5. En utvidet adgang til domstolskontroll?
5.1.1 Kan lengeværende asylbarn etablere et «privatliv» i Norge, jf. Grl. § 102 og EMK
A indicação do número de páginas é um dispositivo de orientação e organização da leitura. O fólio permite ao leitor avançar ou retroceder no manuseio das folhas, organizando a forma de ler e auxiliando a escolha de uma ordem de leitura de um impresso. O somatório das páginas produzidas, sua média e regularidade permitem vislumbrar o volume e o ritmo de sua produção, indicadores que informam alternâncias e permanências.
Na RBCE ocorreram variações em seu formato, página de início e no número total de páginas impressas. Na RBCE n. 1, v. 1 de 1979 a paginação foi iniciada após a folha de rosto e o índice, na folha que apresenta a diretoria do CBCE. Essa notação foi impressa na margem inferior, centralizada, com tipos serifados, iniciando no número “01”. Após o início todas as páginas foram numeradas totalizando 73 páginas. Deve-se indicar que as revistas que tiveram a publicação de anais de evento (RBCE, 1979; 1983c; 1984b; 1985d) o número de folhas foi consideravelmente superior a fim de abrigar os resumos dos temas livres inscritos.
mudanças. A paginação foi impressa apenas no início da sessão “Artigo Original”, na margem superior, alinhada a direita, com tipos lineares em itálico. Seu início foi grafado pelo número “09” (apesar da soma das páginas anteriores ser igual a sete) e o término se deu na 42ª página.
A RBCE n. 3, v. 1 de 1980 conservou o mesmo modo de indicar o número das páginas do número anterior. No entanto, a numeração iniciou-se pelo número “05” e findou-se no número “48”. A publicação de uma página com o “Índice do Volume 1” no fim da revista não foi contada.
Mesma grafia também para a RBCE n. 1, v. 2, de 1980. Início do contagem no número “07” e término na 54ª página. O número consecutivo, RBCE n. 2, v. 2, de 1980, mesmo tipo de notação, iniciado na página 05 e findado na página 38. O último número desse volume (RBCE, 1981b) principiou a paginação no número 06 e concluiu na página 46. O “Índice do Volume” dessa vez foi contado. Sequencialmente a RBCE, n. 1, v. 3 de 1981 começou a indicação no número 05 e terminou no número 40. Esse número contou com a publicação do Suplemento n. 1 (1981) contendo os “Anais do II Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte”. O suplemento não foi paginado, seguindo as regras de paginação do impresso foram totalizadas 52 páginas. A ausência desse dispositivo dificultou a localização dos conteúdos de interesse e desorientou a leitura.
Nota-se que a disparidade do número inicial grafado, refere-se a alteração do conteúdo das páginas anteriores, em alguns casos pela supressão da folha de rosto ou da folha de apresentação da organização editorial da revista, em outros pela publicação de um artigo de fundo não numerado.
Para o número subsequente, RBCE n. 2, v. 3 de 1982, foi acionada uma estratégia para imputar um conceito de continuidade de conteúdo das revistas, mais um artifício de “montagem” de uma “coleção”. A contagem foi iniciada no número 41, contemplando a numeração final indicada no número anterior. Além disso, a grafia em itálico foi deposta e o corpo dos tipos foi ampliado. O cômputo dessa edição deu-se na página 79 (total de 38 páginas).
O número posterior, n.3, v.3, manteve essas características começando a paginação com o número 83 e encerrando com o número 124 (total de 41 páginas). No início do quarto volume, n. 1, v. 4 de 1982, a contagem das páginas foi zerada, teve princípio no número “2” e término na página 24. Nota-se o abandono do número “0” na notação das unidades da paginação e a redução de elementos “pré-textuais”. Os números passaram a ser alinhados a direita e em negrito compondo uma nova formatação.
A RBCE n. 2, v. 4 de 1983 começa a paginação no índice com a indicação do número 27 à direita. No entanto, a partir da página 32 a notação passa a ser exibida a esquerda até o seu fim na página 68 (total de 41 páginas). A RBCE consequente sustenta essa configuração, sendo iniciada na página 73 e finalizada na página 101. Os caracteres foram alinhados a esquerda. As seções “Comunicado dos Editores da RBCE” e “Normas para publicação” não foram paginadas ocupando 3 páginas (total de 31 páginas).
A RBCE n. 1 do v. 5 teve como conteúdo único os Anais do “III Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte”. A paginação anunciou-se pelo número 3, impresso a direita sobre uma linha horizontal. Foi encerrada na página 34. No segundo número desse volume, n.2, v.5 de 1984, a linha horizontal foi eliminada e os tipos foram alinhados a direita nas páginas ímpares e a esquerda nas pares. A revista foi iniciada na página 39 e encerrada na 72 (total de 34 páginas).
A RBCE n. 3, v. 5, de 1984 contou com duas paginações diferentes. A primeira referiu-se ao conteúdo regular da revista iniciando-se na página 75 e encerrando na página 94. A segunda numerou a publicação dos Anais do “II Simpósio Mineiro de Ciência do Movimento” e “Congresso Regional do Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte” a partir do número 1, com término no número 22 (total de 44 páginas).
