1. Caracterização profissional dos professores entrevistados 1.1. Qual é a sua situação profissional?
R: Pertenço ao quadro de escola. 1.2. Há quantos anos leciona? R: Há 17 anos.
1.2.1. Quantos anos já lecionou o tema Evolucionismo? No 11º ano ou noutros anos de escolaridade?
R: O tema Evolucionismo já lecionei seis vezes, no 11ºano. Antigamente havia as Ciências da Terra e da Vida, mas acho que o investimento seria mais na origem da vida e a parte da evolução não era dada. Portanto quando começou este novo programa em 2003/4, eu comecei a dar este tema foi em 2004/5 para aí, em que comecei a dar o Evolucionismo.
1.3. Qual é a sua formação académica?
R: Licenciatura em ensino da Biologia e Geologia.
1.3.2. Incluiu a abordagem do papel da História das Ciências no ensino e aprendizagem das Ciências?
R: Sim. Uma cadeira de História das Ciências intitulada assim, não. Foi sempre dada ao longo das diferentes cadeiras, sim.
1.3.2.1. Qual foi o contributo dessa abordagem para as suas práticas letivas?
R: O ensino da HC como uma parte mais motivacional, importante na minha prática educativa, fundamental, introdutória dos conteúdos e motivadora dos conteúdos para os alunos. Para os alunos conseguirem compreender um bocadinho o conhecimento que agora lhes é dado como feito, como completo.
1.4. Alguma vez frequentou algum curso/oficina de formação sobre História das Ciências? R: Não.
2. Perceções dos professores entrevistados acerca da imagem das Ciências e de Cientista veiculadas pelos manuais escolares no tema Evolucionismo
2.1. Que imagem de cientista é veiculada pelo manual escolar de Biologia do 11º ano, adotado na sua escola, aquando da abordagem do tema Evolucionismo?
(Considerar as dimensões sexo, nacionalidade, contexto social e familiar, convicções religiosas e políticas)
R: Alguém que se questiona, que procura encontrar respostas em relação aos fenómenos que observa. Neste caso concreto do Evolucionismo o conflito criado com os conhecimentos que ele tem, a formação que ele tem e aquilo que ele vai observando, que o coloca a tentar procurar respostas para tentar encontrar…e acabar com esse conflito e o contributo que ele vai buscar a todos os cientistas e não só….Não caminha sozinho vai sempre procurar contributos de outras áreas das ciências, para tentar construir o seu conhecimento, as respostas para as perguntas que ele vai colocando quando observa os fenómenos, neste caso do evolucionismo que ele vai observando ao longo do seu percurso. Relativamente ao sexo, homens, quase exclusivamente homens, neste tema. Isto também por causa do contexto histórico, ou seja se posicionarmos este conteúdo em termos de construção do conhecimento científico, na altura não havia praticamente nenhuma mulher, não era permitido à mulher a participação na ciência, não é? Tinha um papel secundário. A imagem do cientista é de um cientista fundamentalmente ocidental, europeu principalmente, não é? Parece que só se constrói ciência na Europa, não há aqui contributo de outras, há centralização do conhecimento na europa, principalmente Inglaterra, os ingleses principalmente. Contexto social e familiar, não, essa parte não. Provavelmente essa seleção da vida do cientista é feita por uma questão de condicionalismos em termos de manual, não é? Que não pode ir muito para além daquilo que são os conteúdos. Aliás é obrigatório o manual seguir o programa oficial que o obriga a enfatizar alguns conteúdos em detrimento de outros e evitar, por causa da extensão do programa e preparação para o exame nacional, alguns conteúdos que poderão para o autor ou mesmo para o Ministério parecerem um bocado secundários. O familiar não, agora o contexto social dá uma ideia muito ao de leve, muito levezinha, situando em termos históricos, em termos de cronologia. Fala, é óbvio, tal como todos os outros manuais, na influência entre ciência, tecnologia, sociedade e ambiente e então nesse caso fala na sociedade e enquadra um bocadinho na influência que tem a sociedade na construção desse conhecimento, mas só nesse aspeto. As convicções religiosas,
aí acho que sim, neste caso sim. É claro no caso da evolução, principalmente no aparecimento de novos mecanismos explicativos do aparecimento das espécies, é claro a influência da religião no posicionamento de alguns modelos explicativos e a influência para evitar que a ciência se despegue da religião. Eles têm aqui, no tema da Evolução das espécies uma atividade onde falam nas diferentes teorias explicativas da origem das espécies que vão sucedendo ao longo do tempo e falam ai da influência que tem por exemplo a religião católica, no caso de algumas hipóteses e a força que tem a religião nessas hipóteses e nos modelos que foram sendo apresentados e no trabalho do cientista.
