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O que investigamos na presente pesquisa? Qual foi nosso objeto de estudo, que intenções tivemos ao longo deste estudo, que categorias de análise adotamos? E os dados, como chegamos a eles, e depois, como os analisamos? Sob quais princípios teórico-metodológicos? Estes são os aspectos que abordaremos neste tópico.

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No bojo das manifestações artístico-culturais que ocorrem nas universidades, selecionamos as ações com cinema e educação e investigamos no presente estudo as práticas de um projeto de cinema educativo realizado junto à Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o CINEAD – Cinema para aprender e desaprender.

O CINEAD realiza atividades desde 2007, é coordenado pela doutora Adriana Fresquet, professora da Faculdade de Educação da UFRJ e composto por estudantes de distintos cursos de graduação desta mesma universidade. Suas atividades consistem em: Grupo de Estudos; exibições seguidas de debates com pesquisadores, estudiosos e profissionais do cinema e voltadas para estudantes de escolas públicas e outras instituições públicas de educação; trabalho de formação de professores e outros profissionais de escolas públicas do Rio de Janeiro; produção de curtas-metragens com estudantes de escolas públicas (Ensino Fundamental e Médio) e de instituições de ensino para surdos e cegos; organização de Festivais e Mostras Cinematográficas,

148 inclusive dos filmes realizados junto aos estudantes das escolas públicas trabalhadas. Em 2014 a equipe deu início a atividades na creche da UFRJ, em uma instituição voltada para idosos e em 2013 iniciou um trabalho junto à enfermaria do Hospital da UFRJ.

A escolha desta ação extensionista fundou-se no seguinte critério: a busca por um projeto de extensão universitária que realizasse ações com cinema em escolas públicas e que tivesse em sua organização e monitoria estudantes de graduação e pós- graduação dessa mesma universidade.

A presente pesquisa situa-se no campo teórico do interpretativismo crítico, corrente que postula que não há uma ciência “das dinâmicas da ação em contexto escolar que não seja uma ciência das singularidades, das diferenças, das infinitas variações dentro de um campo de possibilidades, da emergência do inesperado, do fluido e do ambíguo” (SARMENTO, 2003: 145). Essa forma de fazer ciência renuncia à lei universal, distancia-se da preocupação exclusiva com as regularidades e recusa uma orientação normativa, em nome da procura de fatores geradores do idiossincrático, do específico, das manifestações plurais da ação educativa (SARMENTO, 2003).

O campo das pesquisas qualitativas em que se inserem os estudos de caso responde a questões bastante particulares, preocupando-se com um nível de realidade que não pode ser quantificado. Este tipo de pesquisa trabalha com o universo de significados, motivos, aspirações, crenças, valores e atitudes, o que corresponde a um espaço mais profundo das relações, dos processos e dos fenômenos que não podem ser reduzidos à operacionalização de variáveis (MINAYO, 1992).

Os significados atribuídos pelos sujeitos às ações, posturas, valores, contextos e outras dimensões da dinâmica sociocultural devem ser historicamente situados. Mesmo relacionados a indivíduos específicos, tais significados estão inseridos numa estrutura social e assumem elementos da cultura, da linguagem e das representações do grupo no qual se coloca o sujeito. Sendo socialmente compartilhados, contribuem para a construção de uma realidade comum, que, em última análise, possibilita a comunicação.

Baseando-nos nas orientações de Sarmento (2003) sobre a necessidade de uma compreensão “holística” diante dos fenômenos educativos, praticada pelas metodologias de estudo de caso, buscamos captar, por meio das entrevistas e observações, as formas como os sujeitos participantes da pesquisa vivenciavam e atribuíam sentido à

149 experiência com o cinema na escola; os possíveis laços de pertencimento e apreço à obra cinematográfica e à sua linguagem; o exercício do diálogo e a concretização das formas de aparecimento e de dizeres no e sobre o mundo por meio das leituras fílmicas e dos filmes realizados. Nossa intenção consistiu ainda em observar se tais sujeitos, por meio das atividades cinematográficas, ressignificavam lugares e papéis sociais e colaboravam, por meio dos filmes realizados, com uma cultura na escola e sobre a escola.

