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7.3 Hvordan kan vi forstå dette i lys av kommentariatets ekspertrolle?

7.3.4 Mer komplekse forklaringer

MARGARET E. HALL Do Departamento do Instrução Pública de Chicago

Corn a importância crescente que tomou a prática democrática de educar a cada criança na sociedade, de acordo com suas habilidades e necessidades, em lugar de educar somente os menores que puderem preencher certos requisitos rígidos, físicos e mentais, trouxe também, como conseqüência natural, tem interesse crescente sôbre a educação da criança deficiente ou daquela cujas características se achem fora do usual ou do normal. Há algum tempo, a responsabilidade de prover educação para os cegos, surdos, retardados mentais, defeituosos, re- pousava inteiramente nos pais. As escolas públicas não podiam aceitá- los e a menos que os pais providenciassem ensino especial, particular, para èsses meninos, faltava-lhes por completo os princípios da educação e não tinham oportunidade de desenvolver nem mesmo a habilidade física e mental, limitada, que possuíam.

Esses menores deficientes, em muitos casos, não eram capazes de manter-se e muitas vêzes viviam uma existência infeliz e incompleta, chegando a ser uma carga para a sociedade.

Corn uma interpretação ampliada do conceito de educação democrática, se fêz evidente que a sociedade devia fornecer a cada criança, por suas escolas públicas, a soma e o tipo de educação de que esta era capaz.

Chegou a ser cada vez mais claro que, em benefício da própria sociedade, isto deve fazer-se, para que as pessoas deficientes possam obter o meio de chegar a certo grau de suficiência própria cultural e econômica, e, por esse meio, habilitar-se para pagar sua dívida educativa para com a sociedade. A educação especial teria que desenvolver-se, por conseguinte, por motivos práticos e razões filosóficas.

A educação especial se ofereceu primeiro àqueles grupos de meninos com deficiências mais óbvias, como os cegos, os

(*) Traduzido pelo Técnico de Educação Nice Camargo Pupo, do I. N. E. P.

surdos e os aleijados. Depois, quando cresceu nosso conhecimento de psicologia e quando se desenvolveram nossas técnicas práticas para medir o crescimento mental, a educação especial começou a incluir os retardados mentais. [Finalmente, nos últimos anos, a educação especial se estendeu ainda mais até incluir os emocionalmente inibidos, os que têm desvios da conduta, defeitos de fala e outros.

A EDUCAÇÃO ESPECIAL, EM CHICAGO

Em nenhuma parte dos Estados Unidos se tomou em conta de modo mais completo o valor da educação especial para os anormais, que em Chicago. Em nenhuma parte se tomaram mais providências para levar a cabo tal educação especial. A organização do sistema público escolar de Chicago tem um Superintendente de escolas e vários Superintendentes Assistentes, um encarregado das escolas elementares, outro das escolas secundárias e outro de todas as escolas e classes especiais. 0 último Superintendente Assistente tem também sob sua jurisdição o Bureau of Child Study. Às suas ordens, ademais, existe uma supervisora para cada um dos tipos diferentes de deficientes e cujo dever é supervisionar a organização do ensino, os professôres, os métodos c materiais educativos que se usem nesta parte especial do sistema escolar. A educação especial dêsses grupos de crianças deficientes se integra estreitamente nos serviços do Bureau of Child Study. Descrever- se-ão, a seguir as disposições especiais que se tomam para cada tipo de criança anormal, por meio de classes e escolas especiais, de mestres especializados e de métodos educativos especiais. A tática do sistema escolar de Chicago consiste em separar, nessas classes e escolas especiais, somente os meninos que não se podem educar com o grupo normal. Se se descobre depois que um menino pode voltar ao seu grupo normal, será imediatamente colocado em tal grupo. Sòmente quando o menino requer tratamento educativo que difere do normal, é que o se- gregamos .

