• No results found

Lærere og foresattes opplevelser av smittevernstiltak

4. Resultat

4.2 Lærere og foresattes opplevelser av smittevernstiltak

Trago neste trabalho um conjunto de informações complexas acerca da educação ambiental, que existem e circulam, mas que se apresentam de maneira difusa no contexto da Universidade Federal do Ceará, demandando práticas que lhes atravessem de maneira transdisciplinar.

Na pretensão de disparar possibilidades nesse viés, incorri em uma busca de difícil trato metodológico, mas de horizonte epistemológico inquietante. Assim me re-fiz andarilho, gerando a jornada metodológica dessa pesquisa.

Creio que esse processo de caminhada e encontro não signifique apenas um passo a passo de pesquisa, mas uma ilustração do que pode vir a ser a maneira como os potentes educadores ambientais da UFC podem encaminhar aproximações dialógicas entre os contributos que emergem das suas experiências.

Conhecê-las foi uma necessidade deliciosa que animou este estudo e pelo que a experiência de campo expressa, uma forma de experienciação reflexiva sobre o que fazemos e o que o outro, como parceiro possível, faz em termos de educação ambiental em um contexto planetário complicado.

Na UFC emergem enunciações tão diversas que delas poderiam ser geradas muitas temáticas, polissêmicas. Polissemia que se desdobra como obstáculo epistemológico, prático ou de tradução.

Então, abrindo mão de uma postura interpretativa mais clássica, focada e aprofundada, optei por um gesto cambiante de costura a partir e entre saberes. Algumas vezes tocando elementos de análise, outras reunindo informações, mas sempre buscando traçar caminhos de acolhimento dialógico sobre o que o outro nos revela.

Em educação ambiental, já observo que por vezes a teorização pesa: é ou não é crítica? É desse tipo ou daquele? Numa apreciação que flerta como avaliação temerária. Vejo isso na escola e também na universidade, quando de costume espera-se que uma experiência exitosa seja relatada como o grande exemplo, ou que surja rapidamente para ser a experiência exitosa, como se a experiência não fosse demarcada por descontinuidades, pela dinâmica da vida, pelas contradições que nos atravessam.

Uma boa conversa e um olhar amoroso com quem vivência qualquer que seja a experiência, desafiadora ou reconhecidamente exitosa, conforma-se como um momento potencial de aprendizagem, tanto de quem anuncia a sua vida por meio da fala reflexiva, como de quem escuta atento e sensivelmente as histórias, os problemas, os alcances, as possibilidades, o que as pessoas tem buscado construir, o que desejam.

Dessa forma, mais que o resultado da experiência, importa verificar, observar, está atento, imaginar o corpo da experiência, o envolvimento dos sujeitos, os significados que geram, os sentidos que atribuem. Olhar para as noções de educação ambiental que circulam na UFC a partir dessa perspectiva é se entremear-se em experiências potencialmente poderosas.

Com essa perspectiva, percebi das suas enunciações que as experiências que realizam no âmbito da universidade ou a ela associada conformam diversos lugares de educação ambiental, que são portadores de múltiplas e polissêmicas noções de educação ambiental, sendo oportuno conformar delas arranjos simbólicos que delineiam as principais direções temáticas que carregam e desenvolvem: educação ambiental na gestão ambiental; educação ambiental como projeto educativo; educação ambiental diante de problemas e conflitos ambientais; educação ambiental em relações de vivência.

Interpretadas de maneira dialógica e horizontalizada, possibilitam a visibilização de problemáticas e perspectivas importantes para o avançar e fortalecimento da visão complexa da questão ambiental. Nesse viés, os lugares tanto tem o papel de ilustrar formas concretas de realizar a educação ambiental em algumas desses rumos, como também de evidenciar situações-limites e forças motrizes de superação das mesmas, que retroalimentam recursivamente as temáticas tratadas, podendo inclusive transformá-las em direção ao inédito viável.