Nossa investigação buscou compreender os processos formativos provocados pelas atividades com cinema diante de distintos atores dessas duas instituições educativas: a escola e a universidade. Ela centra-se nas experiências de alguns sujeitos que participaram desse processo educativo: estudantes de graduação e pós-graduação da UFRJ, um professor, um ex-funcionário e um aluno adolescente de uma mesma escola pública.

Interessou-nos observar e analisar situações de fruição cinematográfica, de valorização da cultura escolar, de circulação da palavra, de construção de discursos sobre a escola e sobre si por meio de processos criativos cinematográficos, de transformação, aprendizagem e comprometimento consigo e com o outro. Outros aspectos, tais como escrita de mundo via criação cinematográfica, a crença no potencial de crianças e adolescentes para o ato artístico criativo e a mediação cultural sistemática por parte de professores, também compõem as categorias de análise presentes nessa pesquisa. Todos os depoentes, exceto a coordenadora da ação extensionista, têm seus nomes guardados sob sigilo. O mesmo ocorre com os locais onde o trabalho de campo foi realizado.

A coleta de dados correu entre março de 2013 e agosto de 2014, sendo composta pelos seguintes procedimentos metodológicos:

• Acompanhamento, por meio de observação e registro em caderno de campo, das seguintes atividades do CINEAD: Grupo de estudos realizado na UFRJ e Escola de Cinema realizada em duas escolas públicas do Rio de Janeiro (CIEP Hilda Hilst e Escola Valter Hugo Mãe) e no Instituto Hermeto Pascoal – IHP, instituição de educação voltada para crianças e adolescentes com deficiência visual A;

150 • Nove entrevistas semiabertas conduzidas por um roteiro semiestruturado que tiveram como participantes: a coordenadora do CINEAD, Prof. Dra. Adriana

Fresquet; 2 monitores103 do CINEAD (estudantes de Arquitetura e Licenciatura

em Educação Física), 2 ex-monitores (um Pedagogo e uma bacharel em Comunicação), 1 ex-orientando da coordenadora (Licenciado em Música), 1 orientada da coordenadora (Psicóloga e doutoranda em Educação), 1 professor

do CIEP Hilda Hilst e 1 ex-funcionário do CIEP Hilda Hilst104;

• Análise de parte dos materiais produzidos pelo CINEAD, tais como artigos, material audiovisual, materiais didáticos e site.

Essa opção por sujeitos e situações diversas pretendeu captar as distintas formas de simbolização e interpretação dos atores sociais sobre o papel do cinema na escola e na vida dos sujeitos e conduzir-nos a uma reflexão mais aprofundada sobre as várias situações em que os sujeitos atuam, formam e são formados.

As entrevistas foram tomadas no sentido amplo da comunicação verbal e traduziram-se em fontes de dados primários e secundários referentes a “a fatos, idéias, crenças, maneira de pensar, opiniões, sentimentos, maneiras de sentir, maneiras de atuar, conduta ou comportamento presente ou futuro, razões conscientes ou inconscientes de determinadas crenças, sentimentos ou comportamentos” (MINAYO, 1992: 108). Aos seus roteiros semiestruturados e precários foram acrescentadas, sempre que necessário, outras questões no ato da entrevista, dependendo da interação entre a pesquisadora e os entrevistados, e das questões novas e relevantes que surgiam no ato da “conversa”.

Sua condução não seguiu, necessariamente, a ordem dos roteiros. Eles tiveram o papel de orientá-las e, por isso, não foram “aplicados” em um procedimento de pergunta/resposta, mas seguiram um percurso aberto no qual o entrevistado discorreu livremente sobre as questões ou perguntas que lhes foram apresentadas.

Este procedimento metodológico é sugerido por Paro (2001b) que recomenda uma postura bastante elástica por parte do pesquisador, favorecendo ao entrevistado

103

Sempre que me refiro a estes atores utilizo a denominação “professores”, uma vez que é assim que a coordenadora do Projeto os nomeia.

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Este último realizou o Curso de Formação em Cinema oferecido pelo CINEAD e tornou-se professor da Escola de Cinema no CIEP Hilda Hilst.

151 “discorrer de forma ampla e sem constrangimentos a respeito dos temas sugeridos” (PARO, 2001b: 18).

