3. Contributions 41
3.2. Models of duplicate retention (paper I)
Como sugestões para trabalhos futuros, indicam-se:
Realização de novas pesquisas de âmbito mais específico, aos temas ligados às falhas causadas por vibrações excessivas induzidas por atividades humanas (movimentos de caminhar e correr), e por fadiga, nas passarelas 11, 12 e 15, devendo-se comparar os resultados obtidos por meio dos modelos numéricos com os limites propostos por diversas normas e recomendações de projeto internacionais. Pode-se utilizar o programa computacional ANSYS (para modelagem e análises estática, modal e transiente das estruturas por elementos finitos) e o programa PSM (Simulador de Pessoas em Movimento), desenvolvido na Universidade de Brasília, para a simulação de cargas verticais produzidas por movimentos de pedestres de caminhar e correr sobre as passarelas.
A avaliação da existência de descontinuidades nas ligações soldadas das passarelas estruturadas em aço estudadas, ou seja, verificar fissuras e fraturas por meio da realização dos seguintes ensaios não destrutivos:
Liquido Penetrante: conforme a norma NBR NM 334 (ABNT, 2012): Ensaios não destrutivos: Líquidos penetrantes - Detecção de descontinuidades;
Ultrassom: conforme a norma NBR 6002 (ABNT, 2015): Ensaios não destrutivos: Ultrassom - Detecção de descontinuidades em chapas metálicas;
Raio X: conforme as normas NBR 15739 (ABNT, 2016): Ensaios não destrutivos: Radiografia em juntas soldadas: Detecção de descontinuidades; NBR NM ISO 17636-1 (ABNT, 2017): Ensaios não destrutivos de juntas soldadas: Ensaios radiográficos Parte 1: Técnicas de raios X e gama com filme;
Partículas magnéticas: conforme a norma NBR NM 342 (ABNT, 2015): Ensaios não destrutivos: Partículas magnéticas - Detecção de descontinuidades.
A realização de pesquisas em vigas principais de aço das passarelas, reforçadas com laminados de CFRP, comparando seu desempenho de fadiga e a propagação de trincas e modos de falha, por meio de simulação por elementos finitos.
REFERÊNCIAS
ABRACO. Disponível em: <http://www.abraco.org.br/abnt-cb43/normas-publicadas>. Acesso em 20/05/2017.
Adexim Comexim. Disponível em: < http://www.adexim-comexim.com.br/inibidores- corrosao-tintas>. Acesso em 30/05/2017.
ARAÚJO, M. N. M. F. Viadutos híbridos mistos de aço e betão: Processos
construtivos e efeitos reológicos do betão. Dissertação de Mestrado. Faculdade
de Engenharia da Universidade do Porto, FEUP. Porto, 2009. 223 p.
ARQUITETURA & AÇO. Pontes e Passarelas. Revista CBCA (Centro Brasileiro da Construção em Aço). Edição n.º 36. Rio de Janeiro, 2013. Disponível em: <http://www.cbca-acobrasil.org.br/site/publicacoes-revistas.php?codDestaque
=100903>. Acesso em 20/03/2017.
ASSIS, S. L. Estudo comparativo de ensaios acelerados para simulação da
corrosão atmosférica. Dissertação de Mestrado. Instituto de Pesquisas Energéticas
e Nucleares da Universidade de São Paulo, USP. São Paulo, 2000. 99 p.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8800: Projeto de
estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios. Rio de
Janeiro, 2008.
______. NBR 6120: Cargas para o cálculo de estruturas de edificações. Rio de janeiro, 1980.
______. NBR 6123: Forças devidas ao vento em edificações. Rio de janeiro, 1988.
______. NBR 14643: Corrosão atmosférica - Classificação da corrosividade de
atmosferas. Rio de Janeiro, 2001.
______. NBR 8681: Ações e Segurança nas Estruturas – Procedimento. Rio de Janeiro, 2003.
______. NBR 7187: Projeto de pontes de concreto armado e de concreto
protendido - Procedimento. Rio de janeiro, 2003.
______. NBR 9050: Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e
equipamentos urbanos. Rio de Janeiro, 2004.
