12.1. BITARÃES, Joaquim Pereira & esposa, Dª. Joaquina Maria do Espírito Santo (p.50): em 9 de abril de 1856, declaravam possuir terras com a capacidade de plantio estimada em 23 alqueires de planta de milho. Tais terras faziam divisa ao nascente com terras de Barbosa Maria de Jesus e seus herdeiros, ao norte com terras de José Cupertino Teixeira, e ao sul com terras de Manoel José.
12.2. JESUS, Manuel Francisco de (p.37 v.): em 31 de março de 1856, declarava possuir terras com a capacidade de plantio não informada, e que faziam divisa com terras do Cel. Francisco Xavier, com as dos herdeiros de José de Miranda, herdeiros de Maria Rosa, Antonio Fernandes de Souza e com terras dos herdeiros de José Lourenço.
12.3. MIRANDA, Ten. Antonio José de (p.34): em 26 de março de 1856, na qualidade de testamentário do finado Tenente Antonio Miranda, declarava Francisco Herculano Monteiro da Gama que os herdeiros do referido finado possuíam terras com a capacidade de plantio estimada em 81 alqueires de planta de milho na Fazenda do Bom Jardim. Tais terras faziam divisa ao nascente com terras da Sesmaria da Sucanga, ao norte com Norberta Celestina da Purificação, ao poente com terras do Cel. Francisco Xavier Monteiro Nogueira da Gama, e ao sul com terras de Manoel Francisco de Jesuz.
12.4. LOPES, João Baptista & esposa (p.36 v.): em 29 de março de 1856, declaravam possuir terras com a capacidade de plantio estimada em 6 alqueires de planta de milho. Tais terras faziam divisa com as de Manoel Pereira Martins, Severiano Lopes Maurício, Francisco de Arruda Camara, e por outro lado com terras de Dª. Maria Joanna.
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12.5. MONTEIRO, Cel. Francisco Xavier Nogueira da Gama & filhos (p.39): em 31 de março de 1856, declaravam possuir uma sesmaria e um terreno localizado na quadra sul desta sesmaria, com capacidade de plantio estimada em 7 alqueires de planta de milho. Tais terras faziam divisa ao nascente com terras dos herdeiros do finado Antonio José de Miranda, e outros, ao norte com a Sesmaria de Sete Lagoas, ao poente com terras que os mesmos declarantes possuíam na Freguesia do Barra do Bacalhau, e ao sul com terras de Dª. Maria Messias.
12.6. PURIFICAÇÃO, Dª. Norberta Celestina da (p.20): em 6 de março de 1856, declarava possuir uma sorte de terras, que pertenciam à Sesmaria do Bom Jardim, com a capacidade de plantio estimada em 9 alqueires de planta de milho. As terras foram compradas em 21 de agosto de 1853 de Antonio José de Miranda e sua esposa, Maria Joaquina de São José, e faziam divisa ao nascente com a Sesmaria de Santo Antonio, pertencente em comum à declarante e aos seus filhos, ao norte com terras do Major José Luiz da Silva Vianna, e ao poente e ao sul com outras terras da declarante e de seus filhos.
12.7. COUTO, João Ferreira de Sá e & esposa, Dª. Rita Maria de Jesus (p.45): em 5 de abril de 1856, declaravam possuir terras, no lugar denominado Córrego da Ferrugem, com a capacidade de plantio estimada em 2 alqueires de planta de milho. Tais terras pertenceram à Sesmaria de Sete Alagoas, fazendo divisa ao nascente com as terras de Anna Felicia Izabel, pelo norte com as de Maria Joaquina do Rozario, ao poente com as de Francisco José de Lanna, e ao sul com as de Romualdo Luiz de Carvalho e outros.
