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2. MARCO TEÓRICO

2.5 La nueva narrativa chilena

FALA INDICADORES

“Todo dia, todo dia é uma avaliação pra uma nova aula no próximo dia (Adriana)”. Momentos em que o

136 “Eu avalio meu aluno em todas as atividades que eles fazem sabe, e continuo avaliando assim sempre, sempre eu tô

avaliando eles não têm uma avaliação específica não (Inês)”. Momentos em que o professor avalia

“Os meus alunos eles são avaliados a cada dia né, a cada atividade porque a gente vai acompanhando a evolução de cada

aluno. Porque cada aluno tem seu ritmo, cada aluno tem seu tempo (Ivone)”. Momentos em que o professor avalia

“Desde a hora que o aluno entra dentro de sala, ele já está sendo avaliado, tudo o que você faz, se ele participa, tudo, tudo

(Manuela)”. Momentos em que o professor avalia

“Eu tenho a nota de participação, trabalhos, mas, eles têm uma particularidade, se não tiver prova eles acham que eles não

estão sendo avaliados, então a gente precisa dosar, dosar a questão do conteúdo e da prova (Olga)”. Estratégias de avaliação “Eles gostam de ganhar certo, eles não gostam de caneta vermelha dizendo que está errado. Eles gostam de voltar e corrigir.

Então eu sempre marco no lápis o que não está correto, eles voltam e corrige, ou nessa hora a intervenção, na hora da atividade, a avaliação é a intervenção do professor junto com o aluno (Olga)”.

Estratégias de avalição

“Eles requerem muito essa atenção individualizada, então a avaliação é muito feita assim, dia a dia, progressivamente, atividade por atividade, mas pensando que eles sempre esperam o certo no caderno, o incentivo e a prova... tem que existir uma provinha, ainda que seja pequena com poucas questões, né, mais tem que ter (Olga)”.

Momentos em que o professor avalia

“Então a dificuldade de avaliar é, quem é quem, o que fulano é capaz de conseguir, eu avalio assim, avalio aluno por aluno, eu não avalio aluno por série, está na primeira série, não. Eu avalio quem é fulano quem é esse aluno o que que ele trouxe e o que que ele avançou e do que que ele é capaz. Então a avaliação da EJA é muito individualizada, o ensino tem que ser individualizado (Olga)”.

Estratégias de avaliação

“Eu não posso querer que uma turma de primeiro ano alcançasse o que um menino de 7 anos vai conseguir, o que que eu avalio, alcançou, não alcançou, alcançou parcialmente, o que ele alcançou? Ele cresceu um pouquinho? Ele conhece as letras do alfabeto? Ele reconhece o nome? Ele reconhece letras e número? Qualquer avanço pra mim é progresso e a gente vai avançando e uma particularidade do adulto, ele não escreve mais ele sabe, ele lida com dinheiro, com o ônibus, com as finanças com a lista de compras, ele sabe, ele não é uma folha de papel em branco, a dificuldade dele está no registro (Olga)”.

Estratégias de avaliação

“Então a minha avaliação vai muito individualizada, do que ele é quando chega, como ele está durante esse período e o que ele alcançou no final desse período avaliativo. Eu não sou muito pega a um currículo que vem com português e matemática geografia e história, não é? E que tem que vencer aqueles conteúdos, não. Eu quero saber se ele venceu as suas dificuldades, as suas necessidades pessoais. Se ele sanou isso, se ele está começando a caminhar, essa avaliação é positiva (Olga)”.

Estratégias de avaliação

137 “A gente utiliza mais é prova. Prova, mais é prova. Porque eles gostam disso de estar sendo avaliados, professora quanto que

eu tirei? (Diana)”. Instrumento avaliação de

“Tem que ter prova, tem que ter. Tem que ter o registro deles, entendeu? Agora aqueles que não conseguem eu tenho que pegar, construindo o alfabeto, entendeu, vou olhando e tem uma ficha que a gente preenche né. Tem uma ficha que a gente preenche pra ver o nível dele (Dulce)”.