RETARDADOS MENTAIS

Os retardados mentais têm o mesmo direito que os normais. de ter os benefícios de um plano de estudos que se adapte às suas necessidades educativas. Nas escolas públicas de Chicago se atende ao menino que tem uma inteligência abaixo do normal por meio de classes especiais não graduadas que so implantam nas escolas elementares regulares. A classe

especial se estabelece em qualquer escola que tenha cêrca de quinze meninos que, por razões de inteligência limitada, não podem ajustar-se à situação estudantil na classe regular. Uma vez instalada, tal classe recebe também os meninos atrasados de outras escolas da vizinhança. Em outras palavras, uma classe especial para os retardados mentais serve comumente a várias escolas em um distrito. Em algumas das maiores escolas elementares, especialmente em distritos menos privilegiados, o número de meninos atrasados mentalmente pode ser bastante grande para que se requeiram duas ou mesmo três classes especiais na mesma escola. Em tal caso, é possivel ter uma classe especial para os meninos pequenos, quer dizer, até oito on nove anos, e outra para os meninos maiores, ou ainda, tres grupos classificados por idade. Colocam-se os meninos nessas classes especiais somente com a recomendação do psicólogo do Bureau of Child Study, como resultado de um exame individual cuidadoso. Nenhum diretor ou professora pode colocar um menino em tal classe especial sem êste procedimento. Tal exame envolve uma prova individual de inteligência, provas de aproveitamento pedagógico, investigação da história e progresso escolar, fatores físicos, fatores emocionais c condições do lar. 0 psicólogo recomenda a colocação em uma classe especial não graduada se o "quociente de inteligência" do menino se enquadra entre 50 e 75. As escolas comumente não aceitam meninos com quociente de inteligência abaixo de 50, porque não se consideram esses meninos capazes de aproveitar qualquer tipo de treino que as escolas públicas possam oferecer-lhes. Muitas vezes também esses casos necessitam de particular cuidado material e, por isso, complicariam demasiado a situação da classe especial. Consideram-se os meninos com quociente de inteligência superior a 75 capazes de aprender na classe regular com certa ajuda adicional e individual de seu professor. Mas se considera que os meninos com quociente de inteligência entre 50 e 75 necessitam de material e métodos de instrução especializados que diferem daqueles usados com os meninos normais. Quando um quociente de inteligência de um menino se encontra entre 70 e 80, a psicóloga é particularmente cautelosa em recomendar colocação na classe especial, porque as provas de inteligência, por melhores que sejam, não têm fidedignidade precisa e o quociente de inteligência pode ter valor diferente na próxima prova que se aplique. A psicóloga examina cuidadosamente as reações mentais e emocionais do menino, e considera sempre a possibilidade de que fatores físicos ou emocionais dão uma aparência de deficiência mental, quando tal deficiência não existe na realidade.

Muitas vêzes, quando um menino tem um quociente de inteligência entre os limites de 70 e 80, a psicóloga recomenda que, apesar do menino ser colocado na classe especial para treinamento verdadeiro, se lhe permita passar uma parte de cada dia na classe regular, normal, correspondente à sua idade cronológica, para que tenha o beneficio dos contatos sociais normais com outros de sua idade e, assim, diminua a distância entre êle e os outros. Finalmente, o psicólogo examina cada menino nas classes especiais não graduadas, para verificar seu diagnós- tico anterior e estimar outra vez o status e progresso mental do menino. Se a qualquer tempo se verifica que o menino pode se ajustar satisfatoriamente a uma classe regular, se faz com que volte a ela. As professoras das classes especiais não graduadas são professoras regulares, elementares, que tiveram preparação especial para esse tipo de ensino com crianças atrasadas mentalmente, e também prática dirigida para tal ensino.

O treino oferecido nestas classes especiais se põe em correlação com as tarefas das classes regulares normais. E' encarecido dar a cada menino habilidade suficiente em leitura, para que êle possa progredir adequadamente na comunidade. Nas nossas escolas se dá ênfase não só às obras feitas a mão. mas também ao treino do menino nas habilidades de que êle necessitará depois. O novo plano de estudo para o atrasado mental se constrói em tôrno de suas necessidades e interesses, empenhando-se em prepará-lo para solucionar os problemas que encon- trará na vida ordinária: treino para assumir as responsabilidades do lar c participar da vida da comunidade. Um registro contínuo é mantido para cada um destes meninos, assim como para todos os alunos da escola. Incluem-se—os resultados de todas as provas e exames que se aplicaram educando, o registro de sua saúde e outros informes.

