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VIDEREFØRING I HOVEDPROSJEKT

3.4 MÅLETEKNISK UTSTYR OG UTFORMING

A norma brasileira de classificação de vagões (NBR 11691) estabelece que a classificação de vagões seja feita através de três letras e sete números, como mostrado abaixo:

No bloco I, a primeira letra identifica o tipo de vagão, e a segundo seu subtipo. São essas duas letras que orientam a classificação geral de vagões abaixo mostrada. A terceira letra, encontrável apenas nas figuras aqui disponibilizadas, identifica a denominada manga do eixo, que, por seu turno, limita o peso bruto máximo, de cada vagão. Para bitola métrica, as mangas variam de A a G (pesos brutos máximos de 30.0000 a 130.000 kg, respectivamente); na bitola larga, as mangas variam de P a U (pesos brutos máximos de 47.0000 a 130.000 kg, respectivamente).

Assim, para o caso antes exemplificado, o significado seria: - G: vagão tipo gôndola;

- P: com bordas fixas e portas laterais;

- R: de bitola larga, com peso bruto máximo de 80.000 kg.

A numeração propriamente dita, bloco II do exemplo antes citado, está relacionada ao proprietário do vagão, que, ao tempo de elaboração da norma, subdividia-se em:

- Frota particular: 000001 a 099999; - CVRD: 100000 a 299999;

- Fepasa: 300000 a 599999; - RFFSA: 600000 a 999999.

Finalmente, quanto ao dígito verificador, último elemento do exemplo antes citado, seu cálculo obedece à seguinte marcha:

- multiplicação de cada algarismo, da esquerda para a direita, por sete, por seis, por cinco e assim sucessivamente;

- soma das multiplicações;

v divisão do resultado da soma por onze;

- subtração de onze menos o resto da divisão (se houver).

Conhecidos os critérios de classificação, apresentam-se em seguida os tipos de vagões mais usados no Brasil, alguns deles com links para fotos e desenhos técnicos.

Vagões tipo fechado - para granéis sólidos, ensacados, caixarias, cargas unitizadas e transporte de produtos em geral que não podem ser expostos ao tempo (Figura 15):

Figura 15 – Croquis de vagão do tipo fechado.

FR - Convencional, caixa metálica com revestimento FS - Convencional, caixa metálica sem revestimento FM - Convencional, caixa de madeira

FE - Com escotilhas e portas plug

FH - Com escotilhas, tremonhas no assoalho e portas plug FL - Com laterais corrediças (all-door)

FP - Com escotilhas, portas basculantes, fundo em lombo de camelo FV - Ventilado

FQ - Outros tipos

Vagões tipo gôndola - para granéis sólidos e produtos diversos que podem ser

expostos ao tempo (Figura 16):

Figura 16 – Croquis de vagão do tipo gôndola. GD - Para descarga em giradores de vagão GP - Com bordas fixas e portas laterais

GM - Com bordas fixas e cobertura móvel GT - Com bordas tombantes

GS - Com semi-bordas tombantes

GH - Com bordas Basculantes ou semi-tombantes com fundo em lombo de camelo

GC - Com bordas tombantes e cobertura móvel GB - Basculante

GQ - Outros tipos

Vagões tipo hopper - fechados para granéis corrosivos e granéis sólidos que

não podem ser expostos ao tempo e abertos para os granéis que podem ser expostos ao tempo:

HF - Fechado convencional

HP - Fechado com proteção anti-corrosiva

HE - Tanque (center-flow) com proteção anti-corrosiva HT - Tanque (center-flow) convencional

HA - Aberto HQ - outros tipos

Vagões tipo isotérmico - produtos congelados em geral:

IC - Convencional com bancos de gelo IF - com unidade frigorífica

IQ - Outros tipos

No bloco I, a primeira letra identifica o tipo de vagão, e a segundo seu subtipo. São essas duas letras que orientam a classificação geral de vagões abaixo mostrada. A terceira letra, encontrável apenas nas figuras aqui disponibilizadas, identifica a denominada manga do eixo, que, por seu turno, limita o peso bruto máximo, de cada vagão. Para bitola métrica, as mangas variam de A a G (pesos brutos máximos de 30.0000 a 130.000 kgf, respectivamente); na bitola larga, as mangas variam de P a U (pesos brutos máximos de 47.0000 a 130.000 kgf, respectivamente).