O número inicial do sexto volume (RBCE, 1985a). Aprofunda a ideia de conferir continuidade e prestígio de coleção encetada na RBCE n. 2, v. 3, de 1982, mantendo a contagem do número de páginas do volume anterior. Desse modo, principia a paginação com o número 97 e encerra com o 129. Todas as notações dos números foram alinhadas a direita. As seções “Comunicado dos Editores da RBCE”, “Normas para publicação” e o “formulário de inscrição” não foram paginadas ocupando 5 páginas (total de 40 páginas). Os demais números que compõe o volume preservaram o formato da paginação. A RBCE n. 2, v. 6, de 1985, iniciou a impressão da numeração na página 137 e findou na 170 (35 páginas). Por conseguinte, o fólio do próximo número (RBCE, 1985c) iniciou-se com o número 173 e encerrou no 222 (51 páginas).
O primeiro número do sétimo volume (1985) teve com conteúdo os anais do “IV Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte” e por isso começou a notação das páginas no número 3 e findou no número 50. A ficha de inscrição no CBCE não foi paginada (total de 52 páginas). Esse primeiro número solveu a continuidade da contagem das páginas dos volumes anteriores. Dessa maneira, as revistas seguintes (RBCE 1985d; 1986a) seguem esse cômputo. Não obstante, o fólio passou a ser alocado a direita, no pé da página, com início na página 54
e término na 83 (31 páginas). Essa configuração foi mantida na última RBCE examinada que começou na página 85 e encerrou na 114 (32 páginas, as duas últimas não foram paginadas).
Tabela 16 - Quantidade de páginas por número e volume da RBCE (1979-1986)
Número/volume Páginas Volume Páginas
1, 1 73 1 162 2, 1 40 2 138 3, 1 49 3 171 1, 2 54 4 96 2, 2 38 5 112 3, 2 46 6 126 1, 3 40 7 115 2, 3 38 3, 3 41 Suplemento 52 1, 4 24 2, 4 41 3, 4 31 1, 5 34 2, 5 34 3, 5 44 1, 6 40 2, 6 35 3, 6 51 1,7 52 2, 7 31 3, 7 32 Total 960 960
Fonte: levantamento feito pelo próprio autor.
A produção do período analisado compreendeu 667 páginas de exemplares regulares e 52 páginas do suplemento perfazendo 719 páginas. Média de 42,3 páginas por exemplar distribuídas de forma irregular (Tabela 16). Para a totalização do número de páginas respeitou-se a editoração original da revista, adicionando-se páginas impressas não computadas e descontado erros de paginação. Percebeu-se a utilização de pelo menos cinco formatos de paginação diferentes e a falta de uniformidade para a delimitação do início da numeração. Problemas de editoração que confundem o leitor e dificultam sua orientação pelo conjunto de revistas.
O ritmo da publicação (Figura 1) no recorte eleito para essa pesquisa (1979-1986) manteve-se constante desde sua fundação até o último número analisado. Permite-se inferir que apesar das eventuais dificuldades que marcam a gestão de um impresso a RBCE, em seus anos iniciais, conseguiu manter a periodicidade estabelecida por seus editores (três números por volume distribuídos por quadrimestre).
Figura 1 – Ritmo de produção da RBCE (1979-1986)
Nas revistas Stadium do 13° ano a paginação foi iniciada após o sumário, sempre com o número 2, impressa no pé da página à direita nas impares e a esquerda nas pares, com tipos lineares. Após o início da contagem todas as páginas foram numeradas. O número de folhas não apresentou nenhuma variação totalizando 48 páginas (Apêndice J). A mesma formatação e número total de páginas foram mantidos nas fotocópias do 14° ano investigadas. Apesar da impossibilidade da análise de todos os números desse ano da revista, pelo levantamento realizado pela própria editora Stadium, foi possível estimar o número total de suas páginas.
Nas revistas do 15° ano a notação das páginas teve início no sumário, com o número 1. A totalidade das páginas manteve-se com 48 em cada número. Essa padronização foi conservada nos demais anos analisados 16°, 17°, 18° (levantamento realizado pela Editora Stadium), 19° e 20°.
Pela totalização do número de páginas chegou-se ao montante de 2304 páginas impressas. Média de 48 páginas por exemplar analisado e 288 páginas por ano da revista. A distribuição foi homogênea transparecendo o esforço dos editores em padronizar a paginação da revista. O formato do fólio não sofreu alterações.
0 1 2 3 4 1979 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 Ritmo
Figura 2 – Ritmo de produção da Stadium (1979-1986)
A verificação do ritmo (Figura 2) de produção possibilita indicar a manutenção de sua peridiocidade em todos os anos analisados, com a impressão de seis números por ano. Indício da estabilidade que a revista gozava nos anos examinados.
A revista Stadium alcançou a uniformização do formato do fólio e do número de páginas por número e ano da revista. Trabalho notável de editoração. A RBCE não teve o mesmo sucesso, utilizou diversos modelos de paginação e pecou pela falta de uniformidade na distribuição das páginas pelos números e volumes da revista. Aspectos negativos que dificultam a navegação do leitor pelo interior do impresso.
Apesar de uma média por exemplar próxima (42,3 da RBCE contra 48 da Stadium) a Stadium alcançou um número total de páginas bem superior a RBCE (2304 contra 960) demonstrando, portanto um acúmulo bem maior de informações em seu acervo. Quanto ao ritmo os dois impressos conservaram a regularidade de sua produção. Sublinha-se, contudo, que o número de revistas editadas por ano da Stadium foi superior a RBCE com o dobro de edições anuais (seis).