• No results found

Kapittel 5 Tolkning og analyse av narrativene

5.3 Forhold ved skoletilbudet

5.3.2 Læringsmiljøet

O PSE, carbono evitado, é inserido nesta dissertação como um mecanismo para se evitar a perda progressiva da cobertura vegetal nas propriedades privadas e como um dos objetivos de se evitar a perda da biodiversidade presente nestas áreas. O uso de tal mecanismo pode ser uma alternativa aliada à política de comando e controle para atrair recursos para garantir a existências destas áreas.

Outros mecanismos econômicos para a conservação da biodiversidade poderiam ser utilizados, como o ICMS ecológico praticado no estado do Mato Grosso. Todavia, o PSE proposto teria como foco as propriedades privadas, o que não acontece com a atual estrutura do ICMS ecológico, mais voltado como um incentivo ao gestor público do que ao agente privado.

O êxito de tal mecanismo no estado do Mato Grosso depende muito mais da vontade política do governo, uma vez que os proprietários só teriam com que se beneficiar com um mecanismo que compensaria um compromisso que por lei os obriga a cumprir. Acredita-se que a implementação de tal mecanismo não viria a prejudicar o estado uma vez que seus principais produtos são commodities agrícolas que cada vez mais, sofrem pressão pelo cumprimento das normas ambientais exigidas pelos mercados internacionais, a exemplo do que foi a moratória da soja. O PSE por desmatamento evitado viria a melhorar a imagem destas commodities responsáveis pelas divisas do estado e ajudaria o produtor rural a compartir com a sociedade global os custos para garantir a prestação dos serviços ambientais.

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AB'SABER, A., Os domínios morfoclimáticos na América do Sul. Primeira aproximação. Geomorfologia (Instituto Geografia da Universidade de São Paulo) 1977.

ACHARD, F., EVA,H.D., MAYAUX, P, STIGBIG H.J, BELWARD, A Improved

estimates of net carbon emissions from land cover change in the tropics for the 1990´s. Global Biogeochemical Cycles. n18. 2004

ALMEIDA, Luciana Togeiro de, Política Ambiental – uma análise econômica. Fundação Editora da Unesp, Papirus. Campinas, SP. 1998.

ALIER, Juan Martinez; JUSMET, Jordi Roca “Economia ecológica y política

ambiental” Fondo de Cultura Economica. Mexico, 2001.

ALIER Juan Martinez-, Introduction in Ecological Economics: Energy,

Environment and Society, Chapter 1. 1987

ALIER, Juan. Martinez. Da economia ecológica ao ecologismo popular. Editora da FURB, 1998.

ALVES, D.S. Revista Parcerias Estratégicas, n.12, set. 2001 p. 261

AMAZONAS, M.C. Valor e meio ambiente: elementos para uma abordagem

evolucionista. Campinas. Tese de doutorado. Instituto de Economia. Universidade Estadual de Campinas, 2001.

AMAZONAS, Mauricio de Carvalho; NOBRE, Marcos Desenvolvimento

Sustentável: a Institucionalização de um conceito. Edições IBAMA. Brasília. 2002.

ANDRADE, João Paulo Soares e CUNHA, Kamylla

Regime internacional de enfrentamento das mudanças climáticas: a visão da economia ecológica”.

Trabalho apresentado no III Encontro Anppas. Brasilia .2006.

BECKER, B. Revisão das políticas de ocupação da Amazônia: é possível

identificar modelos para projetar cenários?. Revista Parcerias Estratégicas, MCT, 2001

BECKER, Bertha K.. Geopolítica da Amazônia. Estud. av., São Paulo, v. 19, n. 53, . Disponível em: http://www.scielo.br/ scielo.php?script=sci_ arttext&pid =S0103-40142005000100005&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 31 Out 2006. doi: 10.1590/S0103-40142005000100005. 2005

BERTRAND, Jean-Pierre, coord. L’analyse des déterminants de l’avancée du front du soja en Amazonie brésilienne : le cas du Mato Grosso. Rapport final d’une recherche financée par le Fonds commun INRA-Cirad et réalisée avec l’appui du Centre de recherche sur le développement durable (CDS) de l’Université de Brasilia et du CREDAL, CNRS et Université Paris 3. Paris, INRA/Cirad, mai, 150 p, 2004.