No decorrer das entrevistas, por exemplo, estavam incluídos momentos em que a pesquisadora se portou como ouvinte e observadora e outros em que se colocou como elemento que fazia parte da situação que estava sendo estudada, atitude que pretendeu não a observação neutra e passiva, mas a de um sujeito que, ao implicar-se com o tema em questão, refletia conjuntamente com os entrevistados sobre as problemáticas que lhes eram apresentadas.

Desse modo, seguindo também as orientações de Paro (2001b) e Thiollent (1987), procurou-se em situações específicas, antepor algum tipo de questionamento ou ideia às opiniões expressas pelos entrevistados.

Apesar de alertar sobre as críticas que possam ser suscitadas a respeito de uma possível imposição de problemática por parte dos pesquisadores que adotam tal procedimento, Thiollent (1987: 23-24) destaca que “é justamente o questionamento que deveria superar a unilateralidade da observação do outro ao permitir uma real intercomunicação”. Dessa forma, com os questionamentos feitos durantes as entrevistas não pretendíamos comprometer a espontaneidade dos entrevistados, mas problematizar algumas de suas falas, aprofundando com eles, como também sugere Paro (2001b), a reflexão sobre o problema pesquisado, verificando suas ponderações diante das posições divergentes e colaborando para situações de aprendizagens conjuntas.

Todavia, entendendo a escuta como parte essencial da comunicação, nosso esforço concentrou-se no ato de “ouvir” os entrevistados, uma vez que

[...] é nesse ato de ouvir quem fala sobre seu próprio fazer, na alteridade radical do seu dizer, que se reconhece a presença de uma diferença que se comunica intersubjetivamente, e, por essa via, ganha densidade e significado a “democraticidade do olhar sociológico” (CONDE, 1993: 202).

A observação participante propiciou uma compreensão mais ampliada da realidade, uma vez que revelou uma variedade de situações impossíveis de serem captadas por meio das entrevistas.

Como destacam Minayo (1992) e Cruz Neto (1993), nas situações de observação temos a possibilidade de captar o imponderável e o evasivo da vida real. O registro minucioso das situações observadas nos permitiu, posteriormente, realizar as análises com bases em alguns detalhes que, na inexistência dessa forma de registro, não seriam possíveis. Todavia, a percepção e atenção a essa realidade é transpassada pelos valores,

152 interesses e opções teóricas que nos atravessam como pesquisadores e por isso, guardam também seu grau de subjetividade.

Devido à riqueza das situações observadas, decidimos por incluir na sessão 4.3.1 Um zoom sobre a Escola de Cinema, do capítulo IV, a descrição integral de duas situações que participamos como observadores. Uma vez que suas análises são elaboradas a partir de nossas categorias interpretativas, opções metodológicas, buscas por teorizações e também por nossos posicionamento e valores, julgamos relevante oferecer ao leitor a possibilidade de acessar a descrição na íntegra dessas observações, a fim de que ele possa mergulhar com mais profundidade em ambas as situações, observar outros detalhes e realizar outras análises. As descrições e transcrições completas de todas as observações realizadas em campo, bem como das entrevistas, encontram-se em Anexos.

Para a análise dos dados coletados a estratégia metodológica de triangulação dos dados permitiu uma maior validade e uma inserção mais aprofundada nos contextos onde emergiram os fatos, as falas e as ações dos sujeitos. A estratégia da triangulação permitiu um aprofundamento da análise, uma vez que ensejou um exame multidimensional do contexto. A análise realizada através desse pressuposto permitiu o estabelecimento de inter-relação entre os fatos, as falas e as ações dos indivíduos, oferecendo uma compreensão mais abrangente dos significados construídos socialmente na relação dos sujeitos com o meio (ADORNO et al, 1994). Tal postura e procedimentos encontram relação com a crítica de Bakhtin (2010) à desvinculação do pensamento teórico com a vida.

Assevera o autor que, ao tratar apenas do geral e do universal, o pensamento teórico abstrai o homem e a situação singular em que ele está inserido. No mundo das construções teóricas, o eu como um ser único, como um evento, irrepetível e singular não existe, existem apenas o eu e o mundo como abstrações, o que acaba por empobrecer o fenômeno e esterilizar o pensamento teórico (BAKHTIN, 2010: 52-57).