AÇUDE VIVO FACEBOOK. Página inicial do projeto açude vivo. Disponível em: <https://www.facebook.com/acude.vivo>. Acesso em: 13/04/2015.

ANDRÉ, Marli. Pesquisa em educação: buscando rigor e qualidade. Cadernos de pesquisa. São Paulo, n.113, p.51-64, julho. 2001.

ANGROSINO, Michael. Etnografia e observação participante. Tradução: José Fonseca. Porto Alegre: Artmed, 2009.

ARAÚJO, Camila Cruz.; FEITOSA, A. F.; VEROLA, C. F. A Prática da educação ambiental dialógica a partir do desenvolvimento de uma horta escolar de plantas medicinais. Revista

Brasileira de Educação Ambiental. São Paulo, v. 11, p. 40-51, 2016.

BACHELARD, Gaston. A epistemologia. Lisboa: Edições 70, 2006.

BACHELARD, Gaston. Os pensadores: A filosofia do não; O novo espírito científico; A poética do espaço. Seleção de textos de José Américo Motta Pessanha. Traduções de Joaquim José Moura Ramos (et al.). São Paulo: Abril Cultural, 1978.

BARBIER, René. Pesquisa-ação. Brasília, DF: Liber Livro, 2007. BARROS, Manoel de. Livro sobre nada. Rio de Janeiro: Record, 2000.

BLOGSPOT LOCUS. Evento: sustentabilidade – valores e cultura ambiental. Disponível em: < http://locuspsiambiental.blogspot.com.br/>. Acesso em: 10/05/2012.

BOFF, Leonardo. Ética da vida: a nova centralidade. Rio de Janeiro: Record, 2009. BOFF, Leonardo. Sustentabilidade: o que é, o que não é. Petrópolis, RJ: Vozes, 2012.

BONDÍA, Jorge Larrosa. Notas sobre a experiência e o saber de experiência. Revista

Brasileira de Educação. Campinas, n.19, p.20-28, Jan./Fev./Mar./Abr. 2002.

BORBOLETÁRIO UFC. Página wikisite do Borboletário didático da UFC. Disponível em: <http://borboletarioufc.wixsite.com/cores-da-natureza>. Acesso em: 25/05/2016.

BORDIEU, Pierre. O poder simbólico. 11. ed. Rio de Janeiro: Bertrand, 2007.

BRANDÃO, Carlos Rodrigues. A pergunta a várias mãos: a experiência da pesquisa no trabalho do educador. São Paulo: Cortez, 2003.

BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O Que é Educação. São Paulo: Editora Brasiliense, 1981. BRASIL. CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Resolução nº 2, de 15 de junho de 2012. Estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental. Diário

Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 18 de junho.

2012.

SUPERIOR. Programa Institucional de Iniciação à Docência (PIBID). Disponível em: < http://www.capes.gov.br/educacao-basica/capespibid/pibid>. Acesso em 07/07/2016.

BRASIL. Órgão Gestor da Política Nacional de Educação Ambiental. Mapeamento da

educação ambiental em instituições brasileiras de educação superior: elementos para

políticas públicas. Brasília, 2007.

BRASIL. Secretaria de Educação Ambiental/ Secretaria de Educação Fundamental.

Parâmetros curriculares nacionais: meio ambiente, saúde. Brasília: MEC/SEF, 1997.

BRASIL. Decreto nº 5.940, de 25 de outubro de 2006. Institui a separação dos resíduos recicláveis descartados pelos órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta, na fonte geradora, e a sua destinação às associações e cooperativas dos catadores de materiais recicláveis, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do

Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 25 out. 2006.

BRASIL. Instrução Normativa nº 10, de 12 de novembro de 2012. Estabelece regras para elaboração dos Planos de Gestão de Logística Sustentável de que trata o art. 16, do Decreto nº 7.746, de 5 de junho de 2012, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República

Federativa do Brasil, Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, Brasília, DF, 12

nov. 2012.

