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LA OBJECIÓN DE CONCIENCIA A RECIBIR HEMOTRANSFUSIONES HEMOTRANSFUSIONES

In document Derecho eclesiástico balear (sider 118-126)

ALGUNOS SUPUESTOS DE OBJECIÓN DE CONCIENCIA

DE MARZO, DE VOLUNTADES ANTICIPADAS DE LAS ILLES BALEARS 222

4. LA OBJECIÓN DE CONCIENCIA A RECIBIR HEMOTRANSFUSIONES HEMOTRANSFUSIONES

Bioetanol é o gênero que com preende todos os processos de obtenção de etanol cuj a m atéria- prim a em pregada sej a a biom assa. É produzido no Brasil à base do sum o extraído da

cana de açúcar. Há países que em pregam o m ilho, a celulose e a beterraba para a sua pro- dução. O uso do et anol leva vant agem sobre o uso do m etanol ( quando este álcool é obtido de derivados do petróleo) por ser m enos poluente.

Et anol Celulósico

Et anol Celulósico é o et anol obt ido a part ir de um elem ento específico da biom assa, a celulose. Há dois principais processos para produzi- lo. Em um deles a celulose é subm et ida ao processo de hidrólise enzim ática, ut ilizando um a enzim a denom inada celulase. O out ro pro- cesso, que é ut ilizado com m enos freqüência, é com posto pela execução sucessiva das três seguint es fases: gasificação, ferm ent ação e destilação.

Biodiesel

O Biodiesel é um com bustível que tem com o suas m atérias- prim as etanol ( ao invés de m et anol) e um óleo qualquer de origem veget al ( m am ona, dendê e soj a) ou anim al ( com o sebo) . Ele é usado em substituição ou então adicionado ao diesel de petróleo ( petrodiesel) .

O biodiesel é predom inantem ente pro- duzido através de um a reação denom inada t ransesterificação de t riglicerídeos ( óleos ou gorduras anim ais ou vegetais) com alcoóis de cadeia curta ( m etanol ou etanol) , tendo a gli- cerina e sabão com o subprodutos. A reação de transesterificação é catalisada por ácido ou base, dependendo das características do óleo e/ ou gordura ut ilizados. Tam bém pode ser pro- duzido a part ir de qualquer fonte de ácidos graxos, além dos óleos e gorduras anim ais ou vegetais. Os resíduos graxos tam bém apare- cem com o m atérias prim as para a produção do com bustível. Nesse sentido, podem ser citados os óleos de frituras, as borras de refinação, a m atéria graxa dos esgotos, óleos ou gorduras veget ais ou anim ais fora de especificação, áci- dos graxos, etc.

Observe que o biodiesel não é o m esm o que o óleo vegetal bruto: é um com - bustível produzido através de um processo quím ico que rem ove a glicerina, prej udicial ao m otor, do óleo vegetal.

A concentração de biodiesel é infor- m ada através de nom enclatura específica, defi- nida com o BX, onde X refere- se à percentagem em volum e do biodiesel. Assim , B5, B20 e B100 referem - se, respect ivam ent e, aos com bust íveis com concentração de 5% , 20% e 100% de biodiesel ( puro) .

Foram cit ados:

Am arante, O. A. C. do, Brower, M., Zack, J., Sá, A. L. de. Atlas do Potencial Eólico Brasileiro. Minist ério de Minas e Energia, Elet robrás. Brasília, 2001.

BEN 2007, ano base 2006 – Ministério de Minas e Energia: Disponível em www.m m e.gov.br;

Energia Eólica ( explicações sobre geradores assíncronos e síncronos) . Acesso on- line:

http: / / www.unificado.com .br/ fisica/ energia_eolica. htm , 27 de agosto de 2006.

Gasch, R., Twele, J. ( Eds.) , Wind Power Plants: Fundam entals, Design, Construction and Operat ion. Solarpraxis AG, Alem anha, 390p., 2002.

Geller, Howard S. Revolução energética: políticas para um futuro sustentável. Rio de Janeiro, 2003. Goldem berg, J. Energia, Meio Am biente e Desenvolvim ento, 2. ed. São Paulo: Edit ora da Universidade de São Paulo, 2003.

GWEC – Global Wind Energy Council, Global Wind 2005 Report, 50p., 2006.

Holton, J. An I ndroduction to Dynam ic Meteorology, Third Edit ion. Academ ic Press, San Diego, 511 p., 1992.