Assim, para o caso antes exemplificado, o significado seria: - G: vagão tipo gôndola;

- P: com bordas fixas e portas laterais;

relacionada ao proprietário do vagão, que, ao tempo de elaboração da norma, subdividia-se em: - Frota particular: 000001 a 099999; - CVRD: 100000 a 299999; - Fepasa: 300000 a 599999; - RFFSA: 600000 a 999999.

Finalmente, quanto ao dígito verificador, último elemento do exemplo antes citado, seu cálculo obedece à seguinte marcha:

- multiplicação de cada algarismo, da esquerda para a direita, por sete, por seis, por cinco e assim sucessivamente;

- soma das multiplicações;

- divisão do resultado da soma por onze;

- subtração de onze menos o resto da divisão (se houver).

Conhecidos os critérios de classificação, apresentam-se em seguida os tipos de vagões mais usados no Brasil, alguns deles com links para fotos e desenhos técnicos.

Vagões tipo fechado - para granéis sólidos, ensacados, caixarias, cargas

unitizadas e transporte de produtos em geral que não podem ser expostos ao tempo: FR - Convencional, caixa metálica com revestimento

FS - Convencional, caixa metálica sem revestimento FM - Convencional, caixa de madeira

FE - Com escotilhas e portas plug

FH - Com escotilhas, tremonhas no assoalho e portas plug FL - Com laterais corrediças (all-door)

FP - Com escotilhas, portas basculantes, fundo em lombo de camelo FV - Ventilado

FQ - Outros tipos

Vagões tipo gôndola - para granéis sólidos e produtos diversos que podem ser

expostos ao tempo:

GD - Para descarga em giradores de vagão GP - Com bordas fixas e portas laterais

GF - Com bordas fixas e fundo móvel (drop - bottom) GM - Com bordas fixas e cobertura móvel

GS - Com semi-bordas tombantes

GH - Com bordas Basculantes ou semi-tombantes com fundo em lombo de camelo

GC - Com bordas tombantes e cobertura móvel GB - Basculante

GQ - Outros tipos

Vagões tipo hopper - fechados para granéis corrosivos e granéis sólidos que

não podem ser expostos ao tempo e abertos para os granéis que podem ser expostos ao tempo:

HF - Fechado convencional

HP - Fechado com proteção anti-corrosiva

HE - Tanque (center-flow) com proteção anti-corrosiva HT - Tanque (center-flow) convencional

HA - Aberto HQ - outros tipos

Vagões tipo isotérmico - produtos congelados em geral:

IC - Convencional com bancos de gelo IF - com unidade frigorífica

IQ - Outros tipos

Vagões tipo plataforma - contêineres, produtos siderúrgicos, grandes volumes,

madeira, peças de grandes dimensões:

PM - Convencional com piso de madeira PE - Convencional com piso metálico

PD - Convencional com dispositivo para contêineres PC - Para contêineres

PR - Com estrado rebaixado PG - Para serviço piggyback PP - Com cabeceira (bulkhead) PB - Para bobinas

PA - Com dois pavimentos para automóveis PH - Com abertura telescópica

PQ - Outros tipos de vagão plataforma

Vagões tipo tanque - cimento a granel, derivados de petróleo claros e líquidos

TS - Com serpentinas para aquecimento TP - Para produtos pulverulentos

TF - Para fertilizantes

TA - para ácidos e líquidos corrosivos TG - para gás liqüefeito de petróleo TQ - Outros tipos

Vagões especiais - produtos com características de transporte bem distintas das

anteriores:

ST - Torpedo (produtos siderúrgicos de alta temperatura) SB - Basculante

SP - Plataforma para lingotes, placas de aço, etc. SG - Gôndolas para sucata, escórias, etc.

SQ - Outros tipos A Figura