3. METHODOLOGY
3.2 D ATA COLLECTION AND ANALYSIS
3.2.1 Literature search
As falas do Diretor e do Coordenador da Escola parece-nos, como já vínhamos apontando, ser um tanto ambíguas quando falam sobre as famílias dos alunos: ora são falas que destacam a “garra” das famílias que mesmo em condições adversas criam seus filhos dentro do esperado socialmente e ora de censura quando as mesmas famílias são criticadas por não oferecerem uma educação considerada adequada a seus filhos. Essas falas que destacam ora um pólo e ora outro estão relacionadas ao comportamento do aluno na escola. Deste modo as suas falas reforçam as colocações de Thin (2006) que afirma que os professores criam representações das práticas e do modo de vida das famílias a partir da observação das atitudes dos alunos como o comportamento, a atenção/desatenção, a adesão às regras, o tipo de vestuário e as conversas que têm em sala de aula.
Para o Diretor as famílias dos alunos são bastante diversificadas. Há famílias bem constituídas, que apóiam a escola, que apóiam o filho e que quando tem críticas vão até a escola para expô-las:
Olha, nos temos desde famílias exemplares, que você vê que é aquela família bem constituída, que dá total apoio para o aluno, que apóia a escola também e quando tem as suas criticas vem, e faz, e a gente tenta melhorar, a gente conversa, até aquelas em que as famílias são totalmente desestruturadas (Diretor ).
Para o Diretor o ideal seria que a relação pais e filhos se tornasse mais próximas, com os pais participando da vida de seus filhos, se interessando pelo que eles fazem. Mas há famílias desestruturadas, que não se preocupam com o dia-a-dia dos seus filhos:
Tem algumas famílias que lavam as mãos. O filho apresenta todo o tipo de problema, então elas lavam a mão, ou deixa o aluno pra nos
cuidarmos e a gente sabe muito bem, está comprovado que a escola sozinha fica complicado. Como o escritor Içami Tiba fala, a educação, a formação daquele ser humano, não pode ser só da família ou só da escola, tem que ser um trabalho conjunto. A gente aconselha aos pais dos alunos violentos a não abandonarem, a não desistirem do filho, por mais que eles possam estar apresentando um problema. A gente tenta mostrar pra eles (pais) a importância deles aqui na escola, porque pode ser que com a presença dos pais o aluno encare de uma forma diferente até a própria escola. O trabalho que a gente desenvolve aqui, se o pai está presente é diferente, faz diferença (Diretor).
Há famílias que não estão presentes na vida do filho seja pelo fato de que algumas delas “desistem” de seus filhos porque eles “têm problemas”, ou porque pais e mães deixam seus filhos para serem criados pelas avós e tios, de modo que as crianças ficam “jogadas”, ou mesmo porque os pais trabalham demais o que não permite que se dediquem a seus filhos por falta de tempo.
A maioria sente carência de atenção, porque os pais têm que trabalhar e geralmente é um serviço que os pais ficam o dia inteiro fora. Então eles sentem falta (Coordenador).
O trabalho exercido pelos pais não parece justificar seu comportamento para os educadores, de modo que os pais dos alunos considerados violentos ou daqueles que “dão problemas” são acusados de deixar seus filhos sem supervisão. Embora o comportamento dos pais possa ser explicado não são justificados ou justificáveis, configurando-se assim, para os educadores em uma forma de negligência. Não foi feita nenhuma ponderação que o trabalho dos pais pode privar os filhos do contato com eles, mas que é plenamente justificável dada à necessidade de sobrevivência.
A função socializadora da escola que é requisitada pelas famílias tampouco é simples, visto que as limitações para que a escola exerça essa função existem, como lembra o Diretor da Escola.