BALMFORD, A.; BRUNER, A.; COOPER, P et. al. Economic Reason for

Conserving Wild Nature. Science. Vol 297, 2002.

BELLUZZO Jr., W. Valoração de bens públicos: o método de avaliação

contingente. São Paulo, 1995. Dissertação de mestrado. Faculdade de Economia Administração e Contabilidade. Universidade de São Paulo.1995, 151p.

BENAKOUCHE, R. & CRUZ, R. S. Avaliação Monetária do Meio Ambiente. Ed. Makron Books, 1994.

BECKER, Bertha K. "Cenários de curto prazo para o desenvolvimento da

Amazônia". Cadernos NADIAM, Brasília, MMA, 1999.

BECKER, Bertha K Amazônia: geopolítica na virada do III milênio. Rio de Janeiro, Garamond, 2004.

BECKER, B Revisão das políticas de ocupação da Amazônia: é possível

identificar modelos para projetar cenários?

BECKER, B Geopolítica da Amazônia, in Estudos Avançados nº53, São Paulo, v.19 2005.

BODANSKY, Daniel. 2001. “History of the Global Climate Change Regime”. In: Luterbacher, Urs and Sprinz, Detlef. International Relations and Global Climate Change. MIT.

BODANSKY, Daniel. 2001b. “International Law and Regime Design”. In: Luterbacher, Urs and Sprinz, Detlef. International Relations and Global Climate Change. MIT.

BOYD, James e BANZHAF, Spencer What are Ecosystem Services?

The Need for Standardized Environmental Accounting Units . Discussion Paper. Resources for the future. Washington DC. Jan 2006.

BMU. Kyoto is the beginning – Federal Environment Minister Jürgen Trittin’s speech at the 2005 Seminar of Governmental Experts of the UNFCCC. Bonn, 05/16/2005.

BMU. Deutschland geht mit anspruchvollem Plan für den Enissionhandel

voran. June, 2006.

BMU. Deutschland bleibt Vorreiter beim Klimaschutz. June, 2006.

BMZ – Fortschrittbericht zur deutschen bilateralen

Entwicklungszusammenarbeit im Waldsektor. October, 2004.

BOULDING, Keneth. "The Economics of Coming Space-ship Earth". Em:

Environment Quality in a Growing Economy. Baltimore, John Hopkins, 1966. BRASIL: MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE. Causas e dinâmicas do

desmatamento na Amazonia. Brasília. MMA. 2001.

BRASIL: MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE – Secretaria de Coordenação da Amazônia. Instrumentos Econômicos para o desenvolvimento Sustentável da

Amazônia. 2003.

BRASIL, REPUBLICA FEDERATIVA DO. Decreto nº 2.519, de 16 de março de 1998. Promulga a Convenção sobre Diversidade Biológica, assinada no Rio de Janeiro, em 05 de junho de 1992. Diário Oficial [da] República Federativa do

Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 17 mar. 1998. Seção 1, p. 1.

BRASIL, REPUBLICA FEDERATIVA DO. Lei 4771 de 15 de setembro de 1965.

Código Florestal.

BRASIL, REPUBLICA FEDERATIVA DO. Decreto nº 3.607, de 21 de setembro 2000. Dispõe sobre a implementação da Convenção sobre Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção - CITES, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do

Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 22 set. 2000.

BRASIL, REPUBLICA FEDERATIVA DO. Resolução CONAMA nº 237, de 19 de dezembro de 1997. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 5 jul. 1990.

BRASIL, REPUBLICA FEDERATIVA DO. Lei nº 9.985, de 18 de julho de 2000. Regulamenta o art. 225, § 1o, incisos I, II, III e VII da Constituição Federal,

institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 19 jul. 2000.

BRASIL, REPUBLICA FEDERATIVA DO – “Nota do Governo do Brasil sobre

as negociações internacionais relativas à mudança global do clima”. Brasília, 2001.