Estratégias de

avaliação/ Instrumento de avaliação

“Os instrumentos que eu utilizo na maioria das vezes, é um trabalho feito dentro da sala de aula, uma oficina, muitas das vezes uma (pausa), por exemplo, um passeio que a gente sai de dentro da sala de aula, um passeio, uma excursão. Aquilo que eles vêm lá e trazem para a sala de aula, aparece é, no outro dia eles começam a fazer um debate, aquele debate eu avalio. Eu avalio assim muita das vezes o trabalho deles assim fora da sala de aula e dentro da sala de aula. Então assim a avaliação é contínua mesmo. Se eu for fazer uma excursão e se lá tiver um trabalho diferente eu avalio o aluno ali onde ele está e também aqui na escola. Leitura, uma leitura assim igual a mim, eu te falei, uma leitura oral, um trabalho de oficina, então assim a avaliação deles é contínua, um caderno que eu corrijo sabe (Inês)”.

Estratégias de

avaliação/ Instrumento de avaliação

“Eu faço o registro no próprio caderno do aluno. Esse registro é feito no caderno do aluno e no meu caderno de plano. Sabe, eu tenho, eu faço, eu tenho um caderno de roteiro e esse caderno de roteiro é feito o registro ali e faço um registro no diário também que é né? A gente tem que fazer um registro no diário de classe (Inês)”.

Instrumento de

avaliação/Registro dos resultados da avaliação “Eu trabalho em cima daquele erro, na próxima aula na aula seguinte eu vejo assim olha, erro muito né, as dificuldades, igual

na primeira série tem a sílaba travada né, que a gente fala que é a silaba travada, então eu vejo que eles estão errando muito naquela silaba travada, naquela leiturinha. Na aula seguinte eu volto, não deixo que alguns percebam que estão com aquela dificuldade, eu, eu sempre falo, todos estão aqui no mesmo nível, não tem ninguém que sabe mais do que ninguém, então nós vamos voltar um pouquinho atrás pra continuar o nosso trabalho, sem que ele perceba. Sem frisar o erro (Inês)”.

Estratégias de avaliação

“Eu avalio, avalio leitura, atividade em sala de aula, é, avalio avaliações escritas e trabalhos, eu dou trabalhos manuais dentro de sala de aula, trabalho que a gente faz igual teatro, tudo é avaliado, participação do aluno, isso tudo eu avalio. Eu registro no diário, tudo separadinho, leitura, avaliação, trabalho (Ivone)”.

Instrumento de

avaliação/Registro dos resultados da avaliação “Todas as atividades são avaliadas mais não assim de cara, primeiro nós temos todo um processo até chegar na atividade, por

exemplo hoje eles foram avaliados e nem sabem. Porque senão eles ficam preocupados, falam que não conseguem e tal e eu tenho aluno que fala assim, olha professora, mesmo que eu consiga eu estou com muita dificuldade com a leitura, então vou ficar um tempo aqui. A prova a gente que elabora, de acordo com o seu aluno, olha bem, o meu é 3° e 4° período, tem alunos do 3° que fazem tudo do 4° período, eu tenho 3 lá, impecáveis. E tem gente que é do 3° que está agarrado, tem gente que é do 4° e está com dificuldade, então eu fiz assim, quem tem condições de fazer do 3° faz, que tem do 4° faz do quarto e que tem dificuldade faz do 3°, então eu fiz duas provas, duas de português, porque é mais individual, duas de matemática, entendeu,

138 porque é de acordo com o aluno. A sala é multisseriada, não são muitos mais a gente não pode prejudicar o aluno

(Manuela)”.

“Olha, eu tenho né, eu tenho um caderno que enquanto o diário não vem, eu mesma fiz a chamada bonitinha no computador, a gente mesmo faz e tudo que eu dou eu vou anotando ali, por exemplo, leitura, né, aí eu vejo, eu sei se o aluno tem dificuldade, escrevo o nome do aluno, se ele tem dificuldade, onde ele está como ele está, tudo, tudo, eu tenho o caderno, e escrevo fulano de tal, eu dei essa atividade hoje, aí eu vou anotando e vou fazendo se ele melhorou, se ele não melhorou, o que aprendeu o que não aprendeu, se ele cumpriu a etapa, tudo direitinho. Eu anoto tudo, eu faço isso, meu particular, porque facilita pra mim, e o certo é isso, você entra e pode me perguntar, e fulano de tal, eu sei falar tudo dele. No começo você não conhece o aluno, aí você vê se ele participa se não participa e se está participando agora, eu vejo o progresso e pra isso eu tenho que escrever, tudo meu eu tenho que escrever, porque é melhor, eu estou registrando eu sei (Manuela)”.

