3. Tecnologies utilitzades
3.1. Llenguatges
No transcorrer do presente estudo foram apresentadas as melhores práticas para o gerenciamento de riscos. E durante o estudo de caso foi levantada toda a metodologia de trabalho da TPX a fim de se obter informações e oferecer soluções que possam contribuir para uma melhor gestão de projetos e recursos da companhia, especialmente no que tange ao gerenciamento de riscos aplicado aos projetos.
Como se pode observar, a empresa TPX é fortemente voltada aos princípios do PMI. A estrutura da Diretoria de Engenharia e Projetos foi desenvolvida sobre a plataforma de uma estrutura matricial forte, o qual é um dos mais populares modelos para se gerenciar projetos em um ambiente de múltiplos projetos.
Em organizações que adotam essa estrutura, os projetos são conduzidos por gerentes de projeto que se dedicam em tempo integral ao projeto e têm autonomia comparável à do gerente funcional. Esses gerentes se agrupam em um departamento ou área da empresa que se destina especificamente ao gerenciamento de projetos da empresa, que por sua vez passam a ser importantes e estratégicos para o negócio.
O conhecimento do risco advém da experiência que se tem sobre a execução de determinado projeto. Atualmente tal conhecimento está expresso de forma tácita. Os profissionais mais antigos da empresa detêm tal conhecimento, que não está descrito ou expresso em nenhum documento ou sistema corporativo oficial.
Uma das sugestões de melhoria no tratamento de riscos refere-se as fontes de informação para identificação e execução do planejamento da gestão de riscos. Trata-se da criação e manutenção (fazendo parte, portanto, também do processo de monitoração do risco) de um banco de dados que organize informações sobre o histórico dos projetos e permita identificar e documentar as características de alguns riscos com bom nível de precisão. O banco de dados se aplicaria principalmente sobre riscos classificados como Riscos Conhecidos Certos.
O plano de gestão de riscos da empresa TPX, que é documento principal sobre riscos no projeto, contempla alguns itens. O plano da companhia em estudo contempla somente os aspectos de análise de risco e oportunidades incluindo probabilidade, custo, impacto de cronograma e plano de ações para mitigação, além de avaliação de custo e risco.
Para um plano mais completo faltariam alguns itens tais como a metodologia e ferramentas a serem utilizadas (dependendo do tipo de avaliação a ser feita do plano), orçamento para a gestão do risco, frequência (quantas vezes o processo de gestão de risco será executado ao longo do ciclo de vida do projeto), limiares (os critérios de limiares para os riscos que serão usados, por quem e de que maneira) e rastreio (documenta como todos os aspectos das atividades dos riscos serão registrados para benefício do projeto corrente, necessidades futuras e lições aprendidas).
Outra sugestão para a melhoria do processo de gestão de risco da TPX seria a categorização de riscos (riscos técnicos, riscos de gestão de projeto, riscos técnicos, riscos externos) de acordo com suas causas, de forma a melhor administrá-los.
Com relação à identificação de riscos algumas ferramentas podem ser acrescentadas, como a análise SWOT no projeto. Tal técnica possibilita a análise do projeto sob as perspectivas dos pontos forte, fracos, das oportunidades e das ameaças, aumentando assim a amplitude dos riscos considerados.
Ainda com relação à identificação dos riscos, no caso da empresa TPX que possui diversos projetos com grande semelhança, seria extremamente interessante a aplicação de listas de verificação para identificação de riscos. Isto agilizaria e garantiria que a maior parte dos riscos não está sendo desconsiderados na gestão do projeto.
Uma das saídas altamente recomendável do processo de identificação de riscos trata-se dos eventos precursores (gatilhos), os quais são sinais de alerta ou sintomas de que um risco ocorreu ou está na iminência de ocorrer. Propõe-se que já sejam estabelecidos gatilhos para os riscos mais comuns e críticos dos projetos, os quais seriam determinados através da criação do banco de dados, acima relatado.
Por fim, no que tange a sugestões para a melhoria do processo de gerenciamento de riscos da empresa TPX, seria interessante incluir outra variável na composição da análise da avaliação de riscos: a dificuldade de intervenção. Isso significa que a dificuldade de intervir no risco afetaria a probabilidade do risco e consequentemente sua possibilidade de ocorrer.
Um último aspecto há de ser observado. Falta no processo de gestão de riscos da TPX a aplicação da matriz de severidades, evidenciando uma imagem gráfica da distribuição dos riscos do projeto.
O gerenciamento de riscos mostra-se como um processo que valoriza a atividade de gerência, visando garantir o sucesso do projeto com a realização de várias etapas e estudos, com o intuito de evitar surpresas no projeto.
Seguindo-se as técnicas sugeridas, pode-se obter excelentes resultados no produto final em função das boas práticas de gerência suportadas também por uma das mais importantes disciplinas da gestão de projetos: o gerenciamento de riscos.
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