______. NBR 11003: Tintas - Determinação da aderência. Rio de janeiro, 2009. ______. NBR 16073: Ensaios não destrutivos — Inspeção eletromagnética -
Cabos de aço ferromagnéticos. Rio de janeiro, 2012.
______. NBR NM 334: Ensaios não destrutivos: Líquidos penetrantes –
______. NBR 7188: Carga móvel rodoviária e de pedestres em pontes, viadutos,
passarelas e outras estruturas. Rio de Janeiro, 2013.
______. NBR 6118: Projeto de estruturas de concreto – Procedimento. Rio de janeiro, 2014.
______. NBR 6002: Ensaios não destrutivos: Ultrassom – Detecção de
descontinuidades em chapas metálicas. Rio de janeiro, 2015.
______. NBR NM 342: Ensaios não destrutivos: Partículas magnéticas –
Detecção de descontinuidades. Rio de janeiro, 2015.
______. NBR 15739: Ensaios não destrutivos: Radiografia em juntas soldadas –
Detecção de descontinuidades. Rio de janeiro, 2016.
______. NBR 9452: Inspeção de pontes, viadutos e passarelas de concreto –
Procedimento. Rio de Janeiro, 2016.
______. NBR NM 17636-1: Ensaios não destrutivos de juntas soldadas: Ensaios
radiográficos Parte 1: Técnicas de raios X e gama com filme. Rio de janeiro,
2017.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PEDESTRES. ABRASPE. Passarelas e
Passagens Subterrâneas. Joinville, 2000. 9 p.
ASTM - American Society for Testing and Materials. ASTM E1571 - 11: Standard
Practice for Electromagnetic Examination of Ferromagnetic Steel Wire Rope.
USA, 2016.
BARKER, R. M.; PUCKETT, J. A. Design of Highway Bridges An LRFD Approach. New Jersey: John Wiley & Sons, 3th edition, 2013. 533 p.
BAUERMANN, M. Uma investigação sobre o processo de projeto em edifícios
de andares múltiplos em aço. Dissertação de Mestrado. Departamento de
Engenharia Civil, Escola de Minas, UFOP. Ouro Preto, 2002. 269 p.
BHTRANS – Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte S/A. BELO HORIZONTE (Prefeitura). Plano Diretor de Mobilidade Urbana de Belo Horizonte
PLANMOB-BH 2030. Revisão 2015. Relatório Diagnóstico. Belo Horizonte, abr.
2017. 281 p.
BORSATO, K. T. Arquitetura em aço e o processo de projeto. Dissertação de Mestrado. Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP. Campinas, 2009. 183 p.
BRANCO, F. A.; PAULO, P. V.; GARRIDO, M. Vida útil na construção civil.
ALCONPAT Internacional – Asociación Latinoamericana de Control de Calidad, Patología y Recuperación de la Construcción. Boletín Técnico. ICIST/IST – Universidade Técnica de Lisboa, Portugal, 2013. 22 p.
BRASIL. Ministério dos Transportes. DNIT – Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. NORMA 010/2004 - PRO. Inspeções em pontes e
viadutos de concreto armado e protendido – Procedimento. IPR/DNIT. Rio de
Janeiro, 2004. 18 p.
______. DNIT – Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. Manual
de Inspeção de Pontes Rodoviárias. IPR Publ. 709. 2.ª edição. Rio de Janeiro,
2004. 255 p.
______. DNIT– Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. Diretrizes
básicas para estudos e projetos rodoviários: escopos básicos/instruções de serviço. 3.ed. IPR Publ.726. Rio de Janeiro, 2006. 487p.
______. DNIT– Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. IS-228:
Projeto de passarelas para pedestres em Projetos de Engenharia Rodoviária.
Rio de Janeiro, 2006. 7 p.
______. DNIT – Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. Pontes e
viadutos rodoviários – Estruturas de concreto armado - Especificação de serviço. IPR Publ.122. Rio de Janeiro, 2009. 9 p.
______. DNIT – Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. Manual
de Recuperação de Pontes e Viadutos Rodoviárias. IPR Pub. 744. Rio de
Janeiro, 2010, 161 p.
