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3. TEORETISK FORSTÅELSE AV RESULTATENHETSMODELLEN OG SOSIAL

3.4. NPM

A partir desta dissertação, alguns novos trabalhos podem ser desenvolvidos visando melhor aprofundamento no estudo sobre o uso do BSC e, de forma mais abrangente, sobre os sistemas de medição de desempenho em empresas brasileiras. São eles:

1. estudar a BSC em um número maior de empresas (envolvendo na amostragem empresas de portes diferentes) visando traçar um perfil comparativo sobre a implementação mais extenso entre elas;

2. realizar outros estudos de caso sobre implementação do BSC, porém em empresas que não tiveram a consultoria da empresa representante no Brasil do BSCol de Robert S. Kaplan e David A. Norton, podendo ser utilizado o mesmo instrumento de pesquisa desenvolvido nesta dissertação;

3. realizar um maior número de entrevistas do nível operacional para verificação do poder de abrangência do método na organização;

4. investigar mais sobre a dificuldade de representar a estratégia, principalmente de unidades de negócio ou processos, nas quatro perspectivas proposta originariamente por KAPLAN e NORTON (1996 a,b);

5. conduzir uma pesquisa sobre a adoção de novas medidas de desempenho durante o desenvolvimento de um Balanced Scorecard; em caso positivo,

propor um método para auxiliar o desenvolvimento de medidas de desempenho durante essa macro-fase; e

6. realizar um estudo amplo, do tipo survey, ao nível Brasil sobre a adoção do BSC, visando, destacar pontos forte e fracos.

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APÊNDICE A

COMO O BALANCED

SCORECARD FOI

IMPLEMENTADO?

OBJETIVO DA PESQUISA ROTEIRO DE ENTREVISTA

Razão da Adoção do BSC Desenvolvimento do BSC Avaliação individual Planejamento da implementação Implementação

APÊNDICE B COMO O BALANCED SCORECARD FOI IMPLEMENTADO? Razão da Adoção do BSC Desenvolvimento do BSC Avaliação individual • Determinação da matriz

• Necessidade do modelo de gestão adotado

• Decisão da diretoria

• Experiência piloto ou todas as unidades ao mesmo tempo • Tempo/custo

• Envolvimento do usuários • Uso da Tecnologia de informação • Influência da cultura organizacional • Dificuldades gerais

• Equipe de implementação (perfil, capacitação,

dedicação)

• Ajuda de consultoria interna/externa • Levantamento das necessidades dos usuários • Aderência à teoria do BSC proposta por K&N • Plano de comunicação

• Visão geral do entrevistado do BSC (pontos fortes e fracos)

• O que pode ser melhorado

Planejamento da implementação

Implementação

• Desenho do BSC (perspectivas, abrangência na

hierarquia

• Envolvimento do usuários

• Necessidade de redefinir valores, missão e estratégia • Construção do mapa estratégico

• Definição das iniciativa, indicadores e targets (utilização de novas medidas)

• . Escolha inicial dos indicadores/troca de indicadores

APÊNDICE C

Relação de organizações brasileiras privadas, públicas e sem fins lucrativos que já são usuários do BSC

Aracruz Governo do estado do Rio Grande do Sul

Politeno

Açominas Grupo Camargo Correa Randon

Alcoa Grupo Gerdau Rapidão Cometa

Amanco Grupo Ultra SAP

BNDES HSBC SENAI

Brasil Telecom Interchange Shell

Braskem Museu de Arte Moderna -SP Siemens (*)

Cetrel Oracle Sul América

Copesul Oxiteno (*) Suzano-Bahia Sul (*)

CST Pepsico Unibanco (*)

Daimler Chrysler Petrobrás (*) Visanet

Duke Energy Petroflex Vivo

Eletrosul Petroquímica Triumfo Votorantim

Papel e Celulose

Embrapa (*) Philips

Escola Superior de Propaganda e Marketing (*)

Polibrasil

(*) Empresas citadas pelo diretor da Symnetics Business Transformation com empresas com o BSC implementado em abril 2003.