III. M ETODE
2. SOSIOMUSIKALSKE VERDIER I GRUPPEKONTEKST: FELLESSKAP OG
2.2 M USIKALSK SAMSPILL : LYDHØRHET OG SAMSTEMTHET
A duração do ciclo de vida de M. incognita em raízes de bananeira GN foi de 24 dias à temperatura de 25+5 ºC. No estudo histopatológico, das raízes coradas com fucsina ácida (Figura 12B) observa-se juvenis parasíticos (J2) de M. incognita penetrando pelos ápices das raízes e migrando pelo córtex, invadindo o meristema subapical das raízes; os J2 migraram intercelularmente nas raízes da bananeira desde a ponta da raiz, até chegarem à zona de
Mj --- Mi --- Mj M Mi (+) Mi Mj(-) Mj
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diferenciação celular, onde se estabeleceram no cilindro vascular. A partir do 7º DAI, observou-se também que alguns J2 já haviam aumentado levemente o diâmetro do corpo.
Uma vez chegando ao cilindro vascular (10 DAI), os J2 estabeleceram seu sítio de alimentação (Figura 12D). Aos 15 e 17 DAI encontraram-se vários juvenis no cilindro central já no estádio J3. Aos 20 e 23 DAI, foram visualizados J4 fêmeas de formato piriforme e foram encontradas numerosas fêmeas no cilindro central, algumas associadas a mais de 6 células gigantes de aspecto normal; numerosos núcleos, citoplasma denso e com alguns vacúolos em seu interior (Figuras 12E e F). Finalmente no 24º DAI foram vistas fêmeas adultas com massas de ovos e machos adultos já desenvolvidos e ainda enrolados dentro da quarta cutícula (J4), (Figura 12J), confirmando a culminação do ciclo de vida. No 28º DAI, foi encontrada grande quantidade de massas de ovos próximas à superfície das raízes (Figura 12K).
Figura 12. Raízes de Musa acuminata Cavendish Grande Naine (GN) inoculadas com Meloidogyne
incognita, coradas com fucsina ácida. A: Raiz de planta não inoculada (NI); B-C: Juvenis migrando ao longo do eixo da raiz; D - E: Juvenis de segundo estádio no cilindro vascular estabelecendo o sítio de alimentação; F- I: Juvenis que estabeleceram o sítio de alimentação e passaram por sucessivas ecdises se tornando adultos (fêmeas jovens); J: Machos (m) e fêmeas (f) adultas, já com massa de ovos (mo); K: Massas de ovos (mo), conforme indicado com setas; L: Detalhe de machos adultos (m). Aumentos: A- J: 200X; K-L: 400X.
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Nos cortes de raízes infiltradas em resina Technovit 7100® e coradas com azul de toluidina (Figura 13), pôde-se observar a localização dos nematoides na área cortical, até seu estabelecimento no cilindro central da raiz, com a formação das células gigantes. Aos 4 e 7 DAI (Figura 13A e B) encontraram-se juvenis parasíticos na área do córtex, no dia 9, os corpos dos nematoides apresentava-se mais dilatado (J2b) e encontravam-se no cilindro central (Figura 13C). Aos 12 DAI (Figura 13D) foram encontrados indivíduos J3 no cilindro central estabelecidos em seu sítio de alimentação, com 5-6 células gigantes em volta do nematoide; em cada célula foram observados entre 8-12 núcleos (pontos de cor azul). Na Figura 13E (15 DAI), em corte longitudinal da raiz, foram observadas várias fêmeas no cilindro central, cada uma rodeada por suas células gigantes (entre 3-6 células). Aos 20 DAI, foi encontrado um agregado de vários J4 fêmeas com suas células gigantes ocupando todo o cilindro central (Figura 13F). Aos 23 DAI as fêmeas começaram a liberar matriz gelatinosa (de cor amarela), mas sem a presença de ovos (Figura 13G). Aos 24 DAI foram observados os primeiros ovos liberados na matriz gelatinosa pelas fêmeas (Figura 13H) atestando a conclusão do ciclo de vida. Aos 28 DAI observou-se que a maioria de fêmeas possuíam massas de ovos, algumas com mais de 100 ovos (Figura 13I).
Figura 13. Secções de raízes de Musa acuminata Cavendish Grande Naine (GN) inoculadas com
Meloidogyne incognita coradas com azul de toluidina e observadas em diferentes dias depois da inoculação
(DAI). A-B: J2 no córtex da raiz; C: J2 ao lado do cilindro vascular; D: Fêmeas associadas com cinco células
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gigantes; G. Fêmeas no cilindro central iniciando a produção de massa gelatinosa; H: Fêmeas começando a liberar ovos em massa gelatinosa; I: Massa de ovos na região cortical. cc: cilindro central; co: córtex; e: ovos; mo: massa de ovos; cg: células gigantes; N: nematoide. Aumentos: A- C, E: 200X; D-I: 400X.
3. Sintomas em raízes de Musa acuminata GN ao longo do ciclo de vida de
Meloidogyne incognita
Nos três primeiros dias depois de inoculação as raízes não apresentaram sintomas visíveis. O desenvolvimento de sintomas característicos associados à presença de M. incognita em raízes de bananeira foi observado a partir do quarto dia após a inoculação (Figura 14A), quando as raízes secundárias exibiram áreas dilatadas nas pontas das raízes. Aos 7 DAI, os sintomas foram mais visíveis (Figura 14B) quando as raízes já começaram a apresentar pequenas galhas na zona apical; 10 DAI as raízes já se encontravam com ápice deformado em forma de ‘J’ (Figura 14C). Depois 15 dias da inoculação, pequenas galhas eram evidentes no sistema radicular (Figura 14 D-G). Aos 20 e 24 DAI já se encontram galhas apicais e intercalares e 24 DAI, completou-se o ciclo vital do nematoide, as raízes secundárias apresentavam galhas evidentes, em formato de cravo (Figura 14H). Aos 28 DAI, tanto as raízes primárias como as secundárias, apresentaram dilatações e deformações nos ápices (Figura 14I).
Como se observou neste estudo, os sintomas de M. incognita em raízes do genótipo GN durante o ciclo foram principalmente a formação de pequenas galhas nos ápices das raízes secundárias, e dilatações nas raízes primárias e no final do ciclo, não se visualizaram massas de ovos na superfície das raízes como acontece em outros hospedeiros. Quanto aos sintomas na parte aérea, as plantas de bananeira ao final do primeiro ciclo de vida do nematoide, não apresentaram sintomas visíveis de clorose, nem atraso no crescimento (Figura 14 J).
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Figura 14. Sequência macroscópica dos sintomas causados por Meloidogyne incognita em raízes de M.
acuminata Grande Naine (GN). A – B: Dilatações no ápice das raízes aos 4 e 7 DAI.; C – D – E: Aos 10-15-18 DAI as raízes apresentaram dilatações mais visíveis. F - G - H: Nos 20-23-24 DAI, as galhas foram mais evidentes. I: Aos 28 DAI, pode se ver as raízes dilatadas e deformadas, inclusive uma raiz principal. J. Plantas
de banana 30 DAI, sem sintomas visíveis do parasitismo por M. incognita.