Del III – Styrets plandokument
18 Mobilisering av medarbeidere og ledere
18.2.2 Mål for arbeidet
cumprimento de regras por parte dos alunos. 13.4 51.4 17.3 17.3 0.6 2.40 0.945
Concordância Indefinição avaliativa Discordância Ausência de consenso Tabela 7 – Resultados relativos aos itens da subcategoria A1
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No que se refere às restantes questões que compõem esta subcategoria, verifica-se uma indefinição avaliativa, atendendo à distribuição de respostas dadas em cada um destes itens e ao respetivo valor da média aritmética das repostas dadas.
Assim, fica indefinida a opinião dos docentes inquiridos quanto ao contributo da avaliação externa de escolas para a regulação da educação, através do fornecimento de informação relevante quer aos responsáveis pela administração escolar (x3,24;D.P.0,908), quer aos responsáveis pelas políticas educativas (x3,16;D.P.0,911).
Do mesmo modo, constata-se a existência de uma indefinição dos participantes no estudo quanto ao contributo da avaliação externa de escolas para a implementação de ações de melhoria, na escola onde lecionam, decorrentes da análise de resultados de autoavaliação (x3,23; D.P.0,925), embora, neste item, a percentagem de respostas concordantes seja de 51,4%.
Também não ficou patente se da avaliação externa de escolas decorre a promoção de iniciativas, por parte das escolas dos docentes inquiridos, que contribuam para o desenvolvimento da comunidade envolvente (x2,95;D.P.0,973).
Dado o elevado valor do desvio-padrão das respostas dadas, conclui-se a ausência de consenso por parte dos inquiridos quanto à melhoria da qualidade das aprendizagens, como efeito da avaliação externa de escolas, verificando-se também uma indefinição quanto à opinião dos mesmos sobre o assunto (x2,82;D.P.1,023).
No que se refere ao contributo da avaliação externa de escolas para a evolução positiva dos resultados académicos dos alunos, as opiniões dos docentes inquiridos dividem-se quer se fale de resultados internos (x2,75;D.P.0,929), quer de resultados externos (x2,78;D.P.0,909).
Subcategoria A2 – Efeitos curriculares da avaliação externa de escolas
Os itens desta subcategoria dizem respeito às práticas curriculares, decorrentes da avaliação externa de escolas (no contexto do departamento/grupo disciplinar), isto é, referem- se à colaboração entre docentes, articulação e sequencialidade curricular, decisões partilhadas
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e concertadas ao nível da planificação, avaliação, metodologia e escolha de materiais/recursos a utilizar na sala de aula.
Quanto aos efeitos curriculares da avaliação externa de escolas, não se verificou a concordância dos inquiridos em nenhum dos itens que constituem esta subcategoria (Tabela 8).
De acordo com os dados obtidos, verifica-se a discordância dos inquiridos em três itens desta subcategoria, corroborada quer pela percentagem total de respostas “1 – Discordo totalmente” e “2 – Discordo”, quer pelo respetivo valor da média aritmética. As opiniões recolhidas, em cada um destes itens, também não são consensuais, o que se constata pelos valores do desvio-padrão, que, embora sendo inferiores a um, são muito próximos deste valor. Assim, 50,3% dos professores discordam que a avaliação externa de escolas tenha vindo a fomentar a articulação curricular entre os diferentes departamentos curriculares da sua escola/agrupamento (x2,69;D.P.0,978).
Item Respostas (%) Média Desvio- padrão
1 2 3 4 5
19. A avaliação externa de escolas tem contribuído para a valorização da avaliação sumativa em detrimento da avaliação formativa.
4.5 31.8 23.5 37.4 2.8 3.02 0.994
15. A avaliação externa de escolas tem promovido o
trabalho colaborativo entre os docentes. 5.0 35.2 20.1 39.1 0.6 2.95 0.985 24. A avaliação externa de escolas tem contribuído
para a promoção da articulação entre as atividades de ensino e de avaliação.
