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Delproblemstilling 3: Hvordan kan City Cubes ved å fokusere på merkevare og verdiinnovasjon skape et komparative fortrinn?

7.3 Hva kjennetegner dagens hurtigmatmarked?

7.3.3 Nye trender i ”mat i farta” segmentet

De acordo com Allen, Lucero & Van Norman (1997), a antecipação dos resultados associados à motivação para o envolvimento em um programa de voluntariado é consistente com

a abordagem das predições de comportamento com base na teoria da expectância.

Na tentativa de esclarecer o processo de tomada de decisão, à luz da teoria da expectância, Miller & Pritchard (1992), colocam que:

“Dentro do contexto da teoria da expectância, o impulso para participar em atividades voluntárias estaria associado com a expectativa de que uma conduta participativa resultaria em recompensas pessoais e talvez organizacionais. Portanto, pode-se dizer que trabalhadores que tipificam as características de mudança da força de trabalho seriam inclinados a participar porque eles aguardavam obter tanto recompensas intrínsecas quanto extrínsecas” (MILLER & PRITCHARD, 1992, p.419).

Vários estudos têm sido realizados com o intuito de testar a validade da teoria da expectância com respeito às predições que ela propõe para o comportamento humano nas diversas áreas do trabalho (Lawler III, 1991; Régis, Calado, 2001). Neste aspecto, Mitchell (1982) alerta que o uso da teoria da expectância para predizer o comportamento só deve ser feito quando as opções de escolha puderem ser claramente identificáveis e forem mutuamente exclusivas. Segundo este autor, Vroom via claramente a teoria da expectância como um modelo de escolha comportamental “whithin-subject”. Apesar disso, a maioria dos pesquisadores da teoria da expectância têm testado muito mais o modelo “between” do que o “within-subject”.

Mitchell (1982) ainda explica que a prática usual tem sido computar, para cada sujeito estudado, o valor simples da força (somente uma alternativa) e compará-lo com um valor padrão esperado e, assim, poder examinar a correlação ou análise de variância entre estas duas séries de valores. Uma abordagem teoricamente correta seria computar, para cada indivíduo, uma força para cada alternativa comportamental em estudo e testar a freqüência com a qual a alternativa comportamental, cuja força é mais alta, corresponde à escolha atual do indivíduo (força resultante).

Parker & Dyer (1976) fazem uso da abordagem de Mitchell, salientando a necessidade das comparações internas do indivíduo “within-subject comparisons” da força que o atrai às duas

alternativas de comportamento em estudo.

No contexto do processo de envolvimento das pessoas, a decisão chave é ser voluntário (motivado a se envolver e/ou a evitar o status quo) ou não voluntário (motivado a manter o status quo e/ou a evitar o envolvimento). Desta forma, é possível assumir que as pessoas venham a reagir racionalmente às escolhas alternativas e que disponham de informações que as tornem capazes de delinear todas a variáveis relevantes para tomarem a decisão. Ou seja, na perspectiva do modelo de Vroom elas devem ser capazes de distinguir valências, instrumentalidades e expectâncias para todas as opções de escolha (PARKER & DYER,1976).

Neste sentido, a abordagem para a operacionalização da teoria da expectância que avalia valências, instrumentalidades e expectâncias (força motivacional), para diferentes alternativas de comportamento, foi empregada inicialmente por Parker & Dyer (1976). Isto, para predizer se oficiais da marinha americana estariam motivados a se aposentarem ou permanecerem na ativa, completado o tempo de serviço.

Allen, Lucero & Van Norman (1997) empregaram esta mesma abordagem para predizer a probabilidade de voluntários, para um programa de envolvimento de empregados, em uma companhia de geração de energia elétrica dos Estados Unidos. A partir desse modelo, uma força motivacional resultante é obtida da diferença entre a força motivacional de participação e a força motivacional de não participação.