2.2. Quais são as atividades que na sua perspetiva são atribuídas aos cientistas pelo manual escolar de Biologia do 11º ano, adotado na sua escola, aquando da abordagem do tema Evolucionismo?
(Considerar: investigação, ensino, disseminação/divulgação do conhecimento científico, atividade política)
R: Principalmente neste caso investigação, o ensino neste caso acho que não era uma das principais atividades do cientista, mas eles eram um bocado sobranceiros, procuravam protagonismo, muito principalmente não estavam disponíveis para o ensino. Procuravam principalmente a investigação para depois terem o reconhecimento por parte dos seus pares. A divulgação científica era muito limitada, dentro de uma comunidade muito fechada, em termos sociais pertenciam a uma classe social muito elevada. E as descobertas que iam sendo feitas muito provavelmente não saíam com muita facilidade para fora. Está é a minha opinião mas o manual não dá essa ideia de que o conhecimento era fechado num círculo restrito. Um caso muito especial que referem são as reticências que Darwin teve em divulgar a sua obra dado ao medo que ele tinha em termos da pressão da comunidade científica, isso é o que está patente aqui. Agora essa atividade como a política não.
2.3. Que imagem da atividade cientifica é veiculada pelo manual escolar de Biologia do 11º ano, adotado na sua escola, através da abordagem do tema Evolucionismo?
(Considerar - cientistas envolvidos: Cientistas individuais? Equipas? Comunidade científica?) (Considerar - processos de investigação envolvidos: Um único? Pluralidade de processos?) R: Neste caso Darwin não conseguiria ter feito o que fez se não tivesse ido buscar ajuda, mas de uma forma autónoma, não houve uma partilha aqui. Porque também há uma série de áreas que
eles explicitam aqui numa barra cronológica. Há aqui dados que Darwin foi buscar às outras áreas do conhecimento científico que foram publicadas antes, alguns já tinham falecido, antes da sua viagem, das suas descobertas, dos seus estudos. Mas veicula a ideia de que ele trabalhou sozinho, parece que ele trabalhou sozinho. Há uma pluralidade de processos de investigação e de pesquisa. O facto de ele ter ido buscar a área de conteúdos a nível da demografia, à economia, o facto de ir buscar questões a nível de anatomia/medicina houve aqui um contributo de várias áreas da ciência para a construção deste conteúdo específico do conhecimento. O manual é explícito nisso.
2.4. Qual pensa ser o contributo dado pelo tema Evolucionismo do manual escolar do 11º ano, adotado na sua escola, para a compreensão dos fatores que influenciam a atividade dos cientistas?
R: É muito bom.
