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as Administrativas • Há espaços parcialmente uti
atividades de extensão (compartilhados com atividades de ensino ou de pesquisa, de uso associado às atividades de extensão)? Há prejuízo para a iniciativa e o desenvolvimento de atividades de extensão pela inexistência ou deficiência (de instalações prediais, dimensões físicas, mobiliário, conforto, etc.) dos espaços disponíveis?
O formato adotado, neste momento, para as atividades de extensão (cursos, prestação de serviços, encontros com a comunidade, uso de recursos multimídia para a educação, etc.) tem demandado as áreas físicas disponíveis na Unidade Acadêmica? Tem demandado áreas físicas de outros órgãos universitários? Tem implicado a locação de espaços externos ao Campus ou que não sejam de propriedade da FUB?
O planejamento e o gerenciamento de atividades de extensão têm previsto o investimento na instalação e na manutenção de instalações físicas adequadas?
Há investimento de recursos próprios da Unidade Acadêmica em atividades de extensão? 10.2.4 - Criticando as Prátic • ? Há suporte, no • • • • • • • • • • •
as condições físicas gerais dos ambientes da ni
Há planejamento dos eventos administrativos
local, de postos avançados (que hoje se restringem ao Decanato de Assuntos Estratégicos DAA)?
As áreas destinadas exclusivamente à administração da Unidade Acadêmica são suficientes? Há espaço para arquivos, para serviços de apoio (reprografia, sala para chefias e direção, sala de reuniões, depósito de materiais e equipamentos, recepção e espera, banheiros de funcionários e para o corpo docente e discente?
O corpo de servidores técnico-administrativos recebe treinamento básico para as suas funções primordiais?
• O corpo de servidores técnico-administrativos, assim como o corpo docente e discente, recebe treinamento básico para situações de emergência?
As instalações prediais e equipamentos existentes nas áreas da
administração da Unidade Acadêmica são adequados para as suas atividades?
Os espaços disponíveis para a administração da Unidade Acadêmica são fisicamente acessíveis para as pessoas portadoras de necessidades especiais?
Há barreiras arquitetônicas que limitem o acesso das pessoas portadoras de necessidades especiais aos espaços disponíveis para a administração da Unidade Acadêmica? Quais são?
Os espaços disponíveis para a administração da Unidade Acadêmica possuem alguma adaptação para seu uso por pessoas portadoras de necessidades especiais (limitações locomotoras, visuais, auditivas)?
Qual a forma adotada na Unidade Acadêmica para o controle patrimonial, de pessoal e de recursos financeiros? É eficiente? Há registro de furtos ou ocorrências de outra forma irregulares? Há prestação de contas dos recursos disponíveis (advindos de repasses do Orçamento da União ou de outro modo captados)? • Há registro sistemático dos atos administrativos, em todos os
níveis da Unidade Acadêmica? Como são arquivados? Como é controlado o seu acesso?
Qual a forma adotada na Unidade Acadêmica para o controle do uso de salas e equipamentos utilizados nas atividades de ensino, pesquisa e extensão? Há reclamações quanto ao tipo de controle (ou falta deste) pelos usuários docentes e discentes?
A administração acadêmica tem informação de todos os eventos e atividades, a qualquer momento, em ocorrência?
• A comunidade local (professores, estudantes e servidores técnico-administrativos) tem informação de todos os eventos e atividades que estão ocorrendo, a qualquer momento?
Os espaços da Unidade Acadêmica viabilizam a convivência, a permanência local e a integração, em equipes de trabalho, dos membros docentes, discentes e servidores técnico- administrativos?
10.2.5 - Criticando U dade de Ensino
PARTE II - DIRETRIZES DE PROJETO E OCUPAÇÃO / ESTABELECIMENTO DE PADRÕES DE ATIVIDADES
amento de sua manutenção e limpeza tem sido
•
•
•
• A Unidade Aca
próprios? O agenddêmica possui reservatórios de água potável • Os elementos prediais (esquadrias, revestimentos, luminárias, mobiliário fixo como bancadas, etc.) encontram-se em boas seguido?
