicas de Varredura de superfície da face fraturada de amostras de concreto com microesferas ocas de vidro (30x)

Foi obtido também, o espectro da amostra de concreto, para identificar melhor as microesferas ocas de vidro (Figuras 5 e 6).

Figura 5: Espectro de EDS realizado sobre amostra de concreto com microesferas ocas de vidro Live Time: 30.0 sec.

Acc.Voltage: 20.0 kV Take Off Angle: 35.0 deg.(EDS)

Take Off Angle: 0.0 deg.(WDS) Detector: UltraDry

Figura 6: Resultados do Espectro de EDS realizado sobre amostra de concreto com microesferas ocas de vidro

As imagens submetidas aos Microscópio Eletrônico de Varredura para a obtenção do espectro são exibidas a seguir. Na Figura 7 é a imagem em si e na Figura 8 é a mesma imagem com a sílica destacada em roxo.

Figura 7: Imagem do Espectro de EDS realizado sobre amostra de concreto com microesferas ocas de vidro (3750x)

Figura 8: Imagem do Espectro de EDS realizado sobre amostra de concreto com microesferas ocas de vidro com o silício destacado em roxo

Figura 9: Imagens do Espectro de EDS realizado sobre amostra de concreto com microesferas ocas de vidro com os componentes destacados com cores

A Figura 9 mostra diversas imagens com os componentes destacados em diferentes cores.

Figura 10: Imagens do Espectro de EDS realizado sobre amostra de concreto identificando uma microesfera oca de vidro (1500x)

Além do espectro exibido na Figura 7, foi realizado também a análise sobre outra imagem (Figura 10) da amostra para confirmar a identificação da microesfera oca de vidro na amostra. Na Figura 11 abaixo, a microesfera oca de vidro identificada foi medida, apresentando um diâmetro de aproximadamente 50 µm.

Figura 11: Micrografias Eletrônicas de Varredura de Microesfera oca de vidro intacta presente no concreto (1500x)

Além da imagem da microesfera oca de vidro exibida na micrografia da Figura 11, foi obtida também a micrografia da superfície da microesfera de vidro com suas imperfeições, exibida na Figura 12 a seguir. Assim como a aderência da microesfera oca de vidro com a pasta de cimento no concreto (Figura 13).

Figura 12: Micrografias Eletrônicas de Varredura da Superfície da Microesfera destacando uma imperfeição na forma de fissura (12.000x)

Figura 13: Micrografias Eletrônicas de Varredura da acoplagem microesfera e matriz (37.000x)

Observa-se na Figura 14, que a microesfera oca de vidro não se fragmentou durante a mistura do concreto, se mantendo intacta no concreto endurecido.

Figura 14: Micrografias Eletrônicas de Varredura da Microesfera oca de vidro intacta presente no concreto (7.000x)

Na micrografia da Figura 15 observa-se um poro do concreto endurecido, que se apresenta maior que as microesferas ocas de vidro.

Figura 16: Micrografias Eletrônicas de Varredura da matriz do concreto (1.000x)

Na micrografia da Figura 16 observa-se a matriz do concreto endurecido, que se apresenta maior que as microesferas ocas de vidro.

5 CONCLUSÃO

A análise comparativa dos resultados obtidos nos ensaios e discutidos permite concluir que a adição de microesferas ocas de vidro, aumentou a resistência à compressão, porém, ao aumentar a dosagem de 1% para 3%, percebeu-se uma pequena diminuição (2,31MPa) aos 28 dias de cura.

Importante destacar que, a trabalhabilidade do concreto, medida através do slump test, melhorou ao adicionar as microesferas ocas de vidro, comparada ao concreto com traço piloto (sem microesferas ocas de vidro. Porém, apresentou-se substancialmente reduzida, não apresentando qualquer melhora de trabalhabilidade, ao aumentar a quantidade de microesfera oca de vidro na dosagem, e/ou diminuindo a relação água/cimento para 0,35. O aumento da relação água/cimento de 0,35 para 0,41 aumenta a trabalhabilidade em 131,25mm. A troca do aditivo MIRA111 pelo Adiment Premium resultou num aumento de 83,75mm na trabalhabilidade .