2.4.1. Que fatores são considerados e com que relevo o são?
R: Portanto, os fatores sociais influenciaram muito porque sem a possibilidade de haver uma ajuda da comunidade científica e da sociedade em termos financeiros, neste contexto histórico, para a investigação, ele não teria feito nada. O facto de ele ter feito uma viagem de circunavegação foi um facilitador do trabalho que ele foi desenvolvendo nos anos seguintes, a influência que teve a religião no retardar das suas descobertas a influência politica que teve dos amigos e do seu grupo de amigos no avançar e no recuar na tentativa de publicar. Em termos tecnológicos não faz aqui grande referência a nível da tecnologia, quer dizer, peço desculpa, estou a centrar-me muito…Também este manual está confuso relativamente ao posicionamento dos argumentos em relação ao momento em que se fizeram as descobertas dos mecanismos de evolução, não é muito claro e os miúdos ficam um bocado confusos em termos cronológicos para saber se os argumentos que são apresentados aqui, se são coincidentes em termos temporais com o trabalho de Darwin e de Lamarck. Mas se nós considerarmos esses argumentos é óbvio que a tecnologia foi fundamental, não é? A tecnologia foi fundamental em termos dos conhecimentos embriológicos, citológicos, etc. Aliás este manual tem o exemplo do exercício da borboleta que é posterior e que é apresentado como praticamente sendo da autoria do próprio Darwin.
2.5. A imagem das Ciências veiculada no manual escolar de 11º ano, adotado na sua escola, quando aborda o tema Evolucionismo aponta para um conhecimento estático/finalizado ou em constante mudança/transformação?
R: Em constante mudança, em reconstrução. Alias, ele fala desse conflito, do entrave, essa tal relação entre CTSA. Mas apesar de a tecnologia não ser aqui, neste caso, neste momento, tão explícita em termos de sociedade e ciência há essa relação. Aliás todos os manuais enfatizam a importância do conhecimento científico em constante mudança.
3. Valor atribuído pelos professores entrevistados à integração da História das Ciências na abordagem do tema Evolucionismo nos manuais escolares
3.1. Qual é a relevância que atribui à integração de textos da autoria dos próprios cientistas na exploração do tema Evolucionismo no manual escolar de Biologia do 11º ano adotado na sua escola?
R: Em termos da divulgação da História das Ciências é fundamental, não é? Porque quase que coloca os alunos junto do cientista quando ele esteve a formular e a apresentar esse conhecimento. Se os textos não existissem se calhar não haveria uma empatia entre o aluno e este momento histórico da construção do conhecimento cientifico.
3.1.1. Costuma explorá-los?
R: Sim, aliás não são os do manual, os do manual todos, mas outras fichas de trabalho baseadas nos mesmos textos, basicamente são sempre os mesmos exemplos, não é?
3.1.1.1. De que modo? Pode dar um exemplo?
R: Tentando retirar desses textos os modelos explicativos dos mecanismos da evolução que vão sendo apresentados, e a influência da sociedade, a influência do contexto histórico, da religião, da política que vão sendo apresentados nesses textos. A tal influência da religião no avançar ou recuar ou impedir que o conhecimento seja apresentado. Para dar um bocadinho o exemplo de como foi construído esse conhecimento científico. Os textos são explorados como contextualização e também com o objetivo da construção do conteúdo em si, da apresentação
do conteúdo em si. Com bases nestes textos nós já conseguimos retirar os mecanismos todos que foram apresentados.
3.1.1.2. Que dificuldades sente?
R: Nenhuma. Porque é assim, primeiro são quase todos em português, não é? E muito provavelmente não sei até que ponto são textos mesmo originais, ou seja, apesar de serem apresentados aqui como originais do cientista muito provavelmente há aqui alguma adaptação, inclusive do português para tornar percetível ao aluno que vai estudar em casa sozinho, que consiga explorar um bocadinho esses textos. Porque acredito que o texto original seja um bocado mais difícil de interpretar.
3.1.1.3. Qual é a reação/recetividade dos alunos à exploração destes textos?
R: Acho que é importante para os alunos se motivarem para o tema, acho que é importante, os alunos gostam.
3.2. Qual é a relevância que atribui à integração dos seguintes recursos na exploração do tema Evolucionismo no manual escolar de Biologia do 11º ano adotado na sua escola?