Nos últimos anos, estabeleceu-se outro tipo de classe especial, para atender a necessidades dos retardados mentais que tenham mais idade, isto é, doze anos ou mais. Estas classes se chamam "Lower Vocational Centers'* (Centros Vocacionais de Nível Elementar) e nelas são dados os rudimentos do ensino vocacional simples, corn treinamento acadêmico menos intensivo do que se encontra nas classes para menores atrasados mais jovens. E' dada importância também aos bons costumes de cooperação, cortesia, asseio e pontualidade. Os centros vocacionais treinam as meninas para o cuidado do lar e nas artes domésticas, sendo que a formação acadêmica gira em redor desses interesses. Por exemplo, quando as meninas estudam

cuidados com a roupa, seu material de leitura tratará de tecidos, lavagem de roupa, seu encolhimento em tal processo, sabões, líquidos para limpar e outros tópicos relativos. Quando estudam as artes culinárias, seu material de leitura incluirá receitas, anúncios de alimentos, lista de compras, etiquetas de latas. 0 exercicio de soletração e aritmética se referirá também a estes interesses especiais, práticos.

Os centros vocacionais para rapazes oferecem cursos de carpintaria, ferraria, desenho, eletricidade, transportes, mecânica do lar. etc, procurando essencialmente utilizar materiais e ferramentas comuns. O propósito de tôda esta educação especial é tornar o retardado mental em um membro útil da comunidade.

OS MENINOS DEFEITUOSOS

0 problema destes meninos é em maior parte físico. Muitos deles requerem que os transportemos até a escola por causa da sua condição defeituosa e muitos não podem mover-se de uma parte a outra do edificio, sem assistência ou sem facilidades especiais dêste ou daquele tipo. Necessário é tomar disposições muito específicas na própria escola para o cuidado físico destes alunos. Por esta razão, concluiu-se ser mais prático estabelecer certas escolas especiais em diferentes parles da cidade para esse tipo de meninos anormais em vez de inclui-los em classes especiais pequenas nas escolas regulares, como se faz com os retardados mentais, segundo ficou acima descrito. Existem quatro das tais escolas especiais, elementares, para meninos corn defeitos físicos, no sistema público de escolas de Chicago.

Ingresso nas escolas especiais: Os requisitos de admissão nessas

escolas são a incapacidade para chegar a uma escola regular ou para levar a cabo as atividades de uma escola regular por causa de um defeito, ou pela necessidade de um tratamento fisico especial durante o dia, que a escola regular não poderia dar. Aceitam-se os meninos nestas escolas especiais somente depois do exame e recomendação de um médico particular ou do médico do Bureau of Child Study. Nestas esco- las não se aceita nenhum menino que possa ajustar-se satisfatoriamente a uma classe regular, normal. O total de alunos das 4 escolas especiais se dividiu, no ano passado, entre os tipos diferentes de impedimentos físicos, como se segue: casos cardiá-cos, 33%; paralisia espasmódica, 20%; mielite, 13%; tuberculose óssea, 7%; osteomielile, 3%; condições congênitas, 4%; e condições diversas, 20%. Cada menino que é admitido numa

dessas escolas, recebe um exame psicológico nos laboratórios centrais do Bureau of Child Study, ou na escola especial, feito pelo psicólogo que serve a essa escola. Faz-se um estudo cuidadoso das habilidades e inabilidades de cada menino e de suas necessidades individuais educativas e emocionais, assim como um programa educativo que possa ajustar-se a essas necessidades individuais.