4.5 31.8 30.2 32.4 1.1 2.94 0.931 10. A avaliação externa de escolas tem contribuído
para a existência da articulação curricular entre professores do 2.º ciclo e professores do 3.ºciclo.
8.4 36.3 17.9 36.3 1.1 2.85 1.045
7. A avaliação externa de escolas tem contribuído para a existência da articulação curricular entre as diversas áreas disciplinares que compõem o meu departamento curricular.
7.3 39.7 22.3 26.8 0.6 2.73 0.941
29. A avaliação externa de escolas tem contribuído para a planificação de atividades que promovam a contextualização do currículo em termos de abertura ao meio
4.5 44.7 26.3 23.5 1.1 2.72 0.912
2. A avaliação externa de escolas tem contribuído para a existência da articulação curricular entre os diferentes departamentos curriculares.
8.4 41.9 22.3 26.8 0.6 2.69 0.978
Concordância Indefinição avaliativa Discordância Ausência de consenso Tabela 8 – Resultados relativos aos itens da subcategoria A2
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Constata-se, também, que 49,2% dos inquiridos discordam que a avaliação externa de escolas tem vindo a contribuir para a planificação de atividades que promovem a contextualização do currículo, em termos de abertura ao meio envolvente (x2,72;D.P.0,912).
No que diz respeito aos efeitos positivos da avaliação externa de escolas, na articulação curricular entre as diversas áreas que compõem o departamento curricular a que pertencem os inquiridos, 47% das respostas situam-se na zona de discordância (x2,73;D.P.0,941).
Constata-se a existência de uma indefinição avaliativa no que se refere aos efeitos da avaliação externa de escolas na valorização da avaliação sumativa em detrimento da avaliação formativa (x3,16;D.P.0,911), no trabalho colaborativo entre docentes (x3,16;D.P.0,911), na articulação entre atividades de ensino e avaliação (x3,16;D.P.0,911), bem como na articulação vertical entre professores de matemática do 2.º ciclo e professores de matemática do 3.º ciclo (x3,16;D.P.0,911), verificando-se, contudo, uma ausência de consenso no que diz respeito a esta última questão, visível pelo elevado valor do desvio-padrão. Todas as outras questões, onde é patente a indefinição avaliativa, reúnem um grau de consenso baixo, uma vez que, tendo o respetivo desvio-padrão um valor inferior a um, apresenta também, em cada caso, valores muito próximos da unidade.
Subcategoria A3 – Efeitos pedagógicos da avaliação externa de escolas
Os itens desta subcategoria dizem respeito às práticas pedagógicas (no contexto da sala de aula), nomeadamente, à concretização de projetos e atividades, metodologia, adequação de ensino e da aprendizagem, modalidades e práticas de avaliação das aprendizagens, bem como à relação pedagógica dos docentes com os alunos.
Mais uma vez, não se verificou a concordância dos inquiridos em nenhum dos itens que constituem esta subcategoria.
Contudo, apenas em duas das sete questões desta subcategoria se verificou a existência de uma indefinição avaliativa, sobretudo dada a divergência de respostas que oscilam, com maioria relativa, entre o “2 - discordo” e o “4 - concordo” (Tabela 9). Esta indefinição constatou-se no que se refere ao favorecimento, por parte da avaliação externa de escolas, de
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práticas de avaliação centradas nos testes (x2,92;D.P.1,010) e à promoção de práticas de ensino caracterizadas por uma maior exigência ao nível do domínio de conhecimentos, por parte dos alunos (x2,80;D.P.0,966). Verifica-se, ainda, uma ausência de consenso quanto à primeira questão mencionada, corroborada pelo valor do desvio-padrão superior a um e um grau de consenso baixo, no que se refere à segunda questão, dado que o valor do desvio-padrão, sendo inferior a um, lhe está muito próximo.
Item Respostas (%) Média Desvio- padrão
1 2 3 4 5