Sugere ele que pensemos o mundo e o ser (ou seres) de modo “participante”, ou seja, sem “separar o próprio ato do produto de tal ato, e sim colocando ambos em relação entre si, procurando defini-los no contexto unitário e singular da vida como inseparáveis” (BAKHTIN, 2010: 67).

153 Não há como fragmentar o ato em partes isoladas, desvinculando-o daquele que está ligado a ele e que o executa: o ser que é uma totalidade – razão, emoção, histórias, vivências, cultura, sentimentos.

No caso deste estudo, as contribuições teóricas de Bakhtin nos remetem a uma questão metodológica fundamental: a aproximação da experiência investigada para, primeiro, conhecer sua história, suas singularidades, possibilidades e necessidades concretas e, depois, se inteirar dos sentidos que seus atores dão a essa experiência e, ainda, para tentar perceber as estratégias de conhecimento utilizadas, as distintas formas de lidar com ele, os elementos criativos, as expressões de sensibilidade e também a construção de laços sociais e afetivos que constroem conhecimento, geram outras palavras, motivam implicações com o outro e que são, também, experiências políticas.

Ademais, este autor nos convida a pensar o sentido da formação por meio do cinema num mundo onde a imagem ocupa um papel primordial na formação em âmbito individual e social, uma vez que corrobora discursos, significados e representações, colaborando, como destaca Serra (2011), para a produção do comum: saberes, sentimentos, emoções e processos de identificação.

Breve descrição dos sujeitos entrevistados e de sua relação com o cinema

Adriana Fresquet – professora da Faculdade de Educação da UFRJ. O direcionamento

de seus estudos para o tema Cinema e Educação tem início em seu Estágio pós-doutoral, cujo tema versou sobre Cinema, infância e educação. Seu Estágio pós-doutoral consistiu na organização de 3 livros sobre o tema e na publicação de um artigo sobre cinema, educação especial e infância.

Professor Woody – professor de Língua Portuguesa e Literatura do CIEP Hilda Hilst.

Woody foi estudante e, posteriormente, funcionário (vigia) desta mesma escola. Após finalizar o curso de Letras na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, passa a integrar o corpo docente da escola. Tem uma forte relação de apreço ao cinema desde a adolescência. Conta que cruzava a cidade do Rio de Janeiro para assistir aos filmes renomados da cinematografia nacional e estrangeira.

154 Akira – foi estudante do CIEP Hilda Hilst e funcionário do setor administrativo da

Escola. Sua relação mais sistemática com o cinema tem início a partir do Curso de Formação em cinema que realiza junto ao CINEAD em 2012.

Cabíria – formada em Psicologia pela UFRJ, atualmente realiza sua pesquisa de

Doutorado com cinema junto à enfermaria infantil do Hospital Universitário da UFRJ.

Federico – formado em Licenciatura em Música, participou como formador do Curso

de Formação em cinema realizado pelo CINEAD e realizou sua pesquisa de doutorado sobre o som no cinema no CIEP Hilda Hilst.

Navarro – estudante de graduação em Arquitetura, participou desde a adolescência de

cursos de cinema oferecidos por ONGs do Rio de Janeiro.

Alfred – estudante de graduação em Educação Física, assim como Navarro participou

desde a adolescência de cursos de cinema oferecidos por ONGs do Rio de Janeiro.

Deraldo – formado em Pedagogia pela UFRJ, atualmente é professor de Educação

Infantil da Creche da UFRJ. Integrou a primeira equipe do CINEAD de 2007 ao final de 2008.

Lola – formada em Comunicação pela UFRJ tem experiência em produção

cinematográfica de curtas e longas-metragens. Coordenou as aulas de cinema nas Escolas de Cinema do CIEP Hilda Hilst (município de São João de Miriti); Escola Estadual José Martins da Costa (município de Nova Friburgo) e Escola Municipal Vereador Antônio Ignácio Coelho (município de Paraíba do Sul) no ano de 2013.