______. DNIT – Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. SREMG - Superintendência Regional do DNIT no Estado de Minas Gerais. Relatório de
Inspeção Cadastral Expedita da passarela metálica situada sobre o Anel Rodoviário de Belo Horizonte nas rodovias BR-262/040 . Belo Horizonte, 2013,
16 p.
______. DNIT– Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. ISF-219:
Projeto de passarelas para pedestres em Projetos de Engenharia Ferroviária.
Rio de Janeiro, 2015. 16 p.
______. DNIT– Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. Manual de
Manutenção de Obras de Arte Especiais - OAEs. IPR/DNIT/MT. Brasília, 2016.
104 p.
BRASIL. Lei n.º 12.587, de 03 de janeiro de 2012. Institui as diretrizes da Política
Nacional de Mobilidade Urbana e dá outras providências. Brasília, 2012.
Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12587. htm>. Acesso em 20/10/2017.
CARDOSO, R. Pintura para metais como proteção anticorrosiva. Rede de Tecnologia e Inovação – REDETEC. Rio de Janeiro, 2013. 32 p.
CASAVOGUE.globo.com. Passarela circular organiza o fluxo em Xangai. Disponível em: <http://casavogue.globo.com/Curiosidades/noticia/2012/12/rotatoria- para-pedestre-na-china-tem.html>. Acesso em 25/05/2017.
CASTRO, E. M. C. Patologia dos Edifícios em Estrutura Metálica. Dissertação de Mestrado. Escola de Minas. UFOP. Ouro Preto, 1999. 204 p.
CHIQUITO, M. A. Comparação de desempenho de aços de baixa liga frente à
corrosão atmosférica e corrosão eletroquímica. Dissertação de Mestrado. Escola
de Engenharia Química, UFMG. Belo Horizonte, 2013. 71 p.
CORUS GROUP International Corporation. Student guide to steel bridge design.
Inglaterra, 2007. 32 p.
COSTA, F. G. Manutenção das estruturas metálicas com utilização dos ensaios
não destrutivos. Construmetal. São Paulo, 2012.
DAL’BÓ, T.C.M.; SARTORTI, A.L. Falhas e Patologias nas Estruturas Metálicas. Construmetal. São Paulo, 2012.
DALY, A. F.; WITARNAWAN, W. A method for increasing the capacity of short and medium span Bridges. Indonesia, p. 11, [200-?].
DEMIR, H. Strengthening and repair of steel bridges: Techniques and management. Master of Science Thesis in the Master’s Programme. Chalmers University of Technology. Göteborg, Sweden, 2011.
DIN 18809. Stählerne Straßen- und Wegbrücken – Bemessung, Konstruktion,
Herstellung. Beuth Verlag, Berlin, September 1987.
DYWIDAG-SYSTEMS INTERNATIONAL – DSI. Sistemas de Protensão com Barras Dywidag – Aplicações Estruturais. Catálogo técnico. São Paulo, 2018.
12 p.
______. Sistemas de Estais DYWIDAG. Catálogo técnico. São Paulo, 2018. 52 p.
ELLIS, C. External PT to Increase Capacity of Existing Steel Bridges.
Washington DC, 2013. 33p.
EUROPEAN STANDARD. Eurocode 0 - EN 1990 2002. Basis of Structural
Design. Annex A2.4.3.2 gives the comfort criteria for pedestrians.
______. Eurocode 1- EN 1991-2:2003. Actions on Structures: paragraph 5.7 deals with pedestrian loads on bridges.
______. Eurocode 3 - EN 1993-2:2006. Design of Steel Structures: paragraph 7.9 deals with the performance criteria for pedestrian bridges.
EUTHENICS, P.E.; VERMES, W. Design and Performance of Riveted Bridge Connections. 2007. http://www.otecohio.org/.
FERREIRA, L. M. Passarela pênsil protendida formada por elementos pré-
moldados de concreto. Dissertação de Mestrado. Escola de Engenharia de São
Carlos, USP. São Carlos, 2001. 110 p.
FIALHO, A. P. F. Passarelas urbanas em estrutura de aço. Dissertação de Mestrado. Departamento de Engenharia Civil, Escola de Minas, UFOP. Ouro Preto, 2004.118 p.
FYFE Co. LLC. Tyfo® UC Composite Laminate Strip System. EUA, 2015. 2 p.
