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MICOBACTERIAS AMBIENTALES EN AGUAS POTABLES Y PURAS

ASSERTIVAS IMPRESSAS EM CARTÕES

[1] Os professores querem o como, mas é preciso um trabalho de conscientização, reflexão, pois cada contexto é um contexto. Receita não existe.

[2] O que é produzido na academia tem que ter uma aplicabilidade, se não for assim, não vejo razões para pesquisar.

[3] Os professores de inglês da rede pública de ensino estão

desmotivados, pensam que a universidade tem uma teoria a oferecer, mas não valoriza a prática, a experiência.

[4] O professor valoriza as oportunidades de participar de projetos de pesquisa por considerá- las momentos de renovação da prática.

[5] Toda prática está relacionada a um conjunto de reflexões teóricas, sejam elas formais ou não, e essa teoria tem que ser discutida sempre.

[6] As pesquisas que o professor faz e as teorias de LA têm impactos sociais, transformadores nos problemas de sala de aula.

[7] O professor da rede pública quer algo que faça refletir, mas também quer

informações concretas, sugestões mais

direcionadas a prática.

[8] As pesquisas em LA são práticas, trazem modificações e aperfeiçoamento para prática em sala de aula.

[9] O professor da rede pública com anos de experiência, tem consigo uma teoria que o

sustenta, mesmo em práticas direcionadas por uma abordagem de ensino imposta.

[10] A teoria e a prática não conversam entre si, são diferentes demais, muito divergentes e distantes. [11] É uma idealização muito grande, o professor colocar em prática o que se pesquisa em LA, mas existem conceitos que norteiam nossa prática.

[12] Pesquisar em sala de aula de LE, é pegar o problema, discutir, refletir, colocar em prática o que é

pesquisado para verificar se é viável.

[13] Na Linguística Aplicada tem muito dessa questão de fazer para melhorar, o que é pura ilusão. Para mim, que estou na prática, o ensino e a sala de aula continuam os mesmos desde que iniciaram as pesquisas.

[14] Se não vivencio aquilo que pesquiso, não posso repassar. Quando busco uma teoria tem que ter uma prática, pois não tem fundamento teorizar sem analisar a minha prática.

[15] Vejo a teoria

necessária, pois não tem como ser um bom professor de inglês se não tiver uma boa base teórica.

[16] O conhecimento vem por meio da teoria e a teoria é o subsídio que eu tenho para crer e tentar novas práticas, novas metodologias, novos caminhos.

[17] Em minha formação tive muita teoria, sei bastante sobre os métodos e abordagens, mas na prática não vejo como aplicar.

[18] As pesquisas em LA nos tornam professores mais reflexivos, reavaliamos e aprimoramos nossa prática e metodologia em sala de aula. [19] Várias são as pesquisas em LA e esse dinamismo faz com que elas fiquem mais próximas da sala de aula. [20] O benefício de pesquisar em LA é conhecer o processo de ensino e aprendizagem de línguas que é um processo complexo.

[21] Penso que as pesquisas deveriam investigar mais sobre as razões da

desvalorização da língua inglesa, do professor de inglês nas escolas e sobre a necessidade de ensinar essa língua no atual contexto.

[22] As pesquisas em LA deveriam focar mais em fatores comportamentais e psicológicos do ensino de línguas, tais como motivação, indisciplina, emoções, baixa estima dos alunos e a

importância de se aprender uma língua

[23] As pesquisas deveriam ser direcionadas ao processo de elaboração de materiais de ensino e essas pesquisas

deveriam ser feitas junto com o professor de línguas da escola. [24] A falta de interesse dos governos em priorizar pesquisas em escolas públicas é um grande problema, ainda mais pesquisas ao ensino de línguas.

[25] As pesquisas em LA estão mais preocupadas com a formação inicial do professor de línguas do que com a prática em sala de aula. Vejo as pesquisas deslocadas do contexto de atuação. [26] As pesquisas em LA contribuem para a compreensão do que seja o processo e contexto de ensino e aprendizagem de línguas. É muito rica, abarca vários temas, vertentes.