12.8. IZABEL, Dª. Anna Felicia & filhos (p.45 v.): em 5 de abril de 1856, declaravam possuir terras, no lugar denominado Córrego da Ferrugem, com a capacidade de plantio estimada em 4 alqueires de planta de milho, compradas dos herdeiros do finado Capitão Silvério Luiz de Carvalho. Tais terras pertenciam à Sesmaria de Sete Alagoas. Tais terras faziam divisa ao nascente com as de Manoel da Silva Pereira Coelho, ao norte com as de Maria Joaquina do Rozario, ao poente com as de Francisco José de Lanna, ao sul com as de João Ferreira de Sá e Castro.
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12.9. COELHO, Manoel da Silva Pereira & esposa Dª. Joanna Maria de Jesus (p.49 v.): em 8 de abril de 1856, declaravam possuir terras, no lugar denominado Sete Lagoas, com capacidade de plantio estimada em 100 alqueires de planta de milho. Tais terras faziam divisa ao nascente com as de Alexandre Lopes, ao norte com as de Manoel Lucas, pelo poente com as de Francisco José de Lanna, e ao sul com as terras dos herdeiros da falecida sogra e mãe dos declarantes, Maria Lucinda de São José.
12.10. CARVALHO, Romualdo Luiz de (p.48): em 7 de abril de 1856, declarava possuir terras com a capacidade de plantio estimada em 18 alqueires de planta de milho. Tais terras faziam divisa ao nascente com as de Manoel da Silva Pereira Coelho, ao norte com as de Manoel Lucas, ao poente com as de Francisco José de Lanna, e ao sul com as do Coronel Francisco Xavier Monteiro Nogueira da Gama.
12.11. COSTA, Bazílio Dias da (p.53 v.): em 10 de abril de 1856, declarava possuir terras, no lugar denominado Sete Lagoas, com a capacidade de plantio estimada em 4 alqueires de planta de milho. Tais terras faziam divisa ao nascente com as de Francisco José de Lanna, pelo norte com as de Maria Joaquina do Rozario, ao poente com as do Coronel Francisco Xavier Monteiro Nogueira da Gama, e pelo sul com as de Felisberto Alves Barbosa.
12.12. CARVALHO, Francisco Luiz de (p.61): em 14 de abril de 1856, declarava possuir terras, no lugar denominado Sete Lagoas, com a capacidade de plantio estimada em 15 alqueires de planta de milho, herdadas de seu finado pai, Silvério Luiz de Carvalho. Tais terras faziam divisa ao nascente com as de Manoel da Silva Pereira Coelho, ao norte com as de Manoel Lucas, ao poente com as de Maria Joaquina, e ao sul com as de Francisco José de Lanna.
12.13. ROZARIO, Dª. Maria Joaquinna do & filhos (p.31 v.): em 21 de março de 1856, declaravam possuir terras, no lugar denominado Sete Lagoas, com a capacidade de plantio estimada em 100 alqueires de planta de milho. As terras foram compradas pelo finado João dos Santos M., esposo e pai dos declarantes, fazendo divisa com a
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Sesmaria de Sete Alagoas. Tais terras faziam divisa ao nascente com as de Manoel Lucas, ao norte com as de João Vieira, ao poente com a Sesmaria do Pe. Antonio, e ao Sul com a Sesmaria de Sete Alagoas.
12.14. LANNA, Francisco José de & esposa, Dª. Joanna Angelica da Silva (p.31 v.): em 21 de março de 1856, declaravam possuir terras, no lugar denominado Sete Lagoas, com a capacidade de plantio estimada em 70 alqueires de planta de milho. As terras foram compradas de Manoel da Silva Pereira Coelho e faziam divisa ao nascente com as de Manoel da Silva Pereira Coelho, ao norte com as de Manoel Lucas, ao poente e sul com a Sesmaria do Coronel Francisco Xavier Monteiro Nogueira da Gama.