Tendo em vista que “quanto maior a velocidade de onda, maior será a compacidade do concreto” (LORENZI et al., 2003). No caso dos resultados do Ultrassom do concreto, foi possível observar que, aumentando a quantidade de microesfera oca de vidro na dosagem, a velocidade de propagação de onda ultrassônica diminuiu. Ou seja, ao aumentar a quantidade de microesferas de vidro na dosagem, a compacidade e a homogeneidade do concreto diminui. O aumento da relação água/cimento e a troca do aditivo MIRA111 pelo Adiment Premium, resultou numa diminuição da qualidade do concreto também.

Sendo assim, ao aumentar a quantidade de microesferas ocas de vidro de 1% para 3%, observou-se que a resistência à compressão aos 28 dias, a velocidade ultrassônica e a trabalhabilidade diminuíram. Observou-se também que ao aumentar a relação água/cimento de 0,35 para 0,41, a resistência à compressão aos 28 dias e a velocidade ultrassônica diminuíram, e a trabalhabilidade aumentou. E ao trocar o aditivo MIRA 111 pelo Adiment Premium, a resistência à compressão aos 28 dias e a trabalhabilidade aumentaram, e a velocidade ultrassônica diminuiu.

No caso do Ultrassom e da Resistência à Compressão, foram analisados também os módulos de Weibull, resultando nas seguintes observações: tanto o aumento da quantidade de microesfera de vidro de 1% para 3%, como o aumento da relação água/cimento de 0,35 para 0,41 e a troca do aditivo MIRA111 pelo Adiment Premium, resultou no aumento do valor do módulo de Weibull. Tendo em vista que o módulo de Weibull fornece a informação do espalhamento dos dados em relação à tensão característica, quanto maior o

módulo de Weibull, menor o espalhamento dos dados e portanto, mais homogênea a microestrutura do material.

Nas micrografias realizadas, percebe-se que as microesferas ocas de vidro não se fragmentaram durante a mistura do concreto, se mantendo intactas no concreto endurecido. Observou-se também, que os poros do concreto endurecido, se apresentam maiores que as microesferas ocas de vidro, o que pode explicar o aumento da resistência.

6 SUGESTÕES PARA TRABALHOS FUTUROS

Em trabalhos em andamento, os efeitos do elemento mais representativo nas composições analisadas poderão ser objeto de um estudo detalhado com a variação das concentrações na composição da massa de concreto. Outra opção seria promover uma alteração na forma de adição dos componentes, adicionando-se a microesfera oca de vidro ao concreto antes da adição de água, permitindo ao material homogeneizar-se à massa cimentícea.

REFERÊNCIAS

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APÊNDICE A T01A CP σ (MPa) Freq. ln σ lnln(1/(1-F)) 1 16 45,8 0,09 3,82 -2,35 2 8 46,2 0,18 3,83 -1,61 3 7 48,4 0,27 3,88 -1,14 4 11 50,4 0,36 3,92 -0,79 5 15 50,9 0,45 3,93 -0,50 6 10 51,7 0,55 3,95 -0,24 7 14 51,8 0,64 3,95 0,01 8 13 55,1 0,73 4,01 0,26 9 9 57,6 0,82 4,05 0,53 10 12 58,6 0,91 4,07 0,87

Quadro 23: Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de resistência à compressão nos corpos de prova da dosagem T01A

Figura 17: Gráfico da Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de resistência à compressão nos corpos de prova da dosagem T01A

σcaract = ℮(45,70/11,47) = 53,75MPa

No Quadro 23, foram listados os resultados do ensaio de resistência à compressão aos 28 dias de cura do concreto com a dosagem T01A. A tensão característica da resistência à compressão obtido pela Distribuição de Weibull foi 53,75 MPa.

