3.6 Ny oljepolitikk på vent
3.6.4 Konsensus og konflikt om norsk oljepolitikk
Contém características individuais dos aprendizes do ACAI. O modelo proposto é controlado por mecanismos internos do ambiente, logo não há necessidade do aprendiz informar elementos adicionais para que a adaptação ocorra. À medida que o usuário interage com o sistema este modelo vai sofrendo alterações que serão refletidas em sua interface.
As informações obtidas do modelo usuário são utilizadas para gerar a interface ilustrada na figura 7.12. Para compor o modelo do usuário o ACAI consulta vários repositórios para que possa gerar conteúdo adaptado ao perfil do aprendiz. Os repositórios são ilustrados na figura 7.12 e os atributos do modelo do usuário podem ser vistos na figura 6.9 do capítulo 6.
7.5.1.2. Modelo do Domínio
É responsável pela definição de como o processo de adaptação acontecerá, nesse modelo são definidos os parâmetros, os níveis de adaptação e as regras que serão utilizadas para prover adaptação aos aprendizes. Da mesma forma que o modelo de usuário, o modelo do domínio utiliza vários repositórios em sua composição.
Alguns repositórios possuem meta-dados que descrevem os parâmetros da adaptação tais como: a) o total de células personalizadas que terá a estação de aprendizagem; b) se haverá ou não ordenação das células; c) como será a forma de ordenação dos itens que compõem as células personalizadas (alfabética, por data de inclusão do item, pelo número do item, etc.); d) quais as ferramentas que estarão habilitadas na estação de aprendizagem; e) se haverá ou não monitoramento das células; f) quais os elementos que comporão uma célula (cabeçalho, itens da célula, etc.); e g) se o aprendiz poderá modificar os parâmetros previamente definidos para o comportamento das células personalizadas. Os atributos detalhados dos repositórios de dados envolvidos no Modelo do Domínio podem ser vistos na figura 6.15 do capítulo 6.
Os mecanismos de adaptação buscam os meta-dados do modelo do domínio e os dados do modelo do usuário para prover adaptação e recomendação aos aprendizes. Os repositórios utilizados pelo Modelo do Domínio são ilustrados na figura 7.12.
7.5.1.3. Modelo de Interação
Armazena as interações que o usuário realiza com o ACAI, os dados dessas interações são utilizados para modificar a aparência da interface ou fazer recomendações aos aprendizes. O modelo de interação depende das regras definidas pelos Modelos do Usuário e do Domínio, essas regras é que determinarão se os dados do Modelo de Interação serão utilizados na adaptação e como esses dados serão utilizados. Os repositórios utilizados pelo Modelo do Domínio são ilustrados na figura 7.12.
7.5.1.4. Mecanismos de Adaptação
Como dito anteriormente cada aprendiz do ACAI terá sua estação de aprendizagem que será montada de acordo com suas características. O perfil do aprendiz é baseado nos dados dos repositórios da camada de modelo da arquitetura MVC ilustrada na figura 7.12. As características do aprendiz são recuperadas por mecanismos de adaptação que farão as alterações na estação de aprendizagem de acordo com seu perfil.
A interface é montada dinamicamente pelo conjunto de células personalizadas. A proposta da adaptação é reduzir o esforço cognitivo dos aprendizes na interação com o ambiente e permitir que os esforços sejam concentrados no processo de aprendizagem e não na sua utilização. A adaptação aplicada no ACAI dar-se-á nas modalidades, propostas por Frainer (1991) que são: a) adaptação pelo usuário, que ocorre quando um aprendiz escolhe as ferramentas que deseja inserir em sua estação de aprendizagem; e b) auto- adaptação que ocorre quando o ambiente analisa as interações do usuário e adapta a estação de aprendizagem de acordo com o seu comportamento.
O ACAI utiliza algumas das formas de classificação e exibição de links descritas na subseção 5.4 para gerar as células personalizadas. Cada célula personalizada dentro da estação de aprendizagem contém um conjunto de links que representam a parte estrutural da interface (já ilustrado na figura 7.7). Para adaptar a estrutura foram utilizados alguns métodos de adaptação de estrutura utilizados em SHAs, como por exemplo: a) Condução Local e Global, b) Suporte a Orientação Local e Global e c) Visões Personalizadas, amparados por técnicas de Classificação/Remoção de Links.
Este trabalho propõe um recurso adicional às técnicas utilizadas tradicionalmente em SHAs. Além da proposta da criação das células personalizadas optou-se por mostrar um número máximo de elementos dentro cada célula. Esse número é definido pelo administrador quando configura os parâmetros do ambiente (modelo do domínio), sugere- se que cada célula possua no máximo três links navegacionais de forma a não aumentar a carga cognitiva dos aprendizes. Vale ressaltar que cada estação de aprendizado poderá conter várias células personalizas e conseqüentemente o número de links será multiplicado pela quantidade de células personalizadas existentes.