Os acertos e os arranjos familiares que fogem do padrão esperado acabam, segundo o Diretor da Escola, a se fazer presente na escola:
É complicado. Só pra você ter uma idéia, uma vez veio uma mãe aqui para matricular a filha, só que ela não queria que matriculasse a filha dela na mesma classe de uma outra menina da mesma série. E eu falei: mas por que? Ela respondeu: porque eu sou amante do pai dela, do pai dessa outra, então pra evitar problemas (Diretor).
Também para o Coordenador as famílias da comunidade, podem ser sintetizadas em dois tipos: famílias estruturadas nas quais o rendimento escolar dos alunos é melhor e famílias desestruturadas que é a grande maioria das famílias da comunidade. Desestruturada significa aqui que os filhos são criados somente pela mãe, ou somente pelo pai ou ainda por parentes mais distantes, como avós e tios. Muitas vezes, o pai, ou a mãe ou alguém da família está preso fato que acarreta uma desestruturação familiar:
Uma grande maioria é desestruturada, você não vê muito a figura do pai e da mãe aqui, você vê ou só o pai ou só a mãe ou muito padrasto e madrasta. Os filhos às vezes são irmãos, mas não são do mesmo pai. A gente ouve muito eles falarem: meu pai tá preso ou minha mãe tá presa, sempre tem alguém da família preso, a grande maioria mesmo. Eles, acho, que já estão acostumados com isso. Às vezes o aluno não é violento, mas o pai tá preso. Tem família estruturada e o rendimento dos alunos é até melhor. Porque senão dá a impressão de que todas as famílias são desestruturadas, não, tem famílias estruturadas, mas na grande maioria a mãe cria o filho sozinha, ou o pai, ou nem a mãe nem o pai é uma tia, uma vó (Coordenador).
Os alunos considerados violentos e os que “dão problemas” são, então, aqueles que têm uma estrutura familiar fora do padrão nuclear de família. A referência é o modelo nuclear de família que é percebido como ideal. Com a sociedade burguesa o modelo familiar que se impõe é o da família nuclear, constituída pelo casal e pelos seus filhos pequenos, ou seja, pai, mãe e filhos que vivem juntos (ROMANELLI, 1995).As famílias que rompem com esse modelo são identificadas como desestruturadas ou incompletas e são responsabilizadas pelos problemas emocionais, pela delinqüência, pelo fracasso escolar, etc, dos filhos (CUNHA, 1997, DONZELOT, 2001). Giunta (2007) também afirma que não há um modelo “padrão” de família, embora o modelo de família constituído pelo pai, pela mãe e filhos, todos do mesmo casal, predomina, o que não condiz com a atual realidade. Filhos e filhas moram com padrastos e madrastas, enteados e enteadas.
Bem e Wagner (2006) ao revisarem a literatura mostram que, entre as famílias de baixo nível socioeconômico, o arranjo doméstico que predomina é o da família extensa, na qual existem mais de um núcleo familiar ou a inclusão de parentes, como avós, tios, primos e agregados. Esse arranjo é decorrência do desemprego, dos baixos salários e da instabilidade das relações conjugais. Em função da instabilidade dessas famílias o pai, a mãe ou uma avó podem exercer tanto o papel de provedor quanto o de cuidador não havendo uma delimitação clara de funções. As adoções temporárias e informais relativizam a noção de pai e mãe. Assim, as famílias, ao adequarem o modelo familiar conforme seus cotidianos tomam
particularidades que lhe são próprias e que estão conformes às estratégias de sobrevivência que adotam (SARTI, 1999, 2007; AMAZONAS et al, 2003, BILAC, 1995, 2006).
Mas ter uma estrutura familiar fora dos padrões da família nuclear indica, segundo os educadores, não saber cuidar dos filhos, não ligar para eles ou não se importar com o que fazem. Há uma diferenciação entre famílias pobres porem adequadas e famílias pobres que são inadequadas para criar seus filhos, lembrando as colocações de Wacquant (2001) e Young (2002) sobre pobres merecedores e pobres não merecedores.
