3 Om anvendelse av personopplysningsloven på
3.2 Vilkår for anvendelse av personopplysningsloven på ts-teknologi .17
3.2.6 Spesielt om privat behandling av personopplysninger
Os fatos históricos ocorridos na Igreja Adventista do Sétimo Dia acompanharam a explosão missionária do protestantismo evangélico e sua expansão educacional. Sinais de uma nova vida nas missões da Igreja Adventista começaram a surgir em meados de 1880. Em 1886, foi publicado em Basel, Suiça, um livro intitulado Historical Sketches of the Foreign Missions of the Seventh-day Adventists (Resenhas Históricas das Missões Estrangeiras dos Adventistas do Sétimo Dia) – obra que promoveu de modo significativo o espírito missionário entre os adventistas (KNIGHT, 2004a, p. 27).
Três anos mais tarde, S. N. Haskell iniciou uma viagem de dois anos ao redor do mundo, durante a qual ele pesquisou as possibilidades de abertura de campos missionários em diversos lugares. Por volta de 1890, o cenário estava montado para o que Richard Schwarz denominou de a era do “Avanço Missionário” na denominação adventista (SCHWARZ; GREENLEAF, 2009, p. 214). Em 1880, os adventistas tinham apenas oito campos missionários e cinco obreiros evangelistas fora dos Estados Unidos. Em 1890, havia ainda oito campos, mas o número de missionários elevou-se para 56. Entretanto, por volta de 1900, o número de campos missionários aumentou para 42 e o número de missionários no exterior foi para 481 (KNIGHT, 2004a, p. 28).
Na última década do século 19 iniciou-se um movimento acelerado em relação às missões, que permaneceu imbatível durante as três primeiras décadas do século 20. Por volta de 1930, a Igreja estava subsidiando 8.479 missionários fora da américa do Norte, os quais representavam 270 missões. Essa expansão missionário transformou o perfil do adventismo. A missão evangelística exerceu um efeito direto sobre a expansão educacional da Igreja Adventista. A denominação buscava nas escolas os obreiros necessário para sua rápida expansão em âmbito mundial, do mesmo modo que o crescimento das missões evangelísticas tinha impulsionado os institutos bíblicos e o movimento dos colégios missionário para treinar um grande número de missionários em um curto período de tempo” (KNIGHT, 2004a, p. 28).
John Harvey Kellogg, que aparentemente foi o adventista que esteve mais em contato com os conceitos educacionais evangélicos, foi provavelmente o primeiro a desenvolver uma escola missionária dentro da denominação. Em 1889, ele estabeleceu o
Sanitarium Training School for Medical Missionaries (Escola de Treinamento do Sanatório de
Médicos Missionários), seguido pela American Medical Missionary College (Faculdade Americana Médico-Missionário), fundada em 1895.” O crescimento dos campos missionário afetou a expansão educacional adventista em pelo menos dois aspectos. Primeiro, fez crescer grandemente o número de escolas e alunos na América do Norte, pois a maioria dos primeiros obreiros adventistas saíram dos Estados Unidos, Segundo, os adventistas começaram a estabelecer escolas ao redor do mundo para que obreiros pudessem ser preparados em seu próprio território. Assim, por volta de 1900, não somente as instituições educacionais adventistas tinham expandido de modo significativo em número, mas o sistema se tornara internacionalizado” (KNIGHT, 2004a, p. 28, 29).
A magnitude de todo esse processo foi o resultado de um desenvolvimento institucional sem precedents durante a década de 1890. Além de igrejas e escolas, os adventistas fundaram hospitais, casas publicadores, e, posteriormente (numa escala menor), indústrias de alimentos saudáveis nos Estados Unidos e em outros países. Dessa maneira, esperava-se que as escolas suprissem um número cada vez maior de obreiros para as instituições adventistas, além dos obreiros para evangelização (KNIGHT, 2004a, p. 29).
Precisamos reconhecer que, desde os seus primórdios, a educação adventista do século 19 esteve intrinsecamente ligada às missões estrangeiras. Por exemplo, a abertura do primeiro colégio adventista e o envio de seu primeiro missionário ocorreu em 1874. Este fato não foi uma mera coincidência. O propósito do Battle Creek College era treinar obreiros para o serviço das missões dentro e fora dos Estados Unidos. A primeira grande motivação para as ecolas adventistas estava enraizada na missão evangelística. O mesmo se aplica, na década de 1890, ao segundo grande avanço da educação adventista (KNIGHT, 2004a, p. 29).
Assim, a expansão da educação adventista durante a década de 1890 esteve diretamente relacionada com (1) o reavivamento espiritual da teologia e (2) uma visão mais ampla da missão da igreja para com o mundo (KNIGHT, 2004a, p. 29). Ellen White embarcou para a Austrália três meses após o encerramento desse instituto [Harbor Springs]. Ela levou consigo uma forte convicção das possibilidades da educação cristã e das implicações do evangelho para a educação. Naquele país, ela teve uma oportunidade inigualável de influenciar o desenvolvimento do Avondale School for Christian Workers (Escola de Obreiros Cristãos de Avondale), utilizando os princípios enunciados em Harbor Springs (KNIGHT, 2004a, p. 25).