• A Unidade Acadêmica possui sistemas de detecção e de combate a incêndios em áreas de risco? O agendamento de sua manutenção tem sido seguido?
• A Unidade Acadêmica possui pára-raios próprio? O agendamento de sua manutenção tem sido seguido?
• A Unidade Acadêmica possui equipamento mecânico como monta-cargas, exaustores, caldeira, boiler, etc.? O agendamento de sua manutenção e limpeza tem sido seguido?
• A Unidade Acadêmica possui, em depósito, material inflamável, corrosivo, explosivo, tóxico, biocontaminante, radioativo ou de natureza especial que implique riscos no seu manuseio, para as pessoas ou para o meio ambiente? A forma e o local de acondicionamento são adequados e seguros? Há avisos de advertência acerca de sua presença? O pessoal responsável é treinado para seu manuseio e transporte, bem como para o socorro em caso de acidente? O pessoal responsável trabalha com equipamento de proteção adequado e em boas condições? A disposição e eliminação de material inflamável, corrosivo, explosivo, tóxico, biocontaminante, radioativo ou de natureza especial que implique riscos no seu manuseio, para as pessoas ou para o meio ambiente, após sua utilização ou vencida a sua validade, são feitas segundo as normas pertinentes de segurança?
Há equipamento e materiais adequados para a prestação de primeiros socorros, sobretudo para os casos específicos de acidentes, previsíveis pela natureza das atividades? são facilmente acessíveis nos locais com atividades de risco?
Os sistemas de instalações prediais elétricas e hidráulicas estão em boas condições? O agendamento de sua manutenção e limpeza tem sido seguido?
• Há sistema de aterramento para os equipamentos eletroeletrônicos que o exijam, como medida de segurança?
O prédio apresenta falhas
• em sua estanqueidade (vazamentos, goteiras, brechas nas vedações e esquadrias)?
condições de uso?
• Há locais com risco de acidente (escadas sem corrimãos, pisos derrapantes, instalações elétricas aparentes e sem proteção, etc.)?
• Os locais de acesso privativo possuem fechamentos (trancas, fechaduras, etc.) adequados e em boas condições?
• Há sistema de alarme ou de segurança nos locais de guarda de bens patrimoniais especiais, de valor, de risco, que exijam cuidados?
• O claviculário (local ou quadro onde se guardam as chaves) é mantido em ordem e com acesso controlado, com a indicação de uso das chaves respectivas? Há cópias de emergência guardadas em lugar seguro e sob responsabilidade definida? É feito o agendamento de vistoria técnica e de segurança nas instalações e dependências prediais da Unidade Acadêmica? •
10.3 - REESTRUTURAÇÃO DO PADRÃO DE ATIVIDADES A melhoria das condições de ensino, pesquisa e extensão nde de fatores mais abrangentes que os proporcionados pelo epe
mbien
b) d
a te físico adequado. É indiscutível, contudo, que boa parte das atividades universitárias depende de ambientes físicos adequados, como condição para a qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão. As mudanças que se prevê articuladas a partir do Plano Diretor Físico do Campus ocorrem:
a) pela busca de se proverem condições espaço-ambientais e físico- funcionais adequadas às atividades existentes, que pouco se transformariam (encontram-se estáveis); isso se dá pelo crescimento no volume de atividades (crescimento do número de vagas no ensino, ampliação do volume de pesquisas e de trabalhos de extensão, etc.) ou pela necessidade de ajuste e reforma dos espaços existentes;
pela busca de se criarem instalações novas, adequadas a novas atividades (pela criação de novos cursos, pelo advento de mudanças ocasionadas pela adoção de novas tecnologias ou
UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA / GABINETE DO REITOR / PREFEITURA DO CAMPUS
PLANO DIRETOR FÍSICO DO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DARCY RIBEIRO
PARTE II - DIRETRIZES DE PROJETO E OCUPAÇÃO / ESTABELECIMENTO DE PADRÕES DE ATIVIDADES
113
para
novos métodos de ensino, pelo desenvolvimento de novos serviços, etc.).
