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As Figuras 56, 57, 58, 59, 60, 61 e 62 apresentam, para 36 tratamentos realizados, as curvas de acúmulo de biomassa seca de capim-elefante em função da lâmina total de água

(irrigação e precipitação), fixando o tempo e doses de nitrogênio. Para tal, foi utilizado o seguinte modelo de caracterização:

BMS = α3.Lβ3 (12)

em que BMS se refere à biomassa seca de capim-elefante (kg.ha-1) e L àlâmina total de água (irrigação e precipitação).

Para a colheita (idade de corte, Id1) ocorrida 46 dias após o corte de equalização, os

valores médios de taxa de acúmulo diário de biomassa seca de capim-elefante, entre 19,1 e 307,5 mm de lâmina de água (Tabela 11), foram de 12,9; 11,771; 18,236; 11,835; 11,107 e 15,731 kg.ha-1.mm-1 de lâmina total referentes às doses de nitrogênio correspondentes a N

1:

44, N2: 200, N3: 400, N4: 600, N5: 800 e N6: 1000 kg.ha-1 de N, respectivamente .

Para a colheita (idade de corte, Id2) ocorrida 82 dias após o corte de equalização, os

valores médios de taxa de acúmulo diário de biomassa seca de capim-elefante, entre 19,1 e 792,1 mm de lâmina de água (Tabela 11), foram de 5,6734; 13,937; 43,546; 14,183; 41,79 e 18,309 kg.ha-1.mm-1 de lâmina total referentes às doses de nitrogênio correspondentes a N

1:

44, N2: 200, N3: 400, N4: 600, N5: 800 e N6: 1000 kg.ha-1 de N, respectivamente.

Para a colheita (idade de corte, Id3) ocorrida 112 dias após o corte de equalização, os

valores médios de taxa de acúmulo diário de biomassa seca de capim-elefante, entre 20,3 e 1138,6 mm de lâmina de água (Tabela 11), foram de 9,7849; 8,8549; 13,287; 21,713; 14,083 e 13,444 kg.ha-1.mm-1 de lâmina total referentes às doses de nitrogênio correspondentes a N1:

44, N2: 200, N3: 400, N4: 600, N5: 800 e N6: 1000 kg.ha-1 de N, respectivamente.

Para a colheita (idade de corte, Id4) ocorrida 139 dias após o corte de equalização, os

valores médios de taxa de acúmulo diário de biomassa seca de capim-elefante, entre 21,6 e 1391,9 mm de lâmina de água (Tabela 11), foram de 9,1141; 9,0767; 17,882; 18,572; 22,743 e 17,803 kg.ha-1.mm-1 de lâmina total referentes às doses de nitrogênio correspondentes a N

1:

44, N2: 200, N3: 400, N4: 600, N5: 800 e N6: 1000 kg.ha-1 de N, respectivamente.

Para a colheita (idade de corte, Id5) ocorrida 170 dias após o corte de equalização, os

valores médios de taxa de acúmulo diário de biomassa seca de capim-elefante, entre 41,5 e 1717,3 mm de lâmina de água (Tabela 11), foram de 3,806; 6,6561; 6,0126; 19,949; 13,788 e 8,8471 kg.ha-1.mm-1 de lâmina total referentes às doses de nitrogênio correspondentes a N

1:

44, N2: 200, N3: 400, N4: 600, N5: 800 e N6: 1000 kg.ha-1 de N, respectivamente.

Para a colheita (idade de corte, Id6) ocorrida 203 dias após o corte de equalização, os

valores médios de taxa de acúmulo diário de biomassa seca de capim-elefante, entre 55,5 e 2037,9 mm de lâmina de água (Tabela 11), foram de 6,8321; 6,3471; 13,957; 11,732; 18,187

e10,823 kg.ha-1.mm-1 de lâmina total referentes às doses de nitrogênio correspondentes a N1:

44, N2: 200, N3: 400, N4: 600, N5: 800 e N6: 1000 kg.ha-1 de N, respectivamente.

Para a colheita (idade de corte, Id7) ocorrida 231 dias após o corte de equalização, os

valores médios de taxa de acúmulo diário de biomassa seca de capim-elefante, entre 67,6 e 2380,2 mm de lâmina de água (Tabela 11), foram de 13,291; 14,864; 15,719; 18,506; 19,441 e 17,031 kg.ha-1.mm-1 de lâmina total referentes às doses de nitrogênio correspondentes a N

1:

44, N2: 200, N3: 400, N4: 600, N5: 800 e N6: 1000 kg.ha-1 de N, respectivamente.