APÊNDICE B T01B CP σ (MPa) Freq. ln σ lnln(1/(1-F)) 1 10 41,1 0,09 3,72 -2,35 2 14 46,2 0,18 3,83 -1,61 3 9 46,9 0,27 3,85 -1,14 4 8 47,8 0,36 3,87 -0,79 5 15 49 0,45 3,89 -0,50 6 13 49,4 0,55 3,90 -0,24 7 16 49,7 0,64 3,91 0,01 8 7 50,3 0,73 3,92 0,26 9 12 50,9 0,82 3,93 0,53 10 11 53,3 0,91 3,98 0,87

Quadro 24: Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de resistência à compressão nos corpos de prova da dosagem T01B

Figura 18: Gráfico da Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de resistência à compressão nos corpos de prova da dosagem T01B

σcaract = ℮(53,59/13,68) = 50,14MPa

No Quadro 24, foram listados os resultados do ensaio de resistência à compressão aos 28 dias de cura do concreto com a dosagem T01B. A tensão característica da resistência à compressão obtido pela Distribuição de Weibull foi 50,14 MPa.

APÊNDICE C T02A CP σ (MPa) Freq. ln σ lnln(1/(1-F)) 1 13 25,5 0,09 3,24 -2,35 2 10 39,3 0,18 3,67 -1,61 3 16 40,6 0,27 3,70 -1,14 4 14 41,8 0,36 3,73 -0,79 5 12 43,5 0,45 3,77 -0,50 6 11 45,6 0,55 3,82 -0,24 7 9 46,4 0,64 3,84 0,01 8 7 46,9 0,73 3,85 0,26 9 8 47,1 0,82 3,85 0,53 10 15 47,5 0,91 3,86 0,87

Quadro 25: Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de resistência à compressão nos corpos de prova da dosagem T02A

Figura19: Gráfico da Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de resistência à compressão nos corpos de prova da dosagem T02A

σcaract = ℮(17,97/4,682) = 46,51MPa

No Quadro 25, foram listados os resultados do ensaio de resistência à compressão aos 28 dias de cura do concreto com a dosagem T2A. A tensão característica da resistência à compressão obtido pela Distribuição de Weibull foi 46,51 MPa.

APÊNDICE D T02B CP σ (MPa) Freq. ln σ lnln(1/(1-F)) 1 7 42 0,09 3,74 -2,35 2 13 42,4 0,18 3,75 -1,61 3 14 43,4 0,27 3,77 -1,14 4 11 44,4 0,36 3,79 -0,79 5 8 44,5 0,45 3,80 -0,50 6 9 44,8 0,55 3,80 -0,24 7 10 45,9 0,64 3,83 0,01 8 12 46,8 0,73 3,85 0,26 9 15 46,9 0,82 3,85 0,53 10 16 47,1 0,91 3,85 0,87

Quadro 26: Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de resistência à compressão nos corpos de prova da dosagem T02B

Figura 20: Gráfico da Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de resistência à compressão nos corpos de prova da dosagem T02B

σcaract = ℮(90,5/23,67) = 45,73MPa

No Quadro 26, foram listados os resultados do ensaio de resistência à compressão aos 28 dias de cura do concreto com a dosagem T2B. A tensão característica da resistência à compressão obtido pela Distribuição de Weibull foi 45,73 MPa.

APÊNDICE E T03A CP σ (MPa) Freq. ln σ lnln(1/(1-F)) 1 13 47,80 0,09 3,87 -2,35 2 11 51,80 0,18 3,95 -1,61 3 12 54,50 0,27 4,00 -1,14 4 7 54,70 0,36 4,00 -0,79 5 10 55,10 0,45 4,01 -0,50 6 15 55,60 0,55 4,02 -0,24 7 14 56,00 0,64 4,03 0,01 8 9 58,30 0,73 4,07 0,26 9 16 59,20 0,82 4,08 0,53 10 8 69,10 0,91 4,24 0,87

Quadro 27: Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de resistência à compressão nos corpos de prova da dosagem T03A

Figura 21: Gráfico da Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de resistência à compressão nos corpos de prova da dosagem T03A

σcaract = ℮(38,89/9,539) = 58,96MPa

No Quadro 27, foram listados os resultados do ensaio de resistência à compressão aos 28 dias de cura do concreto com a dosagem T03A. A tensão característica da resistência à compressão obtido pela Distribuição de Weibull foi 58,96 MPa.

