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cabenegrinas A-I e A-II.

Figura 24 – Estudo das células hematológicas, através do mielograma, de camundongos Swiss tratados com fosfolipase A2 (dose 4,68 mg/Kg, i.p.) da serpente B. neuwiedi nos tempos 2, 4, 8, 16 e 24 horas, comparados com o grupo controle.

Os dados foram expressos em média ± E.P.M., agrupados em relação ao tempo da coleta. A análise estatística foi realizada pelo teste ANOVA seguida pelo teste não-paramétrico exato de Kruskal-Wallis, considerando p<0,05. * = diferença estatisticamente significativa entre os grupos tratados e o grupo controle.

Figura 25 – Estudo das células hematológicas, através do mielograma, de camundongos Swiss tratados com lectina C (dose 4,0 mg/Kg, i.p.) da serpente B. neuwiedi nos tempos 2, 4, 8, 16 e 24 horas, comparados com o grupo controle.

Os dados foram expressos em média ± E.P.M., agrupados em relação ao tempo da coleta. A análise estatística foi realizada pelo teste ANOVA seguida pelo teste não-paramétrico exato de Kruskal-Wallis, considerando p<0,05. * = diferença estatisticamente significativa entre os grupos tratados e o grupo controle.

Figura 26 – Estudo das células hematológicas, através do mielograma, de camundongos Swiss tratados com veneno total (dose 0,996 mg/Kg, i.p.) da serpente B. neuwiedi nos tempos 2, 4, 8, 16 e 24 horas, comparados com o grupo controle.

Os dados foram expressos em média ± E.P.M., agrupados em relação ao tempo da coleta. A análise estatística foi realizada pelo teste ANOVA seguida pelo teste não-paramétrico exato de Kruskal-Wallis, considerando p<0,05. * = diferença estatisticamente significativa entre os grupos tratados e o grupo controle.

Figura 27 – Estudo das células hematológicas, através do mielograma, de camundongos Swiss tratados com veneno total, lectina C e fosfolipase A2 (doses 0,996, 4,0 e 4,68 mg/Kg, i.p., respectivamente) da serpente B. neuwiedi no tempo 2 horas, comparados com o grupo controle.

Os dados foram expressos em média ± E.P.M., agrupados em relação ao tempo da coleta. A análise estatística foi realizada pelo teste ANOVA seguida pelo teste não-paramétrico exato de Kruskal-Wallis, considerando p<0,05. * = diferença estatisticamente significativa entre os grupos tratados e o grupo controle.

Figura 28 – Estudo das células hematológicas, através do mielograma, de camundongos Swiss tratados com veneno total, lectina C e fosfolipase A2 (doses 0,996, 4,0 e 4,68 mg/Kg, i.p., respectivamente) da serpente B. neuwiedi no tempo 4 horas, comparados com o grupo controle.

Os dados foram expressos em média ± E.P.M., agrupados em relação ao tempo da coleta. A análise estatística foi realizada pelo teste ANOVA seguida pelo teste não-paramétrico exato de Kruskal-Wallis, considerando p<0,05. * = diferença estatisticamente significativa entre os grupos tratados e o grupo controle.

Figura 29 – Estudo das células hematológicas, através do mielograma, de camundongos Swiss tratados com fosfolipase A2 e lectina C (doses 4,68 e 4,0 mg/Kg, i.p., respectivamente) da serpente B. neuwiedi nos tempos 2, 4, 8, 16 e 24 horas, comparados com o grupo controle.

Os dados foram expressos em média ± E.P.M., agrupados em relação ao tempo da coleta. A análise estatística foi realizada pelo teste ANOVA seguida pelo teste não-paramétrico exato de Kruskal-Wallis, considerando p<0,05. * = diferença estatisticamente significativa entre os grupos tratados e o grupo controle.

Figura 30 – Estudo das células hematológicas, através do mielograma, de camundongos Swiss tratados com veneno total (dose 0,996 mg/Kg, i.p.) da serpente B. neuwiedi nos tempos 2, 4, 8, 16 e 24 horas, comparado com o grupo controle.