[27] Considero positivo o fato de que as pesquisas são direcionadas aos professores da rede pública, pois são feitas nas escolas públicas.

[28] Os diretores,

coordenadores e colegas de trabalho acreditam que as pesquisas em LA são negativas, denigrem a imagem do professor e o ensino de línguas da escola, são

ameaçadoras e não reflexivas, além disso, os [29] Acredito que a LA

deveria ser mais política, crítica e as diretrizes de caráter impositivo.

[30] Falta humildade por parte do pesquisador, a universidade é muito fechada, restrita, só pesquisam o que eles querem e orientam o que eles querem. [31] A noção do professor-em-serviço pesquisador é muito interessante, pois, assim, aprimoramos nossa prática e criamos nossas próprias teorias.

[32] Os professores formadores não

acreditam que é possível fazer uma transformação da teoria para prática, não acreditam na formação continua e vivem numa redoma. [33] Os professores da

universidade são verdadeiros ermitões, tem medo de apresentar suas pesquisas, fazer parcerias e organizar cursos de formação.

[34] O que falta é sentar frente a frente com o pesquisador e debater, caminhar junto, discutir, compartilhar minhas experiências e práticas. [35] Os pesquisadores da área têm muita experiência e prática de ensinar LE e fazem pesquisa na e sobre a sala de aula. [36] Os professores da rede pública tem

dificuldades em executar as propostas práticas e de entender as

propostas decorrentes das reflexões dos professores formadores. [37] A universidade às

vezes tenta ficar mais próximas do professor de línguas, existe esse movimento, mas percebo que há uma resistência dos professores e das escolas.

[38] Os professores participam de pesquisas em LA com certo desinteresse, penso que isso interfere nos dados e não sei como é a análise desses dados.

[39] Não me identifico com a participação nas pesquisas de LA, é muito subjetivo, pessoal e introspectivo. Tenho receio de ser observado.

[40] Os professores da rede pública deveriam se empenhar mais em pesquisas, avaliar também sua própria prática e do seu contexto a partir de sua inquietações. Produzir suas teorias. [41] As escolas públicas temem o professor pesquisador, pois têm muitas mazelas e os gestores têm medo disso vir a tona e culpar o diretor, o coordenador e o colega de trabalho.

[42] Para a escola em que trabalho não faz a menor diferença o professor de línguas pesquisar, ter mestrado, ter doutorado. Não querem conteúdo e sim experiência.

[43] Tenho outras preocupações que emergem na minha sala de aula e dentro da escola que são mais importantes que ficar pesquisando, tentando solucionar o imaginável.

[44] Não sou incentivado a realizar pesquisa. Existem dificuldades de diversas ordens. É mais fácil pesquisar quando estamos na

[45] Para se fazer uma pesquisa na escola é complicado, envolve várias etapas, reuniões, é estafante e a escola não está preocupada com isso.

[46] As publicações estão direcionadas para os pesquisadores, fechadas, não atingem os professores da rede pública que, por sua vez, estão distantes da área de pesquisa da LA.

[47] Vejo que as publicações de LA são trabalhadas e discutidas nas escolas, nas formações de professores, há uma prática disso na escola.

[48] A realidade atual, a qualidade das

pesquisas, faz com que muitos pesquisadores publiquem qualquer assunto e tema.

[49] Não me identifico com os artigos de LA, são muito teóricos, densos, sem objetividade, não fundamentados em nossa realidade, são mais para pesquisadores terem meras publicações em seus currículos e não como contribuição e solução de problemas reais da sala de aula.

[50] Não tenho interesse em ler artigos, as pesquisas são várias, diversas linhas de pesquisa, muitos resultados, acabo me perdendo.

[51] Apenas leio algo sobre LA quando estou engajado em alguma atividade específica como elaboração de propostas, projetos, planos e currículo. [52] Os textos de ensino de línguas que me agradam mais são o que tem pouca teoria e muito exemplo prático, como os relatos de

experiências, que me preparam mais.