Esses dois encaminhamentos gerais podem exigir diferentes s de projetos e investimentos – desde reformas de pequeno porte
a tipo
daptação e ocupação de espaços preexistentes até a construção de novas edificações.
As etapas de descrição e análise do padrão de atividades das Unidades Acadêmicas existentes, bem como a discussão de uma nova estrutura organizacional, referente a uma nova Unidade Acadêmica, alimentarão a programação arquitetônica específica, necessária à formulação dos projetos técnicos.
Boa parte dos problemas relativos à organização espacial detectados no Campus deve-se ao uso inadequado dos espaços disponíveis. É fundamental que parta da própria Unidade Acadêmica a observação de critérios de uso em que se combata a subutilização ou a utilização inadequada dos espaços de que dispõe.
Mesmo quando se programa, se projeta, se constrói e se prepara para a utilização de um novo edifício, transportar para ele os problemas de organização preexistentes implicará a recorrência desses problemas, que podem ser detectados pelos próprios usuários, embora permaneçam sem solução efetiva, mesmo nas situações de plena e recente ocupação.
O caso da reestruturação do padrão de atividades (ou seja, de sua atualização e reordenamento, como organização física, diante das atividades consideradas prioritárias pela própria Unidade Acadêmica) das Unidades Acadêmicas deve ser objeto de especial atenção pelo Plano Diretor Físico do Campus.
Uma parte substancial da gestão dos espaços construídos e colocados à disposição das atividades universitárias incide sobre o problema da maximização da utilidade de cada área física: no conjunto da Universidade, a maioria de seus espaços apresenta grande flexibilidade de uso, sendo dedicada primordialmente às atividades de ensino ou ao seu apoio direto. Outra significativa fração é dedicada às atividades administrativas, dos órgãos de controle e gestão, em todos os níveis. Isto posto, deve-se ressaltar ainda que o principal desafio para a organização universitária é aumentar a autonomia e a integração das atividades de ensino, pesquisa e
extensão que apresentem um mínimo de exigências (equipamentos e instalações especializadas, por exemplo) para a sua realização.
Nesse contexto, autonomia significa dotar os grupos de trabalho de condições para que possam realizar suas programações de atividades com a menor dependência possível de instâncias e recursos materiais externos; ainda nesse contexto, integração significa desenvolver programação que consorcie objetivos, pessoal e tempo de trabalho em ensino, pesquisa e extensão num conjunto de espaços definido.
As atividades de ensino, pesquisa e extensão que apresentam maiores exigências para a sua realização devem ser objeto de programação específica, tanto no caso da abordagem reestruturadora do padrão de atividades quanto na abordagem da programação arquitetônica de uma nova edificação. Essas atividades implicam a redução da flexibilidade de uso dos espaços: intrinsecamente, não se trata de atividades que se ajustariam a ambientes subequipados ou com condições inadequadas ao seu suporte. Esses são espaços necessários - e de maior custo de construção e manutenção, podendo ainda ser os locais de abrigo de equipamentos mais caros e raros -, pois, no caso dos laboratórios especializados em determinados campos de pesquisa científica, existem somente em Universidades.
A reestruturação do padrão de atividades, ao se basear na descrição e na crítica das condições de trabalho na Unidade Acadêmica, cria, por outro lado, importantes referências para a programação arquitetônica de novas edificações (ou mesmo para a reforma de edificações existentes, com modificações na distribuição dos espaços).