- fotografias de cientistas - rotas de expedição - caricaturas
R: As fotografias de cientistas são importantes porque ajudam a posicionar o aluno num tempo da história “Eh pa, isto tem muito tempo”. É óbvio que se repararmos, uma coisa que tinha dito há bocado, é que são tudo homens. Mas acho que sim, é interessante porque os ajuda a posicionar em termos históricos e dar-lhes, como são normalmente fotografias de homens muito austeros, muito sérios, dá alguma importância, alguma seriedade ao conhecimento que vai ser apresentado aqui neste conteúdo. Às rotas de expedição não atribuo relevância nenhuma e as caricaturas acho perigoso. Se não for bem explicada a razão dessa caricatura, pode dar uma ideia ao aluno de ridicularização do cientista, do trabalho do cientista. Essa ridicularização, neste caso isso aqui aparece, o corpo do macaco com a cabeça do Darwin, tira importância ao cientista, ridiculariza o trabalho do cientista, tira seriedade ao trabalho do cientista Não gosto muito de caricaturas, principalmente por causa disso. E essa caricatura ilustra a pressão que sofre qualquer cientista quando apresenta um novo conhecimento, de resto não tem interesse
nenhum. A caricatura tem a ver com o humor, o humor é importante na divulgação científica, na aprendizagem das ciências, não só das nossas ciências, em qualquer uma. Neste caso acho que é perigoso o uso de caricaturas.
3.2.1. Costuma explorá-los?
R: Rotas…muito pouco, porquê? Estas rotas têm interesse possivelmente para tentar dar uma ideia em que parte do planeta do globo que Darwin foi recolhendo dados, mas não exploro muito. As imagens dos cientistas normalmente mostro-as sempre, saliento não só a nível de imagem mas também do nome da data e da área do conhecimento, apesar que nessa altura eles eram todos naturalistas, não é? Da área do conhecimento científico a que eles se dedicavam. Acho que é importante. As caricaturas evito-as. Falo muito de que Darwin era fixista antes de partir para a viagem, exploro muito a História das Ciências, da mudança que ele sofreu e o manual apesar de o fazer eu exploro um bocadinho mais.
3.2.1.2. Que dificuldades sente? R: Nenhuma.
3.2.1.3. Qual é a reação/recetividade dos alunos à exploração destes recursos?
R: Em relação às rotas não gostam, razão pela qual as evito. Às fotografias não lhes dão tanta importância. Acho que os ajuda a focarem-se em termos temporais e a importância que eles dão fica por aí. Eles não dão assim muita importância às fotografias. Às caricaturas gostam, gostam, riem-se e aproveito isso para partir para a explicação porque que aquela, essa caricatura lá está e nesse caso concreto explicar apesar do livro também o fazer, aproveitar para explicar a influência que teve neste caso a comunidade cientifica no entrave das ideias de Darwin. Temos que perceber uma coisa, em termos de Biologia este tema sai com alguma frequência no exame nacional em questões de resposta aberta, então é mais importante se calhar o enfoque da minha parte no conteúdo dos mecanismos explicativos e deixar passar ou passar mais rapidamente pela História das Ciências. Apesar que este ano no Exame Nacional de Biologia e Geologia, na 2ºfase, houve uma pergunta interessantíssima sobre a História das Ciências. Há lá uma nova descoberta que foi feita que pode dar uma nova luz à ideia Lamarckista da evolução das espécies.
3.3. Qual é a relevância que atribui às atividades de aprendizagem incluídas no manual escolar, adotado na sua escola, que incidem na interpretação de textos com informação de caráter histórico no âmbito do tema Evolucionismo?
R: Fundamentais!
3.3.1. Costuma explorá-las?
R: Sim. Este texto em termos de História das Ciências é muito interessante, apesar de ser muito extenso todos os professores aqui, inclusive eu, dedicamos algum tempo aqui, para eles perceberem precisamente que o conhecimento científico está em constante construção. É fundamental. Há outros aqui em que eles não colocam texto e colocam imagens e que não dá tantos resultados. Mas de resto são importantíssimos, fundamentais.