BRASIL, REPUBLICA FEDERATIVA DO – “Pronunciamento do Senhor

Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia Eduardo Campos”. Buenos Aires, 2004.

BROWN, Thomas; BERSTROM, John; LOOMIS, John, Ecosystem Goods and

Services: Definition, Valuation and Provision, RMRS-RWU-4851 Discussion Paper. Sep 2006.

CARDOSO, Fátima; KAECHELE, Karin; KLUG, Ismael; Rodriguez-Alcalá, Maria

Agropecuária Sustentável na Amazônia Legal – Relatório de Pesquisa. ICONE. São Paulo. 2006.

CDM Watch – Market Failure – Why the Clean Development Mechanism won’t

promote clean development. Dec. 2004.

COASE, Ronald. The Problem of Social Cost. The Journal of Law and Economics. Chicago. 1960

COUTINHO, Alexandre. Dinâmica das queimadas no estado do Mato Grosso e

suas relações com as atividades antrópicas e a economia local. Tese de doutorado, Procam/USP, 2005

COSTANZA, R., The value of ecosystem services. Ecological Economics. Vol. 25 Elsevier, 1998.

COSTANZA, R, DALY, H.N Natural Capital and sustainable development. Conservation Biology, V.6, n1, 1992.

COSTANZA, Robert; D´ÁRGE, Ralph; GROOT, Rudolf; FARBER, Stephen; GRASSO, Monica; HANNON, Bruce; LIMBURG, Karin; NAEEM, Shahid; O´NEILL, Robert; PARUELO, Jose; RASKIN, Robert; SUTTON, Paul; VAN DEL BELT, Marjan. The value of the world´s ecosystem services and Natural

capital. In NATURE, Vol 387. May 1997.

COSTANZA, R., Natural Resource valuation and management: toward an

ecological economics. In: A. M. Jansson (Editor), Integration of Economy and Ecology: An Outlook for the Eighties. Universsity of Stockholm Press. 1984. DALY, Herman. FARLEY, Joshua Ecological Economics: Principles and

Applications. Island Press. Washington DC. November 2003.

DALY, Herman, Beyond Growth: the economics of sustainable development. Beacon Press; New Ed edition .August 14, 1997.

DALY, Herman On Economics as a Life Science Journal of Political Economics. 1968.

DALY, Herman Allocation, Distribution and Scale: towards an Economics that

is Efficient, Just and Sustainable. Ecological Economics. 185. 1992.

DALY Herman, COBB, John Misplaced Concreteness: measuring Economic

Success in For the Commom Good: Redirecting the Economy toward Community, the Environment, and a Sustainable Future. Hapter 3, London: Green Print, Merlin Press. 1990.

DAILY, G.C., EHRLICH, P.R; SANCHEZ-AZOFEIFA, G.A. Countryside

Biogeography: utilization of Human Dominated Habitas by Avifauna of Saouthern Costa Rica. In Ecological Applications, 11. 2001.

DEMO, Pedro. Metodologia Científica em Ciências Sociais. Editora Atlas. 3ª.Edição. São Paulo. 1995.

DERANI, Cristiane. Direito Ambiental Econômico. 2ª. Edição. Max Limonad. São Paulo. 1996.

DEFRIES, R.S, HOUGHTON, M.C, HANSEN, C.B. FIELD, D, SKOLE, TOWNSHEND. Carbon emissions from tropical deforestation and regrowth

based in satellite observations for the 80´s and 90´s. Proceedings of National Academy of Sciences. n99. 2002.

DEUTSCHE Botschaft Ottawa – Germany and the Kyoto Protocol. From: www. Ottawa.diplo.de/en/Umweltpolitik/seite_kyoto.html

DEUTSCHE Umwelthilfe – Rauchzeichen aus der klimapolitischen Steinzeit. Berlin, 11/30/2005.

DIAZ, M. C.V.; SOARES FILHO, B.S. Desmatamento na Amazônia: indo além

da “emergência crônica”. Belém: Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia, 2004. 85 p.