10.4 - PADRÕES DE ATIVIDADES UNIVERSITÁRIAS NA nB
U
Não existe, no momento, um padrão de programas rquit
a etônicos ou de metodologia de programação que possa servir de referência para o conjunto das universidades brasileiras. Em alguns casos, os financiamentos para pesquisas implicam o estabelecimento de padrões espaciais, de instalações e
PARTE II - DIRETRIZES DE PROJETO E OCUPAÇÃO / ESTABELECIMENTO DE PADRÕES DE ATIVIDADES
•
• equipamentos para que a instituição se beneficie de recursos
públicos ou privados nessa dimensão das atividades universitárias – ou a universidade possui, mantém e utiliza produtivamente esses espaços, instalações e equipamentos ou dificilmente será priorizada na concessão dos recursos que fomentam a pesquisa brasileira. Por outro lado, os currículos mínimos dos cursos de graduação, bem como a própria estrutura de atividades de ensino, pesquisa e extensão no nível de pós-graduação, implicam exigências espaciais, de instalações e equipamentos que devem, necessariamente, ser observadas: esses espaços, equipamentos e instalações existirão e serão mantidos.
Ao se desenvolver a programação arquitetônica de novas edificações, destinadas a abrigar Unidades Acadêmicas, é fundamental planejar o desdobramento das atividades, no tempo: somente em situações excepcionais se conseguirá construir e equipar, num único lance, toda uma nova Unidade Acadêmica, de forma a tornar possível o seu pleno funcionamento em curto prazo.
A construção, equipação e instalação das atividades de forma modular, em estágios de complexidade e complementaridade crescente, segundo prazos que associam as realizações relativas a infra-estrutura física à produção acadêmica nas dimensões do ensino, da pesquisa e da extensão, devem ser observadas.
No caso do Plano Diretor Físico do Campus, o planejamento de novos empreendimentos acadêmicos em módulos ou etapas físico-funcionais tem importantes conseqüências para a ocupação das Unidades Físicas em que se dividiu o território do Campus Universitário Darcy Ribeiro.
Destaca-se, nesse aspecto, a necessidade de se associar a ocupação física ao planejamento institucional, bem como as formas de ocupação que viabilizam a ótima utilização das áreas físicas disponíveis. Para as Unidades Físicas do Campus ainda desocupadas, faz-se necessário promover o estudo de ocupação da parcela como um todo: a implantação de edifícios isolados, em sucessão indefinida no tempo, pode incorrer em problemas diversos. Especialmente a perda de área útil, área aedificandi, deve merecer especial preocupação no atual estágio de ocupação do Campus Universitário Darcy Ribeiro.
As formas de ocupação física por edificações, no caso do Campus, têm sido notavelmente heterogêneas, registrando-se casos de ocupação otimizada das Unidades Físicas disponíveis (caso do Edifício Dois Candangos ou dos Pavilhões de múltiplo uso), bem como casos em que ocorre desperdício de área, devido ao planejamento físico inadequado da implantação das edificações (caso da FINATEC e da AUTOTRAC).
A reestruturação do padrão de atividades tem, assim, contrapartida na solução física da ocupação por edificações. Tanto o planejamento institucional, num plano mais geral e referente ao conjunto da universidade, quanto o planejamento no nível da Unidade Acadêmica, e a programação arquitetônica devem ser integrados em um conjunto de premissas coerentes.
Parte fundamental dessas premissas se encontra no próprio Plano Diretor Físico do Campus, mas certamente a parte mais importante cabe ao processo decisório e à formulação dos projetos acadêmicos desencadeados pelos grupos de trabalho universitários. Recomenda-se que a reestruturação dos padrões de atividades das Unidades Acadêmicas (o mesmo podendo ser compreendido para a maioria dos demais órgãos universitários) seja coordenada de forma a:
• ser precedida pela coleta de informações sobre todo o conjunto de atividades e recursos existentes na Unidade Acadêmica; • ser precedida pela análise e crítica das formas de utilização
desses recursos e de organização e realização das atividades programadas na atualidade;
• estabelecer objetivos e estratégias para o alcance desses objetivos, associando as dimensões de ensino, pesquisa e extensão, bem como os meios de apoio administrativo e material financeiro e tecnológico necessários, em curto, médio e longo prazo (tendo o médio prazo a duração dos quatro anos da gestão universitária);
definir programa arquitetônico que detalhe as necessidades espaciais, de equipamentos e de instalações, os condicionamentos ambientais, os modos de controle e segurança;
desenvolver programa arquitetônico que preveja a agregação de novos espaços segundo os objetivos de planejamento de longo