Oficina de Promoção da Saúde FICHA DE INSCRIÇÃO
Nome:_____________________________________________ Data de Nascimento:__/__/__
Setor que trabalha: _____________________________________________________ Trabalhos desenvolvidos que tenham interface com a Promoção da Saúde:
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Breve relato sobre a intenção de participar da Oficina de Promoção da Saúde:
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As oficinas de Prom oção da Saú de ocorr er am no am bient e de t rabalho ao longo de oit o encont ros com o gr upo de funcionár ios ent r e os m eses de set em br o a novem br o de ano de 2009. Segundo Ent re os dez inscrit os, qu at ro par t icipant es est iv er am present es em t odos os encont r os. A ausência do rest ant e foi j ust ificada por não ser em liber ados pelas suas chefias im ediat as ou por não conseguir em conciliar a part icipação com suas at ividades cot idianas de t rabalho.
Todos os encont ros for am r egist rados com aut or ização dos par t icipant es, por m eio de film agem e post erior m ent e t r anscr it os na
ínt egr a. Os t ex t os passaram por pequenas cor r eções linguíst icas, por ém , não per der am o car át er espont âneo das falas e das per cepções.
As at iv idades das oficin as for am desenv olvidas j unt am ent e com os t r abalhador es no pr ópr io am bient e de t r abalho. Essas at iv idades t iv eram com o foco o desenv olv im ent o das habilidades pessoais, um dos cam pos de at uação da Pr om oção da Saúde. O conceit o ut ilizado sobr e oficinas foi o de aut or ia de CHI ESA e WESTPHAL ( 199 5) no qu al as oficinas são apresent adas com o espaços de r eflex ão e discussão de v iv ências, per m it indo a ident ificação de t em as fundam ent ais par a m elh or com pr eender o pr oblem a em pau t a. Refor ça ain da que o t r abalho das oficinas gera um a possibilidade de conj u gar a reflex ão e a ação e f acilit a o em ergir de nov os conhecim ent os.
A est r ut ur a das at iv idades ut ilizada em t odos os encont r os foi a de apr esent ação t eór ica de um t em a r elacionado à Pr om oção da Saúde, o desenvolv im ent o das pr át icas cor por ais e os m om ent os de r eflexões sobre t odas as ex periências v iv idas.
Cada encont ro t ev e a du ração m áx im a de 2 hor as par a que os par t icipant es pudessem ser dispensados com facilidade de suas at iv idades profissionais e pudessem part icipar da int er v enção, dur ant e os m eses de set em br o a nov em br o.
3 .4 - En t r e v ist a s e m p r of u n d ida de r e a liz a da s a pós o pr oce sso da in t e r v e n çã o.
Após o desenv olvim ent o da in terv enção, ent r ev ist as em pr ofundidade for am realizadas com cada par t icipant e, a fim de capt ar alguns pont os consider ados im port an tes após a part icipação das oficinas, t ais com o: as possíveis m udanças no am bient e de t r abalho, a im por t ância do desenvolvim en to de um a pr opost a com o a que foi r ealizada, suas possibilidades e lim it es, além das r elações de poder ex ist ent es no am bient e de t rabalho.
Ressalt am os que as ent revist as em pr ofundidade foram r ealizadas ent r e 6 a 8 m eses após as oficinas, com o int uit o de av aliar o que de fat o t eria sido absor vido da par t icipação nas oficinas pelos ser v idor es públicos.
A ent r evist a buscou capt urar dos par t icipant es o ent endim ent o sobre as possív eis m udanças no am bient e de t r abalho ocor r idas após a int er v enção. Além disso, ou t r o aspecto que se buscou com pr eender foi a im por t ância at r ibuída por cada part icipant e no desenvolv im ent o de int er v en ções com o a que foi pr opost a no am bient e de t r abalho dos ser v idos públicos.
Foram ut ilizadas as seguint es quest ões nor t eador as para desencadear as conver sas:
a) Na sua percepção, a for m a com o v ocê enx er ga o am bient e de t r abalho e/ ou o processo de t rabalho m udou depois das oficinas? Se sim , que difer enças você per cebeu?
b) Pensando nas oficinas: o que dessa v iv ência ( de pr át ica cor por al e r eflex ões decor ren t es) r eper cut iu na sua com pr eensão do am bient e de t r abalho, na sua r elação com esse espaço físico, social e psicológico? Por quê?
c) Dur ant e a int er v enção, v ocê ex pr essou a im por t ância desse t ipo de propost a no am bient e de t rabalho. Hoj e isso ainda faz sent ido par a você? Por quê?
d) Você acha possív el desenv olv er um a pr opost a per m anent e de qualidade de v ida n o am bient e de t r abalho? Quais são as possibilidades e as lim it ações?
e) Com o consider ar as “ r elações de poder” qu e apar eceram na int erv enção realizada e que sem pr e est ão present es, m esm o que não de form a ex plícit a?
3 .5 - Tra t a m e n t o e in t e rp r e t a çã o dos da dos
I nicialm ent e, t odo o m at er ial colhido dur ant e as oficinas foi t ranscr it o, t ot alizan do 960 m inut os de v ídeos. A cor reção das t ranscr ições foi r ealizada para facilit ar o entendim ent o do m at er ial.
Logo após, foi feit a um a leit ur a t r ansver sal no m at er ial com obj et iv o de ident ificar algun s aspect os r elacionados aos obj et os de est udo discut idos nessa pesquisa; o am bient e do t r abalho, às pr át icas cor por ais e a pr om oção da saú de. No t ex t o t ran scr it o foi ut ilizada m ar cação de difer ent es cor es dependendo da r elação que se apr esent av am .
Após a r ealização das ent rev ist as em pr ofundidade, t odas as nar r at iv as das oficinas e das ent r ev ist as com puseram a análise do discur so.
Consider ando a nat ur eza or al dos dados colet ados nessa pesquisa, opt am os por ut ilizar a análise de discur so que segundo ROCHA ( 2003) consider a o significado, o efeit o e a const it uição dos sen t idos do que é dit o e pr incipalm ent e o v iv enciado. A língua é consider ada com o a r ealidade social e a fala com o r ealidade indiv idual. Há, por ém , a possibilidade de concr et ização dos elem ent os não–v er bais, viv enciados dur ant e o período da par t icipação nas oficinas.
3 .6 - Aspe ct os Ét icos
Os part icipant es do est u do r eceber am no pr im eir o encont r o o Ter m o de Consent im ent o Liv r e e Esclarecido, sendo lido par a t odos. Os part icipant es, m ediant e ex plicação dos obj et ivos do est udo, aceit ar am ser infor m ant es com garant ido sigilo das infor m ações de nom e. Par a t an to, foi ut ilizado u m núm ero par a ident ificá- los, além da liber dade que cada um t er ia de desist ir , a qualquer m om en to, da pesquisa.
Todos os part icipant es assin aram o Ter m o ( Anex o 1) no qual est ão ex plícit os os obj et ivos do est udo, as gar ant ias e os dir eit os dos envolvidos no estu do.
" Faça o que for necessár io para ser feliz, m as não se esqueça que a felicidade é um sent im ent o sim ples. Você pode encont r á- la e deix á- la ir em bora por não per ceber sua sim plicidade." Már io Quint ana