Esses valores médios de crescimento diário de biomassa seca de capim-elefante por unidade de lâmina de água aplicada se referem aos valores de coeficiente angular oriundos da análise de regressão linear com os mesmos dados usados para caracterização da variação temporal da biomassa seca de capim-elefante fixando a dose de nitrogênio e a idade de corte (Figuras 56, 57, 58, 59, 60, 61 e 62).

Em função do resultado obtido (alguns expoentes do modelo de caracterização utilizado apresentaram valores próximos a 1 - Figuras 56, 57, 58, 59, 60, 61 e 62), verifica-se que não foi atingida a produtividade máxima de biomassa seca de capim-elefante, visto que não foi observada a estabilização da produtividade.

Figura 56 - Curva de acúmulo de biomassa seca (BMS, kg.ha-1) de capim-elefante (Pennisetum purpureum, cv.

Cameroon) em função de lâmina total de água (precipitação e lâmina de irrigação correspondente a L1: 40%, L2: 54%, L3: 100%, L4: 135%, L5: 148% e L6: 200% da ETc e doses de nitrogênio (N1: 44,

N2: 200, N3: 400, N4: 600, N5: 800 e N6: 1000 kg.ha-1 de N) para colheita aos 46 dias (idade de corte

Figura 57 - Curva de acúmulo de biomassa seca (BMS, kg.ha-1) de capim-elefante (Pennisetum purpureum, cv.

Cameroon) em função lâmina total de água (precipitação e lâmina de irrigação correspondente a L1:

40%, L2: 54%, L3: 100%, L4: 135%, L5: 148% e L6: 200% da ETc e doses de nitrogênio (N1: 44, N2:

200, N3: 400, N4: 600, N5: 800 e N6: 1000 kg.ha-1 de N) para colheita aos 82 dias (idade de corte 2)

Figura 58 - Curva de acúmulo de biomassa seca (BMS, kg.ha-1) de capim-elefante (Pennisetum purpureum, cv.

Cameroon) em função de lâmina total de água (precipitação e lâmina de irrigação correspondente a L1: 40%, L2: 54%, L3: 100%, L4: 135%, L5: 148% e L6: 200% da ETc e doses de nitrogênio (N1: 44,

N2: 200, N3: 400, N4: 600, N5: 800 e N6: 1000 kg.ha-1 de N) para colheita aos 112 dias (idade de corte

Figura 59 - Curva de acúmulo de biomassa seca (BMS, kg.ha-1) de capim-elefante (Pennisetum purpureum, cv.

Cameroon) em função de lâmina total de água (precipitação e lâmina de irrigação correspondente a L1: 40%, L2: 54%, L3: 100%, L4: 135%, L5: 148% e L6: 200% da ETc e doses de nitrogênio (N1: 44,

N2: 200, N3: 400, N4: 600, N5: 800 e N6: 1000 kg.ha-1 de N) para colheita aos 139 dias (idade de corte

Figura 60 - Curva de acúmulo de biomassa seca (BMS, kg.ha-1) de capim-elefante (Pennisetum purpureum, cv.

Cameroon) em função de lâmina total de água (precipitação e lâmina de irrigação correspondente a L1: 40%, L2: 54%, L3: 100%, L4: 135%, L5: 148% e L6: 200% da ETc e doses de nitrogênio (N1: 44,

N2: 200, N3: 400, N4: 600, N5: 800 e N6: 1000 kg.ha-1 de N) para colheita aos 170 dias (idade de corte

Figura 61 - Curva de acúmulo de biomassa seca (BMS, kg.ha-1) de capim-elefante (Pennisetum purpureum, cv.

Cameroon) em função de lâmina total de água (precipitação e lâmina de irrigação correspondente a L1: 40%, L2: 54%, L3: 100%, L4: 135%, L5: 148% e L6: 200% da ETc e doses de nitrogênio (N1: 44,

N2: 200, N3: 400, N4: 600, N5: 800 e N6: 1000 kg.ha-1 de N) para colheita aos 203 dias (idade de corte

Figura 62 - Curva de acúmulo de biomassa seca (BMS, kg.ha-1) de capim-elefante (Pennisetum purpureum, cv.

Cameroon) em função de lâmina total de água (precipitação e lâmina de irrigação correspondente a L1: 40%, L2: 54%, L3: 100%, L4: 135%, L5: 148% e L6: 200% da ETc e doses de nitrogênio (N1: 44,

N2: 200, N3: 400, N4: 600, N5: 800 e N6: 1000 kg.ha-1 de N) para colheita aos 231 dias (idade de corte

4.6 Caracterização da produtividade de biomassa seca de capim-elefante em função da lâmina de água e da dose de nitrogênio

4.6.1 Produtividade de biomassa seca de capim-elefante em função da lâmina de água e