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Os dados relativos à percepção dos respondentes quanto ao compartilhamento de experiências pessoais do mentor como alternativa para solucionar problemas do mentorado, são mostrados na Tabela 70 (4). Percebe-se que mais de 1/3 da amostra considera que o comportamento muito importante. O grau de importância obteve média igual a 3,20.

Apesar da importância dada ao comportamento, 36,6% da amostra frequentemente e sempre percebe seus mentores compartilhando experiências pessoais para tentar solucionar seus problemas. A média para este item foi de 3,01.

Com relação aos gerentes, 36,4% afirmam se comportar ocasionalmente assim com seus subordinados (mentorados) e, percentual idêntico afirma se comportar frequentemente desta forma. A média para este item foi de 2,95.

Análise do item 5 (mentoria) do instrumento de coleta com a faceta I do Estresse Ocupacional

A Tabela 71 (4) mostra dados dos respondentes estratificados por freqüência em relação a suas percepções acerca do fato do mentor compartilhar experiências pessoais como uma perspectiva alternativa para a resolução de problemas do mentorado. Segundo campo

comportamento do mentor tem índice NST na faixa de indivíduos insatisfeitos com o trabalho. Todos os demais respondentes apresentam Índice NST na faixa de indivíduos satisfeitos com o trabalho. Conclui-se que, a relação de mentoria, no que diz respeito ao mentor compartilhar experiências pessoais com o mentorado com fins de resolver problemas destes, não aumenta o nível de satisfação em relação ao trabalho, mas a freqüência da relação de mentoria interfere nessa satisfação.

Tabela 70 (4) - Tabela de freqüências dos escores do questionamento acerca do fato do mentor compartilhar experiências pessoais como uma perspectiva alternativa para a resolução de

problemas do mentorado

Grau de Importância Frequência do mentor (Gerentes) Freqüência com o mentorado Escores

Freq. % % Válido % Acumulado Escores

Freq. % % Válido % Acumulado Freq. % % Válido % Acumulado Nada Importante 18 13,4 13,4 13,4Nunca 17 12,7 12,7 12,7 3 2,2 13,6 13,6 Pouco Importante 17 12,7 12,7 26,1Raramente 26 19,4 19,4 32,1 3 2,2 13,6 27,3 Razoavelmente Importante 33 24,6 24,6 50,7Ocasionalmente 42 31,3 31,3 63,4 8 6,0 36,4 63,6 Muito Importante 52 38,8 38,8 89,6Frequentemente 37 27,6 27,6 91,0 8 6,0 36,4 100,0 Extremamente Importante 14 10,4 10,4 100,0Sempre 12 9,0 9,0 100,0 0 0 0 0

Resp. Válidas 100,0 100,0 Resp. Válidas 100,0 100,0 22 16,4 100,0

Resp. Inválidas 0 Resp. Inválidas 0 112 83,6

Total 134 Total 134 134 100,0

Média (D.P.) 3,20 (1,20) Média (D.P.) 3,01 (1,16) 2,95 (1,046)

FONTE: Dados da pesquisa

Tabela 71 (4) - Cálculo do nível de satisfação com o trabalho (faceta I) considerando os estratos de respondentes por freqüência em relação à percepção acerca do fato do mentor compartilhar

experiências pessoais como uma perspectiva alternativa para a resolução de problemas do mentorado

Frequência do Mentor

Nunca Raramente Ocasionalmente Frequentemente Sempre

Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão

Índice NST 3,6 1,5 3,7 1,4 3,7 1,2 3,9 1,3 3,3 1,5

FONTE: Dados da pesquisa

Análise do item 5 (mentoria) do instrumento de coleta com a faceta II do Estresse Ocupacional

Os dados da faceta II são mostrados na Tabela 72 (4) e são estratificados por freqüências em relação à percepção dos respondentes acerca do mentor compartilhar

comportamento em questão por parte do mentor é condizente com elevado nível de estresse. Os indivíduos que percebem receber essas práticas raramente, ocasionalmente e sempre possuem nível normal de estresse, segundo crivo de respostas do Quadro 5 (4). Interessante observar que os indivíduos que frequentemente percebem receber essa prática dos mentores possuem um elevado nível de estresse. Dessa forma, não podemos afirmar que quanto maior a frequência do comportamento em questão, menor é o nível de estresse. Porém, a freqüência da mentoria interfere no nível de estresse.