Devido à relevância que a abordagem empregada por Parker & Dyer (1976) e Allen, Lucero & Van Norman (1997) apresenta para este estudo, o capítulo da metodologia apresentará esta abordagem em mais detalhes.

Mitchell (1982) também expõe a questão dos diferentes tipos de expectância como um ponto da teoria que carece de investigações. Vroom considerou seu modelo como subjetivo, onde a expectância é uma probabilidade. Teóricos da tomada de decisão, ao usar o modelo, fazem

distinção entre diferentes tipos de expectância.

Como Salanova, Hontangas & Peiró (1996) esclarecem, a expectância sobre o nível de execução que uma pessoa momentaneamente tem (expectância de estado) é influenciada tanto por fatores internos (p. ex., a expectância de traço de personalidade), como por fatores externos (p. ex., a dificuldade da tarefa).

Deste modo, a expectância de traço (ou auto-eficácia), junto com outros fatores externos, influem na expectância de estado e portanto, nos processos de tomada de decisão e a conseqüente ação. Allen, Lucero & Van Norman (1997) e Giles (1977) encontraram apoio para a hipótese de que indivíduos com medidas altas de “locus de controle” avaliavam as recompensas de envolvimento, em um programa voluntário, mais favoravelmente do que aqueles com baixas medidas.

A partir da abordagem da teoria da expectância, pode-se estudar a motivação para o envolvimento em um programa participativo como o programa de voluntariado empresarial. Neste aspecto, o foco do estudo está sobre a decisão individual de ser ou não ser voluntário para o programa.

Nesta abordagem, empregada por Allen, Lucero & Van Norman (1997) e tomada como modelo para este estudo, a motivação para participar de um programa de voluntariado pode ser vista como uma função de três fatores: a probabilidade percebida pelo indivíduo de que ele é capaz de se engajar no programa caso decida fazê-lo (expectância); a probabilidade também percebida de que o engajamento seja um meio, ou instrumento, que leve a certas recompensas associadas à participação (instrumentalidades); e, finalmente, o desejo que estas recompensas despertam no indivíduo com base nos seus objetivos pessoais (valências).

Ainda conforme o pensamento de Allen, Lucero & Van Norman (1997), a teoria da expectância prediz que as pessoas irão escolher a alternativa (voluntário ou não-voluntário) que

promover a maior força motivacional, isto é, o mais alto valor atingido quando expectância, instrumentalidades e valências forem matematicamente combinadas.

Esta revisão da literatura buscou apresentar uma síntese de assuntos que estão diretamente relacionados à motivação e à participação em ações de responsabilidade social dos funcionários da empresa Banco do Brasil, na região metropolitana do Recife. Assim este servirá de subsídio, através dos tópicos levantados, para esclarecer e enriquecer a análise dos dados e as conclusões provenientes deste exame.

No próximo capítulo serão apresentados os procedimentos metodológicos que foram utilizados para o desenvolvimento deste estudo.

3 Metodologia

Este capítulo apresenta a natureza da pesquisa, o desenho da pesquisa, o locus da investigação, a característica da população e amostra, pré-teste, o método de coleta de dados e a instrumentalização das variáveis.

O presente estudo replicou a metodologia aplicada por Allen, Lucero & Van Norman, (1997) e Parker & Dyer, (1976), em um ambiente culturalmente diferente do norte americano e o exame de Régis (2000) no Brasil. Além disso, buscou agregar conhecimento à linha de pesquisa que tem usado métodos e terminologias similares, no exame do processo de envolvimento dos empregados. Esses trabalhos enquadram os sujeitos dentro de três grupos: os participantes do programa (já participam), os voluntários (têm desejo de participar) e os não-voluntários (não têm desejo de participar) (ALLEN, LUCERO & VAN NORMAN, 1997; ALLEN & VAN NORMAN, 1996; LEANA, ALBRANT & MURREL, 1992; VERMA, 1989; VERMA & MCKERSIE, 1987).