A Austrália não possuía educadores adventistas conservadores como aqueles dos Estados Unidos, que estavam tendo dificuldades em assumir um completo compromisso com os ideais estabelecidos em Harbor Springs. A escola australiana, que enfatizava o aspecto espiritual e era orientada para o serviço cristão, se desenvolveria para ser uma escola modelo sob a direção dos seus pioneiros reformadores. A partir da experiência de Avondale, que pode ser vista como uma extensão de Harbor Springs, originou-se um fluxo constante de cartas e artigos de autoria de Ellen White abordando o tema da educação cristã. Esses escritos, juntamente com a publicação do Christian Education (Educação Cristã), de 1893, e Special Testemonies on Education (Testemunhos Especiais em Educação), em 1897, ajudaram a guiar o desenvolvimento das escolas adventistas existentes e geraram uma profunda conscientização entre os líderes e membros adventistas sobre a importância da educação cristã” (KNIGHT 2004a, p. 26).
Os conselhos de Ellen White sobre as escolas fundamentais em meados da década de 1890 foram particularmente importantes para a expansão da educação adventista. A
frequência escolar era obrigatória na Austrália e por esse motivo, ela escreveu para W. C. White em maio de 1897: ‘Neste país os pais são obrigados por lei a mandar os filhos à escola. Nas localidades onde há igreja, devem-se estabelecer escolas mesmo que não haja mais de seis crianças para freqüentá-las’ (WHITE, 2005, p. 198-199). Conselhos como esse foram lidos por reformadores na América, incluindo Edward Sutherland e Percy Magan, que começaram imediatamente a impulsionar um rápido desenvolvimento do sistema de escolas fundamentais. Anos mais tarde, Sutherland, que tinha se convencido quanto à relevância dos conselhos do Espírito de Profecia em Harbor Springs, relembrou com certo exagero que ‘Magan, senhorita McGraw e eu mesmo saíamos praticamente a cada fim de semana com um professor para estabelecer três novas escolas até segunda-feira de manhã (KNIGHT, 2004a, p. 26).
“Residindo na própria escola, White conseguiu, com seus conselhos e sua presença, introduzir em Avondale todos os princípios educacionais que advogava e que seriam, anos mais tarde, datalhados nos livros Educação (1903) e Conselhos aos pais, professores e
estudantes (1913) (GROSS, 2013, p. 61). Mais do que qualquer outro colégio adventista do
sétimo dia, Avondale estava intimamente associado a Ellen G. White; mantinha a mais clara impressão de sua filosofia educacional. Uma das primeiras coisas que a sra. White fez ao chegar à Austrália em 1891 foi dizer aos adventistas locais que Deus queria que eles iniciassem uma escola para sua juventude. Era caro de mais enviar estudantes para a América a fim de obter um preparo; mais importante: a sra. White estava certa de que nem mesmo a educação adventista do sétimo dia americana proveria o melhor preparo para a obra pioneira que precisava ser feita na Austráliae nas ilhas do Pacífico (SCHWARZ; GREENLEAF, 2009, p. 194, 195).
O Colégio de Avondale foi literalmente talhada na floresta à medida que as árvores eram derrubadas e serradas para obtenção de madeira, os troncos eram arrancados e árvores frutíferas eram plantadas. Alguns anos depois, os alunos ceifaram uma abundante colheita de pêssegos, laranjas, limões, tangerinas e nectarinas. Com aração profunda e tratamento científico, a fazenda produziu muitos tipos de legumes e cereais. Uma leiteria e uma fábrica de alimentos saudáveis foram abertas. Os professores uniram-se aos alunos em um programa de trabalho aos domingos e às tardes (SCHWARZ;GREENLEAF, 2009, p. 196).
Reconhecendo que muitos estudantes interessados não podiam frequentar Avondale por falta de dinheiro, as associações australianas cedo desenvolveram um bem-sucedido fundo de empréstimo estudantil para suplementar a obra nas indústrias da escola. Por volta de 1899, um modesto hospital tinha sido aberto próximo à escola de Avondale. Ele não apenas servia à comunidade próxima, que anteriormente estivera em falta de tais instituições, mas também mantinha um programa de educação sanitária e servia como um lugar onde os estudantes podiam aprender a ministrar tratamentos simples e cuidar dos enfermos (SCHWARZ;GREENLEAF, 2009, p. 196, 197).
A Escola de Avondale para Obreiros Cristãos constituiu-se um exemplo que influenciou decisivamente o desenvolvimento de futuras escolas adventistas do sétimo dia. Entre outras coisas, ela demonstrou: (1) a praticabilidade e vantagens de umcampus amplo, localizado em um ambiente rural; (2) a viabilidade de um sólido programa trabalho-estudo; (3) o valor das indústrias escolares como uma fonte de trabalho estudantil e como um auxílio ao orçamento operacional da escola; (4) a necessidade de fundos sistemáticos para ‘auxílio estudantil’; (5) o sucesso do envolvimento estudantil em atividades beneficentes e missionárias em lugar de extensos programas recreativos e esportivos; e (6) a praticabilidade dos conselhos de Ellen G. White sobre a educação. Talvez o mais forte testemunho quanto ao valor do tipo de educação iniciada em Avondale seja o de que durante as sete décadas que se seguiram à sua fundação, mais de 80% dos seus graduados ingressaram no serviço denominacional (SCHWARZ; GREENLEAF, 2009, p. 197).