O critério de classificação de links dentro de uma célula personalizada funciona da seguinte forma: a) os links são mostrados em função do número de acessos em de cada
célula; b) a visualização dos links é em função do número de acessos a cada link existente na célula, dessa forma a célula exibirá sempre os n links mais acessados; c) se célula possuir mais de n links será exibida uma opção para que o aprendiz acesse o restante dos links pertencentes a respectiva célula em um outro nó. A figura 7.13 mostra um exemplo de célula personalizada.
Figura 7.13 – Exemplo de Célula Personalizada (Minhas Ferramentas) no ACAI.
Detalhando a célula personalizada da figura 7.13 denominada Minhas Ferramentas, é possível notar três divisões: Engenharia de Software, Redes de Computadores e Interface Homem-Máquina. No início da célula foi incluído o link listar todas para que o aprendiz saiba que ainda existem mais informações relacionadas à célula em questão; que neste exemplo são ferramentas virtuais ligadas à caixa de ferramentas do aprendiz.
Cada divisão possui um ou mais objetos a ela associados, estes objetos são representados por links que levarão o aprendiz aos objetos armazenados nas divisões e caso hajam mais objetos ligados às divisões o aprendiz poderá acessá-los através do link que possui o nome da própria disciplina ao qual o objeto se relaciona. Para facilitar a percepção do aprendiz uma pequena “dica” é exibida sempre que o aprendiz passa o ponteiro do mouse sobre o link em questão.
Na célula personalizada da figura 7.13 (Minhas Ferramentas) fica evidenciada a técnica de classificação de links proposta, permitindo que o aprendiz sempre veja os n compartimentos mais acessados, e em cada compartimento os n itens mais acessados dentro do mesmo. Dessa forma os recursos utilizados mais freqüentemente serão disponibilizados sempre em primeiro plano. Para manter a consistência destas interfaces a
estação de aprendizagem conta um mecanismo de atualização que após um período de tempo pré-determinado no modelo do domínio atualiza a interface fazendo as adaptações necessárias.
O processo de montagem da estação de aprendizagem é descrito nos itens a seguir:
a. O aprendiz autentica-se no ambiente utilizando a interface de login do ACAI, os mecanismos de adaptação recebem identificação do Aprendiz (id_aprendiz);
b. Os mecanismos de adaptação buscam das informações do usuário no repositório de modelos, recuperando seu perfil;
c. Depois de verificado cada repositório disponível, a interface (estação de aprendizagem) começa a ser montada em partes (células personalizadas);
d. As células personalizadas são agrupadas para o aprendiz em questão, este agrupamento formará a estação individual de aprendizado;
e. Cada aprendiz terá disponível células personalizadas de acordo com o seu modelo de usuário; o conjunto de células personalizadas forma a área de trabalho do aprendiz, tratada no ACAI como estação de aprendizagem;
f. Depois de montada a interface da estação de aprendizagem, as interações do aprendiz ficam sendo monitoradas. As informações coletadas pelo mecanismo de adaptação serão utilizadas sempre com o intuito de melhorar a estação de aprendizagem, disponibilizando sempre as informações que estejam relacionadas com o respectivo aprendiz e após um período de tempo pré- determinado a estação de aprendizagem sofre atualizações automáticas.
7.5.1.5. Mecanismos de Recomendação
Como ilustrado na figura 7.12, os mecanismos de recomendação consultam o modelo de recomendação, formado pelos repositórios que possuem objetos que podem ser recomendados aos aprendizes e o modelo do usuário, formado pelos repositórios que identificam as características de cada usuário.
Os mecanismos de recomendação atuam sobre estes dois repositórios fazendo cruzamento de informações para recomendar novos objetos de aprendizagem inseridos nos repositórios, além de novas comunidades criadas de acordo com a área de interesse de cada aprendiz. As recomendações são enviadas em forma de avisos ao aprendiz se ele estiver on-line; ou em forma de mensagens para sua caixa postal, se ele estiver off line.
7.5.1.6. Interface Adaptativa
Os mecanismos da camada de controle (recomendação e adaptação) realizam consultas na camada de repositórios (modelos) e geram as interfaces que serão manipuladas pelos aprendizes. A interface é construída a partir das informações sobre os aprendizes e sobre as informações do domínio da aplicação. À medida que os aprendizes interagem com a interface esta vai se adaptando as suas características.