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Natural killer cells in afferent lymph express an activated phenotype and readily produce IFN- γ

As Figuras 48, 49, 50, 51, 52, 53 e 54 apresentam, para 36 tratamentos realizados, as curvas de acúmulo de biomassa seca de capim-elefante em função de dose de nitrogênio fixando a lâmina total de água (irrigação e precipitação) e idade de corte. Para tal, foi utilizado o seguinte modelo de caracterização:

BMS = α2.Nβ2 (11)

em que BMS se refere à biomassa seca de capim-elefante (kg.ha-1) e N à dose (kg.ha-1) de

nitrogênio.

Para a colheita (idade de corte, Id1) ocorrida 46 dias após o corte de equalização, os

valores médios de taxa de acúmulo diário de biomassa seca de capim-elefante, entre 44 e 1000 kg.ha-1 de nitrogênio, foram de 0,194; 0,8256; 1,0672; 1,671; 0,8982 e 0,3405

kg.ha-1.kg-1 de nitrogênio referentes às lâminas totais de água (precipitação e lâmina de

irrigação) correspondentes a L1: 40%, L2: 54%, L3: 100%, L4: 135%, L5: 148% e L6: 200% da

ETc, respectivamente.

Para a colheita (idade de corte, Id2) ocorrida 82 dias após o corte de equalização, os

valores médios de taxa de acúmulo diário de biomassa seca de capim-elefante, entre 44 e 1000 kg.ha-1 de nitrogênio, foram de 1,738; -3,7421; 0,6178; 3,3617; 5,1484 e 5,7381 kg.ha-1.kg-1 de nitrogênio referentes às lâminas totais de água (precipitação e lâmina de irrigação) correspondentes a L1: 40%, L2: 54%, L3: 100%, L4: 135%, L5: 148% e L6: 200% da

ETc, respectivamente.

Para a colheita (idade de corte, Id3) ocorrida 112 dias após o corte de equalização, os

valores médios de taxa de acúmulo diário de biomassa seca de capim-elefante, entre 44 e 1000 kg.ha-1 de nitrogênio, foram de -0,6994; -0,5786; 1,044; 0,6832; 5,1359 e 4,0135

kg.ha-1.kg-1 de nitrogênio referentes às lâminas totais de água (precipitação e lâmina de

irrigação) correspondentes a L1: 40%, L2: 54%, L3: 100%, L4: 135%, L5: 148% e L6: 200% da

ETc, respectivamente.

Para a colheita (idade de corte, Id4) ocorrida 139 dias após o corte de equalização, os

valores médios de taxa de acúmulo diário de biomassa seca de capim-elefante, entre 44 e 1000 kg.ha-1 de nitrogênio, foram de -1,3361; -1,3171; 10,085; 0,6545; 5,4416 e 14,564

kg.ha-1.kg-1 de nitrogênio referentes às lâminas totais de água (precipitação e lâmina de

irrigação) correspondentes a L1: 40%, L2: 54%, L3: 100%, L4: 135%, L5: 148% e L6: 200% da

Para a colheita (idade de corte, Id5) ocorrida 170 dias após o corte de equalização, os

valores médios de taxa de acúmulo diário de biomassa seca de capim-elefante, entre 44 e 1000 kg.ha-1 de nitrogênio, foram de 2,3178; -1,3859; 2,1942; 12,444; 7,5901 e 12,166

kg.ha-1.kg-1 de nitrogênio referentes às lâminas totais de água (precipitação e lâmina de irrigação) correspondentes a L1: 40%, L2: 54%, L3: 100%, L4: 135%, L5: 148% e L6: 200% da

ETc, respectivamente.

Para a colheita (idade de corte, Id6) ocorrida 203 dias após o corte de equalização, os

valores médios de taxa de acúmulo diário de biomassa seca de capim-elefante, entre 44 e 1000 kg.ha-1 de nitrogênio, foram de -0,404; -6,5946; 4,3266; 0,9175; 9,8685 e 7,4115

kg.ha-1.kg-1 de nitrogênio referentes às lâminas totais de água (precipitação e lâmina de

irrigação) correspondentes a L1: 40%, L2: 54%, L3: 100%, L4: 135%, L5: 148% e L6: 200% da

ETc, respectivamente (Figura 53).

Para a colheita (idade de corte, Id7) ocorrida 231 dias após o corte de equalização, os

valores médios de taxa de acúmulo diário de biomassa seca de capim-elefante, entre 44 e 1000 kg.ha-1 de nitrogênio, foram de -2,9442; -5,2498; 11,362; 0,0894; 15,383 e 5,1335

kg.ha-1.kg-1 de nitrogênio referentes às lâminas totais de água (precipitação e lâmina de

irrigação) correspondentes a L1: 40%, L2: 54%, L3: 100%, L4: 135%, L5: 148% e L6: 200% da

ETc, respectivamente.

Esses valores médios de taxa de acúmulo diário de biomassa seca de capim-elefante se referem aos valores de coeficiente angular oriundos da análise de regressão linear com os mesmos dados usados para caracterização da variação temporal da biomassa seca de capim- elefante fixando a lâmina total de água (irrigação e precipitação) e a idade de corte (Figuras 48, 49, 50, 51, 52, 53 e 54).