DINERSTEIN, Eric, OLSON, David – The Global 200-Ecoregions for Global

Conservation. Annals of the Missouri Botanical Garden-n89. 1995.

EHRENFELD, D. Por que atribuir um valor à biodiversidade?. In: WILSON, E.O.. Biodiversidade; 2ª Edição. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1997. Capítulo 24, página 269-274.

FAUCHEUX, Sylvie, NOËL, Jean François Economia dos Recursos Naturais e do

Meio Ambiente. Instituto Piaget. Serie Economia e Política. Portugal. 1995. FEARNSIDE, P.M. The rate and extent of deforestation in Brazilian Amazonia.

1990.

FEARNSIDE, Phillip. 2004. Global Implication of Amazon Frontier Settlement:

Carbon, Kyoto and the Role of Amazonian Deforestation.

GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. Editora Atlas. São Paulo. 1999.

GLOWKA,L.,GUILMIN,F.B.,SYNGE,H. A guide to the Convention on Biological

Diversity. Gland, Suiça. IUCN Publications Services Unit, 1994. 161p.

GRASSO, M.;TOGNELLA,M.P.; SCHAFFER-NOVELLI, Y. et. al. Aplicação de

técnicas de avaliação econômica ao sistema Manguezal. Economia Ecológica: Aplicações no Brasil. Editora Campus, 1995.

GEORGESCU-ROEGEN N. The entropy law and the economic system. Cambridge: Harvard University Press, 1971.

GELUDA, Leonardo ; MAY, Peter Herman . Pagamentos por serviços

ecossistêmicos para manutenção de práticas agrícolas sustentáveis em microbacias do Norte e Noroeste Fluminense. In: VI Encontro da Sociedade Brasileira de Economia Ecológica - ECOECO, 2005, Brasília.

GOTTWALD, Markus. Deutsche Entwicklungshilfe in Brasilien.Wer fördert

was? In: Tópicos 3, 2001.

GELUDA e YOUNG - Pagamentos por serviços ecossistêmicos previstos na lei

do SNUC – teoria, potencialidades e relevância. III Simpósio de áreas Protegidas. 2004.

HANEMANN, M. W. Economia e Preservação da biodiversidade. In: WILSON, E.O.. Biodiversidade; 2ª Edição. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1997. Capítulo 21, página 245-252.

HOMMA, A.K.O. Meio ambiente e desenvolvimento agrícola na Amazônia. Fitopatologia brasileira, Brasília, 25(Suplemento):223-233, ago. 2000.

HOMMA, A.K.O. Meio Ambiente e desenvolvimento agrícola na Amazônia. Fitopatologia brasileira, Brasília, 25: 223-233, ago.2000.

HOMMA, A.K.O. AMAZONIA - Meio Ambiente e Desenvolvimento Agrícola Embrapa. Brasília, 1998.

HOMMA, Alfredo Kingo Oyama Biodiversidade na Amazônia: Um Novo

Eldorado? Revista de Política Agrícola, Brasília,11(3):61-71, 2002.

HUBER, R.M., RUITTENBEEK, J, SEROA da MOTTA, R. „Market based

Instruments for Environmental Policymaking in Latin America and the Caribbean – Lesson from Eleven Countries“. World Bank. Discussion paper, n138. 1998

INSTITUTO SOCIOAMBIENTAL. Mato Grosso, Amazônia (i)Legal: Desmatamentos de florestas em propriedades rurais integradas ao Sistema de Licenciamento Ambiental Rural entre 2001 e 2004. Brasília, Junho de 2005 ICV Instituto Centro de Vida, Diagnostico do Portal da Amazônia – Vegetação.

ICV. 2007. No prelo.

IIRSA. Iniciativa para implantação da infra-estrutura regional da América do

Sul. Brasília, Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos, MPOG, 2002.

IMAZON e ICV - Boletim Transparência Florestal, Estado do Mato Grosso. Carlos Souza Jr. & Adalberto Veríssimo, Laurent Micol & Sérgio Guimarães . número 1. 2006.

IANNI, O. A luta pela terra – A história Social da terra e da luta pela terra

numa área da Amazônia. Petrópolis. 1979.