Disponível em: <http://www.fyfeco.com/-/media/Files/Fyfe/2013- Products/Tyfo%20UC%20Strips.ashx >. Acesso em 30/10/2017.
FHWA. Federal Highway Administration U.S. Department of Transportation. Bridge
Preservation Guide. Publication Number: FHWA-HIF-11042. Washington, DC, 2011. 32p. Disponível em: < https://www.fhwa.dot.gov/bridge/preservation/ guide/guide.pdf>. Acesso em 22/07/2017.
______. Guide for Heat-Straightening of Damaged Steel Bridge Members.
Publication Number: FHWA-IF-08-999. Washington, DC, 2008. 79 p. Disponível em:< https://www.fhwa.dot.gov/bridge/steel/heat_guide.pdf>. Acesso em 26/07/2017.
______. Manual for Repair and Retrofit of Fatigue Cracks in Steel Bridges.
Publication Number: FHWA-IF-13-020. Washington, DC, 2013. 134 p. Disponível
em:< https://www.fhwa.dot.gov/bridge/steel/pubs/hif13020/hif13020.pdf>. Acesso em 25/07/2017.
GHAFOORI, E. et al. Design criterion for fatigue strengthening of riveted beams in a 120-year-old railway metallic bridge using pre-stressed CFRP. Composites
Part B: Engineering. 68. 1–13, 2015.
GENTIL, V. Corrosão. 6. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, LTC, 2011. 380 p.
GNECCO, C.; MARIANO, R.; FERNANDES, F. Manual Tratamento de Superfície e
Pintura. Rio de Janeiro: Centro Brasileiro da Construção em Aço – CBCA, 2003.
GOOGLE MAPS . 2017. Disponível em: <http://www.google.com.br/maps/>. Acesso
Em 25/11/2017.
HAGHANI, R.; AL-EMRANI, M.; HESHMATI, M. Fatigue-Prone Details in Steel Bridges. Article Journal MDPI AG Buildings Editorial Office, Chalmers University of Technology, Gothenburg, Sweden, 2012. 21 pag. Disponível em:> www.mdpi.com/journal/buildings>. Acesso em 21/09/2017.
HAGHANI, R. Behaviour and design of adhesive joints in flexural steel members bonded with FRP laminates. Ph.D. Thesis. Department of Structural Engineering, Chalmers University of Technology, Gothenburg, Sweden. 2010. 79 p. HAYWARD, A. Composite steel highway bridges. Corus Construction & Industrial, Orchard Corporate Ltd, Great Britain, 2005. 28 p.
HELENE, P.R.L. Manual para Reparo, reforço e Proteção de Estruturas de
concreto. 2ª ed. São Paulo: PINI, 1992. 213 p.
HIVOSS. Human induced vibrations of steel structures. FEUP. Porto, 2008. 19 p.
INFRAESTRUTURA URBANA. Revista PINI. Soluções técnicas: protensão de
pontes e viadutos. Edição n.º 42. São Paulo, 2014. Disponível em: <
http://infraestruturaurbana17.pini.com.br/solucoes-tecnicas/42/solucoes-tecnicas- protensao-de-pontes-e-viadutos-326393-1.aspx>. Acesso em 15/08/2017.
INGÓLFSSON, E. T. Pedestrian-induced lateral vibrations of footbridges Experimental studies and probabilistic modelling. Ph.D. Thesis. Department of
Civil Engineering,Technical University of Denmark. Dinamarca, 2011. 270 p.
INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION (ISO). ISO 12944-2:
Paints and varnishes - Corrosion protection of steel structures by protective paint systems - Part 2: Classification of environments. Genéve, 1998.
______. ISO 110137: Bases for design of structures - Serviceability of buildings and walkways against vibrations. Genéve, 2007.
______. ISO 12944-5: Paints and varnishes -- Corrosion protection of steel structures by protective paint systems -- Part 5: Protective paint systems.
Genéve. 2007.
JUVANDES, L. F. P. Reforço e Reabilitação de Estruturas: Módulo 2. Departamento de Engenharia Civil, Laboratório de Estruturas, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, FEUP. Madeira, Portugal, 2002. 93 p.
