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Oppattbygging av erkesetet under Aslak Bolt

Del IV Feltet Trondenes før reformasjonen

Kapittel 7: 1430–1480: I Svein Erikssons tid

7.2 Oppattbygging av erkesetet under Aslak Bolt

O objetivo principal deste estudo é identificar os estilos de liderança que influenciam positivamente o comprometimento organizacional dos profissionais de tecnologia da informação. O resultado foi alcançado, pois o modelo estrutural desenvolvido e os testes de hipóteses realizados permitem responder ao problema de pesquisa e identificar que a liderança transformacional está relacionada, de forma positiva e significante, com o comprometimento afetivo e com o comprometimento instrumental. A liderança transacional por exceção ativa também mostrou afetar, positivamente e de forma significante, o comprometimento instrumental dos profissionais de TI.

Os resultados mostraram que, para os profissionais de TI, o nível de comprometimento afetivo aumenta quando os líderes exibem com mais frequência os comportamentos relacionados ao estilo de liderança transformacional. Pesquisas anteriores realizadas no Brasil com amostras que não tinham foco nos profissionais de TI, como por exemplo, as pesquisas de Maciel e Nascimento (2013) e Silva (2006), também constataram que a liderança transformacional afeta positivamente o comprometimento afetivo, o que coincide com os resultados encontrados nesse estudo. O estudo realizado por Kahai et al. (2003) mostrou que a liderança transformacional também favorece a criatividade e a inovação, que são importantes no contexto de TI, em especial em áreas relacionadas ao desenvolvimento de software e soluções de problemas. A pesquisa também mostrou que a liderança transformacional está relacionada, de forma positiva e significante, com o comprometimento instrumental.

Na área de TI, a liderança transformacional reduz o turnover dos profissionais, já que esse estilo de liderança afeta positivamente o comprometimento afetivo e instrumental e já foi confirmado por Allen e Meyer (1990) que o comprometimento afetivo reduz o turnover e aumenta o desempenho dos seguidores.

A falta de validade discriminante entre o constructo da liderança transformacional e o constructo da liderança transacional por recompensa contingente, já havia sido encontrada antes, em outras pesquisas no Brasil que utilizaram o MLQ como instrumento de medição (BENEVIDES, 2010; SANTOS ET AL., 2012). A ausência de validade discriminante resultou na exclusão do constructo relacionado à liderança transacional por recompensa

contingente do modelo e, consequentemente, impediu os testes de hipóteses associado. Contudo, vale mencionar que outras pesquisas realizadas com amostras diversificadas têm encontrado resultados que mostram uma relação positiva entre a liderança transacional por recompensa contingente e os componentes do comprometimento organizacional.

Um resultado não previsto pelo pesquisador foi a relação positiva e significante entre o estilo de liderança transacional por exceção ativo e o comprometimento instrumental. Inicialmente, o pesquisador havia previsto que o estilo de liderança transacional por exceção ativo não teria nenhuma influência significante sobre o comprometimento organizacional, já que se trata de um estilo de liderança ineficaz, na opinião de alguns autores (SOBRAL E PECI, 2008), mas que ainda apresenta menor influência negativa na eficiência da liderança e na satisfação dos colaboradores quando comparado com os estilos passivos de liderança.

A relação positiva e significante entre o estilo de liderança transacional por exceção ativa e o comprometimento instrumental possivelmente está relacionada ao fato da maioria dos respondentes trabalharem em empresas de grande porte que, provavelmente, oferecem ótimos benefícios. Como o comprometimento instrumental não está relacionado a um sentimento de desejo de permanecer na empresa ou qualquer sentimento de apreço ao líder, mas a um cálculo de custo ou perda ao deixar a companhia Meyer e Allen (1990), é possível que esses respondentes tenham uma relação positiva com o comprometimento instrumental por terem ótimos benefícios, poucas alternativas compatíveis e por consequência receio de perderem muito ao deixar a organização.