IBGE. Base de informações municipais. 2. ed. Rio de Janeiro: Ministério do

Planejamento, Orçamento e Gestão, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, 1996. 1 CD-ROM.

IBGE. Sistema IBGE de recuperação automática – SIDRA. 1999. Disponível em: <www.sidra.ibge.gov.br/bda>. Acesso em: 14 jul. 2004.

IBGE. Base de informações municipais. 3. ed. Rio de Janeiro: Ministério do

Planejamento, Orçamento e Gestão, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, 2002.

IBGE. Manual técnico da vegetação brasileira., n.1. Rio de Janeiro, 91p. (Série Manuais Técnicos em Geociências) 1992.

INPE. Monitoramento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite. 1999.

Disponível em: <http://www.obt.inpe.br/prodes/prodes_1988_2003.htm>. Acesso em: 23 abr. 2005.

INPE. Queimadas. 2004. Disponível em: http://www.cptec.inpe.br/queimadas/

Acesso em: 11 abr. 2004.

ITC – International Trade Centre of the UNCTAD/GATT “Commodity Handbook – Vegetable Oils and Oil Seeds”

JANSSON, A.M., M. Hammer, C. Folke and R. COSTANZA (eds.) (eds.). 1994.

Investing in Natural Capital: The Ecological Economics Approach to Sustainability. Island Press, Washington, DC. (504 pp).

KAMPEL, S.A; Câmara, G, Monteiro,A.M, Configurações Espaciais do Processo

de Desflorestamento da Amazônia INPE.

KAMPEL, S.A; Câmara, G, Monteiro,A.M, Analise Espacial do Processo de

Urbanização da Amazônia. Relatório Técnico. Dez 2001.

KIM, S. H. & DIXON, J. A. Economic valuation techniques for the environment:

a case study workbook. Baltimore: The Johns Hopkins University, 203p. 1990 KING, N., LETSAOLO, A. e RAPHOLO, B. Developing markets for watershed

protection services and improved livelihoods: a diagnostic for South Africa.

International Institute for Environment and Development – IIED. http://www.iied.org/ CSIR, Pretoria, South Africa and IIED, London, UK. 2003. LANDELL-MILLS Natasha and Ina PORRAS Silver bullet or fools’ gold? A

global review of markets for forest environmental services and their impacts for the poor. International Institute for Environment and Development. Instruments for sustainable private sector forestry series, IIED, London. 2002. LIMA, Maria do S. B. e MAY, Peter H. 2005 A expansão da fronteria agrícola no

sul do Amazonas e sua relação com o incremento do desmatamento nas áreas de cerrado e campos naturais. Trabalho apresentado no Congresso Brasileiro de Economia Ecológica, em Brasília,. 6º Encontro da Sociedade Brasileira de Economia Ecológica (EcoEco) 2005.

MANFRINATO,Warwick- Áreas de proteção Permanente e Reserva Legal no

contexto de mudanças climáticas – The Nature Conservancy – 2005.

MARCOVITCH, Jacques.. “A Amazônia Real e seus Desafios”. In: Política Externa, Vol. 14, Num. 1. 2005

MARKANDYA A. The value of environment: a state of the art survey: In;MARKANDYA A.; RICHARDSON, J. Editors. Environment Economics: a reader. New York: St. Martin’s, 1992.

MARQUES, J. F.; COMUNE, A. E. Quanto vale o ambiente. Uma análise

interpretativa das diversas correntes. XXIII ENCONTRO NACIONAL DE ECONOMIA 1995, Salvador. Anais São Paulo: ANPEC, 1995.

MARGULIS, S. Meio ambiente: aspectos técnicos e econômicos. Rio de janeiro. IPEA. 1990

MARCOVITCH, Jacques. “A Amazônia Real e seus Desafios”. In: Política Externa, Vol. 14, Num. 1. 2005..

MARGULIS, S. Quem são os agentes dos desmatamentos na Amazônia e porque

eles desmatam? Concept paper,. World Bank. Brasília. 18/06/2001

MAY, P.H. Valorando a natureza: análise econômica para o desenvolvimento

sustentável. Rio de Janeiro:Campus, 1994.