I nternat ional Enegy Outlook 2006 - US Energy I nform ation Adm inistration: Disponível em

http: / / www.eia.doe.gov/ Para Saber Mais:

Agência Nacional de Energia Elétrica:

www.aneel.gov.br

Em presa de Pesquisa Energética:

www.epe.gov.br Energias Alternativas:

http: / / www.geocities.com / capecanaveral/ 5534/ ind ex.ht m

Meio Am biente no Brasil – Paulo Nogueira Neto:

http: / / www.m re.gov.br/ cdbrasil/ itam araty/ web/ po rt/ m eioam b/ sitam b/ enhidro/ apresent.htm

Organização Greenpeace:

www.greenpeace.org.br Petrobrás:

www.petrobras.com .br

Program a Nacional de Biodiesel:

www.biodiesel.gov.br

I nstituto Nacional de Pesquisa da Am azônia:

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1 ht t p: / / www.energiasrenovaveis.com

O Port al das Energias Renováveis ( PER) foi criado em novem bro de 2002, com a fina- lidade de criar um “ site” em língua portuguesa, relacionado ao tem a “ Energias Renováveis” , tendo com o principal obj etivo divulgar e prom over as Energias Renováveis em Portugal, com o tam bém em outros países de língua portuguesa. Ele vem tendo um papel im portante na di- vulgação periódica de inform ação, com diversas colaborações de entidades e pessoas relacio- nadas com as Energias Renováveis, e ainda com a criação de conteúdos inform ativos perm a- nentes sobre esta tem ática. Nesta área destacam - se canais com o a “ Cidade Renovável” ( edu- cacional infantil) , ou “ Com o Funciona” ( educacional) , assim com o as áreas dedicadas aos di- ferentes tipos de Energias Renováveis. Além disso, outros canais com o: Biblioteca, Blog opi- nião, eficiência energética, eventos, legislação e diversas inform ações atualizadas sobre em - prego, agências de energia, em presas e instituições de m eio am biente, energia e tecnologia, além de disponibilizar publicações variadas. O destaque principal deste portal é a TV Renovável que é o m ais novo canal que disponibiliza um a seleção de vídeos com reportagens, entrevistas sobre energias renováveis, alterações clim áticas etc.

O PER foi o prim eiro proj eto português a integrar a cam panha de divulgação das Ener- gias Renováveis da Com issão Européia “ Renewable Energy for Europe” que decorreu entre 2000 e 2003, tendo novam ente integrado, em 2004, a m ais recente cam panha da Com issão “ Sust ainable Energy Europe Cam paign” ( 2004- 2008) . Contou com parcerias com entidades com o a SPES, a Agencia Municipal de Sintra ( AMES) e a Agência Municipal de Energia- Am bi- ente de Lisboa ( Lisboa e- nova) . Em síntese, este Portal presta um excelente serviço a quem procura inform ação sobre estas áreas. Segundo seus idealizados, em breve será criado um novo design e desenvolvida um a nova plataform a dinâm ica.

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ht t p: / / www.redesm a.org

A Rede de Desenvolvim ent o Sust entável e Meio Am biente ( REDESMA) se constitui em um a iniciativa sem fins lucrativa im pulsionada pelo Centro Boliviano de Estudos Multidiscipli- nares ( CEBEM) , Liga de Defesa do Meio Am biente ( LI DEMA) , Fórum Boliviano de Meio Am bi- ente e Desenvolvim ento ( FOBOMADE) e Conservação I nternacional ( CI ) da Bolívia. Esta rede foi criada em 1999 com obj etivo principal de contribuir e m anter as pessoas atualizadas sobre Meio Am biente e Desenvolvim ento Sustentável.

O Site REDESMA é um espaço virtual de integração e conhecim ento para pessoas in- teressadas na tem ática do Desenvolvim ento Sustentável e Am biental. Nela pode ter acesso a diversas inform ações tais com o biblioteca virtual, serviço grat uito de boletins inform ativos quinzenais, revista virtual, difusão de proj etos e experiências, sugestões de livros, cursos e eventos para usuários da Am érica Latina, principalm ente Bolívia.

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3 http: / / www.clim aedesm atam ento.org.br

O I nstituto de Pesquisas Am bientais da Am azônia ( I PAM) , um a organização am biental não- governam ental, lançou um site especial para debat er a ligação entre as m udanças clim á- ticas e o desm atam ento no Brasil, com o apoio da Em baixada Britânica.

A destruição de florestas é responsável por 75% das em issões de gases de efeito es- tufa no Brasil e aproxim adam ente 20% das em issões globais. Para m arcar o lançam ento, o I PAM enviou um correspondente para produzir a cobertura j ornalística diária da 13ª Conferên- cia de Mudança Clim ática da ONU, aberta esta sem ana em Bali, na I ndonésia. O evento, que acontece até o dia 14 de dezem bro, discute entre outros tem as, o estabelecim ento de novas m etas de corte nas em issões de gases de efeito est ufa, para o período pós- 2012, com o obj e- tivo de frear o aquecim ento global. Além disso, visando a interatividade, o site contará com um blog, onde os internautas serão estim ulados a participar de debates e fóruns.

O site conta com um a anim ação de abertura que m ostra os efeitos do aum ento da tem perat ura na Florest a Am azônica. Conform e o internaut a navega, a tem perat ura dim inui e a paisagem degradada se recom põe. O obj etivo é m ostrar que quanto m ais bem inform ado e envolvido com o tem a, m ais se pode aj udar no com bate ao aquecim ento global. As principais sessões do site são: Clim a e Desm atam ento, Blog, Clim a em Revista, ABC das Mudanças Clim áticas, Agenda, e Biblioteca de publicações e docum entos.