CAPRA, Fritjof. A teia da vida. 9ª Ed. São Paulo: Cultrix, 2004. CAPRA, Fritjof. O ponto de mutação. São Paulo: Cultrix, 2006.

CARLOS, Ana Fani Alessandri. O lugar no/do mundo. São Paulo: FFLCH, 2007.

CARVALHO, Isabel Cristina M. Qual educação ambiental? Elementos para um debate sobre educação ambiental e extensão rural. Agroecologia e desenvolvimento rural sustentável. Porto Alegre, v.2, n.2, abr./jun.2001.

CARVALHO, Isabel Cristina M. O Habitus Ecológico e a Educação da Percepção: fundamentos antropológicos para a educação ambiental. Educação & Realidade. Porto Alegre, vol. 34, n. 3, septiembre-diciembre, pp. 81-94, 2009.

CARVALHO, Isabel Cristina M. Educação ambiental: a formação do sujeito ecológico. São Paulo: Cortez, 2004.

CARVALHO, Isabel Cristina M. Educação ambiental crítica: nomes e endereçamentos da educação. In: LAYRARGUES, Philippe Pomier (org). Identidades da educação ambiental

brasileira. Ministério do Meio Ambiente. Diretoria de Educação Ambiental. Brasília:

Ministério do Meio Ambiente, 2004.

CARVALHO, Isabel Cristina M. O ambiental como valor substantivo: uma reflexão sobre a identidade da educação ambiental. In: SAUVÉ, L. Orellana; SATO, M. Textos escolhidos em

educação ambiental: de uma América à outra. Montreal: Publications ERE-UQAM, 2002.

CARVALHO, Isabel Cristina M. Em direção ao mundo da vida: interdisciplinaridade e educação ambiental/ conceitos para se fazer educação ambiental. Brasília, IPE, 1998.

CARVALHO, Isabel Cristina M. “Territorialidades em luta: uma análise dos discursos ecológicos”. Série registros, São Paulo, n.9, p.1-56, 1991.

CHALMERS, Alan. A fabricação da ciência. São Paulo: Unesp, 1994.

CRESWELL, John W. Investigação qualitativa e projeto de pesquisa: escolhendo entre cinco abordagens. Porto. Alegre: Penso, 2014.

CRISPIM, Andrea Bezerra. Sistemas ambientais e vulnerabilidades ao uso da terra no

vale do Rio Pacoti-CE: subsídios ao ordenamento territorial. Dissertação (mestrado em

geografia) – Departamento de Geociências, Universidade Estadual do Ceará, Fortaleza, 2011.

DIEGUES, Antonio Carlos. Sociedades e comunidades sustentáveis. Artigos NUPAUB. São Paulo: Núcleo de Apoio à Pesquisa sobre Populações Humanas em Áreas Úmidas Brasileiras, 2003. Disponível em: <

http://nupaub.fflch.usp.br/sites/nupaub.fflch.usp.br/files/color/comsust.pdf>. Acesso em: 12/10/2014.

DIÓGENES, Glória. O antropólogo sabe brincar de telefone sem fio? Blog antropologizando: arte urbana e graffiti em Lisboa. Disponível em:

<http://antropologizzzando.blogspot.com.br/2013/03/o-antropologo-sabebrincar- detelefone.html?view=timeslide>. Acesso em: 08/07/2015.

SUERTEGARAY, Dirce Maria Antunes. Notas sobre epistemologia da geografia. Cadernos

Geográficos. Florianópolis, n.12, p.1-63, maio. 2005.

FACEDPOS. Programa PPGE. Disponível em:

<http://www.facedpos.ufc.br/2016/?pag=inicio>. Acesso em: 12/09/2016. FACEDPOS. Linhas de pesquisa PPGE. Disponível em:

<http://www.facedpos.ufc.br/2016/?pag=inicio>. Acesso em: 12/09/2016.