CUIDADOS FÍSICOS NAS ESCOLAS ESPECIAIS PARA OS DEFEITUOSOS

Transporta-se a maior parte dêsses meninos da escola para suas casas e vice-versa, em caminhões que são construídos especialmente para atender às necessidades dos meninos defeituosos. São muitos cômodos, aquecidos e arejados. Em cada escola há cadeiras de rodas para os meninos que não podem andar e rampas que comunicam um andar com outro; assim se pode levar os meninos de baixo para cima e vice-versa em suas cadeiras de rodas. Há também elevadores grandes, especiais, para que os meninos possam ir de um andar a outro por si mesmos. Em cada uma destas quatro escolas especiais há uma junta de fisioterapistas diplomados e bem selecionados, que administram fisioterapia de vários tipos aos meninos, sob a direção do médico responsável pelo tratamento de cada caso. Há também piscinas de tratamento onde se dá hidrote-rapia aos meninos que dela necessitam. Os meninos recebem sua refeição do meio dia na escola, e depois fazem sesta em vários quartos grandes, onde se encontram muitos leitos.

FACILIDADES EDUCATIVAS

As escolas especiais dão ao menino defeituoso que tem inteligência normal o curso usual de "kindergarten" e mais oito séries das escolas regulares. Há também um número considerável de classes especiais não graduadas, para grupo de meninos atrasados em idades diferentes, como as classes descritas anteriormente para o cuidado dos retardados mentais. As condições que

de um estado físico defeituoso de um menino muitas vezes afetam, também, seu desenvolvimento mental. Por isso a incidência dos meninos retardados entre os defeituosos é maior que entre os meninos fisicamente normais. Ha, nas quatro escolas especiais, um número de classes não graduadas para cuidar dêsses meninos com dupla deficiência mental e física. Há também centros de treinamento vocacional nestas escolas, para os meninos defeituosos de mais idade, que têm, ao mesmo tempo, desenvolvimento mental atrasado.

Todas as melhores facilidades do sistema escolar são concentradas nestas quatro escolas especiais, para oferecer a estes meninos oportunidades maiores de progredir educacionalmente apesar de suas condições deficitárias. Por isso, se provê cada escola especial de uma professora especializada em orto-fonia a fim de dar esse treino de duas ou três vêzes por semana a todos os meninos que dele necessitem. Os meninos defeituosos recebem oportunidades iguais aos normais, para ensino da música instrumental ou vocal, do drama, da arte, dos trabajos manuais, dos jogos, atletismo, de comportamento social, etc, mas o ensino se ajusta sempre às suas limitações especiais. Por exemplo, fornecem-se máquinas de escrever para o uso dos meninos espasmódicos, porque se descobriu que, com suas inibições de coordenação muscular, podem usar melhor a máquina, que escrever a mão. Em duas das escolas regulares, secundárias, do sistema público escolar, há seções especiais para o ensino dos meninos defeituosos, que se tenham graduado pelas escolas elementares, e desejam continuar sua educação. Oferecem-lhes todos os recursos e facilidades extra-classe que são dados aos escolares normais.

OS CASOS CARDÍACOS

Cuida-se dos meninos em condições anormais do coração. que necessitam de tratamento educativo especial nas quatro escolas elementares e nas duas seções das escolas secundárias para meninos defeituosos. Os casos cardíacos têm um programa educativo quase igual ao dos defeituosos. Muitos deles interromperam o curso por causa de sua enfermidade s requerem reabilitação educativa. Não podem freqüentar escolas regulares, porque não podem subir escadas, nem participar de diversas atividades no pátio on no recreio. Nas escolas especiais há enfermeiras para supervisionar suas atividades, para ver se descansam freqüentemente e para dar uma dieta especial ou medicação conforme suas necessidades. As enfermeiras seguem as ordens do médico particular, que é responsável em cada caso. Dá-se particular atenção à educação do menino em problemas da saúde, assim como em proteger-se o melhor possível contra invalidez mais séria. Ao mesmo tempo cuida-se da higiene mental destes meninos para que aprendam a ter responsabilidade, ajustar-se a outras pessoas, encontrar interesses e recreios, e ter um ponto de vista da vida, otimista e construtivo.