APÊNDICE F T03B CP σ (MPa) Freq. ln σ lnln(1/(1-F)) 1 10 49,80 0,09 3,91 -2,35 2 14 50,40 0,18 3,92 -1,61 3 13 51,80 0,27 3,95 -1,14 4 7 52,60 0,36 3,96 -0,79 5 15 53,80 0,45 3,99 -0,50 6 12 54,50 0,55 4,00 -0,24 7 9 54,90 0,64 4,01 0,01 8 8 55,30 0,73 4,01 0,26 9 16 58,90 0,82 4,08 0,53 10 11 59,20 0,91 4,08 0,87

Quadro 28: Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de resistência à compressão nos corpos de prova da dosagem T03B

Figura 22: Gráfico da Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de resistência à compressão nos corpos de prova da dosagem T03B

σcaract = ℮(66,29/16,49) = 55,69MPa

No Quadro 28, foram listados os resultados do ensaio de resistência à compressão aos 28 dias de cura do concreto com a dosagem T03B. A tensão característica da resistência à compressão obtido pela Distribuição de Weibull foi 55,69 MPa.

APÊNDICE G T04A CP σ (MPa) Freq. ln σ lnln(1/(1-F)) 1 16 47,5 0,09 3,86 -2,35 2 11 49,3 0,18 3,90 -1,61 3 15 50 0,27 3,91 -1,14 4 12 50,7 0,36 3,93 -0,79 5 14 51,5 0,45 3,94 -0,50 6 8 51,9 0,55 3,95 -0,24 7 10 52,4 0,64 3,96 0,01 8 7 53,2 0,73 3,97 0,26 9 13 54,7 0,82 4,00 0,53 10 9 54,9 0,91 4,01 0,87

Quadro 29: Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de resistência à compressão nos corpos de prova da dosagem T04A

Figura 23: Gráfico da Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de resistência à compressão nos corpos de prova da dosagem T04A

σcaract = ℮(86,45/21,80) = 52,75MPa

No Quadro 29, foram listados os resultados do ensaio de resistência à compressão aos 28 dias de cura do concreto com a dosagem T04A. A tensão característica da resistência à compressão obtido pela Distribuição de Weibull foi 52,75 MPa.

APÊNDICE H T04B CP σ (MPa) Freq. ln σ lnln(1/(1-F)) 1 8 42,3 0,09 3,74 -2,35 2 13 46,2 0,18 3,83 -1,61 3 12 47,5 0,27 3,86 -1,14 4 10 48,2 0,36 3,88 -0,79 5 9 49 0,45 3,89 -0,50 6 7 49,5 0,55 3,90 -0,24 7 11 49,7 0,64 3,91 0,01 8 16 50,5 0,73 3,92 0,26 9 14 51,9 0,82 3,95 0,53 10 15 57,5 0,91 4,05 0,87

Quadro 30: Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de resistência à compressão nos corpos de prova da dosagem T04B

Figura 24: Gráfico da Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de resistência à compressão nos corpos de prova da dosagem T04B

σcaract = ℮(47,04/11,95) = 51,17MPa

No Quadro 30, foram listados os resultados do ensaio de resistência à compressão aos 28 dias de cura do concreto com a dosagem T04B. A tensão característica da resistência à compressão obtido pela Distribuição de Weibull foi 51,17 MPa.

APÊNDICE I TP01 CP σ (MPa) Freq. ln σ lnln(1/(1-F)) 1 12 46,90 0,09 3,85 -2,35 2 14 48,70 0,18 3,89 -1,61 3 7 48,90 0,27 3,89 -1,14 4 8 49,00 0,36 3,89 -0,79 5 9 49,00 0,45 3,89 -0,50 6 13 49,10 0,55 3,89 -0,24 7 10 49,20 0,64 3,90 0,01 8 15 51,10 0,73 3,93 0,26 9 16 52,10 0,82 3,95 0,53 10 11 53,60 0,91 3,98 0,87

Quadro 31: Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de resistência à compressão nos corpos de prova da dosagem TP01

Figura 25: Gráfico da Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de resistência à compressão nos corpos de prova da dosagem TP01

σcaract = ℮(90,86/23,13) = 50,80MPa

No Quadro 31, foram listados os resultados do ensaio de resistência à compressão aos 28 dias de cura do concreto com a dosagem TP01. A tensão característica da resistência à compressão obtido pela Distribuição de Weibull foi 50,80 MPa.