FAZENDA, Ivani C. Arantes. Interdiciplinaridade: história, teoria e pesquisa. Campinas: Papirus, 1994.

FEYERABEND, Paul. Contra o método. 3ª ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1989. FIGUEIREDO, João Batista de A. Colonialidade e descolonialidade: uma perspectiva eco- relacional. Entrelugares: revista de sociopoética e abordagens afins. Porto, v. 2 n. 2, p.1-25, mar./ ago. 2010. Disponível em: <http://doczz.com.br/doc/336860/colonialidade-e-

descolonialidade--uma-perspectiva-eco>. Acesso em: 15 abr. 2016.

FIGUEIREDO, João Batista de A. a educação ambiental popular e educação intercultural no contexto da formação docente. In: REUNIÃO DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PÓS- GRADUAÇÃO E PESQUISA EM EDUDAÇÃO, 31., Caxambu. Anais... Caxambu, 2010.

entrelaçar de afetos: a descolonialidade do saber com foco na sustentabilidade ambiental. In: CONGRESSO DA ASSOCIATION INTERNATIONALE POUR LA RECHERCHE

INTERCULTURALLE, 12., Florianópolis. Anais...Florianópolis, 2009.

FIGUEIREDO, João Batista de A. Educação ambiental dialógica e representações sociais

da água em cultura sertaneja nordestina: uma contribuição à consciência ambiental em

Irauçuba- CE (BRASIL). Tese (Doutorado em ciências) – Centro de ciências biológicas e da saúde, Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2003.

FIGUEIREDO, João Batista de A. Pesquisa engajada e intervenção em educação ambiental dialógica. In: REUNIÃO ANUAL DA ANPED, 27. 2014. Caxambu. Anais... Caxambu, 2014, p.1-17. Disponível em: < http://27reuniao.anped.org.br/gt22/t224.pdf>. Acesso em

19/05/2014.

FLICK, Uwe. Introdução à pesquisa qualitativa. 3. ed. Porto Alegre, RS: Artmed, Bookman, 2009.

FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. São Paulo: Autores Associados: Cortez, 1989.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da indignação: cartas pedagógicas e outros escritos. São Paulo: UNESP, 2000.

FREIRE, Paulo. Cartas a Cristina: reflexões sobre minha vida e minha práxis; direção, organização e notas Ana Maria Araújo Freire. 2ª ed. São Paulo: Editora UNESP, 2003.

FREIRE, Paulo. Medo e ousadia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.

FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 17ª. ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1987.

FREITAS, Denise de; OLIVEIRA, Haydée Torres de. Pesquisa em Educação Ambiental: um panorama de suas tendências metodológicas. Pesquisa em Educação Ambiental. São Paulo, v.1, n.1, p.175-191, 2006.

GEAD BLOG. Blog do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Ambiental Dialógica,

Perspectiva Eco-Relacional e Educação Popular Freireana.

Disponível em: <http://ufcgead.blogspot.com.br/>. Acesso em: 12/02/2014. GEEDUCA FACEBOOK. Página de facebook do GEEDUCA. Disponível em: < https://www.facebook.com/geeducaufc/>. Acesso em: 30/05/2016.

GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: LTC, 2008.

GHEDIN, Evandro; FRANCO, Maria A.S. Questões de método na construção da pesquisa

em educação. 2ª ed. São Paulo: Cortez, 2011.

GONÇALVES, Carlos Walter Porto. Os (des)caminhos do meio ambiente. 14 ª ed. São Paulo: Contexto, 2006.

GUIMARÃES, Mauro. A formação de educadores ambientais. Campinas, SP: Papirus, 2004.

GUIMARÃES, Mauro. Educação ambiental crítica. In: LAYRARGUES, Philippe Pomier (org). Identidades da educação ambiental brasileira. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2004.