Para o Coordenador, na grande maioria das vezes, a relação do aluno com sua família pode ser caracterizada pela “carência” de atenção. Essa carência cria, segundo ele, um conflito intra-familiar, já que os alunos considerados problemáticos na escola, inclusive, os protagonistas de violência, acreditam que a sua família não gosta deles, por não se importarem com sua vida de forma que muitas vezes se sentem como se tivessem sido abandonados:
A gente percebe na relação deles com a gente que eles sentem falta de um perguntar como foi seu dia. Tem bastante conflitos. A maioria dos que tem este problema acha que a mãe não gosta dele ou que a mãe abandonou ou que a mãe não tá nem ai (Coordenador).
Situação que é agravada pelo fato de que esses alunos além de não conversarem com seus pais também se recusam a receber carinho de outras pessoas. Tanto é que quando alguém vai conversar com eles estes jovens se afastam ou respondem de forma rude:
Eu acredito que interfere sim no jeito do aluno. Muito aluno, você quer chegar conversando com carinho, ele parece que não tá acostumado com aquele carinho, então ele já se afasta, ou então responde, pra já cortar o assunto (Coordenador).
O Coordenador acredita que para que os pais melhorarem sua relação com seus filhos é necessário que reservem um espaço de seu dia para olhar seus cadernos, passear com eles ou ir ao cinema. Porém, de acordo com ele, isto não ocorre seja por falta de tempo dos pais, seja porque passeios como esses são inviáveis financeiramente, uma vez que têm muitos filhos. Talvez, esteja ai presente uma crítica velada aos pais por terem muitos filhos.
Essa despreocupação com os filhos pode ser percebida ainda quando dá realização de reuniões de pais e mestres aonde algumas vezes vem o pai ou a mãe, outro parente, ou então não vem ninguém.
Assim, para os educadores entrevistados, a maioria das famílias não é aquela que possa ser considerada ideal, o que é principalmente válido quando os alunos são protagonistas de violência na escola ou “dão problemas”.
Então eles têm certos arranjos que está um pouco longe assim daquele ideal da família ideal, da constituição realmente da formação da família: pai, mãe e filho. Alguns são criados pela avó. Tinha uma família que até pouco tempo vários meninos eram criados pela vó. De repente a avó veio a falecer. E quem que está cuidando deles? Uma tia de longe. Então eles realmente são muito jogados. Às vezes, vamos dizer assim, têm famílias aqui que você olha e você iria ver que é assim uma perfeição, vamos dizer assim (Diretor).
Assim, a relação da família com seus filhos pode ser qualificada como bastante problemática principalmente quando os alunos são considerados violentos. E, em geral, nessas famílias, segundo o Coordenador da escola, a família também é violenta, de modo que o filho reflete o que vivência em casa:
Eu acredito que seja assim. A gente vê que o pai também é violento com o filho. O filho reflete o que é em casa, com algumas exceções (Coordenador).
Ressaltamos aqui que esta fala do Coordenador esta conforme a literatura na área (CECCONELLO, DE ANTONI, KOLLER, 2003; DE ANTONI, KOLLER, 2000).
Mas como então se educam os filhos? Discorrendo sobre isso é que o Diretor afirma que a família destes alunos, muitas vezes, dizem que não podem fazer nada para disciplinar ou controlar o comportamento de seus filhos e que, como estes dão muito problema na escola, só não permitem que parem de estudar porque terão que responder ao Conselho Tutelar:
Depende da perspectiva de cada família. A gente não pode assim, digamos generalizar, com focos nos violentos. É como eu disse pra você, algumas mães vem, quando a gente chama, mas a gente nota, elas falam: “ah...eu não posso com ele, eu não posso fazer nada pra ele, mas da escola eu não posso tirar porque senão vem em cima de mim”, é o Conselho Tutelar. É aquela coisa assim de jogar responsabilidades (Diretor).
