6. Beskrivelse av og forventninger til en klatreinstruktør
6.5 Kjønnsrettet eller kjønnsnøytralt?
Apêndice C, questão 20: Perguntou-se aos professores o que consideravam necessário para desenvolver EA na escola. As respostas dadas, foram:
“Fazer parceria com professores de outras áreas para desenvolverem projetos interdisciplinares” (Professor A).
“Oportunidade para reunir os colegas e ver quem estaria interessado em integrar um projeto assim” (Professor B).
“Além do conhecimento teórico, a vontade e a parte financeira para desenvolver os projetos e participar de cursos de capacitação” (professor C).
“Que professores se reúnam com o núcleo gestor e tracem estratégias pedagógicas, mesmo que cada um trabalhe dentro da sua disciplina, mas, que se complementem”
(Professor D).
“Precisa de mais apoio da gestão e talvez, projetos que possam ser colocados nessa área ambiental para que mais alunos possam se envolver” (Professor E).
“Uma formação específica, pois, por alguns já terem muito tempo de formação e
como essa abordagem em EA é uma coisa relativamente nova, alguns ainda não têm esse conhecimento que facilmente poderia ser difundido. Claro que a internet, jornal e as mídias eletrônicas estão aí para isso, mas, a formação, a capacitação, seria mais
diretiva” (Professor F).
“É necessário vontade e incentivo do núcleo gestor para que o professor possa desenvolver EA na escola” (Professor G).
“Contribuição do núcleo gestor, dos professores, dos pais de alunos para escola
parar suas atividades e dedicar-se exclusivamente a esse tema, mas, de modo
produtivo” (professor H).
“Elaborar estratégia com todos os professores para que os temas sejam abordados de forma permanente” (Professor I).
Percebeu-se que os pontos mais mencionados pelos docentes, como necessários para estabelecer EA em suas escolas, foram: a parceria com os professores de outras disciplinas, o desenvolvimento de projetos, a capacitação dos professores e o apoio do núcleo gestor.
De acordo com as DCNEM e os PCN, as temáticas ambientais devem ser desenvolvidas através de uma abordagem interdisciplinar, dada a abrangência desses assuntos. Os documentos também orientam para a realização de projetos pedagógicos com foco em EA e os DCNEM citam a formação docente como um dos pontos a serem trabalhados. Essas ideiassão complementadas pelos pesquisadores Lima e Alves (2016, p.45) ao defendem que: “[...] Segundo a classificação do Censo Escolar, a EA no Brasil é aplicada através de três modalidades principais: projetos; disciplinas especiais e inserção da temática ambiental nas disciplinas”.
As respostas dos professores, portanto, estão de acordo com as orientações dos documentos para que as temáticas ambientais sejam trabalhadas de forma interdisciplinar, através de projetos pedagógicos e com foco na formação docente.
Apêndice C, questão 21: pediu-se aos professores para completarem a frase: diante do meio ambiente me considero uma pessoa.... As respostas obtidas, foram:
“Responsável, pois sei que tenho que cumprir com o meu papel de contribuir para
uma sociedade sustentável” (Professor A).
“De certa forma, egoísta. Se fala tanto de questão ambiental, mas me prendo muito apenas à energia renovável” (Professor B).
“Politicamente correta. Pois já cheguei até a catar lixo na praia durante um passeio”
(Professor C).
“Razoavelmente consciente” (Professor D).
“Regularmente educada, porque, a gente ainda utiliza de métodos que de qualquer maneira agridem o ambiente” (Professor E).
“Interessada no assunto, mas, com muitas coisas para melhorar ainda” (Professor F). “Pouco atuante” (Professor G).
“Realizada” (Professor I).
Conclui-se, pelas respostas apresentadas, que 33,33% dos entrevistados se consideram entre razoavelmente conscientes e pouco atuantes, 55,56% se consideram interessados, responsáveis e organizados, e apenas 11,11% se consideram egoístas pelo fato de trabalharem sempre a mesma temática.
Apêndice C, questão 22: Indagou-se os professores se acreditam que podem contribuir para a preservação ou conservação ambiental através de sua profissão. As respostas obtidas, foram:
“Acredito que posso contribuir, porém, de forma não muito efetiva” (Professor A). “Acho que posso dar uma contribuição significativa, no sentido de conscientizar os estudantes” (Professor B).
“Sempre me esforcei para trabalhar todos os assuntos de maneira que os alunos aprendam de forma significativa e, com as questões ambientais, não é diferente”
(Professor C).
“Eu creio que posso fazer um bom trabalho em relação à Educação Ambiental”
(Professor D).