Os dados foram expressos em média ± E.P.M., agrupados em relação ao tempo da coleta. A análise estatística foi realizada pelo teste ANOVA seguida pelo teste não-paramétrico exato de Kruskal-Wallis, considerando p<0,05. * = diferença estatisticamente significativa entre os grupos tratados e o grupo controle.

Figura 31 – Estudo das células hematológicas, através do mielograma, de camundongos Swiss tratados com veneno total da serpente B. neuwiedi, cabenegrina A-I com tween (Cab A-I e T) e cabenegrina A-II com tween (Cab A-II e T) no tempo 2 horas, comparados com o grupo controle.

Os dados foram expressos em média ± E.P.M., agrupados em relação ao tempo da coleta. A análise estatística foi realizada pelo teste ANOVA seguida pelo teste não-paramétrico exato de Kruskal-Wallis, considerando p<0,05. * = diferença estatisticamente significativa entre os grupos tratados e o grupo controle.

As Figuras 24, 25 e 26 mostram os resultados dos testes de comparação referente às médias dos números de células eritróides, células mielóides, células linfóides, megacariócitos, outras células, celularidade e relação M/E da medula óssea de camundongos Swiss.

Com o uso de fosfolipase A2, as alterações na medula óssea que mostraram significância estatística foram: o aumento do número de células eritróides (duas e quatro horas), aumento do número de células mielóides (duas, quatro, oito e dezesseis horas), aumento do número de células linfóides (duas horas) e diminuição de megacariócitos (quatro horas) após o envenenamento (Figura 24).

Com o uso de lectina C, as alterações que foram estatisticamente significantes foram: o aumento do número de células eritróides (duas e quatro horas), aumento do número de células mielóides (duas, quatro e oito horas) e aumento do número de células linfóides duas e quatro horas após o envenenamento (Figura 25).

Com o uso de veneno total, as alterações que apresentaram significância estatística foram: o aumento do número de células eritróides (quatro, oito, dezesseis e vinte e quatro horas), aumento do número de células mielóides (duas, quatro, oito, dezesseis e vinte e quatro horas) e diminuição de megacariócitos (duas e oito horas). Entre o veneno total e as duas frações, o veneno total teve ação mais persistente, pois o aumento das células eritróides e mielóides persistiu até 24 horas (Figura 26).

Foram feitos testes de comparação apenas nos tempos duas e quatro horas, que foram os momentos que mais ocorreram alterações hematológicas, para ver se foi o veneno total ou as frações que apresentaram ação mais intensa. Houve um aumento no número médio de células eritróides, entretanto, alterações foram estatisticamente iguais para o veneno total e frações, na série mielóide, a alteração no número de células foi maior qundo se usou o veneno total e na série linfóide quando se usou fosfolipase A2. Para as células megacariocíticas, somente o veneno total provocou alterações no número de células após 2 horas (Figura 27).

No momento 4 horas ocorreu um aumento no número médio de células eritróides, quando se fez uso do veneno total e frações do veneno, comparado ao grupo controle, entretanto as alterações foram estatisticamente maiores quando foi utilizado apenas o veneno total (Figura 28).

Houve um aumento no número médio de células mielóides, quando se fez uso do veneno e frações no tempo de 4 horas, comparado ao grupo controle. A maior alteração foi obtida com o uso da fosfolipase A2. Para as células linfóides, somente a lectina C provocou aumento significativo no número de células após 4 horas, comparativamente ao grupo controle. Para as células megacariocíticas, somente a fosfolipase A2 total provocou alterações

no número de células após 4 horas, comparativamente ao grupo controle. Em especial, houve uma diminuição no número médio de células (Figura 28).

Houve aumento da celularidade e relação M/E até dezesseis e vinte e quatro horas, respectivamente, após o envenenamento com veneno total e fosfolipase A2 (Figuras 29 e 30).

Ocorreu aumento da celularidade e relação M/E até dezesseis horas após o envenenamento com a fração lectina C (Figura 29).

Com relação ao tratamento dos camundongos com as cabenegrinas, observamos que as cabenegrinas A-I e A-II, em todas as diluições, provocaram diminuição significativa no número médio das células mielóides comparativamente ao uso de veneno total (Figura 31).

4.4 Resultados do esplenograma dos camundongos Swiss tratados com fosfolipase A2,