KAMRUZZAMAN, M. et al. A Review on Strengthening Steel Beams Using FRP under Fatigue. Hindawi Publishing Corporation. The Scientific World Journal.
Volume 2014, Article ID 702537. Department of Civil Engineering, University of Malaya, Kuala Lumpur, Malaysia, 2014. 21 p. Disponível em: < https://
doaj.org/article/21fdf6bba98747ac8589394accfeebc7>. Acesso em 25/07/2017. KINA, A. Y. Inibidores de corrosão para sistemas de aço carbono submetidos a
meios de alta salinidade e presença de CO2. Dissertação de Mestrado. COPPE,
UFRJ. Rio de Janeiro, 2011. 96 p.
KLAIBER, F. W.; WIPF, T. J. Strengthening and Rehabilitation. Bridge Engineering
Handbook. CRC Press, Boca Raton, 2000. 43 p.
KRANKEL, F. Apostila de treinamento DT-12 – Pintura industrial com tintas
líquidas. 90 p. Disponivel em: <http://ecatalog.weg.net/files/wegnet/WEG-pintura-
industrial-com-tintas-liquidas-manual-portugues-br.pdf>. Acesso em 21/03/2017. LANER, F. J. Manifestações patológicas nos viadutos, pontes e passarelas do município de Porto Alegre. Dissertação de Mestrado. Escola de Engenharia da
MAZARIM, D. M. Histórico das pontes estaiadas e sua aplicação no Brasil. Dissertação de Mestrado. Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, USP. São Paulo, 2011. 125 p.
MELO, L. G.; REIS, A. J. Ponte Metálica de Vila Real sobre o Rio Corgo –
Reabilitação e Reforço. Anais do Congresso de Construção Metálica e Mista,
Lisboa, 2003. 10 p.
MEYER, K. F. Estruturas Metálicas: Passarelas e Pontes para Dutos. Nova Lima: KM Engenharia Ltda, 1996. 288 p.
MONTANA DEPARTMENT OF TRANSPORTATION. Bridge Inspection and Rating
Manual. USA, 2015. 539 p. Disponível em:< https://www.mdt.mt.gov /other/webdata/external/bridge/Bridge-inspection-manual.pdf>. Acesso em 22/07/2017.
NELSEN, A. C. H.; SOUZA, A. S. C. Vigas Mistas de Aço e Concreto com
Protensão Externa: Conceitos e Aplicações. Anais do Construmetal, São Paulo,
2012. 22 p.
NUNZIATA, V. Prestressed steel structures. Structture in acciaio precompresso. In. CONGRESSO C.T.A., XVII, 1999. Napoli. Proceedings. Napoli: [s.n.], 1999. p. 6.
NYSDOT. Fundamentals of Bridge Maintenance and Inspection. New York State Department of Transportation. USA, 2008. 74 p. Disponível em:< ftp://
ftp.odot.state.or.us/bridge/Maintenance/Fundamentals%20of%20Bridge%20Mainten ance%20and%20Inspection.pdf>. Acesso em 15/08/2017.
OLIVEIRA, G. Transporte: Conservação de obras de arte. Revista Infraestruturaurbana. Editora PINI. edição n.º 7, São Paulo, 2011. Disponível em:<http://infraestruturaurbana.pini.com.br/solucoes-tecnicas/7/conservacao-de- obras-de-arte-235526-1.aspx> Acesso em 10/08/2017.
OPOPULAR. Cidades: Liberada passarela no perímetro urbano da BR-153. 2012. Disponível em: <http://www.opopular.com.br/editorias/cidade/liberada-passarela-no- per%C3%ADmetro-urbano-da-br-153-1.156359>. Acesso em 01/06/2017.
PANTURA WORK GROUP. Needs for maintenance and refurbishment of
bridges in urban environments. 2011, 148 p.
PANNONI, F. D. Projeto e durabilidade. Rio de Janeiro: IBS/CBCA, 2009. 72p. ______. Manual Princípios da proteção de estruturas metálicas em situação de
corrosão e incêndio. 6. ed. Rio de Janeiro: Gerdau, 2015. 100 p.