12.15. SILVA, Martinho Pereira da & esposa, Dª. Anna Joaquina (p.32): em 22 de março de 1856, declaravam possuir terras, no lugar denominado Sete Lagoas, com a capacidade de plantio estimada em 4 alqueires de planta de milho, produto de compra feita de Francisco Bernardo da Costa. As terras fazem divisa ao nascente, norte e poente com a Sesmaria de Sete Alagoas, e ao sul com terras da Sesmaria de Bom Jesus.
12.16. BARBOSA, Felisberto Alves & esposa, Dª. Maria das Virgens (p.32 v.): em 23 de março de 1856, declaravam possuir terras, no lugar denominado Sete Lagoas, com a capacidade de plantio estimada em 5 alqueires de planta de milho, fruto de compras feitas de D. Maria Joaquina e Romualdo Luiz de Carvalho. Tais terras faziam divisa ao nascente e sul com as da Sesmaria de Sete Alagoas, pertencentes aos herdeiros do finado Silverio Luiz de Carvalho, pelo poente com terras do Coronel Francisco Xavier Monteiro Nogueira da Gama, e ao norte com as de Maria Joaquina.
12.17. LEAL, Carlos Antonio Gonçalves & esposa, Dª Maria Joaquina de Jesus (p.4): em 11 de dezembro de 1855, declaravam possuir terras no lugar denominado Esperança, com capacidade de plantio estimada em 25 alqueires de planta de milho. Tais terras faziam divisa ao nascente com terras de Domingos Gonçalves de Lanna,
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ao norte com as de Maria José da Conceição, ao poente com as de Joaquim Pereira Bitarães, e ao sul com as de Barbosa Maria. Declaravam ainda possuir outras terras, no lugar denominado Tatú, com a capacidade de plantio estimada em 12 alqueires de planta de milho. Tais terras forma compradas de Luiz Antonio Martins Guimarães, e faziam divisa por um dos lados com terras do Major José Luiz da Silva Vianna e pelos demais com as terras de Antonio Martins Guimarães.
12.18. CORREA, Manoel Felix & filhos (p.64 v. e 65): em 16 de abril de 1856, declaravam possuir terras, no lugar denominado Esperança, com a capacidade de plantio estimada em 1 alqueire e uma quarta de planta de milho. Tais terras faziam divisa ao nascente com a sesmaria que foi de Lourenço Gomes, pelo poente com a sesmaria de Joaquim Pereira Bitarães, ao norte com a sesmaria de Antonia Maria, e ao sul com as terras de Manoel Joaquim de Siqueira, e Domingos dos Santos.
12.19. ANTONIO, Domingos José & esposa, Dª. Maria Joaquina da Luz (p.65 v.): em 16 de abril de 1856, declaravam possuir terras, no lugar denominado Esperança, já cultivadas com a capacidade de plantio de 3 quartas de planta de milho. As terras pertenceram à Sesmaria de João de Almeida Braga e Manoel Ramos. Tais terras faziam divisa ao nascente com a sesmaria que foi de Lourenço Gomes, ao poente com a sesmaria de Joaquim Pereira Bitarães, ao norte com a sesmaria de Antonia Maria, e ao sul com terras de Manoel Joaquim da Siqueira, e Domingos dos Santos.
12.20. SANTOS, Francisco José dos & esposa, Dª. Venancia Gomes (p.65 v.): em 16 de abril de 1856, declaravam possuir terras, no lugar denominado Esperança, com a capacidade de plantio estimada em 2 alqueires e quarta de planta de milho. Tais terras faziam divisa ao nascente com a sesmaria que foi de Lourenço Gomes, ao poente com a sesmaria de Joaquim Pereira Bitarães, ao norte com a sesmaria de Antonia Maria, e ao sul com terras de Manoel Joaquim da Siqueira, e Domingos dos Santos.
12.21. SANTOS, Manoel Messias dos (p.66): em 16 de abril de 1856, declarava possuir terras, no lugar denominado Esperança, com a capacidade de plantio estimada em