APÊNDICE J TP02 CP σ (MPa) Freq. ln σ lnln(1/(1-F)) 1 12 36,20 0,09 3,59 -2,35 2 16 36,70 0,18 3,60 -1,61 3 8 37,00 0,27 3,61 -1,14 4 9 37,40 0,36 3,62 -0,79 5 10 37,80 0,45 3,63 -0,50 6 13 38,00 0,55 3,64 -0,24 7 11 38,20 0,64 3,64 0,01 8 15 38,70 0,73 3,66 0,26 9 7 40,20 0,82 3,69 0,53 10 14 40,80 0,91 3,71 0,87

Quadro 32: Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de resistência à compressão nos corpos de prova da dosagem TP02

Figura 26: Gráfico da Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de resistência à compressão nos corpos de prova da dosagem TP02

σcaract = ℮(90,09/24,61) = 38,85MPa

No Quadro 32, foram listados os resultados do ensaio de resistência à compressão aos 28 dias de cura do concreto com a dosagem TP01. A tensão característica da resistência à compressão obtido pela Distribuição de Weibull foi 50,80 MPa.

APÊNDICE L

T01A CP Velocidade (m/s) Freq ln σ lnln(1/(1-F))

1 7 4651 0,09 8,44 -2,35 2 11 4651 0,18 8,44 -1,61 3 8 4684 0,27 8,45 -1,14 4 10 4750 0,36 8,47 -0,79 5 13 4750 0,45 8,47 -0,50 6 12 4784 0,55 8,47 -0,24 7 14 4796 0,64 8,48 0,01 8 15 4796 0,73 8,48 0,26 9 16 4807 0,82 8,48 0,53 10 9 4819 0,91 8,48 0,87

Quadro 33: Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de ultrassom nos corpos-de-prova da dosagem T01A

Figura 27: Gráfico da Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de ultrassom nos corpos-de- prova da dosagem T01A

Velocidade Média = 4782,57 m/s

No Quadro 33 acima, foram listados os resultados do ensaio de ultrassom nos corpos-de-prova da dosagem T01A aos 28 dias de cura do concreto. A média da velocidade ultrassônica obtida pela Distribuição de Weibull foi 4782,57 m/s.

APÊNDICE M T01B CP Velocidade (m/s) Freq ln σ lnln(1/(1-F)) 1 8 4640 0,09 8,44 -2,35 2 9 4640 0,18 8,44 -1,61 3 15 4640 0,27 8,44 -1,14 4 10 4672 0,36 8,45 -0,79 5 16 4683 0,45 8,45 -0,50 6 7 4694 0,55 8,45 -0,24 7 13 4705 0,64 8,46 0,01 8 12 4761 0,73 8,47 0,26 9 14 4773 0,82 8,47 0,53 10 11 4784 0,91 8,47 0,87

Quadro 34: Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de ultrassom nos corpos-de-prova da dosagem T01B

Figura 28: Gráfico da Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de ultrassom nos corpos-de- prova da dosagem T01B

Velocidade Média = 4728,77 m/s

No Quadro 34 acima, foram listados os resultados do ensaio de ultrassom nos corpos-de-prova da dosagem T01B aos 28 dias de cura do concreto. A média da velocidade ultrassônica obtida pela Distribuição de Weibull foi 4728,77 m/s.

APÊNDICE N

T02A CP Velocidade (m/s) Freq ln σ lnln(1/(1-F))

1 15 4545 0,09 8,42 -2,35 2 10 4566 0,18 8,43 -1,61 3 14 4587 0,27 8,43 -1,14 4 13 4618 0,36 8,44 -0,79 5 12 4651 0,45 8,44 -0,50 6 8 4662 0,55 8,45 -0,24 7 11 4672 0,64 8,45 0,01 8 7 4728 0,73 8,46 0,26 9 16 4739 0,82 8,46 0,53 10 9 4807 0,91 8,48 0,87

Quadro 35: Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de ultrassom nos corpos-de-prova da dosagem T02A

Figura 29: Gráfico da Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de ultrassom nos corpos-de- prova da dosagem T02A

Velocidade Média = 4699,13 m/s

No Quadro 35 acima, foram listados os resultados do ensaio de ultrassom nos corpos-de-prova da dosagem T02A aos 28 dias de cura do concreto. A média da velocidade ultrassônica obtida pela Distribuição de Weibull foi 4699,13 m/s.