PEIRIS, N. A. Steel Beams Strengthened with Ultra High Modulus CFRP Laminates. Doctoral Dissertations . College of Engineering at the University of
PINHO, F. O.; BELLEI, I. H. Manual Pontes e viadutos em vigas mistas. Rio de Janeiro: Centro Brasileiro da Construção em Aço – CBCA, 2007. 138p.
PRAVIA, Z. M. C.; BETINELLI, E. A. Falhas em Estruturas Metálicas: Conceitos e
Estudo de Casos. Artigo técnico. Disponível em:
<http://www.metalica.com.br/falhas-em-estruturas-metalicas-conceitos-e-estudos-de- caso>. Acesso em 23/03/2017.
______. Conceito e estudos de casos de falhas em estruturas metálicas. Construção Metálica n.º 35, São Paulo, 1998.
RADOMSKI, W. Bridge rehabilitation. London: Imperial College Press, ICP, 2002. 492 p.
RADU, D.; BANCILA, R. Truss Beams Welded Joints Strengthening Solutions.
International Conference Contemporary Achievements in Civil Engineering 24. Faculty of Civil Engineering Subotica. Serbia, 2015. 9 p.
RENDEIRO, C. B. Mobilidade Urbana e Federalismo: Repartição de
competências em matéria de transporte público coletivo no município de Belém. Dissertação de Mestrado. Centro Universitário do Pará, CESUPA. Belém,
2015. 192 p.
RIBAS, R. A. J. Avaliação das condições físico-construtivas e de desempenho
de uma edificação estruturada em aço. Estudo de caso: Prédio da EM da UFOP. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil). Escola de Minas. Universidade
Federal de Ouro, UFOP. Ouro Preto, 2006. 210 p.
SACCHI, C. C. Avaliação de desempenho estrutural e manifestações
patológicas em estruturas metálicas. Dissertação de Mestrado. Departamento de
Engenharia Civil da Universidade Federal de São Carlos, UFSCar. São Carlos, 2016. 138 p.
SALAMA, T.; ABD-EI-MEGUID, A. Strengthening Steel Bridge Girders Using CFRP. UTCA Report Number 06217. Department of Civil, Construction, and
Environmental Engineering, University of Alabama. Birmingham, 2010. 184 p.
SANTOS, N. E. Conservação e reabilitação de pontes metálicas. Dissertação de Mestrado. Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Porto, 1998. 239 p. SÃO PAULO (Estado). ARTESP - Agência de Transporte do Estado de São Paulo.
Controle das Obras de Arte Especiais. ET- 00.000.000-0-C21/002 R0. São Paulo,
2007.
SÃO PAULO (Estado). Secretaria dos Transportes. DER – Departamento de Estradas de Rodagem. Instrução de Projeto IP-DE-C00/004. Projeto de Passarela
SÃO PAULO (Prefeitura). CET- Companhia de Engenharia de Tráfego. Metodologia
para Estudo de Implantação de Passarela Sobre as Vias Públicas. NT 097/84.
São Paulo, jun. 1984. 6 p.
SARTORTI, A. L. Identificação de patologias em pontes de vias urbanas e rurais
no município de Campinas-SP. Dissertação de Mestrado. Faculdade de
Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP. Campinas, 2008. 205 p.
SASTRI, V. S.; GHALI, E.; ELBOUJDAINI, M. Corrosion Prevention and Protection:
Practical Solutions. England : John Wiley & Sons, 2007. 581 p.
SCHWEITZER, P. E. P. A. Metallic Materials: Physical, Mechanical, and Corrosion Properties. New York : Marcel Dekker, 2003. 710 p.
SÉTRA - Guide méthodologique Passerelles piétonnes - Évaluation du
comportement vibratoire sous l’action des piétons. Paris, 2006, 96 p.
SIKA BRASIL. Ficha técnica de produto Sika CarboDur S. Osasco, SP, 2016. 5p.
Disponível em: < https://bra.sika.com/dms/getdocument.get/1f450e1c- a1c5.../Sika_Carbodur_S.pdf>. Acesso em 15/10/2017.
SIKA PHILIPPINES. Refurbishment Structural Strengthening. Philippines, 2016.
20 p. Disponível em: <https://phl.sika.com/en/solutions_products/doc_download/ brochures/Refurbishment.html>. Acesso em 10/10/2017.