De acordo com Thin (2006) os pais das famílias populares são comumente acusados de não terem controle sobre seus filhos, que fazem o que querem e quando querem. Também Giunta (2007) diz que muitos pais são permissivos, pois, pai e mãe, ao trabalharem fora o dia todo, tentam compensar sua ausência realizando todas as vontades dos seus filhos, para
minimizar o sentimento de culpa. Assim, rejeitam a educação rígida que receberam para optar por uma educação mais amena.
Mesmo, fazendo ressalvas a generalização, o Diretor e o Coordenador da Escola apontam que na sociedade atual há um processo de delegar para outras instancias a educação das crianças, entre elas a escola que mesmo com limitações, acaba ensinando para as crianças regras de civilidade. Para os educadores isto tudo indica que os pais abandonaram o seu papel de pais e que, mesmo quando cobrados para terem uma atitude de controle sobre os seus filhos, não sabem o que fazer, devolvendo aos professores essa responsabilidade. Apontando, assim, para o processo que Lasch (1986, 1991) analisou de delegação da disciplina a outras autoridades. Neste mesmo sentido Giunta (2007) diz que muitos pais não sabem como se portar frente a dificuldades que encontram na criação dos filhos e preferem a confortável postura de transferir as responsabilidades para a escola, por não saberem o que fazer para oferecer uma boa formação aos filhos em tempos de grandes contradições.
As dificuldades dos pais nas relações com os filhos e que são fruto dos modos de organização da sociedade atual é apontada pelo Coordenador da escola que diz:
Os pais tentam uma relação autoritária, mas não conseguem, porque perderam o respeito. Antigamente o pai falava e o filho, o pai nem falava, o pai só olhava, hoje o pai pode olhar que o filho continua fazendo. Eu acho que é pelo pai estar muito tempo fora de casa e ter pouco contato real com o filho. Ele acaba, assim, deixando algumas coisas passarem para não criar problema, justo naquele tempinho que tem com o filho (Coordenador).
Impor a autoridade não é simples, pois segundo Lasch (1991) o modelo atual de família, é o da igualdade entre os indivíduos e o respeito às diferenças individuais. A importância da igualdade nas relações familiares é afirmada e estas se tornam relações entre pares, e de não exigências. Não há normas rígidas de conduta e as exigências são vistas como irrealistas, a imposição de limites é passível de discussão. Segundo o autor no século XX glorifica-se a juventude e diminui-se a autoridade dos pais.
Essas falas dos gestores retomam então uma fala que parece ser recorrente e que já nos deparamos na investigação anterior2: a família joga a responsabilidade para a escola que a devolve para a família, as formas como as famílias dos alunos se organizam e educam seus filhos é inadequada; as famílias, principalmente a dos alunos considerados protagonistas de violência ou que “dão trabalho” “desistiram” de seus filhos.
2 Projeto de PesquisaViolência na Escola: as influências do clima organizacional e das relações familiares. Processo 2007/04102-1
Entretanto, mesmo com criticas as famílias dos alunos, o Diretor enfatiza que a presença da família na escola é muito importante, tanto que diz que constantemente fala aos pais: “A presença de vocês é muito importante na escola, as portas estão abertas”.
Para o Diretor a relação que a escola tenta estabelecer com as famílias é de “acolhê- las”. Esse acolhimento se dá tanto com as famílias que frequentam a escola de forma mais habitual, como com aquelas que se oferecem dizendo que a escola pode contar com ela quando precisar, ou ainda com as famílias que esporadicamente vêm à escola, como pais que só vem à escola no dia da matricula e da rematrícula. Porem, acolher as famílias parece ser mais uma intenção do Diretor, pois segundo o Coordenador da escola a única relação estabelecida entre a escola e a família dos alunos é a de chamar a família quando há algum problema:
Na verdade a escola só entra em contato com a família quando tem problema, e isso deveria mudar, a escola deveria chamar os pais dos bons alunos também para falar pro pais que o filho é um bom aluno, que é estudioso, o que não acontece. Porque tem tanta coisa pra fazer que a gente acaba só usando os problemas pra chamar os pais (Coordenador).