APÊNDICE O T02B CP Velocidade (m/s) Freq ln σ lnln(1/(1-F)) 1 13 4524 0,09 8,42 -2,35 2 11 4555 0,18 8,42 -1,61 3 8 4566 0,27 8,43 -1,14 4 9 4566 0,36 8,43 -0,79 5 16 4576 0,45 8,43 -0,50 6 12 4597 0,55 8,43 -0,24 7 15 4597 0,64 8,43 0,01 8 7 4629 0,73 8,44 0,26 9 10 4651 0,82 8,44 0,53 10 14 4662 0,91 8,45 0,87

Quadro 36: Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de ultrassom nos corpos-de-prova da dosagem T02B

Figura 30: Gráfico da Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de ultrassom nos corpos-de- prova da dosagem T02B

Velocidade Média = 4613,47 m/s

No Quadro 36 acima, foram listados os resultados do ensaio de ultrassom nos corpos-de-prova da dosagem T02B aos 28 dias de cura do concreto. A média da velocidade ultrassônica obtida pela Distribuição de Weibull foi 4613,47 m/s.

APÊNDICE P T03A CP Velocidade (m/s) Freq ln σ lnln(1/(1-F)) 1 16 4683 0,09 8,45 -2,35 2 13 4705 0,18 8,46 -1,61 3 9 4728 0,27 8,46 -1,14 4 10 4761 0,36 8,47 -0,79 5 12 4761 0,45 8,47 -0,50 6 7 4784 0,55 8,47 -0,24 7 8 4784 0,64 8,47 0,01 8 14 4784 0,73 8,47 0,26 9 11 4796 0,82 8,48 0,53 10 15 4819 0,91 8,48 0,87

Quadro 37: Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de ultrassom nos corpos-de-prova da dosagem T03A

Figura 31: Gráfico da Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de ultrassom nos corpos-de- prova da dosagem T03A

Velocidade Média = 4782,57 m/s

No Quadro 37 acima, foram listados os resultados do ensaio de ultrassom nos corpos-de-prova da dosagem T03A aos 28 dias de cura do concreto. A média da velocidade ultrassônica obtida pela Distribuição de Weibull foi 4782,57 m/s.

APÊNDICE Q T03B CP Velocidade (m/s) Freq ln σ lnln(1/(1-F)) 1 7 4672 0,09 8,45 -2,35 2 8 4672 0,18 8,45 -1,61 3 12 4694 0,27 8,45 -1,14 4 11 4705 0,36 8,46 -0,79 5 13 4705 0,45 8,46 -0,50 6 9 4728 0,55 8,46 -0,24 7 14 4739 0,64 8,46 0,01 8 15 4784 0,73 8,47 0,26 9 10 4796 0,82 8,48 0,53 10 16 4807 0,91 8,48 0,87

Quadro 38: Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de ultrassom nos corpos-de-prova da dosagem T03B

Figura 32: Gráfico da Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de ultrassom nos corpos-de- prova da dosagem T03B

Velocidade Média = 4756,42 m/s

No Quadro 38 acima, foram listados os resultados do ensaio de ultrassom nos corpos-de-prova da dosagem T03B aos 28 dias de cura do concreto. A média da velocidade ultrassônica obtida pela Distribuição de Weibull foi 4756,42 m/s.

