Igangsatte boliger/Ferdigstilte boliger
3.3 Multippel regresjon med forutsetninger:
Há quatro competências gerais elencadas nas Diretrizes de 2013 (2013, p.28): “1. Dominar as linguagens e as técnicas utilizadas no processo de comunicação e nas diversas mídias, articulando as dimensões de criação, produção e interpretação; 2. Articular, de forma interdisciplinar, as interfaces existentes nas diferentes áreas da Comunicação, e em outros campos do saber, promovendo a integração teórico-prática; 3. Atuar em consonância com os princípios éticos de comunicação para a cidadania, considerando as questões contemporâneas de sustentabilidade; 4. Produzir conhecimento científico no campo da Comunicação e na área das Relações Públicas e exercer a docência.”
Também são indicadas (2013, p.28) sete competências específicas para o profissional da área: “1. Desenvolver pesquisas, estratégias e políticas que favoreçam a interpretação qualificada da conjuntura sócio-organizacional; 2. Criar, executar e avaliar planos, programas, campanhas e projetos estratégicos de relações públicas integrados às demandas organizacionais e da opinião pública; 3. Sistematizar os repertórios necessários à prática profissional, nos âmbitos da gestão de processos comunicacionais, da cultura organizacional e das inovações tecnológicas; 4. Utilizar técnicas e instrumentos adequados ao desenvolvimento de atividades específicas: assessoria de imprensa, organização de eventos, cerimonial e protocolo, ouvidoria, comunicação interna, pesquisa de opinião pública e de mercado; 5. Realizar serviços de auditoria, consultoria e assessoria de comunicação de empresas; 6. Atuar de forma qualificada em atividades de lobby/relações governamentais e comunicação pública; 7. Administrar crises e controvérsias, promovendo ações para a construção e preservação da imagem e da reputação das organizações.”
Nas competências específicas de Relações Públicas há, também, apenas uma referência às tecnologias digitais no item 3. Identifica que o profissional é capaz
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de sistematizar “repertórios” adequados nos processos comunicacionais e das inovações tecnológicas. Comparativamente, não houve um avanço na questão digital para os profissionais, onze anos depois das Diretrizes Curriculares Nacionais de 2002, mesmo com todo impacto que o cenário trouxe no planejar e no fazer a comunicação.
Apesar de não fazer referência ao domínio das novas tecnologias digitais, o documento deixa claro que o profissional deve ter domínio do processo comunicacional nas diversas mídias, embora não acrescente nenhum avanço em relação às Diretrizes Curriculares Nacionais de 2002.
Outra orientação das Diretrizes Curriculares Nacionais de 201396 consta nos princípios gerais, quando o documento se refere à questão da atualização97 dos cursos, responsabilizando-os pela oferta de condições aos alunos para que desenvolvam conhecimentos e práticas em mídias digitais, com recursos tecnológicos atualizados e constantes capacitações do corpo docente.
Comparando com as Diretrizes de 2002, há três aspectos novos: a obrigatoriedade do estágio curricular; o aumento da carga horária mínima obrigatória do curso; e a apresentação da estrutura, que, de conteúdos básicos e complementares, passou a ser descrita em eixos, com quatro aspectos previstos e estudo do cenário digital. Apesar de serem poucas qualitativamente, em termos de escopo mexem muito com a estrutura atual dos cursos no país.
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Diretrizes Curriculares nacionais para os cursos de Relações Públicas. Resolução nº 02, de 27 de setembro de 2013. Diário Oficial da União. Brasília, DF, 01 out. 2013. Disponível em: < http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=01/10/2013&jornal=1&pagina=28&total Arquivos=96> Acesso em: 02 out. 2013.
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Atualização: “Os cursos devem oferecer condições para que os alunos desenvolvam conhecimentos e práticas em mídias digitais, utilizando recursos tecnológicos sempre atualizados. Também é fundamental a constante renovação de conhecimentos teórico-práticos na área, através da capacitação permanente dos docentes e possibilidades de participação destes e dos discentes em fóruns acadêmicos e profissionais. Estimular as atividades de iniciação científica e de extensão no âmbito da graduação.”
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2.4.3 Perfil do egresso de Relações Públicas
Há uma linha orientadora ressaltando que o egresso do curso de Relações Públicas precisa ser um profissional ético, humanista, crítico e reflexivo. Para tanto, cinco aspectos são indicados (2013, p.28) como características do egresso: “1. Capacidade acurada de análise conjuntural, de forma a lidar quantitativa e qualitativamente com dados estatísticos, econômicos e sociais, transformando-os em indicadores para a elaboração de políticas de comunicação; 2. Percepção das dinâmicas socioculturais, tendo em vista interpretar as demandas dos diversos tipos de organizações e dos públicos; 3. Compreensão das problemáticas contemporâneas, decorrentes da globalização, das tecnologias de informação e da comunicação e do desenvolvimento sustentável necessária ao planejamento de relações públicas98; 4. Entendimento do campo técnico-científico da comunicação, capaz de estabelecer uma visão sistêmica das políticas e estratégias de relacionamentos públicos; 5. Capacidade de liderança, negociação, tomada de decisão e visão empreendedora.”
Há uma referência às novas tecnologias digitais, no item 3, utilizando a denominação de “tecnologias de informação”, o que representa um pequeno avanço em relação às Diretrizes Curriculares Nacionais de 2002. No item Linguagens,
Mídias e Tecnologias, o documento se reporta aos estudos da linguagem, da retórica
e do discurso; à organização das informações; aos estudos das mídias, das tecnologias de informação e de comunicação; à cibercultura e aos estudos semióticos da comunicação.
O futuro profissional do campo da Comunicação precisa ser capaz de adaptar-se a uma variedade de funções decorrentes do processo de convergência
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nos sistemas de produção das empresas.
O profissional mais adequado para o novo mercado terá condições de compreender processos, planejar ações, interpretar cenários e, o mais importante, ser suficientemente flexível. Por um lado, será capaz de se adaptar e, por outro, de reagir, de forma criativa, aos constantes ajustes dos processos produtivos pelos quais passam as empresas de Comunicação.