GRUN, Mauro. Ética e educação ambiental: a conexão necessária. Campinas: Papirus, 1996. HOLZER, Werther. O lugar na geografia humanista. Revista Território. Rio de Janeiro, n° 7, p.67-78, jul./dez. 1999.

IHU. INSTITUTO HUMANISTAS UNISINOS. Oitenta e oito mil litros de calda tóxica são

utilizados todas as noites no cultivo de fruticultura no Ceará. Entrevista especial com

Raquel Rigotto. Disponível em: < http://www.ihu.unisinos.br/560860-quatromilhoes-de- litros-de-calda-toxica-foram-utilizados-em-uma-decada-de-cultivo-de-fruticultura-no- cearaentrevista-especial-com-raquel-rigotto>. Acesso em 11/09/2016.

INSTITUTO AGROPOLOS. Página inicial. Disponível:

<http://www.institutoagropolos.org.br>. Acesso em: 22/09/2016.

JACOBI, Pedro Roberto. Educação Ambiental: o desafio da construção de um pensamento crítico, complexo e reflexivo. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 31, n. 2, p. 233-250, maio/ago. 2005.

KINCHELOE, Joe L.; BERRY, Kathlenn S. Pesquisa em Educação: conceituando a bricolagem. Tradução de Roberto Cataldo Costa. Porto Alegre: Artmed, 2007.

KUHN, Thomas S. O caminho desde a estrutura. São Paulo: Unesp, 2006. LAGEPLAN FACEBOOK. Página inicial do Lageplan. Disponível em: <https://www.facebook.com/LAGEPLANUFC/>. Acesso em 23/04/2016.

LANDER, Edgardo. Ciências sociais: saberes coloniais e eurocêntricos. In: LANDER, Edgardo (org.). colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais.

Perspectivas latino-americanas. Buenos Aires: CLACSO, 2005.

LATOUR, Bruno. Políticas da natureza: como fazer ciência na democracia. Bauru-SP: EDUSC, 2004.

LAYRARGUES, Philippe Pomier. Apresentação: (re)conhecendo a educação ambiental brasileira. In: LAYRARGUES, Philippe Pomier (org). Identidades da educação ambiental

brasileira. Ministério do Meio Ambiente. Diretoria de Educação Ambiental. Brasília:

Ministério do Meio Ambiente, 2004.

político-pedagógicas da educação ambiental brasileira. Ambiente & Sociedade. São Paulo, v. 17, n.1, p.23-40, jan./mar. 2014.

LAYRARGUES, Philippe Pomier; LIMA, Gustavo Ferreira da Costa. Mapeando as macro- tendências político-pedagógicas da educação ambiental contemporânea no Brasil. In: ENCONTRO “PESQUISA EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL”: A PESQUISA EM

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E A PÓS-GRADUAÇÃO NO BRASIL, 6., 2011. Ribeirão Preto.

Anais... Ribeirão Preto, 2011, p.1-15. Disponível em:

http://www.epea.tmp.br/viepea/epea2011_anais/busca/pdf/epea2011-0127-1.pdf>. Acesso em 08/04/2016.

LAYRARGUES, Philippe Pomier. Sistemas de gerenciamento ambiental, tecnologia limpa e consumidor verde: a delicada relação empresa–meio ambiente no ecocapitalismo. RAE - Revista de Administração de Empresas. São Paulo, v.40, n.2, p.80-88, abr./Jun. 2000.

LEFF, Enrique. Complexidade, interdisciplinaridade e saber ambiental. Olhar de professor. Ponta Grossa, v.14. n.2, p.309-335, 2011.

LEFF, Enrique. As aventuras da epistemologia ambiental: da articulação das ciências ao diálogo de saberes. Rio de Janeiro: Garamond, 2004.

LEFF, Enrique. Racionalidade ambiental: a reapropriação social da natureza. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2006.

