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3. CONCEPTOS CENTRALES

3.1 El posthumanismo: robots, cíborgs y androides

FALAS INDICADORES

“Falar prova avaliativa eles ficam tensos, então sempre dou atividade avaliativa mais não falo que é uma prova (Adriana)”. Conflito do professor entre as representações dos alunos e sua prática

140 educativa

“Então eu tô aproveitando o trabalho dele e ele está adorando, porque o que ele aprende aqui está envolvendo lá, então ele

esta fazendo a tarefa, esse dever de casa dele e não sabe que está fazendo (Manuela)”. Importância contextualizar de as

atividades “Porque a gente não tem muito material pra trabalhar com os adulto, a dificuldade mais é essa, porque assim o adulto é muito

diferente da criança, a gente não pode estar dando coisa pra adulto que nem pra criança, igual pra alfabetizar, pro adulto é completamente diferente, a gente não vai dá um brinquedo pra ele nem nada. Eu acho que é o material (Diana)”.

Falta de Material

específico para

trabalhar com a EJA “Eu acho tá faltando. Falta de material praquele, praquela faixa ali, porque não tem aquele material pra eles entendeu

(Dulce)”. Falta específico de Material para

trabalhar com a EJA “Na verdade a dificuldade maior é o sistema, se eu tiver que seguir de 1ª a 4ª, um currículo regular, eu vou ter todas as

dificuldades do mundo (Olga)”. A avaliação burocracia na

“O desafio maior da EJA é você conseguir segurar frequência. O maior desafio, então você tem que ir adequando todos os dias, todos os dias, se não gostou de uma coisa não adianta insistir, sabe por quê? Aquele que não gostou se você continuar ele não vem mais, então você tem que ir adequando, porque se não realmente eles não ficam, eles evadem mesmo, saem da aula, não ficam mesmo. E tem que ir adequando mesmo, igual você vai trabalhar com material concreto, se eles não gostam não precisa nem insistir, porque eles pensam assim, se amanhã tiver isso eu não vou à aula. Porque com criança é bem assim, olha você não gosta mais a gente tem que fazer. Adulto não, adulto você tem que ter mais jogo de cintura (Adriana)”.

Importância de saber o interesse dos alunos

“Há, há outras avaliações, mais essas outras avaliações, às vezes a supervisora né, vai na sala e faz uma leitura, ela toma uma leitura do aluno, ela, ela, às vezes, é, olha o caderno pra avaliar, pra avaliar mesmo assim, aquilo que elas estão vendo, aquilo que eles estão aprendendo (Inês)”.

Avaliações aplicadas que não são elaboradas pelo professor

“é uma troca de experiência trabalhar com EJA, uma troca de experiência muito grande, porque o professor aprende com o aluno. E na avaliação contínua, eu aprendo muito com meus alunos, eles me ensinam, é uma troca mesmo. E você não pode infantilizar o trabalho, porque se infantilizar acontece a evasão, eles param de estudar, eles não gostam de coisa de criança coisa infantil, você tem que trazer coisas mais dentro da realidade daquele aluno da realidade da sua sala, da sua turma, então eu trabalho muito dentro da realidade de cada um, e também com avaliação, trabalhando dentro da realidade de cada um” (Inês)”.

Importância de

contextualizar as

atividades

“Acho que nem devia ter avaliação formal, mas por outro lado, tem que ter porque tem o sistema, tem que ter um documento

de como o aluno foi pra frente, como ele conseguiu completar e fechar aquela etapa (Manuela)”. A avaliação burocracia na

141 maravilha, português ele fica assim, engatinhando, aí o que eu fiz, todos os dias depois das, nove, nove e pouquinho e

começa a decair um pouquinho, muita gente vai embora, porque está cansado e tal, aí eu trabalho com ele português, coisas do dia a dia dele, desde a hora que ele carrega o caminhão, que ele entrega, que ele tem que ler as notinhas, aí eu descobri como que ele lê as notinhas. Aí eu falei, como que tem coisa que você não sabe, como que você consegue distinguir que isso aqui é uma argamassa, por exemplo nível 1, nível 2, aí ele falou comigo assim, que ele grava o logotipo, ele fala assim, professora, é, eu gravo, ele não falou logotipo né, eu que estou falando, ele falou assim eu gravo a figura assim, eu falei é, mais você não erra não, ele falou não, mais em matemática ele é uma maravilha. Então eu estou trabalhando com ele cimento, eu fui lá no depósito e peguei tudo que vende lá, falei com a moça me dá aí panfletos, aí estou trabalhando com ele e ele outro dia me relatou e falou: no professora, estava descendo na rua assim assim e já li a placa da rua que eu tinha que ir e já estou conseguindo ler. Então quer dizer, você tem que ter criatividade, você é professor, tem que ser criativo, porque a realidade da noite é uma, do dia é outra, e eu estou tendo sucesso nessa parte (Manuela)”.

contextualizar as

atividades

“Assim, porque eu estou com duas...eu estou com alfabetização e uma turma mais adiantada, então assim são dois níveis ali sabe, de questões de coisas que você tem que tá percebendo, dia a dia, sabe você tem que ter muita atenção com cada aluno. Igual tem os de alfabetização cada um está num nível, então assim fica complicado sabe (Adriana)”.

Níveis de aprendizagem

“É totalmente diferente sabe. Porque a criança ela tá desenvolvendo aquilo tudo ali na época certa, o adulto pra mim eu acho assim ele desenvolveu tudo que teria que desenvolver já desenvolveu, ele não consegue tanto. Eu vou falar assim, toda regra tem exceção mais ele não consegue. Consegue sim, consegue porque nada é impossível, tudo é possível, mas depende muito dele, ele ele tem muita dificuldade, tem que ter muita boa vontade, muita força de vontade, pra ele conseguir ir pra frente, ele não consegue, tem que ter alguém pra ajudar mais nunca sabe, tem essa... voltando, é isso aí, é muito diferente da criança pro adulto, no, totalmente, tem nada a ver (Dulce)”.

Níveis de aprendizagem

“Outro problema que a gente enfrenta muito na EJA é justamente o problema da idade, da memória. Porque eles não aprendem como uma criança, então assim, o aprendizado deles é muito lento, às vezes eles aprendem hoje e amanhã eles esqueceram, então essa é uma grande dificuldade que você tem, porque na EJA você tem que trabalhar a memorização, você tem que trabalhar com a memorização, você tem que utilizar esse recurso, você tem que fazer eles usarem a memória, né, porque é um recurso que você tem pra fazer, então os exercícios da EJA tem que ser sempre repetitivos pra eles poderem gravarem, porque se você der uma coisa hoje e amanhã passar pra outra eles não vão assimilar. Porque eles já passaram daquela fase entendeu? Então, assim, é um processo que você tem que tá sempre indo e voltando, não é igual criança que você pode dar uma matéria hoje e depois avançar. Não, não. EJA é lento e você tem que usar esse processo com eles (Ivone)”.

142 “Muitos também não enxergam aí você tem que fazer aquele tamanho de letra, uns sabem cursiva outros não, então minha

maior dificuldade é essa e avaliar é isso, será que o que eu passei pra um é importante pro outro, estar ajudando eles é o importante (Maria)”.

Importância de

contextualizar as