Como algumas profissões e áreas de TI requerem conhecimento muito específico e especializado, é possível que alguns comportamentos ligados à liderança transacional por exceção ativa, como a punição por erros e desvios de padrão, aumentem o comprometimento instrumental dos profissionais, devido à possibilidade desses profissionais perderam anos de investimento em conhecimentos que talvez não fossem facilmente aplicáveis em outras organizações no caso de serem demitidos. Como mais de 50% dos profissionais da amostra tem nível de escolaridade de MBA/Pós-graduação ou Mestrado/Doutorado, podemos afirmar que boa parte dos profissionais da amostra realmente parece especializada.

Conforme previsto pelo pesquisador, a liderança transacional por exceção ativa não apresentou relação significante com o comprometimento afetivo para os profissionais de TI.

As hipóteses referentes ao estilo Laissez Faire também não foram suportadas, pois o pesquisador havia previsto uma relação negativa e significante entre esse estilo e os comprometimentos afetivo e instrumental, mas a pesquisa mostrou que essas relações não eram significantes.

Apesar de outros estudos realizados terem identificado uma relação negativa entre o estilo Laissez Faire e os comprometimentos afetivo e instrumental, como por exemplo a pesquisa de Jackson et al., (2012), acredita-se que o resultado encontrado nesta pesquisa possa ter sido influenciado pelas características da amostra já que os profissionais respondentes na sua maioria são experientes na área de TI, pois o tempo médio de experiência com TI foi de mais de 13 anos, e possuem conhecimento especializado uma vez que mais de 50% da amostra têm grau de escolaridade em nível de MBA/Pós-graduação ou Mestrado/Doutorado. Alguns autores argumentam que o estilo de liderança Laissez Faire pode ser utilizado com menor impacto negativo em equipes experientes, por isso é provável que devido à experiência e especialização dos profissionais da amostra, o estilo Laissez Faire não tenha influenciado, negativamente e de forma significante, os comprometimentos afetivos e instrumental.

Com os resultados obtidos, também foi possível responder a dois objetivos intermediários desse estudo. Um dos objetivos intermediários buscava identificar os estilos de liderança que estariam relacionadas, de forma negativa, com o comprometimento dos profissionais de TI. A pesquisa mostrou que nenhum dos estilos de liderança avaliados mostrou afetar, de forma negativa e estatisticamente significante, o comprometimento organizacional dos profissionais de TI. Outro objetivo intermediário era identificar se algum estilo de liderança não influenciava o comprometimento organizacional dos profissionais de TI. Os resultados mostraram que, para os respondentes da pesquisa, o estilo de liderança transacional de gerenciamento por exceção ativa não influenciava, de forma significante, o comprometimento afetivo. Foi verificado, também, que o estilo Laissez Faire não influencia, de forma significante, o comprometimento afetivo nem o instrumental para os profissionais de TI.

Em relação ao último objetivo intermediário que era verificar se algumas das variáveis de controle selecionadas para o modelo eram significativas na explicação do comprometimento organizacional, foi possível verificar que as variáveis que representavam os

profissionais que trabalhavam com infraestrutura, redes ou telecom (Infra), implantação, suporte ou desenvolvimento de sistemas (DesenSu), banco de dados (DB), gestão de projetos (GestPro), governança, segurança ou controles (Gov) eram significantes em relação ao comprometimento organizacional. As variáveis de controle: idade de superior hierárquico acima de 55 anos (IdaSup55) e gênero do superior hierárquico (GenSup) mostraram relação significante com o comprometimento organizacional.

Analisando o modelo foi possível verificar que profissionais que trabalhavam nas áreas de TI ligadas a infraestrutura, redes, telecom, gestão de projetos, governança, segurança ,controles, implantação de sistemas, suporte a sistemas ou desenvolvimento de sistemas apresentavam comprometimento afetivo menor em relação aos profissionais que trabalhavam com Gestão de TI sendo essa relação significante. Os respondentes que tinham superiores hierárquicos do gênero masculino apresentavam maior comprometimento afetivo e essa relação também era significante estatisticamente.

Foi identificado na pesquisa que profissionais que trabalhavam na área de Banco de Dados tinham mais comprometimento instrumental do que aqueles que trabalhavam com gestão de TI e essa relação era significante do ponto de vista estatístico. Outro dado obtido nas análises foi que os profissionais com superiores hierárquicos com mais de 55 anos tinham menor comprometimento instrumental do que os demais profissionais.