Registro dos resultados da avaliação

“Tem um pequeno relatório que a gente anota, como que eles estão tem o teste que eu faço, bem escritinho, pequenininho, que ali eu avalio o que a gente deu, e vou avaliando como que ele está e a partir daí a gente vai trabalhando, porque muitas vezes ele progride, mais às vezes ele retrocede também, então você tem que estar sempre voltando no que já deu e ir inserindo outras coisas, porque a dificuldade deles é grande (Maria)”.

Registro dos resultados

da avaliação/

Estratégias de avaliação

“Então, igual eu falei com você no início da entrevista, nós temos projetos que a gente desenvolve, a gente vê o todo a participação e tal e infelizmente nos temos o instrumento formal que é a prova a atividade não é? Tem que ter não existe outra forma (Olga)”.

Instrumento de

avaliação “A participação é um instrumento, um instrumento grande, nas atividades, nos trabalhos em grupo ela tem um valor grande, a

gente dá a avaliação pra necessidade que o adulto tem de fazer a prova” (Olga). Instrumento avaliação de

“Todo momento a gente está avaliando, porque às vezes assim, você dá atividade e você acha que o aluno já está apto. Eu tenho alunos que têm mais de 70 anos, aí assim, um dia ele está bem aí ele executa tudo, aí no outro dia ele já não está bem ele já não faz aquilo entendeu? Então assim, a todo momento você tem que estar indo e voltando com eles, indo e voltando. Não tem aquele progresso assim, aquela...aquela continuidade. É... ele é bem diferenciado, peculiar mesmo da EJA (Adriana)”.

Momentos em que o professor avalia

“Aqui tem o período né? Das avaliações. Mais assim, a partir do momento que vejo que eles estão envolvendo bastante eu dou um auto ditado, é, peço pra juntar sílabas, pra formar palavras, peço pra ele tá lendo pra mim aí já tô avaliando pra ver o desenvolvimento dele ali. Não é só quando a escola pede não, a gente sempre pede pra formar uma frase, escrever o nome de uma gravura, escrever uma sílaba, aí eu avalio (Diana)”.

Instrumento de

avaliação/ Momentos em que o professor avalia

139 próprias perguntas eu já estou avaliando ele, oralmente e na escrita né? E na hora da prova, eu dou atividade escrita, trabalho

com eles o conteúdo, e os trabalhos, os trabalhos também né ajuda muito, não só na avaliação, mais o trabalho em dupla ali, um junto com o outro, isso aí ajuda muito (Dulce)”.

professor avalia

“Nossaaa! Há todo momento eu avalio, todo, todo momento, igual eu falei assim, pra fechar assim, é um trabalho puro, de mero crescimento pessoal, aprendendo e ensinando eu aprendo e ensino, na mais pura essência. Entendeu, porque é assim que funciona (Manuela)”.

Momentos em que o professor avalia

“Avaliação não tem que ser no dia da prova, é o tempo todo, expliquei o conteúdo, comecei a fazer o questionamento a respeito desse conteúdo, dentro do debate eles não estão me respondendo com coerência, eu estou avaliando, aprendeu, não aprendeu. Então assim, avaliar o aprendizado, na verdade, eu considero que a avaliação de EJA tem que ser assim, o professor ensinou direitinho. A pergunta que me faço todo dia, hoje eu ensinei direitinho, não é ele aprendeu direitinho não, eu me preocupo muito se eu ensinei da forma que eles conseguiram aprender. A avaliação é o tempo todo, são 4h de aulas, 4h você ensinando, 4h você pegando o retorno. Acho que toda e qualquer atividade que é feita e desenvolvida dentro da sala de aula ela participa da avaliação (Olga)”.

Momentos em que o

professor avalia/

Estratégias de avaliação

“Então avaliação é o tempo todo. As outras formas de avaliar, eu dou prova normal no bimestre, eu corrijo a prova, eu devolvo pra eles, o que você acertou o que você errou, mais é formal mesmo, só pra cumprir formalidade, porque eu preciso fazer isso. Eu te digo que não dou 50% na prova formal não, porque ele está nervoso, às vezes tem um rendimento ótimo na sala de aula e na hora de responder na prova ele se atrapalha muito então eu avalio mesmo é gradual (Olga)”.

Momentos em que o

professor avalia/

Instrumento de

avaliação

APÊNDICE IX- QUADROS COM INDICADORES E CATEGORIAS CRIADOS A PARTIR DAS FALAS DAS PROFESSORAS ENTREVISTADAS