O Coordenador, embora questionando o ocorrido ao dizer que “na verdade eu acredito que não precisaria da ronda escolar”, conta:
Às vezes a situação é tão grave que a gente pede a presença da ronda escolar, quando, por exemplo, duas meninas se pegam e uma unha o rosto da outra e a outra está com o rosto sangrando. Ai tem que chamar os pais e a ronda escolar, pra ver se o pai do agredido vai fazer BO. Ai geralmente o pai do agressor acha que a escola não deveria ter chamado a ronda e o pai do agredido não faz boletim de ocorrência de medo de retaliação em outros dias de aula.
Assim, parece que, para o Coordenador as relações com as famílias se limita a dos alunos “problemas”, como as dos protagonistas de violência ou quando há algum problema de aprendizagem. O que contribui para que a família somente vá até a escola por ocasião das reuniões de pais.
Em geral, as famílias vão à escola e são chamadas pelos gestores para irem até lá por ocasião das reuniões bimestrais e ocasionalmente para reuniões extraordinárias, que ocorrem quando há um problema especifico acontecendo em uma sala. Nessas reuniões as famílias têm acesso aos professores, ficam sabendo das notas, da frequência e do comportamento dos filhos na escola. Fora isso, as famílias, como estamos apontando, só são chamadas quando precisam ser comunicadas sobre alguma ocorrência referente ao seu filho.
Chamar a família só quando os filhos têm algum tipo de problema, ou se portou de forma que a escola considera inadequada, faz com que as famílias dos alunos considerados protagonistas de violência não venham à escola.
No entanto, essa postura da escola está sendo revista, como diz o Diretor:
Nos já estamos revendo também esses encontros para não se tornar assim: só chama pra reclamar. Não tem que também mudar essa cultura. E chamadas individuais quando o aluno apresenta problemas de indisciplina e aprendizagem. Muitas vezes ele é indisciplinado, mas ele é capaz, se ele sentar ele vai fazer muito bem. E tem aquele que é comportado e que não consegue atingir o objetivo, aquela habilidade que está sendo requisitada naquela hora. Então nos fazemos o contato com a família, principalmente telefônico ou por bilhete (Diretor).
Essa postura que, embora justificável pelo Coordenador pelo acumulo de afazeres que a escola tem, é questionada. Assim, o Coordenador no mesmo sentido do Diretor propõem que os pais sejam chamados para tomar conhecimento sobre o que seus filhos têm feito de bom e para elogiá-los.
Porém, às vezes, são as famílias que procuram a escola para reclamar. Neste sentido o Diretor conta:
A mãe que estava no ponto de ônibus esperando o ônibus pra ir trabalhar viu (a briga) e subiu aqui na escola. Ela veio com 7 pedras na mão atacando a escola, dizendo que a escola tinha sido responsável por aquele problema, que nada foi feito. Envolveu até a ronda escolar. A policial veio, fez um B.O. Mas daí a própria policia e o Diretor , que sou eu, conversamos com a mãe tentando mostrar pra ela que o problema pode ter começado aqui, mas que a 100 metros da escola a gente não é mais responsável. Mas ela veio e brigou com o Coordenador e com a vice-diretor a (Diretor ).
Assim a relação da escola com as famílias da comunidade vai se estabelecendo pautada em conflitos e desencontros. Ora é a escola quem chama a família para reclamar do aluno ora são as famílias do aluno que vão para a escola para reclamar de uma atitude adotada por esta. Mas a necessidade percebida de se aproximar das famílias está presente tanto na fala do Coordenador como na do Diretor. Para o Coordenador a relação entre a família e a escola deveria melhorar para que a família estivesse mais presente na escola. No mesmo sentido o Diretor diz que é necessário que a escola mantenha relação com a grande maioria das famílias e não somente com algumas famílias.