Tabela 72 (4) - Cálculo do nível de estresse (faceta II) a partir dos níveis de sintomas mentais de estresse e sintomas físicos de estresse considerando os estratos de respondentes por freqüência em relação à percepção acerca do fato do mentor compartilhar experiências pessoais como uma

perspectiva alternativa para a resolução de problemas do mentorado

Frequencia do Mentor

Nunca Raramente Ocasionalmente Frequentemente Sempre

Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão

Índice SME 2,9 1,4 3,3 1,4 3,4 1,2 3,3 1,3 3,3 1,3

Índice SFE 3,0 1,4 2,7 1,3 2,7 1,2 2,3 1,1 2,9 1,3

Índice NE 2,9 1,4 3,0 1,4 3,1 1,2 2,8 1,2 3,1 1,3

FONTE: Dados da pesquisa

Análise do item 5 (mentoria) do instrumento de coleta com a faceta III do Estresse Ocupacional

Em relação à faceta III, propensão ao estresse, percebe-se que todos os estratos de respondentes mostrados na Tabela 73 (4) apresentam índices PE condizentes com indivíduos propensos ao estresse. A relação de mentoria, no item relativo ao compatilhamento de experiências pessoais por parte do mentor, não minimiza a propensão ao estresse.

Tabela 73 (4) - Cálculo da propensão ao estresse (faceta III) a partir do tipo de personalidade e do locus de controle/nível de controle considerando os estratos de respondentes por freqüência em relação à percepção acerca do fato do mentor compartilhar experiências pessoais como uma

perspectiva alternativa para a resolução de problemas do mentorado

Frequencia do Mentor

Nunca Raramente Ocasionalmente Frequentemente Sempre

Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão

Índice TP 3,4 1,6 3,1 1,4 3,5 1,3 3,6 1,4 3,2 1,6

Índice LC 3,3 1,5 3,5 1,4 3,4 1,2 3,5 1,3 3,3 1,5

Índice PE 3,4 1,6 3,3 1,4 3,5 1,3 3,6 1,3 3,3 1,5

Ocupacional

A Tabela 74 (4) apresenta os índices relativos à faceta IV, níveis de pressão/insatisfação com o trabalho, da amostra estratificada por respostas dadas de acordo com as percepções acerca do compartilhamento de experiências por parte do mentor. Os índices NPIT mostrados na Tabela 74 (4) são condizentes com interpretações de indivíduos com nível baixo de pressão/insatisfação com o trabalho, levando a conclusão que a relação de mentoria, em relação ao item em questão, não minimiza a pressão/insatisfação com o trabalho.

Tabela 74 (4) - Cálculo do nível de pressão/insatisfação (faceta IV) com o trabalho considerando os estratos de respondentes por freqüência em relação à percepção acerca do fato do mentor

compartilhar experiências pessoais como uma perspectiva alternativa para a resolução de problemas do mentorado

Frequencia do Mentor

Nunca Raramente Ocasionalmente Frequentemente Sempre

Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão

Índice FIT 2,8 1,4 3,0 1,5 3,1 1,5 3,1 1,6 3,0 1,7 Índice PIO 3,0 1,5 3,3 1,6 3,1 1,5 3,2 1,6 2,7 1,7 Índice RI 3,1 1,5 3,8 1,5 3,4 1,4 3,7 1,6 3,2 1,8 Índice CPF 3,1 1,6 3,7 1,6 3,6 1,7 3,7 1,6 3,5 1,8 Índice CEO 3,0 1,4 3,3 1,6 3,2 1,6 3,2 1,5 3,4 2,0 Índice ICT 2,9 1,5 3,0 1,5 2,9 1,4 3,0 1,7 3,1 1,6 Índice NPIT 3,0 1,5 3,3 1,5 3,2 1,5 3,3 1,6 3,1 1,8

FONTE: Dados da pesquisa

4.3.1.6 O mentor dá apoio e feedback sobre o desempenho do mentorado