3.3.1.2. Que dificuldades sente?
R: Com o conteúdo histórico não, com as perguntas neste caso concreto, sim. Há aqui algumas questões que não são muito explícitas da informação que tem que ser retirada do texto histórico, para os alunos conseguirem responder, mas se calhar isso é um problema que é transversal a outros conteúdos. Neste manual em relação a outras explorações de outras atividades, as questões não são as mais adequadas para o tipo de texto que aqui está. Podia ser mais explorado, por exemplo o papel do cientista, por exemplo há uma questão aqui que é fundamental, do avanço do conhecimento e a influência do contexto socioeconómico, religioso e político, mas são poucas questões a explorar um texto tão grande que podia sem mais dissecado, mas temos o tal condicionalismo do tempo para serem dados os conteúdos. A avaliação externa condiciona o tempo que nós podemos dedicar à História das Ciências. É muito pouco avaliado, quase nada avaliado. Poderá ser avaliado esporadicamente numa questão de escolha múltipla, mas um peso importante à História das Ciências, não. Os alunos que fazem exame nacional são muito pressionados, mas acho que este papel da História das Ciências é fundamental porque senão isto era só decorar, decorar, decorar sem interesse, sem alguma coisa que os motivasse para o estudo daquele conteúdo. Porque eles vão fazer exame nacional mas depois vão continuar os estudos. É importante motivá-los para as ciências mostrando-lhes a História das Ciências. Mas como não sai no exame é o mínimo de tempo possível na História das Ciências para poder investir mais no resto.
3.3.1.3. Qual é a reação/recetividade dos alunos à exploração destas atividades?
R: Gostam, normalmente gostam. São recetivos à exploração da construção da ciência. Se o professor não se interessa por essa parte ele não a vai dar e os alunos ficam um bocadinho apáticos em relação ao conhecimento que lhes é apresentado, é mais um. Agora se lhes for dada a História das Ciências, os receios dos cientistas, os constrangimentos dos cientistas, como é que eles construíram e como chegaram ao conhecimento, eu acho que eles estão mais recetivos para a exploração do conteúdo.
3.4. Que sugestão(ões) apresenta para melhorar a exploração da História das Ciências no tema Evolucionismo do manual escolar de Biologia do 11 ano adotado na sua escola? Que outros recursos incluiria?
R: Principalmente um bom filme a explicar precisamente esse caminho, esse percurso, essa construção, como uma série de televisão, por exemplo. Normalmente os alunos não ligam muito à bibliografia apresentada ou a sites da internet. Não têm tempo, não têm possibilidade financeira, não têm interesse, em termos de exploração de recursos adicionais, para além daquilo que está no bloco pedagógico, porque depois essa procura tem a ver com alguém que se encantou, que se apaixonou pela História das Ciências neste caso concreto, e que vai à procura de alguma coisa, e que vai muito para além daquilo que é exigido em termos de programa, mas de resto o aluno típico não lhe interessa mais nada e não seria pertinente pôr mais do que cá está no final do capitulo, da unidade onde eles apresentam alguns sites. Apesar que alguns sites, como são sites estão sempre em reformulação, aparecem, desaparecem não estão ativos e então não são assim muito seguros. Normalmente direciono para algum site mas sei perfeitamente que 99% ou 98% dos alunos não vão lá porque eles neste momento procuram a internet em termos de estudo para procurar exames, testes, perguntas…e isso é muito bom! Eles estão formatados e sabem que a importância neste momento é o exame nacional. Acredito perfeitamente que maior parte das escolas muito dos professores ponham isto em segundo lugar. Nos testes nem avalio a História das Ciências porque tenho de ir de encontro àquilo em que eles vão ser avaliados no Exame Nacional. Colocamos nesta questão da História das Ciências uma questão de escolha múltipla, uma questão de Verdadeiro/ Falso, mas uma coisa muito residual, se teve ou não teve influência, qual foi o conteúdo, uma coisa assim muito simples.