“Faço o que posso, sei que ainda não trabalho da forma que deveria, por várias
razões, mas, estou me esforçando, porque, as condições como: tempo de aula, tempo
para planejamento, os conteúdos da própria disciplina e outros, não ajudam”
(Professor E).
“Tento, ao máximo, dar o melhor de mim nessas questões, pois acredito que a
contextualização dos conteúdos é muito importante. Sei que preciso fazer a
diferença na vida do aluno” (Professor F).
“Acho que posso contribuir bastante significativamente para a conservação
ambiental e que tudo começa em casa com nossa família, depois, com os alunos e
assim por diante” (Professor G).
“Acredito que ainda não consigo trabalhar efetivamente a conscientização para as questões ambientais” (Professor H).
“Não tem aquela história da sementinha que foi plantada? Então, faço a minha parte, estou jogando as sementes, mas não depende só de mim. Porém, “se o terreno estiver fértil”, ou seja, na cabeça do aluno que tem interesse e vontade, colherei bons frutos” (Professor I).
Pelas respostas apresentadas conclui-se que mais de cinquenta por cento dos professores entrevistados acreditam que podem realizar um trabalho que contribua significativamente para a conscientização/sensibilização ambiental dos discentes.
Apêndice C, questão 23: perguntou-se aos entrevistados de quem é a tarefa de promover a conservação/preservação ambiental. As respostas revelaram que todos os entrevistados reconheceram que é responsabilidade de todos: entidades governamentais, não governamentais e cidadãos, promover a preservação ou conservação ambiental.
Apêndice C, questão 24: perguntou-se aos professores como avaliam a contribuição de suas escolas para a conscientização/sensibilização ambiental de maneira crítica e efetiva dos discentes. Um pouco mais da metade dos professores pesquisados (66,67%) consideraram como razoável a contribuição de sua escola para o desenvolvimento de EA. As respostas dos professores, foram:
“Pouco significativa, pois não vejo professores e nem o núcleo gestor se
mobilizarem” (Professor A).
“Acredito que é razoável, mas ainda está longe de ser como deveria” (Professor B). “Acho que é razoável, pois ainda vejo um professor ou outro se preocupando com as questões” (Professor C).
“Os professores se esforçam, nadam contra a maré, mesmo com todas as dificuldades. Por isso, considero como razoável, a contribuição da minha escola”
(Professor D).
“Acredito que de forma pouco significativa” (Professor E).
“Considero razoável porque, na medida do possível, todos os professores se empenham em fazer alguma coisa” (Professor F).
“Procuro me esforçar e percebo a vontade e dedicação de muitos colegas, por isso, considero razoável a contribuição de todos” (Professor G).
“Não vejo muito as coisas acontecerem na escola. Às vezes, é um trabalho ou outro
de um professor individualmente, por isso, acho que a escola não trabalha essas
questões de forma significativa” (Professor H).
“Acho que ainda está longe de ser como deveria, por isso, considero que a escola, de
uma forma geral, contribui de forma pouco significativa” (Professor I).
Apêndice C, questão 25: Perguntou-se aos docentes se os mesmos reconheciam em suas vidas, no âmbito pessoal ou profissional, algum hábito, atividade, pensamento ou ação que foi influenciado pela EA que tiveram na universidade ou na escola. As respostas dadas, foram:
“O projeto que tinha na escola que estudei chamado “viver bem é melhor” de
cuidado e preservação do ambiente escolar. Tenho sempre isso em mente quando estou na escola, por isso, sempre apago a luz quando dou a última aula do turno em
uma sala” (Professor A).
“O gosto por energias alternativas, mais precisamente, energia solar. Trabalho sempre esse assunto em minhas aulas” (Professor B).
“Tenho quase um „transtorno obsessivo compulsivo‟ com desperdício de água”
(Professor C).
“Desde a época da faculdade adquiri o hábito de não jogar lixo na rua” (Professor
D).
“As aulas de reciclagem e compostagem que tive na universidade me influenciaram muito” (Professor E).
“Principalmente a minha conscientização na parte de energias alternativas, pois meu mestrado focou nessa área” (Professor F).
“Programas de geração de energia alternativa” (Professor G).
“O desenvolvimento do biogás, aula que tive na 7ª série” (Professor H). “Não me lembro de nenhum” (Professor I).
Observou-se que a maioria dos professores se sentem atraídos por uma temática ambiental sobre a qual já tiveram alguma aula, formação ou curso.
6.4 Dados pessoais e percepção dos alunos em relação à prática da Educação Ambiental