APÊNDICE R T04A CP Velocidade (m/s) Freq ln σ lnln(1/(1-F)) 1 14 4576 0,09 8,43 -2,35 2 15 4629 0,18 8,44 -1,61 3 8 4640 0,27 8,44 -1,14 4 16 4651 0,36 8,44 -0,79 5 9 4662 0,45 8,45 -0,50 6 10 4662 0,55 8,45 -0,24 7 11 4662 0,64 8,45 0,01 8 12 4662 0,73 8,45 0,26 9 7 4672 0,82 8,45 0,53 10 13 4705 0,91 8,46 0,87

Quadro 39: Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de ultrassom nos corpos-de-prova da dosagem T04A

Figura 33: Gráfico da Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de ultrassom nos corpos-de- prova da dosagem T04A

Velocidade Média = 4668,07 m/s

No Quadro 39 acima, foram listados os resultados do ensaio de ultrassom nos corpos-de-prova da dosagem T04A aos 28 dias de cura do concreto. A média da velocidade ultrassônica obtida pela Distribuição de Weibull foi 4668,07 m/s.

APÊNDICE S T04B CP Velocidade (m/s) Freq ln σ lnln(1/(1-F)) 1 9 4454 0,09 8,40 -2,35 2 16 4464 0,18 8,40 -1,61 3 7 4484 0,27 8,41 -1,14 4 10 4484 0,36 8,41 -0,79 5 12 4504 0,45 8,41 -0,50 6 14 4504 0,55 8,41 -0,24 7 11 4545 0,64 8,42 0,01 8 13 4545 0,73 8,42 0,26 9 15 4545 0,82 8,42 0,53 10 8 4576 0,91 8,43 0,87

Quadro 40: Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de ultrassom nos corpos-de-prova da dosagem T04B

Figura 34: Gráfico da Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de ultrassom nos corpos-de- prova da dosagem T04B

Velocidade Média = 4531,21 m/s

No Quadro 40 acima, foram listados os resultados do ensaio de ultrassom nos corpos-de-prova da dosagem T04B aos 28 dias de cura do concreto. A média da velocidade ultrassônica obtida pela Distribuição de Weibull foi 4531,21 m/s.

APÊNDICE T TP01 CP Velocidade (m/s) Freq ln σ lnln(1/(1-F)) 1 8 4662 0,09 8,45 -2,35 2 11 4683 0,18 8,45 -1,61 3 14 4683 0,27 8,45 -1,14 4 16 4694 0,36 8,45 -0,79 5 10 4705 0,45 8,46 -0,50 6 15 4716 0,55 8,46 -0,24 7 7 4728 0,64 8,46 0,01 8 13 4796 0,73 8,48 0,26 9 12 4830 0,82 8,48 0,53 10 9 4842 0,91 8,49 0,87

Quadro 41: Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de ultrassom nos corpos-de-prova da dosagem TP01

Figura 35: Gráfico da Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de ultrassom nos corpos-de- prova da dosagem TP01

Velocidade Média = 4769,31 m/s

No Quadro 41 acima, foram listados os resultados do ensaio de ultrassom nos corpos-de-prova da dosagem TP01 aos 28 dias de cura do concreto. A média da velocidade ultrassônica obtida pela Distribuição de Weibull foi 4769,31m/s.

APÊNDICE U TP02 CP Velocidade (m/s) Freq ln σ lnln(1/(1-F)) 1 13 4545 0,09 8,42 -2,35 2 9 4628 0,18 8,44 -1,61 3 8 4629 0,27 8,44 -1,14 4 7 4640 0,36 8,44 -0,79 5 10 4640 0,45 8,44 -0,50 6 11 4640 0,55 8,44 -0,24 7 16 4705 0,64 8,46 0,01 8 12 4716 0,73 8,46 0,26 9 14 4716 0,82 8,46 0,53 10 15 4739 0,91 8,46 0,87

Quadro 42: Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de ultrassom nos corpos-de-prova da dosagem TP02

Figura 36: Gráfico da Distribuição de Weibull dos resultados dos ensaios de ultrassom nos corpos-de- prova da dosagem TP02

Velocidade Média = 4690,53 m/s

No Quadro 42 acima, foram listados os resultados do ensaio de ultrassom nos corpos-de-prova da dosagem TP02 aos 28 dias de cura do concreto. A média da velocidade ultrassônica obtida pela Distribuição de Weibull foi 4690,53 m/s.