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Mål: større andel av persontransporten med kollektivt, til fots og med sykkel

Analyser for å vurdere innretningene opp mot mål- og resultatstyringssystemet

2. MÅLENE MED OSLOPAKKE 3 – STATUS OG UTFORDRINGER

2.6 Mål: større andel av persontransporten med kollektivt, til fots og med sykkel

Pesquisadores tem buscado relação das estratégias de resolução de conflito conjugal com sintomas depressivos (Marchand & Hock, 2000; Marchand & Hock, 2003; Marchand, 2004; Marchand, Schedler, & Wagstaff, 2004), qualidade conjugal (Marchand, 2004; Marchand & Hock, 2000), problemas de comportamento nos filhos (Marchand & Hock, 2003) e estilos de apego (Marchand, 2004).

Acerca de um dos estudos realizado por Marchand & Hock (2003) os resultados mostraram que as estratégias destrutivas se associavam a sintomas depressivos e a insatisfação conjugal, enquanto que as estratégias construtivas se associam a maiores níveis de satisfação conjugal. Ainda buscando relação entre as estratégias de resolução e os tipos de apego, Marchand (2004) verificou que o tipo de apego ansioso se relacionou positivamente com estratégias destrutivas, enquanto que o tipo de apego seguro se relacionou positivamente com as estratégias construtivas.

Recentemente, as autoras Scheeren, Delatorre, Neumann e Wagner (2015) também realizaram um estudo com o objetivo de conhecer o poder preditivo dos tipos de estilos de apego nas estratégias de resolução. Os resultados por elas encontrados mostraram que o estilo de apego inseguro predisse as estratégias de resolução destrutivas, enquanto que o estilo de apego seguro predisse as estratégias de resolução construtivas.

Em outro estudo, Marchand (2004), buscando verificar as relações entre as estratégias de resolução dos conflitos adotados pelos pais e os comportamentos dos filhos, observou que quando os pais utilizavam estratégias destrutivas, os filhos tendiam a apresentar comportamentos de ansiedade, depressão, queixas somáticas e agressividade, já quando as estratégias de resolução adotadas pelos pais eram construtivas, os filhos apresentavam mais comportamentos assertivos.

Por meio de um estudo exploratório, Bolze, Schmidt, Crepaldi e Vieira (2013) buscaram caracterizar o relacionamento conjugal e as táticas de resolução de conflito entre casais através dos instrumentos FLOREAL e CTS2. Em síntese, os resultados mostraram que todos os homens relataram terem adotado estratégia de negociação,

violência física menor e coerção sexual menor, enquanto as mulheres apresentaram mais agressão psicológica grave, reciprocidade negativa, evitação e injuria menor.

A partir dos resultados acima, os autores concluíram que tanto os homens quanto as mulheres relataram se utilizar das três dimensões como táticas de resolução de conflito conjugal: negociação, agressão psicológica menor e violência física menor, consecutivamente. Comparando as médias entre os dois grupos, a única diferença significativa encontrada foi entre o sexo masculino e a dimensão coerção sexual menor, ou seja, os homens diferem das mulheres quanto às atitudes de insistir ou obrigar a parceira a fazer sexo, sem usar força física.

Outro dado interessante encontrado no estudo supracitado refere-se às questões de

ciúmes, as mulheres se auto definiram pouco ciumentas e que nunca pensam que seus

companheiros estão interessados sexualmente por outras pessoas, mas que se incomodariam e sentiriam mais ciúmes caso seus companheiros estivessem mais apegados emocionalmente a outras pessoas. Quanto aos homens, estes afirmaram serem pouco ciumentos, que nunca pensam que suas companheiras possam estar interessadas sexualmente por outra pessoa e, ao contrário das mulheres, a maioria dos homens disseram que se incomodariam mais ao imaginar elas tendo relações sexuais apaixonadas com outra pessoa e, nesta situação ficariam extremamente enciumados (Bolze, Schmidt, Crepaldi, & Vieira, 2013).

Delatorre (2015) também realizou um estudo para verificar quais as estratégias de resolução dos conflitos conjugais utilizadas pelos homens e mulheres, associadas a variáveis sociodemográficas e de relacionamento. Assim, de acordo com os resultados, os homens adotam mais estratégias de acordo, se comparado às mulheres. As estratégias de

evitação foram mais utilizadas por homens e mulheres com filhos e, mulheres que

coabitavam com o companheiro utilizavam mais a estratégia de ataque.

Contudo, apesar dos estudos acima citados, as publicações relacionadas ao conflito ainda se concentram essencialmente na perspectiva dos filhos, em contextos de separação ou violência, na frequência e motivos associados aos desentendimentos e em estudos clínicos (Boas, Dessen, & Melchiori, 2010; Costa, Penso, Legnanni, & Sudbrack, 2009; Goulart, 2012; Mosmann & Falcke, 2011; Rosa & Falcke, 2014; Schimidt, Crepaldi, Vieira, & More, 2011; Silva, 2008; Wagner & Grzybowski, 2014). Todavia, os autores Delatorre (2015), Garcia e Tassara (2001) e Olson (2000) sugerem que é de fundamental relevância explorar o papel de outras variáveis individuais (e.g., personalidade), bem como sociais (e.g., valores humanos).

Por assim dizer, estima-se, por exemplo, que os traços de personalidade poderão contribuir para a explicação das estratégias de resolução adotadas pelos cônjuges frente aos conflitos. Assim, espera-se que a partir da identificação dos traços de personalidade dos cônjuges, sejam promovidas intervenções que estimulem ou promovam estratégias construtivas, facilitando assim bons níveis de interação entre os cônjuges, que resultariam em níveis elevados de qualidade conjugal (e.g., satisfação, comunicação, interesses compartilhados, confiança e o respeito entre os cônjuges).

Logo, julga-se relevante o estudo da personalidade, por alguns motivos a destacar. A personalidade é uma área temática da Psicologia bastante difundida por todo o mundo e repleta de contribuições para compreensão do ser humano, acerca das suas características individuais e seu papel nas relações intra/interpessoal, além de intergrupal (Andrade, 2008; Hall, Lindzey, & Campbell, 2000; Moura-de-Andrade, 2008).

Isto posto, compreende-se que, a partir de uma perspectiva temporal, os traços de personalidade precedem os valores humanos. Para tanto, isso não significa uma hierarquia exata, pois tais construtos se influenciam mutuamente (Bilsky & Schwartz, 1994; Roccas et al., 2002). Em razão disto, inserir o estudo dos valores parece ser algo pertinente, uma vez que, segundo Monteiro (2014), este construto exerce a função de mediador das relações entre os traços de personalidade e as expressões comportamentais, a exemplo das estratégias de resolução dos conflitos.