Outros integrantes do CINEAD são citados no capítulo IV, referente à análise de dados. São eles: Lars, estudante de História da Arte, Tizuka, estudante de Pedagogia, e Nelson, estudante de música, todos alunos graduação da UFRJ. Referimo-nos diretamente a um estudante do CIEP Hilda Hilst, Antoine, uma vez que sua experiência com o cinema na escola pareceu-nos de grande relevância para o estudo.

As entrevistas foram compostas pelos seguintes roteiros semiestruturados e abertos:

155 PROFESSORA COORDENADORA DO CINEAD:

1. Informações pessoais e acadêmicas • Nome, idade, formação

• Trajetória na Universidade • Relação com o cinema

2. Questões específicas ao CINEAD

• Como começou sua relação com o CINEAD (é o seu idealizador, foi convidado para participar etc.)?

• Trajetória do CINEAD

• Como os estudantes se vinculam a ele? E na prática, depois que estão vinculados, como se dá a questão da participação e do envolvimento?

• Dinâmica de trabalho do CINEAD (escolha de temas das mostras, escolhas de filmes, divulgação, reuniões de planejamento, grupos de estudo, escolha de locais de exibição, produção de materiais, metodologia de trabalho para os debates pós-filmes etc.)

• Maiores dificuldades para a execução do CINEAD e seus pontos positivos 3. Aspectos éticos e políticos do CINEAD na formação de professores • Relações entre arte e educação. Relações entre cinema e educação.

• Dimensões ética, política e pedagógica do CINEAD e suas possíveis implicações para a formação dos sujeitos envolvidos em suas atividades.

• Saberes e habilidades gerados/aperfeiçoados pelo CINEAD junto aos participantes.

• Opinião sobre a constituição do CINEAD como espaço de educação das sensibilidades.

4. Relação entre CINEAD e sociedade

• Contribuições que o CINEAD possa trazer para o público que a ele tem acesso? • Vinculação do CINEAD com uma sociedade mais justa e igualitária.

GRADUANDOS E GRADUADOS 1. Informações pessoais e acadêmicas • Nome, idade, curso

• Trajetória escolar e acadêmica • Relação com o cinema

2. Questões específicas ao CINEAD

• Como ficou sabendo do Projeto de CINEAD e o que o levou a querer fazer parte dele.

• Dinâmica de trabalho do CINEAD (escolha de temas das mostras, escolhas de filmes, divulgação, reuniões de planejamento, grupos de estudo, escolha de locais de exibição, produção de materiais, metodologia de trabalho para os debates pós-filmes etc.). Maiores dificuldades, pontos positivos e atividades que mais gosta de nele desenvolver. Por que elas têm a sua preferência?

156 3. Cinema, arte e educação

• Potencial educativo do cinema. Discorrer sobre isso. 4. CINEAD e formação

• Papel do CINEAD na sua formação acadêmica e para vida em seu aspecto mais amplo

• Saberes gerados/aperfeiçoados pelo CINEAD em você e nos demais participantes

• Habilidades geradas/aperfeiçoadas pelo CINEAD em você e nos demais participantes

5. CINEAD e sociedade

• Contribuições do CINEAD para o público que a ele tem acesso • Vinculação do CINEAD com uma sociedade mais justa e igualitária

PROFESSORES DE ESCOLAS PÚBLICAS (questões feitas também ao ex- funcionário do CIEP Hilda Hilst)

1) Informações pessoais e acadêmicas • Nome, idade, formação

• Trajetória escolar e acadêmica • Relação com o cinema

2) Questões específicas ao CINEAD

• Como se deu o encontro com o CINEAD? 3) Cinema, arte e educação

• Potencial educativo do cinema. Discorrer sobre isso. 4) CINEAD e formação

• Papel do CINEAD na constituição do formar-se professor • Papel do CINEAD na formação dos estudantes das escolas

• Possíveis saberes gerados/aperfeiçoados pelo CINEAD em você e nos estudantes das escolas

• Possíveis habilidades geradas/aperfeiçoadas pelo CINEAD em você e nos estudantes das escolas

5) CINEAD e sociedade

• Contribuições do CINEAD para o público que a ele tem acesso • Vinculação do CINEAD com uma sociedade mais justa e igualitária

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CAPÍTULO IV - CENAS E IMAGENS CONSTRUÍDAS A MUITAS