LEGE. O que é o LEGE. Disponível em: < http://www.lege.ufc.br>. Acesso em: 20/05/2015.

LÉVI-STRAUSS, Claude. O pensamento selvagem. Tradução: Tânia Pellegrini. 8ª ed. Campinas, SP: Papirus, 2008.

LIMA, Gustavo da Costa. Questão ambiental e educação contribuições para o debate.

Ambiente e sociedade. Campinas, n.5, p.135-155, jun./dez. 1999.

LOCUS. Apresentação do Laboratório de pesquisa em Psicologia Ambiental. Disponível em: < http://www.locus.ufc.br/>. Acesso em: 10/02/2016.

LOUREIRO, Carlos Frederico B. Trajetória e fundamentos da educação ambiental. São Paulo: Cortez, 2004.

LOUREIRO, Carlos Frederico B. Educação Ambiental e Epistemologia Crítica. Revista

eletrônica do mestrado em educação ambiental. Rio Grande, v. 32, n.2, p. 159-176,

jul./dez.2015. Disponível em: < https://periodicos.furg.br/remea/article/view/5536/3443>. Acesso em: 03/11/2015.

LOUREIRO, Carlos Frederico B.; LAYRARGUES, Philippe Pomier. Ecologia política, justiça e educação ambiental crítica: perspectivas de aliança contra-hegemônica. Trabalho,

educação, saúde. Rio de Janeiro, v. 11 n. 1, p. 53-71, jan./abr. 2013.

LOUREIRO, Carlos Frederico B.; FRANCO, Jussara Botelho. Aspectos teóricos e

metodológicos do círculo de cultura: uma possibilidade pedagógica e dialógica em educação ambiental. Ambiente e educação. Rio Grande, v.17, n.2, p.11-27, 2012.

MANGUE VIVO. Histórico do Programa Mangue Vivo. Disponível em: <

https://programa-mangue-vivo-ufc.webnode.com/sobre-nos/>. Acesso em: 10/11/2012. MANGUE VIVO. Programação aula de campo. Disponível em: <

http://manguevivoufc.blogspot.com.br/>. Acesso em: 10/11/2012.

MARCOMIN, Fátima Elizabeti; SILVA, Alberto Dias. A sustentabilidade no ensino superior brasileiro: alguns elementos a partir da prática de educação ambiental na Universidade.

Contrapontos, Itajaí, v.9, n.2, p.104-117, mai/ago. 2009.

MATOS, Kelma Socorro Lopes de; VIEIRA, Sofia Lerche. Pesquisa educacional: o prazer de conhecer. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, UECE, 2001.

MIGNOLO, Walter. Desobediência epistêmica: a opção descolonial e o significado de

identidade em política. Cadernos de Letras da UFF - Dossiê: literatura, língua e identidade. Niterói, n.34, p.287-324, 2008. Disponível em: <

http://www.uff.br/cadernosdeletrasuff/34/artigo18.pdf>. Acesso em: 05/06/2013. MILLS, C. Wright. A imaginação sociológica. 6ª ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1982. MORAES, M. C.; VALENTE, J. A. Como pesquisar em educação a partir da

complexidade e da transdisciplinaridade? São Paulo: Paulus, 2008.

MORIN, Edgar. Introdução ao pensamento complexo. 3ª ed. Porto Alegre: Sulina, 2007.

MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. 11ª Ed. São Paulo: Cortez, 2006.

MORIN, Edgar. A cabeça bem feita: repensar a reforma, reformar o pensamento. Tradução Eloá Jacobina. 8ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003.

NEIRA, Marcos Garcia; LIPPI, Bruno Gonçalves. Tecendo a colcha de retalhos: a bricolagem como alternativa para a pesquisa educacional. Educação e realidade. Porto Alegre, v. 37, n. 2, p. 607-625, maio/ago. 2012. Disponível em: <http://www.ufrgs.br/edu_realidade> Acesso em 11/08/2015.

