Este estudo apresenta como limitação, no que diz respeito à construção da cartilha educativa, a relação dos alimentos regionais ilustrados. Assim, encontram-se os alimentos mais consumidos entre a Região Nordeste do Brasil e no estado de Pernambuco, o que pode limitar o uso da cartilha educativa em outras regiões do país.
No processo de validação clínica da intervenção educativa, tem-se a quebra do duplo cegamento no GC e no GI e pode ter acontecido na presença de uma pergunta do inquérito CAP, onde a gestante poderia dar a informação que já tinha ouvido falar sobre os alimentos regionais por meio de uma cartilha educativa. Assim, no momento da aplicação do pós-teste a auxiliar de pesquisa poderia perceber que existiam diferenças entre as respostas das gestantes do GC e do GI.
Outro aspecto considerado limitação foi à dependência da memória das gestantes inquiridas durante a coleta de dados e da intervenção educativa. Pelo fato de poderem referir o que elas julgam que o entrevistador quer ouvir e não o que a realidade representa, como exemplo: as perguntas sobre o consumo de alimentos. Com relação à intervenção educativa, diz respeito ao reforço da leitura da cartilha no ambiente doméstico. A ausência da leitura, pelas gestantes, poderia interferir no processo de aprendizagem.
No tocante à randomização, mesmo diante de todos os cuidados com o rigor metodológico de um Ensaio Clinico, o tipo de randomização utilizada pode ter afetado os resultados. Porém, devido às peculiaridades das comunidades que participaram do estudo, esta foi à estratégia encontrada para minimizar um alto risco de contaminação entre as gestantes do GI e do GC.
Com relação às recomendações deste estudo, tendo comprovado a eficácia do efeito da intervenção educativa sobre alimentação saudável na gravidez com os alimentos regionais, recomenda-se a divulgação do material educativo de saúde do tipo cartilha, no ensino da graduação e da pós-graduação, pesquisa, extensão e assistência. No processo de formação, os alunos poderão utilizar uma tecnologia de ensino frente os cuidados primários de saúde durante o pré-natal. Na assistência, a cartilha é um meio de comunicação entre os profissionais de saúde e usuários.
No que diz respeito à pesquisa, recomendam-se outros estudos a fim de medir o efeito da intervenção educativa segundo o aumento do consumo, em porções, dos alimentos da Pirâmide Alimentar de acordo com recomendações dietéticas do país (médio prazo). Em curto
prazo, treinamento com os profissionais de saúde da atenção básica quanto à utilização da cartilha educativa e a importância da alimentação saudável com os alimentos regionais.
No que se refere à abordagem centrada na gestante, utilizando os pressupostos da Entrevista Motivacional, este estudo recomenda novas pesquisas que busquem medir o efeito da intervenção de maneira isolada (médio prazo). Tal teoria, poderá ser utilizada como metodologia ativa no processo educacional de profissionais de saúde, gestantes e outros usuários dos serviços de saúde.
Ademais, esforços têm sido desenvolvidos para que a cartilha seja disponibilizada na versão impressa para as instituições públicas de saúde.
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