Em função do resultado obtido (maioria dos expoentes do modelo de caracterização utilizado próximo a 0), verifica-se que não foi observado o efeito esperado da adubação nitrogenada em termos de produtividade de biomassa seca de capim-elefante. Isso provavelmente ocorreu devido a perdas como imobilização microbiológica, lixiviação, volatilização e denitrificação, principalmente. Porém, cabe ressaltar que houveram alguns casos com expoente inferior a zero (expoente negativo), como por exemplo L2 e L3 (idade de

corte 2) (Figura 49), L3 (idade de corte 3) (Figura 50), L2 (idade de corte 4) (Figura 51), L2

(idade de corte 5) (Figura 52), L1 e L2 (idade de corte 6) (Figura 53) e L1 e L2 (idade de corte

aumento da idade de corte. Estes valores negativos estão relacionados às falhas de brotação do capim-elefante, e interferiram na produtividade de BMS.

Figura 48 - Curva de acúmulo de biomassa seca (BMS, kg.ha-1) de capim-elefante (Pennisetum purpureum, cv.

Cameroon) em função de doses de nitrogênio (N1: 44, N2: 200, N3: 400, N4: 600, N5: 800 e N6: 1000

kg.ha-1 de N) e lâmina total de água (precipitação e lâmina de irrigação correspondente a L

1: 40%, L2:

54%, L3: 100%, L4: 135%, L5: 148% e L6: 200% da ETc para colheita aos 46 dias (idade de corte 1)

Figura 49 - Curva de acúmulo de biomassa seca (BMS, kg.ha-1) de capim-elefante (Pennisetum purpureum, cv.

Cameroon) em função de doses de nitrogênio (N1: 44, N2: 200, N3: 400, N4: 600, N5: 800 e N6: 1000

kg.ha-1 de N) e lâmina total de água (precipitação e lâmina de irrigação correspondente a L

1: 40%, L2:

54%, L3: 100%, L4: 135%, L5: 148% e L6: 200% da ETc para colheita aos 82 dias (idade de corte 2)

Figura 50 - Curva de acúmulo de biomassa seca (BMS, kg.ha-1) de capim-elefante (Pennisetum purpureum, cv.

Cameroon) em função de doses de nitrogênio (N1: 44, N2: 200, N3: 400, N4: 600, N5: 800 e N6: 1000

kg.ha-1 de N) e lâmina total de água (precipitação e lâmina de irrigação correspondente a L

1: 40%, L2:

54%, L3: 100%, L4: 135%, L5: 148% e L6: 200% da ETc para colheita aos 112 dias (idade de corte 3)

Figura 51 - Curva de acúmulo de biomassa seca (BMS, kg.ha-1) de capim-elefante (Pennisetum purpureum, cv.

Cameroon) em função de doses de nitrogênio (N1: 44, N2: 200, N3: 400, N4: 600, N5: 800 e N6: 1000

kg.ha-1 de N) e lâmina total de água (precipitação e lâmina de irrigação correspondente a L

1: 40%, L2:

54%, L3: 100%, L4: 135%, L5: 148% e L6: 200% da ETc para colheita aos 139 dias (idade de corte 4)

Figura 52 - Curva de acúmulo de biomassa seca (BMS, kg.ha-1) de capim-elefante (Pennisetum purpureum, cv.

Cameroon) em função de doses de nitrogênio (N1: 44, N2: 200, N3: 400, N4: 600, N5: 800 e N6: 1000

kg.ha-1 de N) e lâmina total de água (precipitação e lâmina de irrigação correspondente a L

1: 40%, L2:

54%, L3: 100%, L4: 135%, L5: 148% e L6: 200% da ETc para colheita aos 170 dias (idade de corte 5)

Figura 53 - Curva de acúmulo de biomassa seca (BMS, kg.ha-1) de capim-elefante (Pennisetum purpureum, cv.

Cameroon) em função de doses de nitrogênio (N1: 44, N2: 200, N3: 400, N4: 600, N5: 800 e N6: 1000

kg.ha-1 de N) e lâmina total de água (precipitação e lâmina de irrigação correspondente a L

1: 40%, L2:

54%, L3: 100%, L4: 135%, L5: 148% e L6: 200% da ETc para colheita aos 203 dias (idade de corte 6)

Figura 54 - Curva de acúmulo de biomassa seca (BMS, kg.ha-1) de capim-elefante (Pennisetum purpureum, cv.

Cameroon) em função de doses de nitrogênio (N1: 44, N2: 200, N3: 400, N4: 600, N5: 800 e N6: 1000

kg.ha-1 de N) e lâmina total de água (precipitação e lâmina de irrigação correspondente a L

1: 40%, L2:

54%, L3: 100%, L4: 135%, L5: 148% e L6: 200% da ETc para colheita aos 231 dias (idade de corte 7)

4.5 Caracterização da produtividade de biomassa seca de capim-elefante em função