NÚCLEO TRAMAS. Campanha contra a pulverização aérea de agrotóxicos no Ceará. Disponível em: < http://www.tramas.ufc.br/?p=756>. Acesso em: 10/07/2016.

NUCLEO TRAMAS. Núcleo de pesquisa dos agrotóxicos é homenageado em Fortaleza. Disponível em: < https://nucleotramas.webnode.com.br/noticias/nucleo-de-pesquisa-dos- agrotoxicos-e-homenageado-em-fortaleza/>. Acesso em: 10/04/2012.

NUVENS FACEBOOK. Página de facebook do Nuvens. Disponível em: <

https://www.facebook.com/Nuvens-N%C3%BAcleo-de-Vivencias-e-Estudos-Natureza-e- Sociedade-1512099569108066/>. Acesso em: 10/05/2016.

OLIVEIRA, Ivan de. et al. A Educação Ambiental e os Projetos Políticos Pedagógicos nos cursos da UFC. Revista eletrônica em gestão, educação e tecnologia ambiental. Santa

Maria, v. 19, n.3, p.667-680, set./dez. 2015. Disponível em: <

https://periodicos.ufsm.br/reget/article/view/19595/pdf>. Acesso em: 12/12/2015.

OLIVEIRA, Christian Dennys Monteiro de; SOUSA, José Maclecio de. Gestão educativa do turismo: fundamentos de uma cidadania emancipadora. Estudos Geográficos. Rio Claro, v.9, n.1, p.68-81, jan./jun. 2011

OLIVEIRA, Roberto Cardoso de. O trabalho do antropólogo. 2ª ed. Brasília: UNESP, 2000. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Declaração de Estocolmo sobre o meio

ambiente humano. In: CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE HUMANO. 1972. Anais... Estocolmo, 1972, 6 p.

PACHECO, Tânia. Combate racismo ambiental. Disponível em: <

http://racismoambiental.net.br/2009/11/22/jeovahmeireles-cearense-tremembe-geografo- jenipapo-kaninde-professor-nordestino-e-doutor-mas-acima-de-tudo-umdigno-cidadao- brasileiro>. Acesso em: 11/09/2016.

PÁDUA, Elisabete Matallo Marchesini de. Metodologia da pesquisa: abordagem teórico- prática. 10ª ed. Campinas: Papirus, 2004.

PAIVA, Rita de Cássia Souza. Gaston Bachelard: a imaginação na ciência, na poética e na sociologia. São Paulo: Annablume, Fapesp, 2005.

PASCUAL, Jesus Garcia. Universidade: Fábrica de sonhos e celeiros de decepções? Fortaleza: UFC, 2012.

PET BIOLOGIA FACEBOOK. Página inicial PET Biologia. Disponível em: <https://www.facebook.com/petbiologiaufc/>. Acesso em: 10/02/2016.

PET ENGENHARIA AMBIENTAL. PET conexões de saberes engenharia ambiental – início. Disponível em: <http://www.petambiental.ufc.br/>. Acesso em 11/02/2016.

PIB SOCIOAMBIENTAL. POVOS INDÍGENAS NO BRASIL. Tremembé. Disponível em: < https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Trememb%C3%A9>. Acesso em: 10/10/2016. PIBID UFC. Site do Pibid EA UFC. Disponível em: <

https://sites.google.com/a/pibid.ufc.br/www/>. Acesse em: 10/12/2016.

POPPER, Karl Raimund. A lógica da pesquisa científica. 2ª ed. São Paulo: Cultrix, 2013. PORTAL DO NIC. O mar pode ir até o sertão. Disponível em:

<http://portaldonic.com.br/jornalismo/wp-

content/uploads/2018/04/Jornal_NIC_Reporter_01.pdf>. Acesso em: 06/06/2016. PORTAL G1. Peixes aparecem mortos na lagoa do Campus do Pici da UFC, em