SIKA PORTUGAL. Sika® CarboDur® - Sistema de reforço estrutural com laminados de fibra de carbono. Portugal, 2011. 7 p. Disponível em: < https://
prt.sika.com/dms/getdocument.../01%20Sika%20CarboDur%20_04.001.pdf >. Acesso em 15/10/2017.
SILVA, F. T. da. Vibrações de passarelas de pedestres na direção vertical
considerando modelos biodinâmicos de pessoas caminhando. Tese de
Doutorado. Centro de Tecnologia. UFPB. João Pessoa, 2011. 163 p.
SILVA NETO, P. R. Avaliação de patologias e recuperação de construções
mistas em concreto e aço. Pós-graduação: Mestrado na Faculdade de Engenharia
Civil da Unicamp – área de concentração Geotecnia, 2006.
SITTER, WR. Costs for service life optimization. The “Law of fives”. In:
CEBRILEM. Durability of concrete structures. Proceedings of the international workshop held in Copenhagen, 1984.
SOUZA, V. C. M.; RIPPER, T. Patologia, recuperação e reforço de estruturas de
concreto. 1. ed. São Paulo: Editora Pini, 2009. 255 p.
STRRES. LES GUIDES STRRES FAME - Métal Réparation et rénovation des
STRUCTURAE– International Database and Gallery of Structure. Banco de
dados. Disponivel em:< http://www.structurae.net >.Acesso em 01/03/2017.
S&P CLEVER REINFORCEMENT COMPANY AG. S&P C-Laminate Laminados de fibra de carbono para reforço estrutural. Portugal, 2017. 7p. Disponível em: <
http://www.sp-reinforcement.pt/pt-PT/produtos/laminados/sp-c-laminate>. Acesso em 15/09/2017.
TAWFIK, Q. H.; KARUNASENA, W. Use of CFRP for Rehabilitation of Steel Structures: a Review. Southern Region Engineering Conference. Faculty of
Engineering and Surveying, University of Southern Queensland. Toowoomba, QLD,
Austrália, 2010. 5 p.
TEIXEIRA, R. B. Análise da gestão do processo de projeto estrutural de
construções metálicas. Dissertação de Mestrado. Escola de Engenharia da
Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG. Belo Horizonte, 2007. 269 p.
TELES, G. R. M.; KOZYREV, I.; MELGAR, E. Inspeção eletromagnética nos
cabos de aço de pontes estaiadas. INTRONBRASIL. Disponível em:
<https://www.institutodeengenharia.org.br/site/wp-content/uploads/2017/10/ arqnot5385.pdf >. Acesso em 10/11/2017.
TILLY, G. P. et al. Iron and steel bridges: condition apprisal and remedial treatment. CIRIA, London, 2008. 220 p.
UHLIG, H. H.; REVIE, R. W. Corrosion and Corrosion Control : An Introduction to Corrosion Science and Engineering. 4th edition. New Jersey: John Wiley &
Sons, 2008. 513 p.
VEJA ABRIL.COM. Revista. 2014. Brasil: Caminhão que causou tragédia no Rio
andava com caçamba levantada. Disponível em: http://veja.abril.com.br/brasil/
video-caminhao-que-causou-tragedia-no-rio-andava-com-cacamba-levantada>. Acesso em 25/05/2017.
VIAPOL. Recuperação e Reforço Estrutural. São Paulo, 2016. 6 p. Disponível em: < http://www.viapol.com.br/media/146288/folheto-refor%C3%A7o-estrutural-2016- compactado.pdf >. Acesso em 25/10/2017.
VITÓRIO, J. A. P. Pontes rodoviárias: fundamentos, conservação e gestão. 1. ed. CREA-PE, Recife, 2002. 85 p.
______. Seminário sobre riscos e acidentes estruturais em obras de
engenharia civil. IBRACON-PE, Recife, 2015. 44 p.
WISDOT. Bridge Preservation Policy Guide. State of Wisconsin Department of Transportation. Version 1.02. Wisconsin, US, 2016. 18 p.
XANTHAKOS, P. P. Bridge Strengthening and Rehabilitation. Ed. Prentice-Hall,