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4 ht t p: / / www.ibict .br

O I nstituto Brasileiro de I nform ação em Ciência e Tecnologia ( I BI CT/ MCT) lançou o CD ROOM Clim atologia Fácil em outubro dest e ano durante a Sem ana Nacional de C&T. Este Program a explica, de form a leve, atraente e divertida, tudo sobre aquecim ento global, efeito estufa e poluição. Muita gente j á deve ter ouvido falar sobre aquecim ento global. Pro- vavelm ente, j á entendeu que esse é um grande problem a e que o se deve fazer para t entar aj udar a m inim izar esta questão. Ent endê- lo e explicar por que ele existe e quais m edidas podem ser tom adas? Pensando nisso, foi criado este software Clim atologia fácil.

O conteúdo ficou por conta da professora e coordenadora do Laboratório de Clim ato- logia da UNB, Ercília Stanke. “ A idéia foi trazer a questão para o universo da criança, porque ela norm alm ente não consegue se ver dentro do planeta, com o problem a. Além disso, a cli- m atologia é um a coisa m uito abstrata” , explica a professora.

O program a é, na verdade, um a aula. Prim eiro, explica- se com o funciona a rotação da Terra e com o a inclinação do planeta altera os ventos e a tem peratura na superfície. Depois, são apresent ados os problem as que acontecem aqui, ao redor da gente, com toda a poluição dos carros e fábricas. Por últim o, sugestões de atividades para m elhorar o m eio am biente. E o m elhor de tudo é que o CD pode ser usado por professores em um a aula, ou som ente pelas crianças, j á que tem gráficos sim ples, interativos e bem explicativos.

Durant e o lançam ent o na 4ª Sem ana Nacional de Ciência e Tecnologia, que aconteceu de 1 a 7 de outubro DE 2007 no Museu da República ( em Brasília) , 500 CDs no total contendo o program a foram distribuídos entre os participantes e, posteriorm ente, serão distribuídos em escolas públicas do Distrito Federal e de outras cidades brasileiras. Mais inform ações pelo telefone ( 061) 3317- 8028.

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5 ht t p: / / www.invivo.fiocruz.br

Descubra por que chocolate é gostoso. Faça um a anim ação com pingüins. Conheça a história de um castelo de verdade. Saiba que há m orcegos que são m esm o vam piros. Entenda por que a pim enta arde, e o que é esse tal aquecim ento global. Vej a com o a célula funciona por dentro. Escreva seu nom e com hieróglifos. Faça suas próprias experiências científicas, com astros e est relas, DNA, ou com um sim ples repolho.

Onde é possível fazer t udo isso? No I nvivo ( ht t p: / / www.invivo.fiocruz.br) , um m ist o de m useu virtual e revista de divulgação científica. Um dos sites do Museu da Vida/ Fiocruz, o I nvivo busca estim ular a curiosidade, o questionam ento e a exploração no cam po das ciên- cias.

O conteúdo editorial é com posto de reportagens, j ogos, experiências, anim ações in- terativas e exposições virtuais. O obj etivo é produzir m at erial atraent e e divertido, sem perder a credibilidade científica.

O I nvivo foi criado seguindo os m esm os ideais de realização do Museu da Vida, um dos departam entos da Casa de Oswaldo Cruz ( COC) da Fiocruz, a divulgação de ciência de form a lúdica e criativa aos visitantes, garantindo o acesso à inform ação sobre saúde, ciência e tecnologia para os j ovens e para a população em geral e possibilitando a com preensão dos processos científicos e seu im pacto na vida cotidiana.

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6 ht t p: / / www.governoelet ronico.gov.br/ onid

O Observatório Nacional de I nclusão Digital – ONI D é um a entidade que está sendo articulada pelo Governo Federal na form a de rede, envolvendo órgãos e entidades da adm inistração pública e da sociedade civil, para conhecer e prom over o intercâm bio entre iniciativas, e orientar investim entos em ações de inclusão digital no País.

O ONI D está realizando o cadastro de telecentros, centros de inclusão digital, infocentros ou outros espaços coletivos sem fins com erciais de uso de tecnologia digitais conectados à I nternet.

O preenchim ento dos dados é feito pelas próprias entidades responsáveis e será divulgado por m eio de um site integrado ao Portal de I nclusão Digital quando o volum e de registros for significativo.

Para cadastrar os telecentros, a entidade responsável precisa preencher e enviar o form ulário à coordenação do ONI D pelo e- m ail onid@planej am ento.gov.br.

A idéia é disponibilizar posteriorm ente o sistem a através da internet, e distribuir um a senha para cada responsável por cadastros para m anter as inform ações at ualizadas ano a ano, e facilitar o apoio às iniciativas por parte do Governo e de outros parceiros. Além disso, é m anter o cadastro atualizado ano a ano, e facilitar o apoio às iniciativas por parte do Governo e outros parceiros.

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