MAY, P.H. e da MOTTA, R.S. (org), Valoração econômica da biodiversidade: Estudos de caso no Brasil – 1ªEdição. Brasília. Ministério do Meio Ambiente - Secretaria de Biodiversidade e Florestas - Diretoria de Conservação da Biodiversidade - Programa Nacional de Diversidade Biológica - Projeto Estratégia Nacional de Biodiversidade. 2000.

MARSHALL, Alfred Princípios da Economia. Coleção Os economistas. Nova Cultural. São Paulo. 1985.

MARX, Karl (1867) O capital. Abril Cultural. São Paulo. 1985.

MATHER A. 2001. The transition from deforestation to reforestation in Europe.

In: Angelsen A, Kaimowitz D. Agricultural Technologies and Tropical

MEGADIVERSIDADE, revista Conservation Intrnational, Ano 1. Volume 1. Julho de 2005.

METZGER, Jean Paul Bases biológicas para a ‘reserva legal’ Ciência Hoje. Volume 31. n 183. junho 2002.

MILARE, Edis. Direito do Ambiente: Doutrina – Jurisprudência – Glossário. Editora Revista dos Tribunais. 4 edição. São Paulo 2005.

MURGUEITIO, R.E “Sistemas Agroforestales para la Produccion Ganadera en

Colombia” Seminario Intensificacion de la ganaderia en CentroAmerica: Benefícios Economicos e Ambientais. Costa Rica, 1999.

MITCHEL, Ronald B.. “Institutional Aspects of Implementation”. In: Luterbacher, Urs and Sprinz, Detlef. International Relations and Global Climate Change. MIT. 2001

MITCHELL, R. C. & CARSON, R. T. Using surveys to value public goods: the

contingent valuation method. Washington D.C.The Johns Hopkins University Press. 1989.

MORGAN, Jennifer; Maretti, Claudio; Volpi, Giulio.. Tropical Deforestation in

the Context of the Post-2012 Climate Change Regime. In: Moutinho, Paulo and Schwartzman, Stephan. Tropical Deforestation and Climate Change. 2005 MOUTINHO, Paulo. Tropical Deforestation and Climate Change, IPAM. Belém.

2006.

MOTA, Jose Aroudo. O Valor da Natureza – Economia e política dos recursos

naturais. Garamond. Rio de Janeiro. 2001.

MOTTA, S.R. Manual para Valoração Econômica de Recursos Ambientais. 1ªEd. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal, 1998.

MORTON, Douglas C., DEFRIES Ruth S., SHIMABUKURO,Yosio E. ANDERSON Liana O., ARAI Egidio, DEL BON ESPIRITO-SANTO Fernando, FREITAS Ramon, MORISETTE Jeff. Cropland expansion changes

deforestation dynamics in the southern Brazilian Amazon. Sustainability Science-Social Sciences PNAS 2006 103: 14637-14641; published online before print as 10.1073/pnas.0606377103.

MOUTINHO, Paulo. Tropical Deforestation and Climate Change, IPAM. Belém. 2006.

MUELLER, Charles. Políticas governamentais e expansão recente da

agropecuária no Centro-Oeste. In: Planejamento e Políticas Públicas, n.3, Brasília, jun. 1990.

NEPSTAD, Daniel; ALMEIDA, Oriana T. A Amazônia no caminho da transição

agrícola mundial. É possível usar as forças do mercado para reduzir os impactos ecológicos e sociais negativos da expansão da agropecuária industrial? Texto para debate. IPAM e The Woods Hole Research Center. Acesso pelo endereço: http://www.ipam.org.br/publicacoes/livros.php)

NEPSTAD, Daniel.. The Amazon in an age of agro-industrial explosion: risks

and opportunities for large-scale conservation. Artigo apresentado no Congresso Mundial da Conservation Biology Association, Brasília, julho de 2005.

NORGAARD, B, R. O crescimento da economia global de trocas e a perda da diversidade biológica. In: WILSON, E.O.. Biodiversidade; 2ª Edição. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, Capítulo 23, página 261-268. 1997.