OS CEGOS E OS DE VISÃO DEFICITÁRIA

Os meninos que têm visão tão defeituosa que o programa ordinário das classes regulares seria prejudicial para sua vista, são colocados em classes especiais, que se organizam e se equiparam para realizar três funções: 1) dar instrução com o mínimo esforço da vista; 2) ensinar aos escolares como conservar a vista que ainda possuem; e 3) dar a orientação educacional que os habilite a ocupar um lugar útil na sociedade. Existem presentemente 37 classes de conservação da vista, distribuídas entre as escolas elementares da cidade e 8 entre as escolas secundárias. O número de alunos destas classes é muito pequeno, de 5 a 16, para permitir que cada escolar . receba atenção individual adequada. Os professôres dessas classes têm um treino muito especial para esse tipo de educação. Os tipos mais freqüentes de patologia visual entre esses meninos são miopia simples, ou progressiva, e astigmatismo míope. Os próximos, em freqüência, são o nistagmo e a catarata.

Ingresse para as classes de conservação da vista — Quando

qualquer membro do pessoal da escola regular notar dificuldade visual numa criança, notifica aos pais e lhes pede que façam o menino ser examinado por um oftalmologista ou por uma clínica pública de olhos. Se êste exame especial mostrar que a visão da criança é menos 20/70, em seu olho de maior acuidade, depois da refração, coloca-se o menino na classe de conservação da vista, mais próxima da sua casa. Seu registro individual na escola incluirá uma informação dêste e dos subse- quentes exames médicos. Empregados próprios transporiam os escolares de sua casa até a escola e vice-versa. Cada menino se submete a um exame psicológico feito pelo psicólogo especializado do Bureau of

Child Study, e assim se constata se são atendidas suas necessidades

educativas individuais.

0 programa educativo — O atual plano é deixar os escolares de

visão deficitária nas classes especiais, durante todo o ensino que requeira visão. Para outras atividades, vão às classes regulares e mesclam-se com os escolares da mesma idade que são normais fisicamente. Esta norma conduz a um meio valioso para a socialização e evita o sentimento de isolamento e anormalidade nos de educandos de visão deficitária.

Nas classes especiais para os escolares com anomalias visuais graves, existem muitas facilidades para a conservação da vista. As classes são grandes, bem ventiladas e claras. Ainda mais, são iluminadas por luz muito forte, mas indireta. As paredes e madeiramentos são verde-claro e mate para evitar o brilho. As carteiras são móveis e ajustáveis a qualquer ângulo

desejado. Todas as máquinas de escrever são providas de tipos grandes. Todos os livros são impressos em tipo grande. Os alunos usam lápis negros e macios e papel verde-claro, para que possam ver sua escrita com a máxima facilidade. Os escolares mais velhos fazem a maior parte de suas tarefas a máquina. Todos os mapas usados nestas classes são fortemente delineados para que possam ser vistos com facilidade.

Classes de Braille — Os meninos cegos e ambíopes são incluídos

em classes diferentes das que se destinam à conservação da vista, e onde aprendem a ler e escrever pelo sistema Braille. Por êste meio podem progredir desde a primeira série até o ano final da escola secundária. Nestas classes, os escolares usam máquinas de escrever no sistema Braille, mapas de volume, e outros artifícios úteis aos cegos. Usa-se muito o rádio e o fonógrafo para enriquecer sua educação. Animam-se os escolares a tomar parte no maior número possível das atividades escolares normais. Planejam ou apresentam, de vez era quando, programas para o resto da escola ou participam, com escolares normais, de tais programas, ou, ainda, em atividades culturais ou recreativas. Uma biblioteca de livros impressos no sistema Braille está à disposição das classes respectivas nas escolas secundárias.

OS SURDOS E OS DE AUDIÇÃO DEFICIENTE

O Serviço otométrico — Desde 1938, começou-se, nas escolas

públicas de Chicago, a fazer testes do ouvido de cada escolar. Presentemente usa-se o Maico D-7 otométrico e aplica-se a cada menino em teste simples e individual, rápido, para determinar os que