NORGAARD, R.B. Co-evolutionary development potential. Land Economics, vol 60. n2, 1984.

NORGAARD, R.B. The case for methodological pluralism Ecological Economics,. N1, 1989.

NORTON, B. Mercadoria, Comodidade e Moralidade – Os limites da

quantificação na avaliação da biodiversidade. In: WILSON, E.O..

Biodiversidade; 2ª Edição. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, Capítulo 22, página 253-260. 1997.

NORTON, B.G. Evaluating ecosystem states: two competing paradigms. Ecological Economics, 14. 113- 127, 1995.

ODUM, H. T. Environmental Accounting. Emergy and decision making. New York: John Wiley and Sons Inc. 1996.

ORTEGA, E. Análise emergética: uma ferramenta para quantificar a

sustentabilidade nos Agroecossistemas. In: Workshop sobre agroecologia e desenvolvimento sustentável. UNICAMP, Campinas, São Paulo, 1999.

PAGIOLA, S., BISHOP, J., LANDELL-MILLS, N. Market based mechanisms for

forest conservation and development. In: ______(ed). SELLING FOREST ENVIRONMENTAL SERVICES. Londres: EATHSCAN. 2002.

PAGIOLA, S. e PLATAIS, G. Pagos por servicios ambientales. In: Tercer Congreso Latinoamericana De Manejo De Cuencas Hidrográficas, Foro Regional Sobre Sistemas De Pago Por Servicios Ambientales. Arequipa, Peru, 9-12 Junho 2003.

PAGIOLA, Stephano; AGOSTINI, Paola; GOBBI, José; de HAAN, Cees; IBRAHIM Muhammad; MURGUEITIO, Enrique; RAMIREZ, Elias; ROSALES, Mauricio, RUIZ, Juan Pablo Pago por Servicios de Conservacion de la

Biodiversidad em Paisajes Agroecuarios Environmental Economics Series. Paper NO96. The World Bank. 2004.

PASQUIS, R; Nunes, F.B; Lê Tourneau, F.M; Machado, Mello, N.A. As

Amazônias – Um mosaico de visão sobre a região. Brasília, maio de 2003. POLANYI, Karl. A Grande transformação. Rio de Janeiro, Campus, 1980.

PEARCE, D.W., TURNER, R.K Economia de los recursos naturals y del medio

ambiente Celeste, Madrid. 1990.

PIGOU, A.C.; The economics of welfare 1920.

PIRES, J. M. & G. T. PRANCE. The vegetation types of the Brazilian Amazon. Pp.109-145 in G. T. Prance & T. E. Lovejoy, eds. Key environments: Amazonia. Pergamon Press, Oxford. 1985.

POLANYI The greater Transformation: the political and Economic Origins o

four time. Boston. Beacon Press. 2001.

RANDALL, A. O que os economistas tradicionais têm a dizer sobre o valor da

biodiversidade. In: WILSON, E.O.: Biodiversidade; 2ª Edição. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, Capítulo 25, página 275-283. 1997.

RAYMOND E. Gullison, Peter C. Frumhoff, Josep G. Canadell, Christopher B. Field, Daniel C. Nepstad, Katharine Hayhoe, Roni Avissar, Lisa M. Curran, Pierre Friedlingstein, Chris D. Jones, Carlos Nobre, Tropical Forests and

Climate Policy - www.sciencexpress.org /10 May 2007 / Page 1/ 10.1126/science.1136163

RICARDO, DAVID. Princípios de Economia Política e Tributação”, In coleção “Os economistas” Abril Cultural. (tradução The works and correspondence of

David Ricardo. Cambridge: University press) 1817.

RICHARDS, P. W. The tropical rainforests: an ecological study. Cambridge University Press, Cambridge. 1996.

RIVA, Ana Luisa M da; FONSECA, Luis Fernando Laranja; HASENCLEVER, Leonardo. Instrumentos Econômicos e Financeiros para conservação e

recuperação de ecossistemas naturais em propriedades rurais. Projeto Biodiversidade e Floresta. Instituto Socio-Ambiental. 2006